DOS QUE ENVERGONHAM UMA CIDADE - CASOS PAULISTAS*
* Lembrando aqui de uns, dentre os tantos traidores da pátria, hoje pegando pesado contra os interesses do Brasil.
1.) AUGUSTO NUNES, O URUBU DE TAQUARITINGAAlgumas décadas atrás, assistia absorto um programa dele na TV Bandeirantes. Não tinha arraigado o conservadorismo destes tempos, algo adquirido com o passar dos anos e servindo para defenestrar com sua carreira. Hoje, encontra-se dentro de um reduto de ultra-direitistas, diria mesmo, fascistas, estes que cospem fogo contra do Brasil e fazem de tudo e mais um pouco na defesa dos indefensáveis da famiglia Bolsonaro. O jornalista sempre se vangloriou de ser natural de Taquaritinga, cidade não tão longe daqui de Bauru, perto de Ibitinga. Circulei muito por lá tempos atrás, quando varria o interior paulista vendendo minhas chancelas. Ele era louvado por lá e hoje, como o conservadorismo é algo natural no interior, deve ter mantindo algo de louvação, mas pelo seu posicionamento, tudo aquilo que conseguiu construir dentro do jornalismo está se esvaindo nos dedos. Transformou-se numa abominável pessoa.
Semana passada assisti uma entrevista do jornalista Juca Kfouri com o jornalista e escritor Jamil Chade, quando comenta sobre o papel destes hoje rindo e comemorando a taxação contra o país, algo inconcebível e promovido por Donald Trump. Foi quando Juca desfere como hoje Augusto é compreendido por ele e por parcela significativa do jornalismo sério e atuando dentro da verdade factual dos fatos. "Agusto Nunes é o URUBU de Taquaritinga", disse em alto e bom som.
Semana passada assisti uma entrevista do jornalista Juca Kfouri com o jornalista e escritor Jamil Chade, quando comenta sobre o papel destes hoje rindo e comemorando a taxação contra o país, algo inconcebível e promovido por Donald Trump. Foi quando Juca desfere como hoje Augusto é compreendido por ele e por parcela significativa do jornalismo sério e atuando dentro da verdade factual dos fatos. "Agusto Nunes é o URUBU de Taquaritinga", disse em alto e bom som.
Ouvi aquilo e logo me lembrei da cidade e de como o interior paulista gosta de louvar conservadores. O termo urubu para Augusto é preciso, caindo como uma luva. Juca repercutiu e foi noticiado: ""Notório também por alardear que Lula não poderia andar pela avenida Paulista, [Augusto Nunes] foi visto na rua onde mora, na avenida São Luís, disfarçado com chapéu de marinheiro enfiado da cabeça ao pescoço e óculos escuros, com medo de ser reconhecido. Noutro dia acabou flagrado por cidadão indignado que gritou "pega, pega, pega o fascista!", e escafedeu-se apavorado, sem coragem de enfrentar quem o reconheceu, como é típico dos valentões da boca para fora", descreveu".
Juca comprou a briga e ataca Augusto, algo necessário, quando colegas passam dos limites, algo já ocorrido neste caso há muito tempo. Eu, já havia ouvido o termo e agora, não resisto, propago, pois precisamos fazer algo para conter a bestialidade dos que hoje traem o país, tudo para favorecer a famiglia de criminosos e bandidos. Augusto já passou de todos os limites, tanto que foi demitido da Joven Pan, pelos seus excessos. Se o cara foi demitido da Joven Pan por ter passado dos limites, não falta mais nada, pois o mesmo já está atuando na contramão do bom jornalismo faz tempo. Depois da Pan só atua junto a órgãos sem nenhuma credibilidade, como a Auriverde bauruense.
De Macatuba, sei que em administrações anteriores, essa tinha como slogan ser a Cidade do Patriotismo, com estátuas neste sentido levantadas lá na sua praça central. Hoje, no desvirtuamento total feito pelas ondas de emissoras de igual teor, descrebilidade total e absoluta. Pittoli segue no descaminho, que hoje o mantém cada vez mais afastado de qualquer espécie de jornalismo feito de forma séria. Isso é facilmente observado pelo afastamento de tudo o mais do meio jornalístico na cidade e no país. Vive só para o seu gueto. Já de Macatuba, não sei se continuam a defender o Patriotismo aliado aos hoje traidores da pátria, mas pelo que me dizem, abandonaram o slogan, indo em busca de algo mais sério para defender. Nada contra o patriotismo, mas tudo contra quem dele faz a defesa para posicionamentos fora de lei.
Hoje existe uma confusão entre patriotismo e bolsonarismo, fazendo até com que a bandeira brasileira e a camisa da seleção de futebol sejam vistos com olhos um tanto ressabiados. O segmento mais conservador tentou emplacar como se elas representassem o país que queriam, autoritário, retrógrado e onde o ódio é o mantra principal. Felizmente, com o passar do tempo, isso foi se esvaindo, pois deu para perceber que a utilizavam para pérfidos fins políticos. Para Pittoli, que escolheu este caminho para ganhar a vida, deve ir até o fim, pois não tem mais escolha. Escolheu um caminho sem volta. No meio jornalístico sério fechou todas as portas. Creio que, até lá em Macatuba, onde tudo começou, deve ter dificuldade para continuar arrebanhando adeptos. Repugante jornalista. O Bloco Bauru Sem Tomate é MiXto o elegeu como Hors Concours desde 2019, pois concorrendo ganharia todas como Prêmio Desatenção.
