segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (31)


UMA SEMANA COMEÇANDO MAIS DO QUE CHEIA

A VIGÍLIA NÃO É (SÓ) POR LULA E O PT
https://www.facebook.com/breno.altman/videos/10209582635615598/?permPage=1

Quando entendermos isso, algo de concreto será efetivamente feito e ocorrerá nesse país. Estamos dentro de um (des)Governo promovendo as mais cruéis medidas dos últimos cem anos, décadas de regressão, nos devolvendo à Idade Média, perda total de direitos, gente entregando o Brasil de bandeja para interesses que não os nacionais, mas principalmente norte-americanos, nos devolvendo à uma subserviência que, acreditava já tivéssemos superado. Diante de tudo isso, essa vigília diante da casa do ex-presidente Lula não é algo somente feito como uma corrente a protegê-lo, mas a consciência coletiva de que, se isso está ocorrendo com ele nesse momento e diante de tudo o que está vindo logo ali na curva da esquina, vamos começar a reação demonstrando para nossos verdadeiros algozes, de como algo pode nos tocar tão profundamente a ponto de possibilitar o levante desse gigante adormecido. Esse povo nas ruas lá cercando o prédio de Lula é uma clara resposta contra os golpistas e os ales que nos estão propiciando. Estou acompanhando e me preparando para se juntar a tudo o que virá pela frente.

A GRANDE FELICIDADE DE VER COMO VIVE-SE MELHOR QUANDO NÃO SOMOS CONDUZIDOS COMO MANADA DE ALGUÉM NOS CAGANDO REGRAS
https://www.facebook.com/LucAnderssen2016/videos/1825300597748467/
Como a diminuição da religiosidade pode nos favorecer mais e mais, ajudar a pensar mais, viver mais, ousar mais, alçar voo em direção ao infinito sem se ater a uma amarração que o prende pelo tornozelo e não o deixa sair do lugar. Aqui nesse vídeo só uma das tantas explicações de como isso é mais do que possível.

CUBA, SEMPRE CUBA, AINDA MAIS AGORA
https://www.facebook.com/pascual.vila/videos/10204010893662827/?pnref=story
Depois de toda a destruição (de tudo e todos) que os golpístas estão promovendo com esse ainda belo país, estou quase chegando à conclusão de que, o único REFÚGIO possível, opção mais do certa para tocar o tempo que me resta de vida, será mesmo ir aboletar-se lá pelos lados de CUBA. E a cada vez que me deparo com vídeos como esse aqui compartilhado agora, passo a ter mais e mais certeza. E também me pergunto: Por que estamos deixando "eles" fazerem tudo isso de mal com nosso país e não reagimos? O que mais será preciso fazer para que tomemos vergonha na cara e viremos esse barco?

QUANDO EU ME DEPARO COM POBRE ATACANDO POBRE, TUDO PARA FAZER O GOSTO DOS MAIS ABASTADOS, A VONTADE DOS CORONÉIS, AQUELES QUE NOS FUNBICAM ATÉ A GOELA, NADA MELHOR DO QUE ASSISTIR ISSO E REFLETIR SOBRE QUEM MESMO É QUE DEVERÍAMOS FUZILAR
https://www.facebook.com/452527214931578/videos/562599067257725/?pnref=story

TÔ COM CARLOS LATUFF, O AMIGO CARTUNISTA SOCIAL: "PRENDA O LULA, SEU MORO, PAGUE PRA VER O QUE VAI ACONTECER".
https://www.facebook.com/reagesquerda/videos/1146410038746301/?pnref=story

O ALENTO VEM COM O NOBEL DE LITERATURA:
http://www.pagina12.com.ar/diario/cultura/7-311762-2016-10-14.html

domingo, 16 de outubro de 2016

UM LUGAR POR AÍ (87)


UM SÁBADO NA ESTRADA - CUESTA CAFÉ NUMA VICINAL
Hoje peço licença para meu considerado e entendido em estradinhas e barzinhos enfurnados no meio do nada, o Carmo Moreira, estradeiro e caixeiro viajante mais do que experimentado, com baita de quilometragem rodada e tasco aqui algo ocorrido comigo ontem, num desses bucólicos lugares.

