quero escrever hoje de gente amiga
FERNANDO DEU UMA VIRADA EM SUA VIDA E HOJE JÁ CONSEGUE SENTAR NA BEIRADA DA CALÇADA E CONTEMPLAR TUDO O QUE VIRÁ PELA FRENTEHoje é um dia muito do especial, pois com a divulgação do vídeo comprovando que, assim como o pai, o filho Flávio Bolsonaro é tão sórdido e corrupto quanto, estes perdem a pompa e, daqui por diante, talvez nenhum deles consiga sair candidato. Daí, sento para, feliz da vida, escrevinhar de diletos amigos.
Fernando Vinícius de Lima é um amigo que, passou poucas e boas na vida - como a maioria dos pobres mortais, entre os quais me incluo -, mas como uma fênix, consegue ir contornando tudo e quando se vê está novamente nas paradas de sucesso todo pimpão e cheio de charme. Dia destes fui até onde ele está agora residindo, pomposamente ao lado de seu pai, ali ao lado do parque do jardim Prudência, com quadras de esportes defronte sua casa e muita gente circulando e se mostrando defronte sua cadeira, devidamente já estabelecida bem defronte o palco dos acontecimentos.
Levo a ele um livro que queria voltar a ler, o mais famoso do Gabriel García Márquez, contando a história de Macondo e dos seus, não muito diferentes do que vivenciamos por aqui nessa labuta bauruense. Ele mesmo já viu quase de tudo nessa vida e agora, como que curtindo férias, protegido pelo paizão, faz questão de me mostrar seu quintal e as hortaliças e outros matos verdes que planta, colhe e consome. Rememora as últimas passagens e sabe, conseguiu se livrar de mais um enconsto e assim, feliz da vida, olha para o futuro com muita esperança - assim como todos fazemos com o Brasil, quando todos unidos conseguiremos mais uma vez nos livrar destes fascistas bolsonaristas.
Escrevo dele e penso em tantos outros, fazendo de tudo e mais um pouco para conseguir contornar uma infinidade de problermas e percalços. E como é bom ver como alguns, como ele, conseguiram e mesmo quer ainda cheio de outras coisas para resolver pelo caminho, se mostram otimistas e acreditando que, ainda existe algo mais a ser feito. O importante, ele sabe bem disso, é não desistir nunca. Um dia estaremos em baixa, noutro em alta e como faz agora, dando um chute no passado recente e pronto para novas aventuras. Quando o vi sentado ali defronte sua casa, todo alegre, levei o livro do colombiano e lhe dei mais outro, um do Mario Prata, para ver se com suas histórias alegres, o deixo ainda mais contentinho com tudo o que teremos pela frente.
Estes meus dois amigos aqui da foto, o recém aposentado Wellington Jorge Braga De Oliveira, hoje mais gaúcho que bauruense, pois está mais lá do que aqui e a minha advogada sempre de plantão - como eu apronto sempre, ela sempre de prontidão -, M Cristina Zanin Sant'Anna , devem estar radiantes com o vídeo sendo divulgado do bestial do Flávio Bolsonaro pedindo grana alta para o Vorcaro, tudo para concluir aquele boçal filme sobre o capiroto. Isso fará com que o fascismo retroceda neste país, pois todos são pérfidos e corruptos.
Eu e eles, estamos sempre na lida e fazendo o que podemos para demonstrar o quanto este fascismo querendo se impor no país é um retrocesso sem tamanho. Dias atrás, como se vê na foto, estávamos indo para um festejo lá em Tibiriçá e eles dois, atravessando uma rua com um carrinho cheio de coisinhas para dividirmos com os amigos lá do distrito. Somos todos festeiros e também, aproveitamos todo e qualquer momento e evento para colocarmos as questões cruciais do futuro deste país em discussão. Eu só ando com gente assim, que entende muito bem o que estamos vivenciando e todos, acreditando piamente que, com Lula estaremos dando continuidade num outro mundo possível.
