sexta-feira, 22 de março de 2019
PERGUNTAR NÃO OFENDE ou QUE SAUDADE DE ERNESTO VARELA (145)
DIA DO POVO NAS RUAS CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA ENFIADA GOELA ABAIXO DO POVO BRASILEIRO - BAURU PRESENTE Hoje foi dia se botar o bloco na rua contra a imbecilidade que querem nos fazer crer como bom pro trabalhador brasileiro, a reforma da Previdência como sugerida pelo desGoverno de Bolsotário & Cia. E o bloco saiu pelo Brasil afora escancarando algo que sé engole quem for mesmo otário ou gosta de jogar contra o próprio patrimônio. Conversa muito da fiada isso de que se tudo continuar como hoje na Previdência, muito em breve ela não vai ter mais dinheiro para arcar com o pagamento das aposentadorias. Se ela em primeiro lugar deixar de ter grana alta desviada dos seus cofres para finalidades outras já é um bom começo para se fazer os acertos de conta necessários para estabilizar o caixa.
Mais do que claro o interesse danoso ao trabalhador do neoliberalismo em cada vez lucrar mais e que se dane o interesse do trabalhador. Essa a premissa básica norteando a tal reforma do ministro Guedes & Cia, capitaneada pela mídia local, essa toda a defender os interesses de uma minoria, a dos patrões em detrimento do trabalhador assalariado. Desde o golpe de 2016, o que destituiu de forma arbitrária a presidenta Dilma, os interesses dos mandatários do país se alteraram e o que se vê desde então, com Temer, agora com Bolsonaro é querer aprovar a tal reforma a toque de caixa, sem grandes discussões e goela abaixo, com Congresso e tudo.
O trabalhador que defende essa reforma é antes de tudo alguém traindo seus interesses, pois ninguém em sã consciência gostaria de quase não ter mais possibilidade de desfrutar alguns anos de aposentadoria em vida. Beócios o fazem por puro puxa-saquismo para com o fascismo representado por Bolsonaro. São mais que cegos os que, sem entender patavinas do assunto ficam cagando regras pelas redes sociais, anti-petistas e anti-esquerdistas, do tipo que mesmo pobres defendem os interesses do patrão. Com gente desse tipo o país só pode mesmo estar na situação onde se encontra, atolado até o pescoço num mar de deslavadas mentiras.
Reformar uma coisa, aprovar algo que prejudique cada vez mais o trabalhador bem outra. Hoje em todo país, muita manifestação e aqui em Bauru, a resistência se fez presente num ato público e depois pelas ruas da cidade. Numa Audiência Pública ficou claro, o povo quer uma coisa e os interesses governamentais são outros. A retomada das ruas pela população descontente com os rumos tomados pelo autoritário atual mandatário, faz ter início uma queda de braço que pode levar ao fim não só Bolsonaro, como tudo o que representa. Com organização popular o povo não perde.
quinta-feira, 21 de março de 2019
FRASES DE UM LIVRO LIDO (138)
ENCHENTE
O Mafuá ficou debaixo d'água. Socorro... A maior enchente vista por aqui desde que me conheço por gente. Não sei nem por onde começar. Renascer das cinzas, sempre, mas até quando?
HPA, desolado às 9h
O MAFUÁ NÃO VAI ACABAR... - DESCARADO PEDIDO DE AJUDA
A renovação na destruição. Isso mesmo, a partir de agora, tudo novo, graças aos amigos, unidos e coesos. Se o Mafuá já era um local de concentração, festas, reuniões, possibilidades variadas e múltiplas dentro de uma cidade cada vez mais dispersa, com a lama até as tampas, a decisão por dar continuidade no que já vinha sendo feito está tomada. O espaço será repensado, com muito menos coisas, mas mantendo o espírito libertário e de congraçamento humano.
Vou precisar de tudo, todas e todos e para tanto, após ler que muitos querem repor os livros e CD/LPs perdidos definitivamente na hecatombe da noite passada, quero reconstruir tudo com a ajuda de todos. Preciso de estantes, desde de aços, como de madeira e bancos, principalmente de madeira, com algumas mesas, além de uma nova geladeira, fogão, máquina de lavar, dois colchões e utensílios domésticos variados. O espaço será revitalizado e nele o incremento de algo ainda insipiente, a possibilidade de estarmos juntos mais e mais vezes, numa espécie de bunker da extravagância, intransigência, insubordinação e congraçamento de ideias afins. O acervo eu sei, virá aos poucos, cada coisa chegando de um lugar diferente e quando menos esperar, estará mais reluzente que o de anteontem. Vamos ver como poderei ir recepcionando o que vier de doações. Não servindo para cá, encontraremos outros destinos.
