sexta-feira, 24 de abril de 2026


E QUEM PAGA A CONTA: O MUNÍCIPE OU O ADMINISTRADOR, NO CASO O/A PREFEITO/A? 
1.) DAS DISTORÇÔES, DESVIOS, DEVANEIOS E PERVERSÕES DA ATUAL POLÍTICA PÚBLICA BAURUENSE
"Em Bauru, milagre da multiplicação. Uma obra de construção da Estação de Tratamento de Esgotos saltou de R$ 129 milhões (Com recursos do governo federal) em 2015 para R$ 600 milhões (Pagos pelo povo) em 2026. Mesmo assim, cidade continua sem esgotos tratados. Mas, com muita gente feliz, afinal, um aumento exponencial do custo de uma obra dessa maneira nunca foi visto.", RAFAEL MOIA FILHO.

2.) LEMBRAM-SE DA CANÇÃO DE NOEL ROSA, DE 1933, "ONDE ESTÁ A HONESTIDADE?" - E A "ETE" DE BAURU!!!
"O Custo do Esgoto.
Em Bauru tão fazendo o "Milagre" Da Multiplicação Da Dívida. Antes 120 milhões a FUNDO PERDIDO", agora "custo a PERDER DE VISTA":
300 milhões de entradinha + 90 milhões anuais + aumentos de tarifas, + Eficiência de hidrômetros, etc.
E vem me dizer que Drenagem é Contrapartida???? Quem acreditou?
Bauru precisa de seriedade técnica e econômica e mais cuidado e respeito com sua gente!",
Urbanista e Professor JOSÉ XAIDES ALVES.

3.) QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS POR PREÇO TÃO ALTO E TEMPO TÃO DILATADO? QUEM NOS LEVOU A ESSA SITUAÇÃO PRECISAR SER RESPONSABILIZADO...
"OBRARAM DEMAIS".
Cidade de Bauru passará pra história. Como conseguiram em 5 governos, com os dois da prefeita atual de Suellen Rosim e de tres de dois ambientalistas, Rodrigo Agostinho e Gazzetta,Transformar uma obra de esgoto, que tinha recursos então necessários, de 120 milhões a FUNDO PERDIDO, em uma obra com o fundo do bolso do povo, a PERDER DE VISTA, com 300 milhões de Entrada, mais 55 % da tarifa de Esgoto mensal com Correções e direitos a ampliar receitas com novos medidores etc. E olha se não levam o DAE de lambuza.
Realmente, é "OBRAR" demais. Diria o caipira. Isso diz muito desses políticos.
Bauru merece mais seriedade técnica e melhores cuidados com sua gente!"
Urbanista e professor JOSÉ XAIDES ALVES
*Você sabia que contrato pode pagar até R$ 600 milhões ao consórcio do esgoto nos 3 primeiros anos?* LEIA AQUI: https://contraponto.digital/consorcio-vencedor-da.../, escrito pelo jornalista NELSON GONÇALVES.


4.) ISSO DEVIA DAR CADEIA PARA OS RESPONSÁVEIS
"TÃO GRAVE OU MAIS É SABER QUE TINHAMOS O RECURSO TOTAL, 110 MILHÕES, "A FUNDO PERDIDO" CONSEGUIDO PELA ENTÃO VICE PREFEITA ESTELA, QUANDO A LADY ROSIN ASSUMIU TINHA DISPONÍVEL, 150 MILHÕES E MAIS 300 MILHÕES NO DAE, CANCELOU O CONTRATO COM A EMPRESA, E TORNOU ESSE IMBRÓGLIO BILIONÁRIO PARA O BAURUENSE E SEUS NETOS PAGAREM EM 30 ANOS, JÁ PAGAMOS POR 18 ANOS, VAMOS CONTINUAR PAGANDO UMA TARIFA DE MANUTENÇÃO DE ESGOTO QUE NUNCA EXISTIU...É MAIS QUE UM CASO POLÍTICO E SIM "DE POLÍCIA".
ACREDITEM, MAIS GRAVE, BASE DA PREFEITA NO LEGISLATIVO ACHA TUDO NORMAL.
E O BAURUENSE CONTINUA ZZZZZZZ.", RAFAEL SANTANA DE LIMA.