Mano Edson Aquino, um dentre uma legião que não quer saber de facebook e nem de fofocaiada pelas redes sociais, ontem pela manhã passou aqui pelo mafuá e o vendo de pernas para o ar, tudo revirado, forro sendo trocado e tacos sendo retirados, me puxou pelo braço e faz a intimação: "Venha comigo para Sampa. É logo ali, vamos agora, 10h e lá pelas 23h estaremos de volta. Vou buscar a filha e trazer uns trecos, aproveitamos e fazemos o que estamos para fazer a um baita tempão, colocar todas as conversas em dia". Olhei para os lados, consultei os oráculos (dona Ana, claro), fechei os olhos e aceitei. Batemos asas.

Da viagem que só terminou duas da manhã (não contávamos com a entrada do horário de verão), conto nada, só um tiquinho. Nossa primeira parada, na de ida, foi num lugar que não conhecia e ele me levou pelo braço, vi, assuntei, gostei e escrevo dele. Primeiro o localizo. Depois que a gente passa por Botucatu, depois do seu shopping, tem um trevo que leva para Bofete e nos largaria lá na frente na Castelo, fizemos o contorno e pegamos a estrada. Ele me diz ganhar em toda viagem 15 km nas idas para São Paulo, além de não pagar um pedágio, hoje em mais de R$ 11 reais e sem contar com o visual, a bela paisagem do lugar, algo que não dá para descrever, só vendo mesmo. Fincamos o pé na tábua.

Nessa estradinha, depois que passamos o trevo de Bofete, indo no caminho até a rodovia marechal Castelo Branco, numa curva de quase 180°, um bar requintado no meio da imensidão verde à nossa volta. Digo do CUESTA CAFÉ, um lugar onde o ponto forte é o café e ficar olhando para o infinito. Tomamos um sorvete com café e ficamos vendo as vaquinhas vindo de encontro a um bando de siriemas, o danado pássaro comedor de cobras. Sou estradeiro na região, mas tive que confessar não conhecer o lugar, nem a estrada, pela qual nunca havia passado. Ele me conta com a maior simplicidade do mundo que, desde que a descobriu não segue outra rota quando vai para Sampa.
Seguindo por ela dá-se no Posto Rodo Serve Stop, o que tem um hotel e serve a famosa parmegiana do Alemão. A estradinha tem trechos tortuosos, devido a serra, mas vale a pena. Pode até ser que pelo caminho habitual ganhemos um tempo, mas nunca teremos o visual ali presenciado. Ali ganha-se em vida vivida e sentida na sua mais bonita e singela profundidade.

Do tal Cuesta Café, gostei, mesmo sendo mais adepto de lugares menos refinados e requintados, mais ao estilo dos pés sujos das tantas estradinhas enfurnadas por esses desvios das tantas vicinais por onde adoro circular. Mas, como também gosto desse tipo de lugar, curti o lugar e posto aqui algumas fotos confirmando ter ali estado, e cheirado a boa brisa do campo com louvor e muito contentamento. Recomendo a estradinha, daqui por diante também meu roteiro em todas as idas e vindas de carro para Sampa. E é claro, como não podia deixar de ser, trouxe o café ali da região, torrado e moído na hora, um que seu cheiro ocupou todos os espaços no carro, na ida e na volta. Hoje pude conferir mais uma vez a belezura que é essa tal de Cuesta.

COMENDO PELAS BEIRADAS (27)


SOBRE A CAMPANHA SÓCIO TORCEDOR DO GLORIOSO ESPORTE CLUBE NOROESTE...
Assistam o vídeo da campanha clicando a seguir: https://www.facebook.com/ecnoroeste/videos/730913033723104/