E o tal capitão veio se juntar a gente como o astronauta Marcos Pontes e a alcaide Suéllen Rosin, com a mesma postura e comportamento. Trocam figurinhas que é uma beleza, mas até agora, me desmitam se estiver faltando com a verdade, não apresentou nada de proveitoso para Bauru. Creio eu, nem para Ourinhos. Quis até ser presidente da Câmara dos Deputados, representando a atl da Direita, que no seu caso é a Ultradireita, algo que, felizmente, não se concretizou. Augusto gosta mesmo é de se posicionar do lado mais pérfido do momento, posando de bom mocinho, porém, representando o atraso e com gente como ele alcançando algum posto de comando, retrocessos de toda forma e jeito. Não que todo militar pense da mesma forma, mas ele é muito limitado, desses onde é melhor nem se aproximar em busca de algum diálogo de cunho progressista. No momento, se juntou com deputada, também híper copnservadora de Marília e juntos exercitam uma dobradinha, a do quando pior melhor.
Pra Bauru, nenhum resultado positivo. De uma certa forma acabou fazendo frente para o coronel Meira, que também não é daqui, é de Águas de Santa Bárbara, pode ser considerado conservador, foi secretário da Segurança Pública no governo estadual de Alckmin, mas pensa mais antes de exerceu o voto ou seu posicionamento. Augusto não, pois é do time dos que seguem cegamente os ditames do partido, ou seja, diz amém para tudo envolvendo livrar a cara da famiglia Bolsonaro do xilindró, mesmo com as evidências sendo incontornáveis. Meira é contrário à Sueéllen Rosin e ao que representa. Ou seja, é do time dos que pensam segundo o partido lhe impõe agir. Sendo assim, descartável e desnecessário. Ourinhos deve estar contentíssima da vida e Bauru, funbecada com mais este por aqui se estabelecendo. Ele ainda disputa cargos públicos sózinho, mas os Rosin, famiglia da atual incomPrefeita bauruense chegou aqui com seus pais, ambos já com asas mais que abertas e usufruindo não só da hospitalidade, como das benesses da cidade sanduíche. Augusto é desses políticos que se resolver voltar de onde nunca deveria ter saído, ninguém vai notar sua ausência, pois seu negócio é só apoiar o indefensável, nada mais. Propostas e projetos sérios de trabalho e atuação, nem pensar. Seu negócio é criar problemas para o governo de Lula, um que, mesmo com tantos iguais a Augusto, consegue tirar leite de pedra e dar algum jeito no Brasil. O que se pode esperar de um deputado que gosta de ir votar fardado, talvez como forma de pública intimidação? Nada de bom.
Marcos Pontes seu nome, bauruense de nascença, destes a enrvergonhar qualquer cidade. Fico corado quando alguém me aborda pela aí e diz, "você é da terra do astronauta?". Confirmo, mas não deixo de acrescentar: "Nasceu em Bauru, mas nada fez pela cidade e só a envergonha". Se a pessoa quiser saber detalhes, elenco sem maiores problemas. Algo de positivo em sua carreira política, nenhum. Viverá para sempre dos louros do feito, quando bancado pelo Governo Federal brasileiro e nada mais de louvável ou para acrescentar em seu currículo. Bauru, conservadora até a medula, adora endeusar o dito cujo, numa atitude subserviente e lambe botas. Pontes deve ser uma pessoa que até para conseguir estabelecer uma conversa num bom nível, deve ser difícil, algo torturante e plenamente dispensável. Melhor conversar com um muro ou um poste.
Representa como ninguém o triste momento vivido pelo país, quando um bando de desajustados politicamente, tentam a qualquer custo fazer valer a vontade de quem não aceitou o resultado das urnas, propos um golpe violento, até com planejamento de assassinatos e dá continuidade ao mesmo, agora agindo abertamente como traidores da Pátria. Pontes foi visto no dia em que parlamentares ocupavam o plenário e impediam a reabertura dos trabalhos, tudo para favorecer os escusos interesses de uma famiglia. Esteve ao lado de Bolsonaro em todos os momentos, desde aqueles críticos, quando o então presidente atuava abertamente contra a vacina para a Covid. Não existe nada que possa ser descrito como feito para atender sua cidade, Bauru. Fica só nas questões pequenas, sem sentido e lunático, defendendo burramente o fundamentalismo que só atrasa o país. Fosse mesmo levado a sério, Bauru já o teria renegado como seu representante. Vai ser daqueles que, finda sua atividade política, não vai deixar nenhuma saudade, mas para o bauruense uma vergonha sem fim. Como São Paulo conseguiu eleger um senador tão desqualificado? Só mesmo o conservadorismo deste surreal estado, cheio de contradições e absurdos políticos. Que dizer de quem um dia disse ter a cura milagrosa para a Covid? Virou e continua sendo motivo de piada.
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