DESCOBERTO O MOTIVO DA RECUSA DOS MÉDICOS DA PREFEITURA DE BAURU A TRABALHAR: PONTO ELETRÔNICO
A questiúncula continua e pelo visto, os que estão sentando-se à mesa de negociação entre as partes, de um lado o Prefeito e o Secretário Municipal de Saúde de do outro os representantes dos médicos, o ponto nevrálgico parece não ter sido abordado, a tal implantação do relógio de ponto nas repartições públicas municipais. Conversei ontem com duas pessoas, um funcionário de um Posto de Saúde me confirma que muitos por lá tinham o horário mais livre, flexibilidade construída ao longo dos anos, saiam mais cedo, todos indistintamente e agora não mais. Colocar o dedinho na tal máquina é um problema para tudo e todos. E isso não somente na Saúde, mas em vários outros setores. Outro me confirma exatamente a mesma coisa, antes era mais ao “deus dará”, hoje ainda estão tentando entender como contornar o tal relógio e continuar com a malemolência de antes. Para os médicos deixo a pergunta: Se em outros empregos na rede privada existe o cumprimento do horário, por que não cumpri-lo também na rede pública?
Portanto, fica valendo mais do que nunca para o setor (não só o médico) o que foi aqui postado num comentário de forma anônima um conhecido meu. Releiam e vejam se a celeuma não está residindo exatamente nesse ponto: “Henrique, o problema começou a se agravar com a implantação do cartão de ponto, que ninguém toca no assunto. Antigamente os médicos, com vistas grossas do secretário, combinavam plantões com os amigos, trocavam, saiam no meio do serviço para atividades extras e tudo o mais. Agora, não podendo fazer mais isso, querem aumento na remuneração. Dizem que estão estafados com o aumento dos plantões, mas "barram" os colegas que passam nos concursos, dizem que o maior problema não é a remuneração, mas sim a redução da jornada. A proposta é reduzir a jornada de 20 para 15 hs semanais. Ora, isso significa aumento nos numerários deles, porque vão continuar fazendo 20 horas semanais, com a diferença que vão ganhar cinco hs extras. O Secretário tem a sua parcela de culpa porque não consegue dialogar com este pessoal e colocar às claras a situação e os vereadores só querem "jogar pra torcida". Pode prestar atenção, Essa insubordinação dos médicos se agravou depois do advento do cartão de ponto...antes eles fingiam que trabalhavam, o secretário fingia que acreditava e o povo, ora o povo, nem sabia das armações de bastidores.....
Outro problema também é a Unimed, que ameaça profissionais novos que passam em concurso da Prefeitura para que eles não assumam, sob pena de perder espaço na Cooperativa.. Outra coisa, o Fernando Monti é funcionário do Estado, portanto não recebe nada da Prefeitura, por isso não pode criticar com veemência o "patrão" por conta da deficiência na malfadada Central de Vagas e outras mazelas do Governo Estadual. Infelizmente eu não posso botar a boca no trombone e me limito a desabafar com vc, que é meu amigo. Outro pequeno detalhe: O Rodrigo não vai demitir um secretário do PR que é irmão do deputado, líder da bancada Paulista que conseguiu, entre outras coisas, uma verba superior a CINCO MILHÕES para terminar o viaduto inacabado”.
É ou não é o calcanhar de Aquiles de todo o imbróglio o PONTO ELETRÔNICO??? Se dentro do cruel sistema do capital, o empregado de qualquer empresa é obrigado a cumprir horário, por que alguns teriam que estar acima disso?
E PARA ENCERRAR A PROBLEMÁTICA, UMA PITADINHA DE PIMENTA MALAGUETA:
UM ESCRITO FALANDO DE COMO AJUDAMOS E DAMOS NOSSO QUINHÃO DE CONTRIBUIÇÃO PARA ISSO E AQUILO - Eu, por exemplo, prefiro continuar dando meu quinhão eterno de contribuição e apoio incondicional para o regime cubano, um que espalha gestos humanitários mundo afora. E você, continua criticando Cuba e ajudando alguma outra coisa por debaixo do pano? Um bom domingto para tudo e todos. Coisas do HPA.