Eu ainda não me tornei sócio torcedor. Quero muito ajudar, mas como tudo nesses bicudos tempos, a gente precisa primeiro entender melhor tudo, inclusive as entrelinhas para colocar o pouco que ainda temos num novo negócio. Sim, o Noroeste continuará ad eternum sendo o amor de minha vida, o time de minha aldeia, aquele que escolhi torcer acima de todas as coisas, muito mais do que o faço pelo Corinthians. Torcer eu torço, mas também observo atentamente tudo o que ocorre às sua volta e, principalmente, no seu meio intestinal, ou seja, sua cozinha, seus bastidores. Já vivenciamos momentos aflitivos e, quero crer, possamos estar vivenciando um algo novo. Quero crer. Esse negócio de sócio torcedor é algo realmente interessante, reforça significativamente o caixa do time (veja que não escrevo mais clube, pois ele deixou de ser clube e hoje é só time, mas torço para que volte a sê-lo). Quero sentir firmeza antes de gastar mensalmente algo que, poderia investir em ações sociais ou outros quetais. Sei que o Noroeste precisa da ajuda coletiva de uma cidade inteira e dessa forma, conseguirá de forma mais fácil superar esse triste momento. Torço desbragadamente pelas novas iniciativas, mas diante de tudo o que já presenciei, me reservo no direito de manter sempre um pé atrás. Algo que, poderia ser um verdadeiro divisor de águas nesse momento é a nova Diretoria, desde esse início deixar bem claro sua intenção de fazer tudo às claras, publicando regulares Balancetes Contábeis do time, o simples entra e sai financeiro, pois com todos os interessados na questão noroestina estando a par de tudo o que vai pelo clube, a certeza de estar investindo em algo sério, consistente e duradouro. O que não dá mais para engolir é algo como aquela triste ocorrência da venda do goleiro Válter e tantos outros jovens atletas cedidos hoje para grandes times, com uma expectativa de se forem vendidos no futuro, o Noroeste levaria algum (incerto e não sabido). Precisamos de dirigentes interessados em somar com o Noroeste e não com seus negócios próprios. Quando a gente notar que esse algo novo, o trivial, o interesse pelo "vermelhinho" acima de tudo estiver em evidência, abriremos mais facilmente nossos parcos cofres. Confiança, algo primordial, para não se gastar de olhos fechados. Amar o Noroeste, conheço milhares por aqui, mas estamos cansados de algo muito pouco explicado para todos nós. E por fim, confesso, adorei a nova iniciativa e após dirimir essas minhas poucas dúvidas, quero sim estar engajado em busca desse novo momento, o seu retorno em algo vigoroso e sólido. Franqueza é o que melhor podem demonstrar seus atuais dirigentes nesse momento para com todos nós, os torcedores, os que bancarão esse novo projeto. Estamos juntos e sempre atentos, pois o Noroeste nos move e sem ele, a tristeza galgará mais espaço em nossas vidas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

RELATOS LATINOS / PORTENHOS (32)


A HISTÓRIA DOS BUMBOS DO PERONISMO ARGENTINO - VAMOS BUMBAR BAURU???
http://www.pagina12.com.ar/…/elpais/1-310828-2016-10-03.html
Os bumbeiros argentinos fazem e acontecem no país.

Essa matéria saiu ontem no diário argentino Página 12 e logo me chamou a atenção. Um livro a explicitar a história de um conhecido emblema do peronismo argentino, o de seus bumbos. Um livro que muito me interessa. Tempos atrás pensei em ter um bumbo igual aqueles lá muito utilizados em manifestações pelo Cone Sul (Argentina e Uruguai). Cheguei a ver o preço com o Alberto Pereira, da Casa da Capoeira, pois eles aprendeu e confecciona alguns, não só para uso próprio, como para revenda. Uma ideia nunca descartada, pois um dia ainda terei um belo de um bumbo e ele me acompanhará, sempre pendurado em meu pescoço para manifestações variadas e múltiplas. O Alberto chegou a me passar o preço, R$ 300 reais por um dos grandões, lindos, desses que o vejo retumbando em alto e bom som pelas ruas bauruenses. Pois bem, daí ontem vi isso desse livro e já me interessei também por conhecer um pouco mais de como tudo teve início lá por Buenos Aires. Se algum dos meus amigos e amigas por lá souberem do preço do tal livro, antecipem para ir vendo como faço para tê-lo aqui no mafuá. Repasso o texto para o próprio Alberto ter algo mais sobre isso tão comum entre os latinos e ainda um pouco insipiente entre nós brasileiros. Quero muito bumbar pelas ruas dessa cidade e país, em permanente protesto contra o estado de coisas se instalando por essas plagas e com o martelar dessa batida deixar registrado por onde passe o meu descontentamento pelo esmerdalhamento dos nossos sonhos, algo sendo feito sem nenhuma dó e piedade. E daí, nada melhor do que bater forte, mas com algum conhecimento de causa. Bumbemos com força, Alberto nos fornecerá o material para a promoção do barulho pelas nossas ruas. E eles, os que nos dominam perceberão que com o simples repique vindo lá de longe, um claro sinal de que algum problema estará se aproximando. Proponho a criação de uma cooperativa de bumbeiros, talvez já para a próxima aparição do bloco burlesco, farsesco e algumas vezes carnavalesco Bauru Sem Tomate é MiXto, estarmos munidos de algumas peças. O livro nos ajudará a entender algo da história do belo instrumento de som e de luta.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

MÚSICA (141)


AQUARIUS E OS LPs
Aproveitei ontem, feriado nacional, para na última (e única) sessão, 14h55, antes da mudança, hoje, quinta, da programação dos filmes nos cinemas e fui assistir no Cine’n Fun, do Alameda, ao filme nacional do momento, o “AQUARIUS”. Gostei mais do que possuía expectativas. Vibrei, enfim, um verdadeiro e original filme com a predominante temática da esquerda. Algo mais do que necessário num momento como esse, até para um recarregar de energias.