CONCLUSÃO: TUDO FICA MAIS FÁCIL DE ENTENDER SE LEVARMOS EM CONTA A TEORIA ABAIXO CITADA
"O REINO DA ESTUPIDEZ - O historiador italiano Carlo Cipolla já anunciava no seu livro “As leis da estupidez humana”, que, no geral, as pessoas não estúpidas subestimam demais o potencial que carregam os estúpidos. Esquecem, diz ele, que em qualquer momento e lugar, e em qualquer circunstância, tratar com ou associar-se a um estúpido é um erro que pode custar muito caro, Afinal, um estúpido sempre vai causar dano, não importa se ele seja teu aliado ou não. Esta é a sua quarta lei, de um total de cinco, criada para alertar sobre a estupidez humana.
Seu primeiro axioma é o de que “todo mundo subestima, sempre e inevitavelmente, o número de indivíduos estúpidos em circulação”, daí a necessidade de as pessoas ficarem atentas aos sinais. Segundo Cipolla a probabilidade de certa pessoas ser estúpida é independente de qualquer outra característica desta mesma pessoas. Isso significa que o estúpido não é necessariamente o que não tem cultura formal. Não mesmo. O cara pode ser doutor, professor ou PHD, e ainda ser um estúpido. Há milhares nestas condições. Vide a universidade pública atual.
Assim, ele vai caracterizar o estúpido como aquela pessoa que causa dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas, sem ao mesmo tempo obter vantagem para si, inclusive, às vezes, até causando danos a si mesmo. Pra melhor explicar Cipolla divide os humanos em quatro grandes grupos: os ingênuos, os inteligentes, os bandidos e os estúpidos.
Os ingênuos são os que agem, perdem, mas dão ganhos aos outros.
Os inteligentes são os que agem, têm vantagens com seus atos e dão vantagens aos outros ao mesmo tempo.
Os bandidos são os que agem, conquistam vantagens para si, mas sempre causando danos a outros.
COM OS OLHOS ATENTOS DA CORUJA
E, por fim, os estúpidos, que agem, perdem e infligem perdas e danos aos outros.
Ou seja, o estúpido é aquele que tem um comportamento completamente irracional, coisa típica do nosso tempo, como já mostrou Lukács. E quando este tipo de gente está no poder, por exemplo, também algo comum nos dias que correm, são capazes de ocasionar grandes perdas para sociedades inteiras. Cipolla aponta que é possível entender os ingênuos e os bandidos, porque eles atuam de forma racional, mas a estupidez não está nesse campo. Por isso, por não estar no espectro do racional, é tão difícil debater com um estúpido. Argumentos não exercem qualquer mudança. Ele lembra que o filósofo alemão Friedrich Schiller já dizia: “Contra a estupidez até os deuses combatem em vão”.
Para Cipolla o estúpido é mais perigoso que o bandido porque com eles a sociedade empobrece. E alerta: nas sociedades em declínio, os estúpidos sempre são mais ativos, causando danos a milhões.
O historiador italiano morreu no ano 2000, mas, se vivo fosse, certamente poderia colocar uma figura como Donald Trump nesta categoria. Suas leis da estupidez igualmente ainda servem para explicar muito do que temos assistido atualmente no mundo, com milhares de pessoas fazendo escolhas irracionais que atuam contra si e contra todos.
Nunca me sairá das retinas o discurso de posse do atual presidente argentino Javier Milei, dizendo que ia fechar hospitais e privatizar toda a Argentina, enquanto a massa em frente a ele gritava e aplaudia, enlouquecida.
A malta da extrema-direita no Brasil segue a mesma trilha do irracionalismo, prejudicando a si mesma enquanto vai destruindo todo um país. Aplaudiram quando o presidente mandou não usar máscara durante a epidemia, aplaudiram a ação de impedir a chegada das vacinas, a destruição da cultura, a entrega do país. E, para piorar as coisas, temos visto gente no campo da esquerda caminhando pela mesma senda da estupidez, vivendo a política como se fosse religião.
Deveras, chegamos ao auge do irracionalismo e da estupidez. O que me conforta é saber que a curva da subida pode estar no seu mais alto pico, o que significa que o único que pode passar é a queda.", jornalista catarinense ELAINE TAVARES. 

quinta-feira, 23 de abril de 2026


NÃO PODEMOS DAR TRÉGUA, MUITO MENOS FICAR DESATENTOS
Eu estou nuns dias um tanto ocupado e confesso, não tão atento com as questões locais. Sabe o que isso significa? Bauru vive um momento político dos mais claudicantes, com sua Câmara Municipal, composta de 21 vereadores e entre 17/18 votam cegamente tudo o que é proposto pela atual mandatária, dita por mim como IncomPrefeita Suéllen Rosin. Ou seja, com estes sem nenhuma chance de pegar leve, Precisam viver sob constante vigília, pois como aprovam tudo o enviado por ela, precisam ser merecedores de uma constante, contínua e permanente cobrança. Se com cobrança e vigilância fazem o que fazem, imagine deixando tudo correr solto? Temos que ser mais incisivos na cobrança junto a estes e quando ficarem postando baboseiras sobre defesa da cidade, o que se faz necessário é desmontar logo a arapuca e com o dedo em riste, mostrar o que de fato são e representam. Estes todos não merecem trégua, nem um segundo de folga. O mesmo deve ser feito para com os atos advindos lá do Palácio das Cerejeiras. Pelo conjunto da obra, já é mais do que perceptível a necessidade de vigília total para com os atos advindos com a chancela e assinatura da alcaide. Esmorecer é deixar a banda ir tocando a música que quer e, como já é do conhecimento até das pedras do reino mineral, deixou sem acompanhamento, a cidade pagará e alto no futuro. Estamos pegando leve demais e depois de tudo o que já anda sendo aprovado, com o caos futuro já mais do que estabelecido, não podemos mais flanar ou tirar dias de folga, pois como disse certa vez um ministro de Bolsonaro, nessas oportunidades, aproveitam e passam a boiada. Vigiar a porteira é algo constante e ininterrupata ação. Creio que, mesmo observando a atenção redobrada de muitos, exige-se uma FORÇA TAREFA para não permitir nenhum tipo de urina fora do penico. Não dá nem para dormir mais sossegado, pelo menos enquanto não elegermos um time realmente querendo e fazendo algo positivo em prol desta sofrida cidade.