Informo também uma conta e sem constrangimento peço que, se puderem ajudar, depositem algo. Tudo será bem vindo e será bem utilizado. Banco Itaú - agência 0075 Bauru SP, c/c 25.999-4 em meu nome, o HPA (se precisarem do CPF peçam in box). Vou utilizar a grana para comprar tintas, pagar mão de obra, recompor a bagunça e desorganizar de novo o local. E conto com ajuda de quem estiver disposto a dar ideias e propor algo onde possamos nos encontrar regularmente para todos os embates futuros, esses inevitáveis acontecendo a cada dia.
Enfim, o Mafuá não fecha suas portas com o ocorrido, mas se renovará e poderá ser um espaço muito mais abrangente, basta a gente querer e coletivamente a gente consegue. E até o rio, que vez ou outra apronta das suas conosco (nós também aprontamos muito com ele), pode nos ajudar e ter utilidade no novo mafuá.
OBS.: Para os muitos que me perguntaram hoje sobre o que aconteceu com o guardião do local, o cão Charles, informo, sobreviveu garbosamente a 1m30 de água, permanecendo até as águas baixarem em cima do tanque da área de serviço. Pela resistência ganhará nos próximos dias ida ao veterinário, ganhando vacinas renovadas.
HPA - conformado às 22h45
quarta-feira, 20 de março de 2019
ALGO DA INTERNET (150)
DICAS DE FILMES E DOCUMENTÁRIOS PARA SAIR DO TRIVIAL*
* TENHO VÁRIOS AQUI, REPASSADOS POR AMIGOS, ANOTADOS DE LEITURAS, VOU TENTAR JUNTAR TODOS E IR REPASSANDO PARA O DESFRUTE DE MAIS E MAIS PESSOAS.
1.) UMA FAMÍLIA BOTANDO O BLOCO NA RUA Começo com o filme que passou ontem, 19/03, "Familia Rodante" (Arg./ Esp./Ingl./ Br., 2004, dir. Pablo Trapero), com bate-papo sobre os road movies, após a exibição. Sesc, auditório, indicação da Lueluí de Andrade. Vi o trailer e me encantei, pois adoro isso de road movie, sair por aí sem lenço e documento, vendo lugares e pessoas nunca dante imaginados. Eis o trailer: http://www.adorocinema.com/fi…/filme-57543/trailer-19534069/
Sinopse: "No dia do aniversário de 84 anos de Emilia (Graciana Chironi) ela reúne em sua casa toda a família para um jantar de comemoração. É quando ela recebe um telefonema de Missões, sua cidade-natal a qual nunca mais retornou, com um convite para ser madrinha de casamento de uma sobrinha que nem conhece. Emocionada, Emilia repassa o convite a todos os integrantes de sua família. Eles decidem ir até Missões em uma casa rodante construída em cima de um velho Chevrolet Viking 56, no qual cabe os 12 integrantes da família. Durante a viagem as 4 gerações da família convivem com seus sonhos, frustrações, desejos e dúvidas". Diante desse mundo mais que perdido, bolsonarismo tomando conta de mentes outrora sadias, nada melhor do que escapulir sem rumo pela aí. Eis uma amostra de como isso pdoe dar certo (ou errado, sei lá, melhor do que permanecer estático num lugar só). Quem conseguir um link para assistir o filme inteiro, passe para mim, pois paro tudo, sento na poltroninha e o faço ainda hoje.
2.) O TORTURADOR PAU MANDADO ABRINDO O JOGO
Essa dica eu recebi na sessão Bravo!, da melhor revista semanal do nosso mundo, a Carta Capital. O documentário "PASTOR CLÁUDIO", onde um ex-delegado e atual bispo evangélico, o pastor Cláudio relata os crimes que cometeu durante a ditadura militar. Eis um release: "Um encontro histórico entre duas figuras pessoalmente antagônicas: o bispo evangélico Cláudio Guerra, responsável por assassinar e incinerar os opositores à ditadura militar brasileira, e Eduardo Passos, um psicólogo e ativista dos Direitos Humanos".
Eis o trailer: http://www.adorocinema.com/f…/filme-256733/trailer-19561541/
Essa execrável figura conseguiu fazer uma mea culpa e abriu o jogo, onde se pode conhecer algo mais dos meandros do intestino do que vem a ser uma pérfida ditadura militar. Direção de Beth Formaggini, vejo cores bem vivas no depoimento do agora pastor à Comissão Nacional da verdade, em 2014. O que ele conta é extenso e aterrador, pois confessa infinidade de crimes cometidos pela Operação Radar (1973/1975), na qual levou 12 corpos de militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB) para serem incinerados numa usina de açucar em Campos dos Goytacazes (RJ), inclusive o de Davi Capistrano, conhecido aqui em Bauru, por causa de seu filho ter atuado na administração Tuga. Esse depoimento serve como alerta para algo que, está em vias de voltar a acontecer no Brasil. Marielle já foi brutalmente assassinada por milicianos e sob ordens de gente da pior espécie, mas isso é a ponta de um imenso iceberg, algo que muitos querem reviver no país.
