O trabalhador vem perdendo direitos faz tempo e a cada dia perde mais. Agora, com o que querem perderá também o seu direito de ter uma carteira de trabalho assinada. O cara que já ganha muito, bolou um jeito de ganhar mais, de ficar mais rico e não se importando com o trabalhador, quer não mais registrá-lo e sim, efetuar contratos por períodos temporários. E o jornal publica como manchete em primeira página, sem nenhum tipo de questionamento. Ninguém foi lá para estes da APAS e lhe perguntaram assim na lata: "Mas pera lá, é isso mesmo, os lucros cada vez mais em alta e o trabalhador cada vez com menos direitos, ganhando cada vez menos e agora, até sem o direito de ter uma carteira de trabalho assinada. Vocês acham isso aí que proõe como normal? Conseguem dormir tranquilos com algo assim em funcionamento?".
Estamos diante de uma situação, que sem organização, sem pressão, isso tudo será consolidado e daqui por diante, o trabalhador será um lixo. Uma peça totalmente descartável, com o empregador não tendo mais obrigação de efetuar um contrato sério de trabalho e sim, contratar só quando precisa, tem mais urgência e assim, o cara vai lá por um curto período, trabalha recebe por aquilo e depois fica disponível, que nem louco à procura de algum lugar onde novamente o contratem para exerceu novamente, por mais alguns dias sua atividade. Vai ser uma situação famélica para ele e cada vez mais lucrativa para os donos destes emprendimentos, sejam, seupermercados ou qualquer outra atividade. Isso, de certa forma, já está implantando em muitas situações, mas o que querem é a expandão e a regularização, sendo o modus operandis de tudo o mais. Aberração...
Assista este vídeo para deixar as ideias mais lúcidas dentro da gente:
https://web.facebook.com/reel/1079322017096621
a APAS é a favor da jornada 6 x 1, enquanto isso algo deste contexto...
A AGRESSÃO SOFRIDA PELO LULINHA HOJE NO CALÇADÃO E A IMEDIATA REAÇÃO DA MILITÂNCIAPrimeiro, colocando as coisas no seu devido lugar. Lulinha é um militante social e sindical há décadas, figura das mais conhecidas nos meios políticos bauruenses, pessoa cordial e sempre aberta ao diálogo e a Esquina da Resistência, este local onde por décadas foi o palco de marcantes acontecimentos e atos políticos de resistência e na defesa da classe trabalhadora. Ele continua sendo utilizado para panfletagem e encontros marcantes, quando ali se realizam importantes reuniões, com a presença de protestos dos mais variados. Hoje, um deles quando Aguinaldo Silva, o Lulinha e mais dois militantes efetuavam coleta de assinaturas para o plebiscito contra a jornada de trabalho 6 x 1.
Tudo dentro da maior normalidade, como de tantas vezes anteriores. Desta feita, um comerciante do local, através de uma mulher se dirigiu a ele, dizendo que as faixas estavam atrapalhando seu comércio. Lulinha, com mais de 60 anos, hoje passa por um problema médico de audição e consequentemente, devido a isso, fala mais alto. Respondeu não haver motivo para a panfletagem se encerrar. A pessoa voltou para a loja e na sequência, quem volta é seu marido, que acusa Lulinha de ter agido de forma violenta, quando testemunhas afirmam o contrário. Quem foi violento foi este senhor, que de forma rápida, empurrou Lulinha e o agrediu com violento soco no rosto, fazendo com que tombasse ao chão.
A cena foi registrada e agora serve de testemunha contra o ato do intempestivo do agressor. Lulinha prestou queixa num Plantão Policial e já deu início aos tramutes legais contra o agressor. No exato momento em que, toda a militância, que sempre marcou presença neste local, isso ao longo de décadas, ficou ciente do ocorrido, foi tomada decisão coletiva de no próximo sábado, no mesmo horário da agressão sofrida, na parte da manhã, dia 30/08, ocorrerá um ato de DESAGRAVO de repúdio a essas reações violentas, principalmente quando do outro lado estão sendo feitas reivindicações mais que justas na defesa da classe trabalhadora.
Desta forma, desde já marcado este ATO, algo também anunciando hoje no Bar do Genaro, quando da comemoração dos 70 anos da militante e professora aposentada Maria Emilia Lomba, a Mila, quando foi reafirmado a realização do ato em defesa do Lulinha. Com gritos de "Fascistas não passarão" e "Sem Anistia", ânimos exaltados, essa a forma de resistir e demonstrar força e união contra as investidas contra quem reivindica em prol da classe trabalhadora. Unidos, todos lá estaremos.