O que mais te tocou no filme?, me perguntaram na saída. Foram tantas coisas, mas a coleção de LPs de Clara, a personagem principal interpretada por Sonia Braga é algo para ser preservado em formol, ad eternum. Ele é tudo de bom, posições buscadas por muitos, mas conseguidos por poucos, tal a foça do sistema para ir cedendo aqui e ali. Dá uma aula de resistência. Amei a coerência de uma vida toda não ser ceifada por um negócio imobiliário, assim como, amei com a mesma intensidade emotiva a sua coleção de LPs, todos lindamente expostos em sua sala de visitas.
Eis meus LPs, como estão no mafuá.

Tenho a minha, muito mais desorganizada que a de Clara, mas a preservo (aos trancos e barrancos) com o mesmo carinho. Quiçá, consiga agora, com o incentivo extra provocado pelo filme (e por uma reforma em curso no mafuá), dar a atenção merecida a todos meus preciosos “bolachões”.

Vamos, finalmente, ao que me traz aqui escrevendo sobre esse tema. Quando da cena dela dando uma entrevista para uma jornalista, pega um LP comprado num sebo em Porto Alegre e dentro dele, alguns recortes com um algo mais sobre aquele disco. Eu também fiz muito isso e se for procurar irei me deparar com dezenas deles com recortes de jornais, matérias saídas aqui e ali, ingressos de shows onde assisti o show e peguei autógrafo do artista. Aquilo tudo me veio á mente e, impossível não fazer uma associação com os tais MP3, que Clara diz também já ser adepta (eu quase, pois no carro não tem mais toca CDs e só MP3). Dentro do invólucro do LP muita coisa podia ser acondicionada e nesses recursos novos, tudo guardado em separado. Isso me faz continuar morrendo de amores pelos LPs todos aqui guardadinhos no mafuá.

O filme me propiciou reviver isso tudo. E a trilha sonora é um caso a parte, com Taiguara e Bethânia, viajei, dentre outros, ambos personagens imprescindíveis aqui na minha coleção de LPs.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

DOCUMENTOS DO FUNDO DO BAÚ (96)


OUÇO O MÉDICO CANDIDATO FALANDO DE SAÚDE NA CIDADE EM SUA PROPAGANDA ELEITORAL*

* Diante de duas candidaturas para o segundo turno à Prefeitura de Bauru, a do Roto e a do Esfarrapado, Raul e Gazzetta, ouço algo no rádio e posto isso nas redes sociais:

Daí, impossível não recordar a marchinha do bloco farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o BAURU SEM TOMATE É MIXTO para o Carnaval de 2014, com o enredo "Alegria sem Mixaria", feito e baseado exatamente no que esse mesmo médico havia dito por aqueles dias, o de que "médico brasileiro não trabalha por mixaria, quem assim o faz é médico cubano". Desdenhou tanto a medicina pública, em claro privilégio para a privada, chegando a causar revolta na cidade. Relembrar algo lá de trás, para não sermos envolvidos no discurso do presente é mais do que necessário. Daí, postamos aqui a letra daquele ano e junto dele, a marchinha cantada pela estonteante Tatiana Calmon, acompanhada pelo regional do Kananga do Alemão. Reviver o passado é não se deixar levar pelas ondas do futuro. O Tomate não esquece...

Cliquem para assistirem o vídeo: https://www.facebook.com/henrique.perazzideaquino/posts/1431755146854490 e esse outro https://www.youtube.com/watch?v=97vm7oMfvLQ

“BAURU, ALEGRIA SEM MIXARIA!”, Autores: Silvio Selva e Tatiana Calmon
Bauru Bauru Bauru, cidade da alegria.
Bauru Bauru Bauru, onde doutor não ganha mixaria!! (bis)

Se abrir um boteco, ou padaria.
O sujeitinho logo vai ganhar cidadania , pois afinal, a porta ta aberta,
e não sempre que se faz a coisa certa.
Bauru Bauru Bauru, cidade da alegria.
Bauru Bauru Bauru, onde doutor não ganha mixaria!!