Eis o trailer: http://www.adorocinema.com/f…/filme-256733/trailer-19561541/
Essa execrável figura conseguiu fazer uma mea culpa e abriu o jogo, onde se pode conhecer algo mais dos meandros do intestino do que vem a ser uma pérfida ditadura militar. Direção de Beth Formaggini, vejo cores bem vivas no depoimento do agora pastor à Comissão Nacional da verdade, em 2014. O que ele conta é extenso e aterrador, pois confessa infinidade de crimes cometidos pela Operação Radar (1973/1975), na qual levou 12 corpos de militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB) para serem incinerados numa usina de açucar em Campos dos Goytacazes (RJ), inclusive o de Davi Capistrano, conhecido aqui em Bauru, por causa de seu filho ter atuado na administração Tuga. Esse depoimento serve como alerta para algo que, está em vias de voltar a acontecer no Brasil. Marielle já foi brutalmente assassinada por milicianos e sob ordens de gente da pior espécie, mas isso é a ponta de um imenso iceberg, algo que muitos querem reviver no país.
3.) QUANDO O EXPLORADO NÃO AGUENTA MAIS A PRESSÃO E EXPLODE
Onde mas reflete um sentimento onipresente em 2019. O tom do faroeste do filme "RAIVA" (Portugal/França/Brasil, 2017, 100 minutos) remete à fome que os portugueses vivenciaram nos anos do governo de Salazar. Na cena inicial o trabalhador miserável Palma mata a tiros um dos mais agressivos capitalistas do Alentejo, no sul de Portugal. O filme todo rodado em preto e branco tem uma condução que te faz descobrir por que a violência explodiu a ponto de o empregado matar o patrão à queima roupa. A fome, esse um dos principais motivos, mas acima de tudo faz quem o assiste refletir sobre qualquer tipo de ódio, seja o de 1950, seja o do atroz confisco dos direitos humanos que se alastra por diversos recantos do mundo em 2019. Situações limites quando o ser humano perde a razão para tentar recompor um mínimo de condição de vida, nesse caso, quando o oprimido se volta de forma violenta contra seu opressor. Ele até então sofria dessa atroz violência e faz uso dela para amenizar seu sofrimento.
Eis o link do trailer: http://www.artescetera.com.br/…/raiva-de-sergio-trefaut-ga…/
"Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, Raiva é um conto sobre o abuso e a revolta", sinopse. Um poema macabro em torno da fome, do desespero e da falência humana. Quando a revolta eclode motivada pela RAIVA, difícil segurar o vem pela frente. Um desses filmes que, com a mais absoluta certeza não vai passar em nenhum cinema de Bauru e região, mas desses necessários de serem vistos (e entendidos)
4.) BREXIT, NA HBO – A MANIPULAÇÃO BRITÂNICA Quer saber algo mais das manipulações a que estamos sujeitos mesmo sem se tocar ou saber? “É cada vez mais claro que fomos (e estamos sendo) dragados por algoritmos em escolhas que vão desde o café da manhã à eleição presidencial, seja no Brasil, seja nos Estados Unidos, na França, na Índia. Esta é a parte podre das manipulações das redes sociais, mas, antes de atribuir toda a culpa a nerds de olhos vidrados nos computadores, é bom ouvir o que o estrategista político britânico Dominic Cummings tem a falar. Baseado em fatos infelizmente reais, o filme BREXIT, em exibição desde o início do mês na HBO, gira em torno desse personagem de bastidor que liderou a campanha pela saída do Reino Unido da União Européia em 2016. O filme, com direção de Tiby Haynes e roteiro de James Graham, enfrenta o desafio de tratar de um tema em andamento – os ingleses ainda estão batendo cabeça sobre qual caminho seguir.
Eis o link do trailer de Brexit: https://www.imdb.com/ti…/tt8425058/videoplayer/vi2496641561…
Vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, Cummings percebeu que parcelas significativas da população inglesa estavam ausentes das preocupações das elites econômicas e políticas, sejam elas progressistas, sejam conservadoras. O estrategista não só chegou até elas por meio das redes sociais, com o uso de iscas como um aplicativo enganador de captura de dados, como também soube orientar os britânicos abandonados à própria sorte a canalizarem sua fúria “contra tudo o que está aí” no referendo de 2016. Troque o país e os personagens, e a realidade brasileira parece saltar na tela”, Eduardo Nunomura.