ESSA SERÁ UMA COPA DO MUNDO SEM EMPOLGAÇÃO, ISSO FALTANDO 50 DIAS PARA SEU INÍCIO E DONALD TRUMP AINDA TENTANDO DAR ORDENS NO EVENTO
Itália diz "NÃO" a Trump
A Itália não quer saber de "tapetão" na Copa do Mundo. O governo italiano classificou como "vergonhosa" a proposta de Donald Trump para que a seleção ocupasse a vaga do Irã no torneio. Esporte e política externa não se misturam assim, né?
O mundo já passou da hora de defenestrar do poder alguém como Trump. Não é só pela prepotência, mas pena senilidade. A pergunta que não quer calar: alguém nos EUA estaria interessado em sacá-lo realmente do poder e ver, a partir daí, os EUA realmente no fundo do poço, perdendo todo o seu poderio econômico global? Para os norte-americanos, ruim com ele, a derrocada final sem ele. Daí, nada fazem para sacar de vez com o canastrão, pois serve aos interesses mais sórdidos de dominação norte-americana.


EU SIGO DEFENDENDO OS CORREIOS

quarta-feira, 22 de abril de 2026


O SÍMBOLO DA LIBERDADE É DESVIRTUADO, DETURPADO PELOS SACANAS
Vejo o sacana do dono da Havan num anúncio publicitário, onde usa Tiradentes, para fazer uso da palavra "liberdade", desvirtuando-a para seus interesses, os mais escusos possíveis. Ele não é o único. No dia 21 de abril, feriado nacional, estes perversos, hoje prontos para estocar os interesses libertários deste país, insuflam que a "liberdade" é a defesa do que de pior temos. Estes mesmos que enforcaram tantos Tiradentes ao longo de nossa história, sempre o fizeram deforma impune e querem continuar a fazê-lo, da forma mais descarada possível. Só cai na ladainha doentia quem quer ou já está também doente. Liberdade é outra coisa e isso vem sendo tentado no país como hoje o temos conduzido. Diante de todas as aberrações presenciadas, ainda temos em Lula uma esperança de continuar soberanos e altaneiros, do contrário, a capitulação será a derrocada de todos nossos sonhos. Não dá para suportar quem propõe o saque de nossas riquezas, como o faz descaradamente este governador goiano, o Ronaldo Caiado ou mesmo, esse filho do Bolsonaro, propondo o fima das liberdade, com a total submissão de nosso país aos interesses do algoz do Norte. O dia de hoje seria de plena reflexão, mas nem isso estamos tendo mais condições de fazer pelas redes sociais, com postagens descabidas e propondo o fim delas, contando para isso com o aplauso de incautos e entorpecidos cidadãos, não mais distinguindo o certo do errado, mas teleguiado por um bestial projeto de dominação.

Daí, a boa reflexão para o dia de hoje: Tiradentes foi enforcado por ser contra o saquedas riquezas brasileiras por Portugal. Hoje, a direita quer entregar tudo aos EUA. E ainda ousam se utilizar da imagem de Tiradentes para fazer o jogo sórdido e criminoso, na defesa de seus interesses mais tacanhos. Vivemos tempos de inversão total de valores e onde uma parcela significativa da população, parece não entender o que de fato se passa. Como reverter isso e devolver o real enten dimento para a mente das pessoas? Tarefa hercúlea.

TÁ EM DÚVIDA/ CONSULTE E SE CERTIFIQUE, EIS COMO NÃO SER ENGANADO PELA CONTINUIDADE DE FAKE NEWS DIRIAMENTE INVADINDO NOSSOS CELULARES
Bot da USP identifica FAKE NEWS no WhatsApp.
O bot "Tá Certo Isso Aí?" (também chamado de Tá Certo Isso AI?) é uma ferramenta real e gratuita desenvolvida por estudantes de Ciência da Computação do ICMC da USP São Carlos.
O que ele faz: Utiliza Inteligência Artificial para analisar se uma informação é verdadeira ou falsa diretamente no WhatsApp.
Diferencial: Diferente de outros sistemas, ele é multimodal, o que significa que consegue verificar não apenas textos, mas também áudios, vídeos e imagens.
Reconhecimento: O projeto venceu o desafio internacional AI4Good da Brazil Conference (Harvard/MIT) em 2026, destacando-se pela eficácia no combate à desinformação.
Como usar:
Basta adicionar o número +55 35 98424-8271 aos seus contactos e enviar qualquer conteúdo suspeito para o chat.
Acabe com as fake news! Salve este bot da USP!
#brasil #notícias #Noticia #Noticias #usp #politica

