ALGO DO PROCEDIMENTO DE ALGUNS VEREADORES BAURUENSES, NA LEGISLAÇÃO PASSADA E NA ATUAL - GRITAR PODE A VONTADE, JUDICIALIZAR NUNCAHoje o dia seria para ajudar a desancar de vez a pretensão do Flávio Rachadinha querendo concorrer à Presidência da República, mesmo tendo um currículo mais sujo que pau de galinheiro. Muitos estão descendo a ripa e eu, justamente neste momento algo me traz à mente algo muito esquisito do procedimento dos vereadores da Terra do Sanduíche.
Não custa relembrar procedimento nem um pouco alvissareiro de alguns vereadores, legislatura passada, total de 17 vereadores, primeiro mandato de Suéllen Rosin. Quando algum tema de interesse da prefeita estava na pauta, a votação um tanto equilibrada, teve vereador que faltou, se hospitaluzou e não foi votar. E a prefeita assim ganhava por diferença deste voto. Até hone tudo não foi e pelo jeito nunxa será explicado. Será que, até quem era oposição, favorecia em acordos os interesses da alcaide?
Na atual legislatura temos agora 21 vereadores e a alcaide trabalhou muito nos bastidores para ter uma fiel bancada lhe dando um score de 17 x 4. Daí, até aquele vereador que antes faltava no dia da votação e até se internava, hoje pode falar contra a vontade e até votar co tra, pois a diferença sendo enorme, não fará falta nenhuma.
Escrevo isso porque conversando com dileta amiga, ela me alerta de algo: "Hoje, alguns possuem uma veemência inco.ensurável, se mostrando contra todos os atos da prefeita. Possuem atividade parlamentar irreprensí el, porém, observo existir algo esquisiro. Falam muito, botam os bofes pra fora, fazem um estardalhaço, mas não passam disso. Não dão sequência nas denúncias. Fazem muitas audiências públicas, dando a entender que algo ocorrerá da denúncia feita. Mas tudo fica por isso mesmo. Chego a achar que, se hoje o vereador não precisa mais faltar, pode falar o quiser, mas nada prossegue. Não seria isso parte de um procedimento acertado entre,as partes?".
Chego a pensar, essa amiga está cheia de razão. Na verdade, abomino quem faz acordo com a parte contrária. Estes traem duplamente.
REPERCUSSÃO:
João William me questiona: "O que uma minoria poderia fazer, é exatamente o que eles fazem: judicializar as questões em pauta. Afinal, se estão em menor número, a culpa é do eleitorado que, mal informado ou enganado, votou em tantos capachos".
Eu respondo, seguindo o que havia escrito no texto: "Pior é que, percebi, fazem barulho, esperneiam, gritam alto, mas ninguém judicializa nada. Parece tudo combinado. Pode fazer muito barulho, mas ficam nisso e ao não judicializar, fazem como o sistema quer. Não votam a favor, perdendo sempre, parecendo serem opositores, assim ficam de bem com seus eleitores, pois se mostraram contra, mas não levam nada adiante. Entendeu? Parece um macabro conluio, uma continuação, do que já ocorria na legislação passada, quando até faltavam para não ter que votar. Agora podem gritar a vontade, pois não fará diferença nenhuma. Já dar prosseguimento, com judicialização, isso não ocorre. Juntei os fatos e cheguei, junto com a pessoa que me alertou, neste triste desfecho para a cidade de Bauru".
e o caso do flávio com o vorcaro do master
AGORA NÃO TEM MAIS COMO TAPAR O SOL COM A PENEIRA, FLÁVIO BOLSONARO É TÃO CORRUPTO QUANTO SEU PAI, O PL E O CENTRÃO - NÃO DÁ MAIS PARA OCULTAR, EXPLODE CORAÇÃOO áudio todos já ouviram, mas não custa permanecer aqui registrado para a posteridade, para não existir dúvidas sobre a cafajestice e picaretagem, roubalheira e corrupção explícita da famiglia Bolsonaro, demonstrando como sempre agiram, nenhum deles com trabalho algum ao longo da vida, mas se locupletando e lesando o erário público:
CRÔNICA DE RUY CASTRO: PRÓXIMO DE BANDIDOS DEMAIS
Flávio Bolsonaro disse que não responde pelas pessoas com quem tem proximidade
Por coincidência, todas essas pessoas tiveram problemas com a lei envolvendo o seu nome.
Flávio Bolsonaro disse que não responde pelas pessoas com quem tem proximidade
Por coincidência, todas essas pessoas tiveram problemas com a lei envolvendo o seu nome.
Atualizado: 13.mai.2026 às 22h13 - Rio de Janeiro
Um dos efeitos imediatos da Revolução dos Cravos, que, em 1974, derrubou a ditadura que sepultava Portugal há 48 anos, foi a extinção da Pide (Polícia Internacional de Defesa do Estado), sua odiosa polícia política infiltrada em todo o país. Eu trabalhava em Lisboa na época e, como jornalista estrangeiro, devia estar na mira dos pides, como eram chamados os agentes. Caído o regime, logo começou a caça a eles e a seus informantes.