Eis o link do trailer: http://www.artescetera.com.br/…/raiva-de-sergio-trefaut-ga…/
"Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, Raiva é um conto sobre o abuso e a revolta", sinopse. Um poema macabro em torno da fome, do desespero e da falência humana. Quando a revolta eclode motivada pela RAIVA, difícil segurar o vem pela frente. Um desses filmes que, com a mais absoluta certeza não vai passar em nenhum cinema de Bauru e região, mas desses necessários de serem vistos (e entendidos)
4.) BREXIT, NA HBO – A MANIPULAÇÃO BRITÂNICA Quer saber algo mais das manipulações a que estamos sujeitos mesmo sem se tocar ou saber? “É cada vez mais claro que fomos (e estamos sendo) dragados por algoritmos em escolhas que vão desde o café da manhã à eleição presidencial, seja no Brasil, seja nos Estados Unidos, na França, na Índia. Esta é a parte podre das manipulações das redes sociais, mas, antes de atribuir toda a culpa a nerds de olhos vidrados nos computadores, é bom ouvir o que o estrategista político britânico Dominic Cummings tem a falar. Baseado em fatos infelizmente reais, o filme BREXIT, em exibição desde o início do mês na HBO, gira em torno desse personagem de bastidor que liderou a campanha pela saída do Reino Unido da União Européia em 2016. O filme, com direção de Tiby Haynes e roteiro de James Graham, enfrenta o desafio de tratar de um tema em andamento – os ingleses ainda estão batendo cabeça sobre qual caminho seguir.
Eis o link do trailer de Brexit: https://www.imdb.com/ti…/tt8425058/videoplayer/vi2496641561…
Vivido pelo ator Benedict Cumberbatch, Cummings percebeu que parcelas significativas da população inglesa estavam ausentes das preocupações das elites econômicas e políticas, sejam elas progressistas, sejam conservadoras. O estrategista não só chegou até elas por meio das redes sociais, com o uso de iscas como um aplicativo enganador de captura de dados, como também soube orientar os britânicos abandonados à própria sorte a canalizarem sua fúria “contra tudo o que está aí” no referendo de 2016. Troque o país e os personagens, e a realidade brasileira parece saltar na tela”, Eduardo Nunomura.
terça-feira, 19 de março de 2019
PRECONCEITO AO SAPO BARBUDO (139)
O BRASIL ACABOU - SEM ESPERANÇAS COM ESSES AÍ...
Remediar pra que? Chega. Cansei, passaram de todos os limites. Não existe um só ato de Bolsonaro e os seus pra defender o Brasil, ou ao menos algo pensado como esperança de dias melhores. Tudo facada nas costas, rasteira e rabo de arraia. Essa ida aos Estados Unidos para prestar reverência (e continência) para com Trump e tudo o que esse Governo representa ao mundo é a mais absoluta vassalagem que tivemos em toda história do país. O complexo de Vira Lata elevado à sua máxima potência, algo inimaginável até bem pouco tempo. Não existe um só ato que não seja uma insana provocação para tudo o que o país representou até bem pouco tempo. E não engana ninguém, pois todos que o conhecem sabem muito bem que é exatamente isso o que sempre pensou a vida inteira. Não se pode alegar estar ocorrendo estelionato eleitoral, pois o cara é insano e despirocado desde sempre. Malucos foram os que acreditaram nele. Tenho ainda alguma paciência com os menos informados que acabaram votando nele pelas influências já conhecidas, mas essa classe média brasileira e os dos degraus de cima, com esses sem nenhum tipo de paciência e complacência. Esses, principalmente aquela corja que saia de verde-amarelo nas ruas, esses os piores, pois só expeliam ódio pelas ventas e hoje, mesmo diante de tanta iniquidade, calados e apoiando a destruição do país.
O que muito me indigna é o papel hoje desempenhado pela mídia nativa, pois está tão fácil desmascarar e botar abaixo a pouca vergonha em curso, basta querer e puxando o fio da meada, tudo virá abaixo, mas se mostram indiferentes, movem pouca palha e deixam o barco rolar. Se mostram pérfidos, nefastos e desta forma apóiam a destruição total do país. Se algum órgão de imprensa quiser desvendar o que foi a farsa da facada, me parece tudo tão simples, mas nada fazem. Se calam resignados, se locupletando com migalhas distribuidas como meio de sobrevivência. Imagine se quisessem desvendar o que oi o escândalo das fake-news e como se processou a distribuição das mensagens que viraram a eleição, inclusive com uma séria ramificação aqui em Bauru. Todos fazem ouvidos de moucos, jogam esse tema para debaixo do tapete e jogo que segue. Agora isso do assassinato de Marielle e da proximidade com a família do presidente, algo dantesco, com script mórbido do começo ao fim, pelo visto, fácil de ser desvendado, bastando algum espírito crítico e corajoso seguir as evidentes pistas. Mas quem mesmo está proposto a escrever de fato o que está se passando nos bastidores mais sórdidos deste país?