Foi lindo demais estar com eles em mais este evento e em tantos outros, pois não descansamos e nem descansaremos enquanto não conseguirmos reeleger Lula. Nós sabemos muito bem estarmos dentro de uma guerra e assim sendo, não podemos esmorecer. Até rimos, festamos, mas sempre com o pisca alerta ligado, plugado em algo que podemos fazer para que o povo brasileiro não se deixe enganar por essa turba conservadora, com ideias muito entreguistas e nada nacionalistas. Nós fazemos parte da truma dos que fazem e acontecem na cidade e por todos os lugares onde estamos, totalmente identificados com um Brasil cada vez mais soberano e sem essas amarras provocadas por uma elite insana e doente, só pensando nos seus botões e em mais nada.
Portanto, quando nos virem pela aí, tenha a certeza, pode se aproximar e se inteirar, estaremos envolvidos em algo dessa imensa luta que é a eleição deste ano, quando dentro de nós, uma só certeza, a de que precisamos fazer algo de concreto para não deixar que o Brasil caia nas maõs de quem o destruirá - e também a nós, pois sabemos, os fascistas não nos querem vivos. Postando isso, fica em aberto o convite para se juntarem a nós e fortalecermos esse cordão dos que não entregam a rapadura de jeito nenhum.
Dias atrás eu dei de cara com esse meu amigo de longa data, Antonio Carlos Pavanato, nascido e criado em Pirajuí e que comigo trabalhou por mais de quinze anos juntos na Bradescor, a então corretora de seguros do banco Bradesco. Foram anos onde construímos nossas vidas, os primeiros alicerces juntos, cada qual ambalados pelos seus sonhos, depois concretizados. Cada qual seguiu um caminho após a defenestragem das corretagens no banco e este, nunca mais perdi de vista. Ele acabou aqui se fixando, casou, teve um casal de filhos e vive ali pertinho do Camélias. Tempos atrás passou poucas e boas, saúde periclitou, mas conseguiu dar a volta por cima e dias atrás o reencontro todo pimpão, fazendo suas caminhadas diárias nas cercanias de onde mora.
Eu não posso botar os olhos nele e noutros que comigo trabalhamos juntos, bate aquela bruta saudade e com os olhos voltadois para o passado, me ponho a passar aquele filme na memória. Eu, naquela época, creio era o mais esquerdista dentre todos eles. Sigo assim, não mudei nada e não me arrependo de nada que fiz ao longo da vida, principalmente das minhas escolhas profissionais. O Pava nunca foi de esquerda. Seu irmão, o Marcelo Pavanato, com seu jornal lá em Pirajuí, o Alfinete - pica, mas não fere -, fez e aconteceu e por lá escrevi até o mesmo fechar. Eu deixei de ser corretor de seguros quando sai do banco e Pava continuou. Deve fazer corretagens até hoje, mesmo aposentado e se dedicando muito mais em outra paixão, a pela fotografia. Possui um acervo inigualável de fotos do Pantanal, lugar onde construiu um lugar só seu, indo e voltando contantemente para lá.
Porque escrevo também dele no dia de hoje, quando vejo o embrulho onde felizmente se meteu Flávio Bolsonaro, um que pensou podia chegar a ser presidente da República, com o currículo esfacelado como o dele e de toda sua família. Hoje, foi desmantelado a sua cara de pau, quando pede dinheirama alta para o Vorcaro, da Master, de juntando a algo que todos já sabiam, não valia nada. Pois bem, quando encontro com o Pava e a esposa Nádia, eles na caminhada, me confirma não ser de esquerda, mas diz não ter condições de querer, sendo defensor das coisas do Brasil, pensar em votar em alguém com o currículos desses bolsonaros, todos muito pérfidos. Achei ótimo, pois pelo que constato, continua a mesma pessoa sensata de sempre. Eu tenho certeza, a pessoa pode não ser de esquerda, pode não gostar do Lula e coisa e tal, mas quem pensa um bocadinho que seja, não consegue pensar em votar em alguém com as características desses bolsonaristas todos. Se o cara gosta um pouquinho que seja deste nosso Brasil, não tem como, não existe a mínima possibilidade. E sei que, Pava é do time dos que pensam. Já viu a viola quase em caco, hoje altivo, forte e saudável, com a cabeça funcionando muito bem e de também de bem com a vida. Uma alegria reencontrá-lo nas ruas e poder me certificar disso tudo.