E quando chego, eu tomo um choque.
Aquela coisa verde imitando Nova Iorque
E foi tão grande a danação, muitos querendo ver o treco ir pro chão.
Bauru Bauru Bauru Bauru, cidade da alegria.
Bauru Bauru Bauru, onde doutor não ganha mixaria!!

Eu vou no Posto, doutor dá cano,
Estou querendo mesmo logo o doutor cubano
E na SEPLAN que armação, muita denuncia de rolo e corrupção.
Bauru Bauru Bauru, cidade da alegria.Bauru Bauru Bauru, onde doutor não ganha mixaria!!

O viaduto não terminou, e a desculpa é que verba estourou.
Lá na COHAB, casa caiu, divida cresce e o dinheiro já sumiu...
Mas tudo bem, tudo legal, vamos sambando porque hoje é carnaval"
Bauru Bauru Bauru, cidade da alegria.
Bauru Bauru Bauru, onde doutor não ganha mixaria!!


OBS.: Estejam preparados, pois passada a eleição tem reunião festiva, consultiva e deliberativa do bloco, num canto qualquer dessa cidade, onde versaremos sobre nossos imensos motivos para descer a lenha em uma pá de coisas em 2017. Já tem UM CALA BOCA vicejando por aí e algo pensado coletivamente lá atrás, A CASA DA ENI É AQUI...

Aguardemos com a devida ansiedade... E ela veio com apimentada discussão, feita através de variado e múltiplo debate via facebook, todos reproduzidos aqui nos Comentários deste blog. Cliquem lá para ver...

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

PRECONCEITO AO SAPO BARBUDO (107)


ESSE É SÓ UM BOCADINHO DO PAÍS QUE VIVENCIAREMOS, MAIS E MAIS, DAQUI POR DIANTE
Reproduzo no meu facebook um vídeo com os dizeres do título acima. Nele, seguia um texto do legítimo autor: “São Paulo. Mas poderia ser na Alemanha nazista.”. Eis o vídeo:
https://www.facebook.com/gerson.carneiro.5/videos/vb.1058553611/10208659121129628/?type=2&theater

Daí pipocaram textos na internet. Eis um deles:

“Gerson Carneiro, sobre coice em sem-teto dormindo: “Pensei estar vendo cena de filme sobre o nazismo em Berlim. Só que é São Paulo em 2016. Aconteceu na última sexta-feira, 7 de outubro de 2016, em plena luz do dia, no centro da cidade de São Paulo, mais precisamente numa rua perto da Praça da República. Casualmente, Maicon Campos estava próximo. Gravou e postou na sua página, junto com esta mensagem:

Neste domingo, às 9h, Gerson Carneiro republicou na sua págima. Já tem mais de 62 mil compartilhamentos e 2,4 milhões de visualizações.

Indignado, ele me mandou o vídeo, conversamos a respeito.

“Pensei estar vendo cena de filme sobre o nazismo em alguma rua de Berlim, na década de 1940. Não. É São Paulo em 2016!”, compara.

“Certamente a causa é ódio, fomentado por reacionários via imprensa partidária, nestes tristes tempos”, opina.

“Esse sujeito não chuta apenas um morador de rua. Chuta também as políticas públicas capazes de melhorar a vida do morador de rua”, atenta.

Imediatamente, recorre a Ariano Suassuna, em O Auto da Compadecida, relembra um momento antológico: “Jesus às vezes se disfarça de mendigo para testar a bondade das pessoas”.

O post já tem 544 comentários. A esmagadora maioria condenando a atitude fascista.

Mas um particularmente chamou a atenção de Gerson. É este abaixo. Chocou-o, na verdade:
Felizmente, na sequência, Vanda Santos rebateu à altura.
Gerson foi atrás do perfil de Maria Lúcia Avils para tentar entender melhor a reação dessa senhora que, diante da cena, ignorou o fascismo do ataque e prejulgou o sem-teto.

“Não me surpreendi, ela é da ‘República de Curitiba’”, observa. “Tristes tempos, mesmo!”


Encerro da seguinte forma e jeito: Também no meu post muitos comentários e num deles, alguém diz algo muito parecido com o de Maria Lucia Avlis. Confiram por lá e confirmem para onde estamos caminhando e a passos largos.