E PRA LACRAR O CAIXÃO, NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA, A CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE BAURU ESTÁ COM TUDO PRONTO PARA SE MUDAR DE CASA
O prédio em destaque nesta foto está localizado na avenida Nações Unidas nº 7-40. No local já funcionou uma dessas empresas famosas de telemarketing, se encontra fechado, com placa de aluga-se na fachada, mas segundo a Rádio Peão - aquela que quase nunca erra na mira e alvo - informa, tudo já está devidamente acertado para ser o novo endereço da Câmara Municipal de Bauru, com negociações já em adiantado estado de gestação, próximo de ser parido, ou seja, divulgado. De todas as dúvidas e prováveis questionamentos, será que os nobres edis manterão no novo plenário, todo aquele madeiramento entalhado pelos ferroviários desta cidade, algo de inestimável e inquestionável valor?

terça-feira, 21 de abril de 2026


PERDER UM AMIGO, HOJE SE FOI ROBERTINHO CLARO
Roberto Claro, o fotógrafo de nossas andanças sindicais e pelo mundo dos embates sociais, um dos caras mais sensíveis que já vi em atuação, se foi hoje. Essa foto dele ao lado do presidente Lula é uma das que gostava muito de divulgar quando lhe pediam fotos suas. Sei que, naquele dia, ele deve ter enfrentado o fotógrafo do presidente, o Ricardo Stuckert, excelente profissional, mas também um cão de guarda de Lula. Sei não, mas acho que essa foto aqui deve ser dele, pois quando acontecia de gente conhecida querer tirar foto com o Lula, sempre é ele quem a tira. Eu a divulgo hoje, pois estamos no meio de uma guerra, quando fake news percorrem as postagens a todo instante pelas redes sociais e quem nos ajudava muito com suas montagens, era o Robertinho, que lá do seu bunker, instalado na vila Dutra, periferia bauruense, aposentado e sentadinho detrás de um de seus computadores, produzia de tudo para a gente aqui no campo de batalha. Era só pedir, um jingle e ele bolava e mandava. Retrucavamos e ele, pacientemente, corrigia, quantas vezes fosse necessário. Fez montagens belíssimas, cartazes e folders para manifestações e eventos variados. Nunca cobrou nada. Ficava chateado quando não lhe dávamos o crédito. Isso, o mínimo depois de tudo o que fazia.

Roberto teve problemas de saúde muito cedo, se aposentou e assim mesmo, sempre esteve presente, sendo, fazendo e acontecendo ao seu modo e jeito. Era só pedir, ele atendia prontamente. E teve um belo de um passado, quando atuou como fotógrafo do Sindicato dos Eletricitários/CUT, percorrendo este mundão de acontecimentos políticos, sempre do lado de quem luta. Devia ter um baita orgulho de ter estado envolvido em tudo onde se meteu com suas máquinas fotográficas. Eu o vejo mais como fotógrafo do que como dirigente sindical. Era um registrador e deve ter um acervo dos mais valorosos lá guardadinho em sua casa. Isso um dia merece ser desvendado, pesquisado e divulgado. Eu vou descer neste momento para o velório deste amigo e antes, sento aqui, batuco algo, esqueço de muita coisa relevante, mas presto assim minha modesta homenagem para este grande batalhador das causas sociais. Perdemos todos os que o conheceram, uma grande figura humana e um baita profissional. Triste constatação a de que, a coisa anda se afunilando. Estamos aí, continuamos na lida, mesmo que aos trancos e barrancos, até para dar continuidade em tudo o que gente como ele tanto fez. Na somatória, a gente sempre consegue ver um saldo bem positivo pro nosso lado, pois temos a mais absoluta certeza, a de termos escolhido o lado certo no campo de luta. Neste campo, Robertinho vai fazer bruta falta.

segunda-feira, 20 de abril de 2026


TODOS PRECISAMOS CONTINUAR ACREDITANDO NAS FORMAS DE FISCALIZAÇÃO EXISTENTES, MAS...

Junto essas duas matérias publicadas dias atrás e tento encontrar a similaridade entre ambas. Na primeira, a alcaide bauruense Suéllen Rosin, vista por mim como IncomPrefeita pelo conjunto da obra, cada vez mais catastrófica para o futuro da cidade de Bauru e pelo que se divulga, podendo agora até aprovar muito do que pleiteia de concessões sem necessitar de aprovação da Câmara. Vejo isso, não só como algo mais do que perigoso, não só no caso particular de Bauru, mas num todo. As administrações públicas precisam ser acompanhadas de perto, não só por fiscalização rigorosa de suas câmaras de vereadores, como da própria Justiça, no caso o Ministério Público e afins. Isso sempre ocorreu e não existe motivos para uma flexibilização.