Nunca dantes na história deste país fomos tão subservientes, lenientes e bandidos para com essa pátria, outrora soberana e altaneira, respeitada mundo afora, hoje arremedo, quintal de experimentações dos interesses do Grande Irmão do Norte. A escória está no comando e joga na cara da nação, ri de quem os elegeram, escancaradamente não tem medo de nada, promovendo as piores contravenções contra tudo o que representa um país livre. Essa ida aos EUA está sendo a gota d'água para mostrar as víceras de um país doente, dilacerado por dentro e por fora, perdido e insano. Sair às ruas hoje é pros fortes, pois andando nas ruas se tem a impresão de que nada está acontecendo. As pessoas andando normalmente como se nada estivesse acontecendo, bares cheios, tudo rolando solto e nada de revolta. Jogam contra nossos interesses a cada instante e nenhum reação decente, nenhuma revolta, nenhuma grita considerada consistente para balnaçar os alicerces. O cara viaja e o vice não assume, quem o faz é o filho, vereador no Rio, ele fica despachando em seu lugar no Palácio do Planalto, numa perdição dessas que nem em filmes de ficção possuem a coragem da abrodagem assim nua e crua. E pior, ninguém faz nada, as insituições não tomam providência e a imprensa faz vista grossa. E nós, o povo, alguns clamando por aqui, pelas vias internéticas e nunca nas ruas. Manifestações para destronar a insanidade s]ao inócuas, esvaziadas e sem empolgação.
Estamos todos doentes, até os revoltados não são como dantes. Como sair desse estágio nos segurando e impedindo de agir? Eu quero agir, mas olho pro meu semelhante e não encontro reciprocidade, amparo e disposição para ir à luta. Já passamos do momento de gritar, espernear e botar os bofes pra fora. O passo seguinte é ação, mas tudo anda tão tranquilo, como se nada estivesse acontecendo ao país e nada estivesse sendo degradado. Isso acelera a minha doença, a minha artrite, minhas dores lombares e a úlcera, essa tomando proporções de grande monta. Pelo visto, não vou conseguir ver em vida nenhuma ação transformadora, mas verão em breve mais um sendo desmontado e não será pela ação do inimigo, feita com armas em punho, mas pela destruição interior proporcionada por essa ansiedade em querer se engajar num rompante revolucionário e não o vislumbrar. Sigo estatelado, enfraquecido, porém, com as tomadas todas plugadas, em processo de recarregar, porém sem finalidade definida. Ah, como queria, assim como faço com meu celular, ele carregado, sair pela aí com a carga toda, fazendo e acontecendo. Eu não desiste, só estou assuntando se vai ter alguma reação e seguir junto dela. é o que me resta de esperança pra continuar vivendo nesses tempos cada veza mais despirocados. Não me prendam por causa disso que escrevo, pois arroubos escrevinhatório não alteram o curso do rio. Se tiverem um pouco mais de paciência, a diabetes fará o serviço sujo e me deixará fora de combate bem antes de esboçar reagir. Saibam aguardar...
Nunca dantes na história deste país fomos tão subservientes, lenientes e bandidos para com essa pátria, outrora soberana e altaneira, respeitada mundo afora, hoje arremedo, quintal de experimentações dos interesses do Grande Irmão do Norte. A escória está no comando e joga na cara da nação, ri de quem os elegeram, escancaradamente não tem medo de nada, promovendo as piores contravenções contra tudo o que representa um país livre. Essa ida aos EUA está sendo a gota d'água para mostrar as víceras de um país doente, dilacerado por dentro e por fora, perdido e insano. Sair às ruas hoje é pros fortes, pois andando nas ruas se tem a impresão de que nada está acontecendo. As pessoas andando normalmente como se nada estivesse acontecendo, bares cheios, tudo rolando solto e nada de revolta. Jogam contra nossos interesses a cada instante e nenhum reação decente, nenhuma revolta, nenhuma grita considerada consistente para balnaçar os alicerces. O cara viaja e o vice não assume, quem o faz é o filho, vereador no Rio, ele fica despachando em seu lugar no Palácio do Planalto, numa perdição dessas que nem em filmes de ficção possuem a coragem da abrodagem assim nua e crua. E pior, ninguém faz nada, as insituições não tomam providência e a imprensa faz vista grossa. E nós, o povo, alguns clamando por aqui, pelas vias internéticas e nunca nas ruas. Manifestações para destronar a insanidade s]ao inócuas, esvaziadas e sem empolgação.