A FALA COMPLETA DE FABRÍCIO GENARO, NO SEU BAR, DENTRO DO EVENTO COMEMORANDO ANIVERSÁRIO DE MILITANTE, 70 ANOS, PEDE UM APARTE CONTRA A AGRESSÃO SOFRIDA PELO LULINHA E DAÍ, A ÚNICA REAÇÃO POSSÍVEL
Assista o vídeo: https://web.facebook.com/roberto.claro.9026/videos/1758141078826603
Tudo dentro da maior normalidade, como de tantas vezes anteriores. Desta feita, um comerciante do local, através de uma mulher se dirigiu a ele, dizendo que as faixas estavam atrapalhando seu comércio. Lulinha, com mais de 60 anos, hoje passa por um problema médico de audição e consequentemente, devido a isso, fala mais alto. Respondeu não haver motivo para a panfletagem se encerrar. A pessoa voltou para a loja e na sequência, quem volta é seu marido, que acusa Lulinha de ter agido de forma violenta, quando testemunhas afirmam o contrário. Quem foi violento foi este senhor, que de forma rápida, empurrou Lulinha e o agrediu com violento soco no rosto, fazendo com que tombasse ao chão.
A cena foi registrada e agora serve de testemunha contra o ato do intempestivo do agressor. Lulinha prestou queixa num Plantão Policial e já deu início aos tramutes legais contra o agressor. No exato momento em que, toda a militância, que sempre marcou presença neste local, isso ao longo de décadas, ficou ciente do ocorrido, foi tomada decisão coletiva de no próximo sábado, no mesmo horário da agressão sofrida, na parte da manhã, dia 30/08, ocorrerá um ato de DESAGRAVO de repúdio a essas reações violentas, principalmente quando do outro lado estão sendo feitas reivindicações mais que justas na defesa da classe trabalhadora.
Desta forma, desde já marcado este ATO, algo também anunciando hoje no Bar do Genaro, quando da comemoração dos 70 anos da militante e professora aposentada Maria Emilia Lomba, a Mila, quando foi reafirmado a realização do ato em defesa do Lulinha. Com gritos de "Fascistas não passarão" e "Sem Anistia", ânimos exaltados, essa a forma de resistir e demonstrar força e união contra as investidas contra quem reivindica em prol da classe trabalhadora. Unidos, todos lá estaremos.
A FALA COMPLETA DE FABRÍCIO GENARO, NO SEU BAR, DENTRO DO EVENTO COMEMORANDO ANIVERSÁRIO DE MILITANTE, 70 ANOS, PEDE UM APARTE CONTRA A AGRESSÃO SOFRIDA PELO LULINHA E DAÍ, A ÚNICA REAÇÃO POSSÍVEL
Assista o vídeo: https://web.facebook.com/roberto.claro.9026/videos/1758141078826603
A CONTEXTUALIZAÇÃO DA REPRESENTATIVIDADE DA ESQUINA DA RESISTÊNCIAImpossível neste sábado, quando ocorre brutal agressão ao Agnaldo Lulinha da Silva na Esquina da Resistência - Calçadão da Batista com rua Primeiro de Agosto -, palco de tantos protestos ali realizados, não se lembrar de algo histórico sobre o local. Laércio Simões me envia em 2022, foto registrando algo do ínicio da concentração popular por ali, mais de 43 anos atrás. Do grupo, ele, Roque Ferreira, Geraldo Inhesta, o músico Men, Beto Imaginário e outros. A luta ali naquele local, portanto, não é de hoje, foi sendo consolidada e ali se fixou graças ao empenho e dedicação de Roque Ferreira, que por décadas esteve semanalmente ali com sua banca. Depois dele, o espaço já consolidado, fez e faz história na cidade de Bauru. Relembro aqui essa foto, depois uma justa homenagem ao Roque, já após seu falecimento e outra foto histórica no local, quando o grupo Direita Bauru passa pelo local intimidando os presentes e lá estava Roque para a mediação e tentativa de diálogo, como sempre fazia questão de fazer, jogando duro e ali na lida e luta, Lulinha. E agora, tudo culminando com a agressão ao Lulinha, não só repudiada, mas com os representantes sociais já marcando para 30/08, um ato de protesto exatamente no emblemático lugar, a ESQUINA DA RESISTÊNCIA.
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