Daí me volto para a capa da última edição da melhor revista brasileira destes nossos tempos, a CartaCapital e nela uma capa sobre o montante de sucessão de acontecimentos lamentáveis nos últimos desGovernos estaduais no Rio de Janeiro, culminando com uma situação mais do que insustentável. Na principal matéria da edição desta semana, uma ampla reportagem e uma só conclusão, o estado do Rio só terá solução com uma força-tarefa externa, num pente fino de cabo a rabo e daí, com tudo exposto, a possibilidade de reverter o quadro atual.

Sabe onde junto uma coisa com a outra? Simples. Em Bauru, nestes últimos meses estão aprovando tudo o que a alcaide tem proposto com novos empréstimos, cada vez mais altos, para finalidades cuja dinheirama até se faz necessário, mas não existe nenhum planejamento para sua utilização de forma plausível. A Câmara está aprovando tudo e já se fala de um futuro dos mais problemáticos, com provável insolvência financeira num curto espaço de tempo. Isso ocorrendo, supostamente com fiscalização dos nobres vereadores e também da Justiça, em todas suas instâncias. Entendo que, quando uma Câmara está aparelhada e vota cegamente pelos interesses de uma administração, se faz necessário a intervenção imediata da Justiça, até para restabelecer algo dentro de padrões normais.

No Rio, mesmo com Alerj e Justiça, o lamentável está em curso e o Rio mais que falido. Em Bauru, pelo montante do proposto e sendo aprovado, a cidade adentrando um terreno dos mais perigosos. Alguém precisa fiscalizar e se enfronhar com mais afinco nos montantes sendo emprestados, na sua real utilização e no que existe de condições de efetivo pagamento pela cidade, com as receitas e despesas atuais. Eu não gostaria de ver minha cidade, daqui há muito pouco tempo, na mesma situação do estado do Rio de Janeiro, hoje clamando por uma força-tarefa de salvamento. O administrador público precisa ter limites de atuação e isso precisa ficar bem claro, evidente, explícito. Quando passa de alguns limites toleráveis, precisa ser contido e enquadrado. Ninguém pode tudo e quando tudo ocorre "sem limites" - esse foi o slogan da cidade até bem pouco tempo -, o perigo é eminente. O sinal de alerta por aqui já deveria estar ligado há muito tempo, mas pelo visto, este está sendo desmerecido. Como diz o ditado, arrependimento mata.

TEMER NO CENTRO, O DINHEIRO NOS BASTIDORES E A NOTÍCIA COM DONO
Por João Guató
Os relatórios da Receita Federal e do Banco Central não são exatamente literatura, mas, vez ou outra, entregam enredos mais interessantes que muito romance premiado. Ali, entre números e transações, aparece o Banco Master, sob comando de Daniel Vorcaro, como eixo de uma engrenagem que movimenta recursos em direção a políticos, ex-ministros e veículos de comunicação. No meio desse circuito, surge Michel Temer. Não como figurante, mas como personagem central de um sistema que parece funcionar com precisão quase técnica: o dinheiro sai, encontra destino e cumpre sua função.

E qual é essa função? A pergunta soa retórica, mas incomoda. Quando um ex-presidente como Michel Temer aparece entre beneficiários de uma rede de pagamentos, não se trata apenas de um nome qualquer numa planilha. Trata-se de alguém que conhece profundamente os caminhos do poder, os atalhos institucionais e, sobretudo, o valor estratégico de estar bem posicionado. Temer não é um acidente nesse roteiro. É, no mínimo, um indicativo de que o fluxo financeiro não circula ao acaso, mas acompanha interesses muito bem definidos.

Do outro lado dessa engrenagem está o portal Metrópoles. Um veículo de comunicação que, segundo os documentos, também figura entre os beneficiários. E aí a pergunta muda de tom: a serviço de quem está a informação? Porque quando o dinheiro entra pela porta dos fundos, a independência editorial costuma sair pela frente, sem fazer barulho. O site, que pertence ao grupo liderado pelo empresário Luiz Estevão, não é apenas um observador da realidade — pode estar, conforme os indícios, inserido nela de maneira bem mais ativa do que gostaria de admitir.
Em Bauru, no Brasil e no mundo...

No fim, o quadro se fecha com uma harmonia perturbadora. Daniel Vorcaro articula, o Banco Master executa, Michel Temer representa o peso político da operação e o Metrópoles ocupa o espaço narrativo. E o público? Continua consumindo informação como quem acredita estar diante de fatos crus, quando, na verdade, pode estar apenas assistindo a mais um capítulo de um velho roteiro brasileiro: aquele onde dinheiro, poder e notícia caminham juntos — não por coincidência, mas por conveniência.

CONCLUSÃO DESTE MAFUENTO HPA: E como fazer chegar isso tudo para o povo, o ainda e sempre ludibriado, que confia e segue fielmente quem lhe crava a estaca nos costados? Essa missão quase impossível cabe a nós, os lúcidos, os ainda com os olhos bem abrtos e atentos. Se nem nós fizermos nada para impedir o avanço dessa barafunda informativa desvirtuada, com certeza, nada mais nos restará fazer do que enfiar a viola num saco e aceitar a derrota. Só viraremos essa mesa, reverteremos o quadro de informação desqualificada e mentirosa siando pras ruas, arregaçando as mangas das camisas e, ciente de estarmos numa guerra, irmos pra luta. Não nos resta outra saída e escapatória.