Estamos todos doentes, até os revoltados não são como dantes. Como sair desse estágio nos segurando e impedindo de agir? Eu quero agir, mas olho pro meu semelhante e não encontro reciprocidade, amparo e disposição para ir à luta. Já passamos do momento de gritar, espernear e botar os bofes pra fora. O passo seguinte é ação, mas tudo anda tão tranquilo, como se nada estivesse acontecendo ao país e nada estivesse sendo degradado. Isso acelera a minha doença, a minha artrite, minhas dores lombares e a úlcera, essa tomando proporções de grande monta. Pelo visto, não vou conseguir ver em vida nenhuma ação transformadora, mas verão em breve mais um sendo desmontado e não será pela ação do inimigo, feita com armas em punho, mas pela destruição interior proporcionada por essa ansiedade em querer se engajar num rompante revolucionário e não o vislumbrar. Sigo estatelado, enfraquecido, porém, com as tomadas todas plugadas, em processo de recarregar, porém sem finalidade definida. Ah, como queria, assim como faço com meu celular, ele carregado, sair pela aí com a carga toda, fazendo e acontecendo. Eu não desiste, só estou assuntando se vai ter alguma reação e seguir junto dela. é o que me resta de esperança pra continuar vivendo nesses tempos cada veza mais despirocados. Não me prendam por causa disso que escrevo, pois arroubos escrevinhatório não alteram o curso do rio. Se tiverem um pouco mais de paciência, a diabetes fará o serviço sujo e me deixará fora de combate bem antes de esboçar reagir. Saibam aguardar...
DICAS (182)
BONITEZA TORTA – ALGO DO EVENTO “FESTA!” NO SESC BAURU, DOMINGO À TARDE
Domingo à tarde é de uso exclusivo para futebol? Que bom quando a resposta é NÃO. Seguindo essa invertida regra do mais se vê pela aí, que são as TVs todas ligadas em jogos e mais jogos de futebol, eu tento fazer o posto, mesmo gostando bastante deste esporte. Saio para o SESC, despedida do projeto FESTA! – Festival de Aprender 2019 (Desvelando Aprendizados), que de 15 a 25/03 tomou muitas de suas unidades, não só para discutir temas relacionados ao Design, como valorizar algo feito com as mãos (futebol é com os pés) e muito mais com a força da mente sã (Garrincha jogava com a mente, hoje poucos o fazem). Me delicio com a escolha feita, ou melhor, com o acerto no melhor encaixe para uma perfeita destinação de tempo para modorrentas tardes domingueiras.
Eram duas palestras numa só. Das 16 às 18h, duas falas e um só debate proveniente da conversação. Descrevo ambas. Com o tema “Artesanato, Design, Inovação e Tradição”, as palestrantes Adélia Borges e Lena Martins, com mediação da professora local Paula da Cruz Landim. Primeiro falou Adélia, depois Lena. Eu ali, sentadinho, bem comportado e ruminando internamente em como poderia tirar proveito daquilo tudo. Gostei e isso, por si só, já é mais do que suficiente para a produção de alguma escrevinhação. O paraíso e universo, tema principal foi o Design e algo de sua ramificação. Saco algo onde possa se aproveitar da mensagem recebida do escutado. Uma palestrante mais teórica, técnica, profunda conhecedora da História e outra só mão na massa, fazendo e acontecendo uma vida inteira. Da junção a descoberta: o futuro é feito a mão. Por mais que o avanço tecnológico atinja níveis inimagináveis, o saboroso é continuar curtindo o sabor advindo da percepção do trabalho manual, oriundo desse tal de “sangue, suor e lágrimas”. O que uma máquina te entrega pronto nunca terá o sabor de algo feito, pensado e trabalhado com a desenvoltura do manuseado artesanalmente. Para mim, quando tudo tão perfeito, bela bosta, pois dou muito mais valor para o resultado com aquelas imperfeições do propiciado pela mão humana.
Adélia ganhou um avião feito por um artesão local, presente da professora Monica Moura, peça comprada numa feira de artesanato na manhã do domingo, provavelmente a Ubá, ali no parque Vitória Régia. O encanto nos olhos da presenteada não seria o mesmo se o avião fosse produto de uma empresa de brinquedos, produção em série e fino acabamento. No meu entendimento, a belezura do termo lá ouvido, “boniteza torta”, pode vir dessa comparação. Para muitos, algo inimaginável no limiar do século XXII, quando gente como as apresentadoras fazem questão de valorizar e reafirmar, “o futuro é feito a mão”. E mãos bem humanas, de artesãos mundo afora, como este que fez o avião e que descobrirei o nome em breve. Cida, criadora de bonecas de pano, sem colagens e costura, como reafirmou por diversas vezes na palestra, maranhense carioca, tem uma linda definição para apresentação do seu trabalho, “fazendo arte com o que a vida oferece”.