O novo governo instituiu uma recompensa a quem ajudasse a pegá-los: 100 escudos por cabeça (o escudo era a moeda nacional, ainda não existia o euro). O resultado é que as denúncias pulularam, a ponto de a Justiça ter de adotar uma prática severa: "Se denuncias um pide, ganhas 100 escudos. Se denuncias dois pides, ganhas 200 escudos. Se denuncias três pides, vais preso por conheceres pides demais." Ou seja, as pessoas respondem, sim, por aqueles com quem têm proximidade.O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência e já prevendo ser associado a bandidos de todo tipo em sua carreira política, declarou "não poder responder por quem tem proximidade com ele".
Se os ditos bandidos fossem apenas Fabrício Queiroz, seu ex-chefe de gabinete e do esquema de arrecadação de "rachadinhas", e o executado Adriano Magalhães da Nóbrega, da milícia Escritório do Crime e a quem condecorou na prisão, ele poderia tirar o corpo fora alegando ter sido "traído".
Mas os citados eram apenas os cabeças de núcleos envolvendo dezenas de acusados, todos a seu serviço ou a de seu pai, patrono do complô.
Esses núcleos incluem assessores, policiais, advogados, criminosos comuns e suas ex-esposas, mães e filhas, todos processados. O fato de esses processos terem sido anulados por mutretas judiciais não apaga o fato de que Flávio Bolsonaro conhece acusados demais.
P.S.: Esta coluna já estava escrita quando estourou a bomba do áudio de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao acusado máster do país, Daniel Vorcaro — comovente pelo tom de voz em que quase lhe implora pela grana.
Um dos efeitos imediatos da Revolução dos Cravos, que, em 1974, derrubou a ditadura que sepultava Portugal há 48 anos, foi a extinção da Pide (Polícia Internacional de Defesa do Estado), sua odiosa polícia política infiltrada em todo o país. Eu trabalhava em Lisboa na época e, como jornalista estrangeiro, devia estar na mira dos pides, como eram chamados os agentes. Caído o regime, logo começou a caça a eles e a seus informantes.
O novo governo instituiu uma recompensa a quem ajudasse a pegá-los: 100 escudos por cabeça (o escudo era a moeda nacional, ainda não existia o euro). O resultado é que as denúncias pulularam, a ponto de a Justiça ter de adotar uma prática severa: "Se denuncias um pide, ganhas 100 escudos. Se denuncias dois pides, ganhas 200 escudos. Se denuncias três pides, vais preso por conheceres pides demais." Ou seja, as pessoas respondem, sim, por aqueles com quem têm proximidade.O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência e já prevendo ser associado a bandidos de todo tipo em sua carreira política, declarou "não poder responder por quem tem proximidade com ele".
Se os ditos bandidos fossem apenas Fabrício Queiroz, seu ex-chefe de gabinete e do esquema de arrecadação de "rachadinhas", e o executado Adriano Magalhães da Nóbrega, da milícia Escritório do Crime e a quem condecorou na prisão, ele poderia tirar o corpo fora alegando ter sido "traído".
Mas os citados eram apenas os cabeças de núcleos envolvendo dezenas de acusados, todos a seu serviço ou a de seu pai, patrono do complô.
Esses núcleos incluem assessores, policiais, advogados, criminosos comuns e suas ex-esposas, mães e filhas, todos processados. O fato de esses processos terem sido anulados por mutretas judiciais não apaga o fato de que Flávio Bolsonaro conhece acusados demais.
P.S.: Esta coluna já estava escrita quando estourou a bomba do áudio de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao acusado máster do país, Daniel Vorcaro — comovente pelo tom de voz em que quase lhe implora pela grana.
.png)




















Localizado na América do Sul e sem saída para o mar, o Paraguai tem cerca de 7 milhões de habitantes. Sua economia é fortemente baseada no setor agropecuário, com destaque para a produção e exportação de soja, milho e carne.
O país possui uma economia menos diversificada, com participação industrial limitada e forte dependência de commodities, o que o torna mais vulnerável às oscilações do mercado internacional.
Nos indicadores sociais, o Paraguai apresenta um nível de desenvolvimento intermediário. Ainda enfrenta desafios como desigualdade de renda, informalidade no mercado de trabalho e limitações no acesso a serviços públicos de qualidade.
No campo trabalhista, a estrutura tende a ser mais flexível, o que pode significar menor nível de proteção ao trabalhador em comparação a países com legislações mais robustas.
Em síntese: apesar de avanços recentes, o Paraguai continua sendo um país em desenvolvimento, com limitações estruturais importantes.
A ideia de um “sonho paraguaio” generalizado não corresponde ao contexto social e econômico do país.
.jpg)