UMA SITUAÇÃO BAURUENSE, COM SEUS MUSEUS TODOS FECHADOS
Na começo desta rua, a Agenor Meira, lá no fundo, o telhado da antiga estação da Cia Paulista e na parede o letreiro da FEPASA, que um dia movimentou o pedaço, com trens e hoje, depois de longo tempo fechada e abandonada, através de emenda parlamentar do deputado Vicentinho PT/SP, algo foi se movimentando e dizem, ela está quase pronta para ser aberta com a necessária devolução ao público do Museu Histórico Municipal. 

Na cidade, três museus e nenhum em funcionamento, todos fechados e nestes dois mandatos de Suéllen Rosin, nenhum deles funcionou um dia sequer. O que dizer de uma cidade de 400 mil habitantes, cujos seus três museus permanecem fechados e a maioria de suas bibliotecas ramais foram fechadas, desincentivando a leitura? Não existe Feira do Livro, que resolva ou encumbra isso. 

Destes que aí estão na administração pública municipal eu só acredito vendo e ainda acho, encontrarão mil desculpas para postergar a abertura desta histórica edificação, mesmo estando praticamente pronta. Quer apostar?

domingo, 19 de abril de 2026

sábado, 18 de abril de 2026


A PARADA ESTRATÉGICA NA "PADOCA" DE AVAÍ, NO CAMINHO DA ALDEIA KOPENOTY
A história é boa. Marquei com o pessoal dos Baté, de Tibiriçá, de estar entre11 e 11h30h lá na casa da matriarca, dona Irene e ir com eles para Avaí, num dos festejos dentro da aldeia indígena de Kopenoty, essa comandada pelo amigo cacique Chicão Terena. Foi um corre, mas cheguei lá no horário combinado. Três carros, lotados, eu dirigindo um, Susy Silva, até bem pouco tempo diretora da EE Major Fraga, recentemente aposentada - com aquele ar de felicidade estampada no rosto - e Amanda Cosmo nos outros. Com algum atraso partimos, seguindo pela estrada terra, sentido Nogueira, depois um asfalto e adentramos Avaí pela porta dos fundos. 

No caminho a conversa fluia sobre a festa e sobre algo do qual ninguém sabia o que encontraríamos pela frente: comida. Já estava passando da hora do almoço e ninguém das três barcas tinha  almoçado. Em Avaí, atravessamos a cidade e quase na saída para pegar a estrada que nos levaria para a aldeia, última quadra, um ponto comercial me chama a atenção, a "Padoca", uma padaria. Foi quando, algo dentro de mim, me intigou a propor pararmos e comermos algo. Ninguém sabia o que encontraríamos lá na aldeia. Teriam ou não comida? Na dúvida, buzinei para os demais carros e estacionamos defronte o local.

Pronto a festa estava completada e da forma mais animada possível. Nos balcões muitas opções, até um bolo salgado, mas acabamos todos concluindo, quase por unanimidade pelo tradiciomnal pão com mortadela e refrigerantes. E assim foi feito. De ínicio quatorze pães, depois mais dez e  muita mortadela. Ou seja, fizemos a festa, denominada por nós como a do farelo. Agitamos o pedaço e assim conhecemos o Edson, carinha de índio e sua equipe, três pessoas, sendo fazendo e acontecendo na padaria. Ele, soubemos pela prosa, é primo do cacique Chicão, tem 44 anos e abriu a padaria faz dois anos. Muito simpático, me disse, chegar lá todos os dias às 4h, abrindo o estabelecimento às 5h, pois por lá muitos saem muito cedo para trabalhos em outras cidades. Perguntei se não era muito cedo para abrir e ele: "Acredite, 4h30 já tem gente esperando do lado de fora, pois querem um pãozinho quente antes do batente". 

Renderia uma conversa longa, mas no momento, o primordial era encher a barriga e seguir viagem até a Kopenoty. A parada foi das mais providenciais e o lanche estava delicioso, o pão da casa foi aprovado por todos e assim, festamos todos juntos, num congraçamento que, teria continuidade na aldeia. Ninguém reclamou de nada e ao final, a Padoca cobra um preço justo, tudo dividido entre as partes, com uma merreca para cada. Felicidade geral estampada na face de todos, farelos muito bem distribuídos pelo local e despedida alegre com o Edson e sua equipe. Achávamos estar atrasados e não prolongamos mais a prosopopéia, pois a intenção era chegar na aldeia a tempo de presenciar a premiação do concurso da Beleza Indígena 2026. De barriga cheia, voltamos para a estrada. Felicidade é muito disso, algo simples, feito coletivamente e onde tudo acontece de uma forma singela, sem sobressaltos.