O aproveitado das explanações de ontem à tarde foi isso. Não sei se assimilei direito a propositura, mas quando vi artesãos locais interagindo com a mestra Adélia, phd nessas questões de valorizar o feito dos verdadeiros e originais artistas, tão diferentes e tão iguais em tantas coisas, confirmo ter acertado na escolha de onde meto a colher. Até por ter me apropriado do termo “historiador das insignificâncias”, termo criado pelo historiador carioca Luiz Antonio Simas, já me sentindo em casa, saco da algibeira dois trenzinhos de madeira, cria a verve do artesão de madeira, Chico Cardoso, lá do Gasparini e a presenteio, não sem antes explicar de Bauru ter sido um dos grandes entroncamentos ferroviários do país e Chico, semdo ferroviário, segue nessa vibe, uma que a besta elite desta aldeia parece querer cada vez mais de distanciar, não dando a devida importância para o modal férreo. Outros artesãos ali presentes aproveitaram para expor e dizer dos seus produtos, desde bordados, rendas, etc.
Conversa boa, estendida para até muito depois das palestras, num dos locais abertos numa noite de domingo em Bauru, o Bar do Skinão. Quanto assunto, quanta conversa boa, quanto anotação trouxe para casa e no final, a certeza mais que absoluta: ganhei mais o dia botando o bloco na rua e indo assuntar qual a das palestrantes, do que ter permanecido estatelado no sofá vendo futebol pela TV. E hoje, segunda ,18/03, palestra da Adélia na Unesp logo mais à noite.
domingo, 17 de março de 2019
UM LUGAR POR AÍ (118)
Ir ao campo de jogo assistir as contendas do glorioso e centenário Esporte Clube Noroeste sempre é um acontecimento na aldeia bauruense. É claro que todos lá estamos para presenciar o time do coração, mas rever as pessoas, esses improváveis reencontros são a cereja do bolo. Faço isso a cada retorno, ou melhor, pratico isso de ir reencontrando as pessoas, trombando aqui e ali e delas tirando não só fotos, mas fazendo uma crônica deliciosa de um dos recantos mais glamourosos desta terra varonil, um ainda não totalmente influenciado por essa matreirice e desmiolamento ditado pelas leis de mercado. O jogo foi 1 x 1, o adversário foi o Rio Preto, continuamos em terceiro lugar na AIII e além do calor abundante, o que mais frutificou por aquelas bandas na manhã deste domingo foram as pessoas, algumas delas aqui retratadas pelas lentes deste mafuento HPA. Escolho dez delas dentre mais de 50 fotos tiradas e as exponho para divagação ampla, geral e irrestrita. Veja se cada uma não merece uma crônica...
sábado, 16 de março de 2019
DOCUMENTOS DO FUNDO DO BAÚ (126)
GARIMPO PERMANENTE
Mônica, Chico e Ana. |
Fui ontem assistir no meio dos designers bauruenses a palestra "Design do Passado - Do Século XIX aos anos 1940", com o conceituado e experiente professor Chico Homem de Mello, no SESC Bauru, 20h e mesmo não sendo do metiê, saio de lá bastante impressionado com o apanhando histórico apresentado, traçando uma trajetória bem demonstrativa do que foi a produção gráfica no Brasil no período. Desde a primeira impressão trazida ao país, até os primeiros impressos feitos na cidade do Rio de Janeiro, quando D. João foge de Portugal e traz consigo no navio as primeiras impressoras, algo que havia acabado de adquirir da Inglaterra e foram estreadas no Brasil. De lá para cá, a evolução da grafia nos impressos, do tipógrafo trabalhando em pé, saindo dali as capas de livros, revistas, logos, publicações e principalmente, fazendo questão de ressaltar, quem foram os que deram o pontapé inicial na arte impressa no país. Uma aula dessas onde, por não ser designer, ali estava para acompanhar Ana Bia Andrade e saio de lá cheio de novos ensinamentos, alguns já tentando repassar por aqui na forma de um texto mais abrangente, envolvendo outros segmentos profissionais.
Além do apanhado histórico, ao final da apresentação, Chico responde perguntas do pessoal da platéia e com seu jeito bastante didático, envolvente e profundo conhecedor do tema onde se debruça há décadas, respondendo a pergunta da professora Mônica Moura, após ele praticamente abrir seu arquivo pessoal, sua coleção de achados gráficos históricos, ela o questiona sobre essa nunca terminada procura pelos tesouros gráficos e ele, sugere ser exatamente o título que dou para esse texto: "Produzo uma espécie de garimpo permanente. Vasculho, vou atrás, fuço, frequento sebos e lugares onde sei poderei encontrar raridades e junto essas coisas, raridades para mim. Vou preenchendo um grande álbum de figurinhas que não termina nunca". Ouvi aqui e embasbacado fiquei, pois me vejo praticando exatamente a mesma coisa, me considerando também outro praticante desse tal de permanente garimpo.