Algumas semanas atrás estava na Unesp Bauru na inaguração de uma galeria de artes, quando junto de outros conheci o Edcarlos Santos, presidente de uma associação que fazia tempos queria conhecer mais de perto, a ACQ - Associação Cultural QUILOMBO, de Bariri SP. Ainda não fui lá, como prometi, para conhecer de perto tudo o que eles fazem por lá. Sei que, as festas deles são muito concorridas e na última, recheada de dignos representantes da esquerda brasileira, vi que o que fazem tem muito deste espírito transformador, tão necessários nos dias atuais.
Quero ir lá conhecê-los de perto, pois acredito e tenho quase certeza, não me arrependerei, eles devem ser batutas e empreenderem uma luta pelos mesmos caminhos de leibertação do país trilhadas por mim. Bariri é um lugar tão conservador quanto tudo o mais neste interior paulista, mesmo já tendo uma prefeita do PT e depois, nada mais. Eles, pelo que vejo, fazem e acontecem na cidade e com suas atividades, são uma espécie de ponto nevrálgico em ebulição por lá. Pergunto a ele ali na Unesp sobre o fato de ser um quilombo e rindo me diz ter se utilizado do nome, não sendo um, mas agindo como. Isso tudo me instiga mais e mais a querer ir lá conhecê-los, o mais rápido possível.
Hoje pensei neles e por serem o que são e fazerem a melhor arruaça naquela cidade, acredito estarem todos felizes com a derrocada da campanha fascista de mais um bolsonarista, desta feita o Flávio querendo, sem currículo e cabedal para tanto, ser presidente da República, quando não possui condições nem para ser síndico de quarteirão. Pelo pouco que conversei com o Ed naquele dia na Unesp, vi que é um dos nossos, ou seja, um sujeito de luta, fibra e disposição para botar o bloco na rua, assim como um grande amigo que tenho lá em Bariri, o ex-vereador Oscar Naufal, que trabalhou comigo décadas atrás na Bradescor e na agência do banco ali na praça central da cidade. Gosto de Bariri, o primeiro lugar em minha vida onde morei numa república e ir conhecer a experiência do Quilombo, algo pretendido para bem breve. Na foto, além do Ed, dois diletos amigos que compartilham dessa querência pela experiência baririense, os jornalistas Camys Fernandes e o Ricardo Santana .
E PARA LACRAR A TAMPA DO CAIXÃO, NADA COMO FICAR MUITO FELIZ COM O OCORRIDO HOJE: A CONFIRMAÇÃO DE QUE FLÁVIO BOLSONARO NÃO VALE O ARROZ QUE COME
GRAVÍSSIMO - "Lulinha cobrou dinheiro de vorcaro para financiar filme sobre seu pai". Opa, perdão. Foi flavinho desmaio, o bolsonarinho. Tem áudio e as porra. Eta carai. Assim, a lei ruanê fica no chinelo. Que situação. Cresce pressão para Flávio Bolsonaro abandonar candidatura após áudio pedindo US$ 24 milhões a Vorcaro: O cenário político eleitoral brasileiro deu um escandaloso cavalo de pau no início da tarde desta quarta-feira (13). O que era uma candidatura consolidada e claramente competitiva do campo da extrema direita, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) liderando ou aparecendo tecnicamente empatado no topo de diversas pesquisas de intenção de voto, tornou-se politicamente inviável em questão de horas. Eis a prova do crime: https://www.facebook.com/reel/1295911589403520







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