NA VÉSPERA DO DIA DOS POVOS INDÍGENAS, ME JUNTO COM OS BATÉ DE TIBIRIÇÁ E PRESENCIAMOS A PREMIAÇÃO DA BELEZA INDÍGENA 2026, NA ALDEIA KOPENOTY, EM AVAÍ
Foi uma tarde e tanto, muito intensa. A aldeia Kopenoty, distante uns 15km de Avaí representa muito da luta de resistência e a demonstrar que, com luta e perseverança, algo é conquistado. A reserva indígena de Avaí é fruto de um intenso e perseverante trabalho indígena, até a conquista definitiva dessas terras. Cacique Chicão, o representante maior de todos eles, sabe muito bem e basta acompanhar sua trajetória para se certificar de que, sem luta nada é conquistado. E chegando lá na aldeia, após um trecho de asfalto e outro de terra, a constatação, sua aldeia é uma das mais bem organizadas, com uma infraestrutura consolidada e em funcionamento. Por lá, desde um amplo salão de recepção, festas e eventos, uma ampla casa, que amtes abrigou atendimento da antiga FUNAI e hoje abriga um Centro de Memória, depois a escola, as quadras esportivas e as casas, todos de alvenaria e muito bem distribuídas pela área. No total, me dizem, mais de mil indígenas ali vivem atualmente. 

Sou levado para lá na véspera de mais um Dia dos Povos Indígenas - antigamente denominado de Dia do Índio -, quando a aldeia Kopenoty realizava mais um Festival/Concurso da Beleza Indígena. Ao lado da quadra esportiva, barracas foram montadas e os produtos indígenas expostos. Todo o artesanato ali produzido, além de alimentação aos presentes. Todos os ali atuando nas barracas, paramentados para receber os visitantes. Chicão Terena, com várias atividades naquele dia, pede para que Dário, Mestre Bilíngue da aldeia nos leve e explique sobre o Centro de Memória ali localizado. O antigo casarão, todo de madeira, bem no centro da área de lazer, antigamente foi o posto da FUNAI e hoje abriga o que muitos consideram como um museu. "Museu é outra coisa. Isso aqui para nós é um Centro de Memória, onde disponibilizamos muito de nossa história. Museu somos nós, os seres vivos, os representantes de nossas etnias, aqui presentes e com toda nossa vivência, para explicar e contar o que sabemos, passar adiante algo de nosso passado. Tudo isso que vocês podem ver aqui dentro representa os passos dados para chegarmos até aqui", conta.

Salutar passar porali antes de visitar toda a aldeia, pois ali a real possibilidade de observar as condições para se chegar no patamar atual. E do lado de fora, na véspera do dia dos Povos Indígenas, muitas apresentações durante todo o dia, culminando no meio da tarde com a escolha e premiação da Beleza Indígena. Muitas são as concorrentes, mas quando todos começam a circular entre si, algumas desistem e somente quatro desfilam no tapete vermelho estendido na quadra de esportes. Um quadro de jurados, escolhido dentre os presentes e composto por pessoas que, de uma forma ou outra estão ao lado da vida da aldeia. Este o frenesi do evento da tarde e comandado pelo vice cacique da aldeia, capitaneado pela sua esposa, uma das organizadoras de tudo o que por ali ocorre.Vanessa Terena descreve a organização: "Terminando um evento, começamos outro, atrás dos patrocinadores, onde aqui é ressaltada a beleza da mulher indígena, o papel da mulher indígena, a sua força e ocupando novos espaços, fortalecendo também o empoderamento de nós, mulheres indígenas. A participante tem que ter mais de 13 anos de idade, residir ou ser indígena e vir paramentada, com trajes e pinturas de sua aldeia".


Das quatro concorrentes, duas locais e duas de fora, uma orieunda no estado do Mato Grosso e outra do Paraná, essa a ganhadora este ano. O importante de tudo é o congraçamento, a recepção aos visitantes, quando estes passam a conhecer algo mais da aldeia e dessa convivência o entendimento do que é, verdadeiramente, a causa indígena. Chicão Terena está envolvido nessa luta desde muito cedo. Acompanhou desde pequeno todo o desenrolar de todas as conquistas, culminando com o estado atual de desenvolvimento dessa e de outras aldeias no conglomerado de Avaí. "É um prazer receber vocês todos, o pessoal de Tibiriçá, nossos parceiros, professores e gente interessada na cultura Terena. Isso para nós é gratificante, poder mostrar e apresentar nossa cultura, arte, artesanato", conta.

Estar com eles, participar de qualquer evento que for, junto deles é mais do que uma integração. Neste dia, convidado que fui pela família Baté/Cosmo, de Tibiriçá, viemos em três carros, lotados e todos imbuídos de algo em comum, estar integrados e entendendo plenamente o que ali acontece. Dulce Baté, representando a família disse algo a respeito: "Eu tenho mais que uma dívida de gratidão com o povo dessa aldeia. Somos vizinhos, nós lá no distrito rural de Tibiriçá, em Bauru, muito perto da aldeia e eles do lado de cá, sempre juntos em variadas atividades. Sempre eles estão lá em nossos eventos e nós, sempre que podemos, estaremos aqui com eles. Isso é um relacionamento de verdadeiros irmãos. Cada qual com sua luta e quando juntos, mais fortes para nossas disputas e conquistas. É sempre muito gratificante estar aqui. Hoje, estamos vivenciando uma tarde mais que especial".