Pessoas como o Chico e este mafuento escrevinhador são juntadores de tralhas variadas e múltiplas. Tralhas para muitos, preciosidades para outro tanto de pessoas. Pesquisadores de uma forma geral juntam objetos. Muitas vezes nos faltam espaços e no meu caso, enquanto conseguir manter vivo o Mafuá, esse bocadinho juntado ao longo de minha vida estará salvaguardado. Cada um na sua, ele com seu objeto de pesquisa, eu com o meu, ambos seguindo algo que um dia li, uma definição do historiador Luiz Antonio Simas para seu ofício: "Sou o historiador das insignificâncias". Alguém que dá demasiado importância para os pequenos detalhes das coisas, gosta de andar pelas vicinais, preferindo pesquisar sobre a senzala, ao invés da casa grande. Chico Homem de Mello vasculha confins dos sebos, como um citado por ele, o do Messias na capital paulista, atrás da praça da Sé, onde passa horas e assim como eu, recolhe peças raras da imprensa brasileira. Muito do que ele compra eu também o faço, como exemplares d'O Malho, Careta, Senhor, Realidade, Cruzeiro, Revista da Semana, Pif Paf, etc. Praticamos isso com gosto e afinco, ele com seu objeto de pesquisa, eu por enquanto como mero amante da imprensa nativa, pelo menos a que me identifico. Não posso ver exemplares d'O Pasquim e já quero trazê-los todos. Minha orientadora de mestrado, professora Maria Cristina Gobbi ralhava comigo, "desapegue", mas até presente momento, pouco tenho conseguido nesse sentido.
Da palestra, além dos ensinamentos a me incentivar na prática ajuntativa, renovada a cada domingo de ida para a banca do Carioca, onde ele ao me ver, se aproxima sorrindo e já diz, igualmente como os livreiros amigos do Chico fazem com ele: "Olha só o que achei, é a sua cara". Como resistir a isso? Todo domingo trago algo e o Mafuá se avoluma. Pois bem, teve algo mais, também no final, já na sessão de perguntas ele discorre sobre a sua profissão ter um código seguido como regra. Algo assim, "ser designer é..." e algo como um livrinho de regras a serem seguidas e quando saindo delas, um entendimento generalizado de ter cometido um deslize. Ele, ao se mostrar contra essas regras gerais,
deixa claro que bom mesmo é quebrar essas regras. Não se mostra contra seguir parâmetros, mas não estar bitolado a eles, sempre buscando algo novo, despojado, criativo e inovador. Amei isso do profissional deixar de lado aquelas regrinhas básicas ditas como caminho único e buscar outro, novo.
Encerro o texto com algo ocorrido comigo hoje e a exemplificar magistralmente o escrito até aqui. Adilson Chamorro é dono de uma banca de antiguidades no centro bauruense e hoje ao ir até lá para comprar meu ingresso para o jogo do Noroeste amanhã, me faz questão de entregar, doar para mim, jornais com datas importantes, como a Folha SP do dia do atentado em New York, o Globo da morte do Cazuza, dia do golpe militar, data redonda de um jornalão e sua edição especial, etc. Ganhou de um cliente e escolheu a mim para deixar o acervo. Nem tudo pode ter o uso adequado, mas não tinha como descartar e trago, guardo no mafuá, folheio e escolho um lugar para permanência até saber de fato o que farei com tais preciosidades. Muitos outros agem exatamente da mesma forma para comigo e isso me enche de orgulho e contentamento. Ser o escolhido de muitos, como me fez o Alemão, o da Kananga, poucos dias antes de falecer, parece que antevendo o que iria lhe ocorrer, diz que sua coleção de LPs ele queria que fosse anexada ao Mafuá. Percy Copieters, também poucos dias antes de falecer agiu da mesma forma e me doou quadros, livros em espanhol e um pedacinho do seu acervo, guardados até hoje. Lázaro Lazaro Carneiro Carneiro me entrega tempos atrás um livro com o dia de uma exposição em sua casa. Dias atrás, outro grande, o fotógrafo Calil Neto, sabendo ter apreço pelo Fradim, gibis do Henfil, me pede para ir em sua casa buscar a coleção dos primeiros da série, verdadeiras raridades. Tenho uma coleção de LPs para ir buscar na casa de uma dileta miga perto do SESC e estou em débito para com ela. E assim, este mafuento dá prosseguimento a essa saga do "garimpo permanente", algo do qual não sei como e nem sei se quero me desvencilhar, mesmo ciente da famosa frase, dita a mim por não sei mais quem, mas nunca mais me saindo da cabeça: "A pior coisa para um colecionador se chama viúva. No dia seguinte de sua morte, tudo estará na calçada". Nem isso me desanima...
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