VIM A CONHECER O FOTÓGRAFO CESAR DINIZ, DA PULSAR IMAGEM, ANOS DE ESTRADA, HOJE NA ALDEIA KOPENOTY, EM AVAÍ E AQUI CONTO ALGO DESTE PROFISSIONAL
Acabo conhecendo pessoas nos lugares mais inesperados, como hoje lá na aldeia Kopenoty, em Avaí, quando me deparo com o profissional da fotografia, décadas de estrada, Cesar Diniz, da agência fotográfica Pulsar Imagem. O vi fotografando o evento e não o conhecendo, achava ter sido contratado pelo pessoal da aldeia para registrar o evento. Ele e sua potente máquina circulavam pelo evento todo com muita desenvoltura e daí tive a mais absoluta certeza de tratar-se de alguém do ramo, com quilometragem e muita bagagem. 

Num momento de folga, quando a premiação da Beleza Indígena 2026 já estava concluída, vi ele sentado num canto, sento ao lado e puxo conversa. Me apresento e pergunto se ele atua em alguma cidade ali da região, pois não o conhecia. Nos conhecemos a partir deste papo. Cesar é tão inquieto como este HPA. Já trabalhou em diversas empresas jornalísticas deste país e depois de tanta rodagem, querendo continuar a fazer o que sabe, optou por se aliar a uma agência, a Pulsar e, as vezes em projetos seus, isolados e sem apoio, mas em outros com apoio destes, sai pela aí em busca de material diferenciado. Cesar filtra e sai pelo mundo a registrar a história deste mundo. Conta algo de onde já esteve presente e eu ali, diante de alguém, cheio de, não só histórias, mas uma diferenciada vivência. E onde fomos nos encontrar? Justamente ali numa aldeia indígena, a Kopenoty, nos arrebaldes de Avaí, uma pequena cidade interiorana paulista. 

Ele que já viu de tudo nesta vida, tendo conhecido muitas aldeias, me conta estar surpreendido com a orrganização e desprendimento coletivo ali encontrado. Eu também estava vivenciado o mesmo e assim, trocamos figurinhas. Ótimo conhecer pessoas assim, se aproximar quando pipoca um click interno a me dizer: precisa ir lá e conhecer aquela pessoa. Na maioria das vezes não me decepciono e mesmo assim, tudo rende histórias. Com Cesar, algo mais, pois ele ali está coletando fotos e registros para algo maior, sobre as aldeias indígenas e para tanto, um trabalho não só neste dia. Chegou na sexta, procurou um pequeno hotel em Duartina e desde então, vai e volta na aldeia. No domingo irá acompanhar como se dá a colheita de mandioca na aldeia e na segunda irá acompanhar o início da semana letiva na escola local. Na festa, esteve pela manhã acompanhando a dança típica do Kopenoty e essa surreal e linda premiação da Beleza Indígena. 

Para conhecer bocadinho mais do que venha a ser a Pulsar Imagem, eis o link: https://www.pulsarimagens.com.br/quem-somos. A Pulsar é isso: "Criado em 1991, Pulsar Imagens é o mais completo banco de imagens do Brasil. Nosso acervo possui mais de um milhão de fotografias e vídeos, que retratam paisagens brasileiras, com sua natureza e arquitetura; elementos da nossa cultura, como as festas populares; além de aspectos da nossa política e economia. Há também um grande número de fotos do exterior. Nossas fotografias e vídeos foram registrados por mais de setenta fotógrafos profissionais, ganhadores dos prêmios Nikon de Fotografia, Esso de Jornalismo e Wladimir Herzog de Direitos Humanos, entre outros. Muitas de nossas imagens também estão em acervos de diversas instituições, como MASP - Museu de Arte de São Paulo, MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, IMS - Instituto Moreira Salles, Itaú Cultural e National Museum of Natural History / Smithsonian Institute. Pulsar Imagens tem, entre os seus clientes, as principais editoras de livros didáticos do país, além de outras empresas do mercado editorial brasileiro. As maiores agências de publicidade do Brasil também comprovaram a nossa qualidade, utilizando nossas fotos em grandes campanhas espalhadas por todo o país. Possuímos também imagens publicadas em países, como França, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos".

Sobre o profissional Cesar, eis o link para saber mais e contato: https://cesarmdiniz.wordpress.com/about/ e algo mais sobre um de seus trabalhos, envolvendo a cidade de São Paulo e também indígenas: https://www.pulsarimagens.com.br/autor/cesar-diniz. Cesar é um sujeito escolado, vivência absoluta em rodagens sem fim mundão afora e quando versamos sobre seu trabalho, me diz algo assim: "Hoje estou aqui nesta pequena aldeia, mas atuo também na aldeia paulistana, aquele conglomerado com mais de 20 milhões de pessoas. Registro o que acontece em aldeias diversas".