sábado, 11 de abril de 2026
sexta-feira, 10 de abril de 2026
CANSEI
SE TEM QUEM NÃO ENXERGUE, O POVO PRECISA VER ANTES DE VOTAR, QUAL A PROPOSTA EXISTENTE PARA QUERER SER DEPUTADA?
Na reunião do todo recebido pela cidade, enquanto entidade pública recepcionava as doações e o acumulado era distribuido num evento. E as duas, passando a imagem delas serem as que propiciaram o benefício. Vejo isso e entendo cada vez mais o procedimento que a Maria Inês Faneco, minha dileta amiga e à frente de um dos maiores projetos assistenciais desta cidade, quando distribui semanalmente cestas básicas na periferia da cidade. Faneco é direta e reta, não aceitando a participação de políticos, pois sabe ela, como gostam de aparecer nessas horas. Recusa a participação destes. E se ela tira fotos é mais para deixar registrado, principalmente para quem doa, onde e como são distribuídos os alimentos. Faneco nunca será candidata a nada, pois sabe, se o fizer, dará um fim para o que faz, pelo menos com a credibilidade alcançada. Já ver próprio político fazendo a distribuição, com equipe de TV e reportagem registrando, algo que não engulo, nem a forcéps.
E daí, o trabalho dessa mesma pessoa à frente da Assistência Social da cidade de Bauru. Se tirava fotos distribuindo alimentos, lembro também de algo, denunciado por uma pessoa que esteve junto da família desde o começo, ou seja, era unha e carne, depois por motivos de não ser mantida em cargos prometidos, resolveu denunciar algo mais do que escandaloso, o desvio de móveis e utensílios da Prefeitura para a igreja familiar dos Rosin. O tempo passou, o caso foi devidamente apurado e os resultados, não tão alardeados. Enfim, como ficou a denúncia? O fato é que a ex-servidora, cargo de confiança, se calou com o tempo e nada mais se fala do assunto.
Estes são temas onde a família é lembrada, quer eles queiram ou não. São públicos, foram amplamente divulgados pela mídia, mas não tiveram continuidade e precisam ser levados em conta quando quem deles participou se propagam e postulam se candidatar para cargos públicos, e se dizendo defensoras da cidade de Bauru. Escrevo isso de forma rápida, só para lembrar. Tivesse mais tempo, neste momento, alencaria muitos outros tópicos, mais do que preocupantes. Creio que, para o bauruense cravar seu voto num digno representante para essas duas assembléias, a paulista e a nacional, tudo isso precisa ser colocado no liquidificador de nossa compreensão e extraído o suco básico, antes de sacramentar o voto de quem poderá nos representar. Denúncias podem ser arquivadas, livrando pessoas de problemas maiores em sua decorrência, mas não livram do todo, quando da junção do conjunto da obra. Muito cuidado nessa hora.A ESTRATÉGIA DE SUÉLLEN ROSIN É PROMETER - CUMPRIR O PROMETIDO É ÓUTRA COISAEscrevo este texto embalado pelas maravilhosas ilustrações produzidas pela verve criativa do publicitário Fernando Redondo, através dos recursos de IA e que, tão bem retratam algo peculiar da atual situação em curso na cidade de Bauru. Tento escrever algo do que vejo, ouço e leio.
Suéllen optou por continuar no cargo de prefeita até o final de seu mandato. Ao final do mesmo, estará sem o que se denomina chamar de "foro privilegiado". Ela, em todo o seu mandato, esteve aliada, entrelaçada com entre 17 e 17 vereadores, dos 21 eleitos e estes votam cegamente tudo o que é apresentado na Câmara. Não existe discussão, pois a decisão é tomada anterioremente, bastando a estes ir lá e sacramentar a coisa. Um trabalho de equipe, onde um ou outro, ao longo do tempo, percebendo como tudo era proposto, cairam fora. Seria ótimo ouví-los num longo depoimento, dos motivos disso ter ocorrido. Entraria para os anais da história bauruense. Pois bem, ela não saiu no prazo regulamentar e se assim o fez, a primeira impressão é a de que, não quiz passar a Prefeitura para seu vice, pois pelo que se percebe, não possuia total confiança de que este continuaria na mesma pegada. Imaginem um vice assumindo e se desgarrando de tudo o que os Rosin fizeram até então- sim, ela não atua sózinha na Prefeitura e até as pedras do reino mineral sabem de como age seu pai lá no 3º andar do Palácio das Cerejeiras. Seria muito risco e isso apressaria o fim do domínio do clã na cidade. Eles, os Rosin sem nenhum mandato, estariam praticamente aniquilados na cidade, pois pelo que se prenuncia, na sucessão, quando algum outro, distante do clã, assumir a Prefeitura, eles perderão toda importância até então construída. Ela, continuando no cargo, mantém, pelo menos até o final do seu mandato, o poder na esfera municipal.
Dito isso, as ilustrações do Redondo são uma espécie de registro histórico, onde podemos ir acompanhando, com riqueza de detalhes, os últimos procedimentos da administração. São muitas pisadas na bola, uma atrás de outra. De tudo, podem reparar e constatar, até me cobrar, a maioria - diria mesmo, imensa maioria -, trata-se de PROMESSAS. Suéllen Rosin vive de promessas. São vídeos promocionais são meramente pelas publicitárias, montadas com o devido afinco para espalhar ser a alcaide uma pessoa das mais atuantes, porém, tudo são promessas. Fico com uma bem modesta, recursos pífios diante do montante de juras de estar realizando o possível e o impossível. O chafariz da praça Rui Barbosa. Ele é sintomático e clássico exemplo da promessa, com vídeo pomposo e depois tudo caindo no esquecimento. Tudo o mais é assim. No mais recente promete ser, fazer e acontecer com o rio Batalha e a questão da reserva d'água na cidade. Para mim, como se comprova com tudo o mais, conversa pra boi dormir.
O tempo urge, restando muito pouco para realização de tantas promessas. Quem olha para trás e olha pelo retrovisor, o que já foi prometido e nunca cumprido, confirma ser a alcaide muito boa de mídia, equipe eficiente, porém em nenhum destes trabalhos jornalísticos ocorre a da entrega das obras. Quando ocorre, perceba nitidamente isso, a imensa maioria oriunda de verbas públicas recebidas, a maioria do Governo Federal, que ela faz questão de omitir em sua publicidade. Eu não me iludo mais. Na verdade, nunca me iludi. Tenho aversão para com governos fundamentalistas. Quando um governante, mesmo estando num campo totalmente oposto ao do Governo central do país, resolve nada fazer para ampliar recusros, tudo por richa ideológica, já veja nestes, incapacidade administrativa. Neste caso, distanciamento é colocar a cidade em risco. Agora mesmo, quando vejo a antiga estação da Cia Paulista sendo praticamente finalizada, com a provável reabertura do tão acalentado Museu Histórico, veremos como ela divulgará o montante de verbas recebidas e propiciando a execução dessa obra.
Para mim, mero observador, muito claro, Suéllen faz um jogo para a mídia. Vive de promessas. Promete, promete, até produz algo afirmando estar com tudo em endamento, mas tudo mero trabalho no campo de hipóteses e, como se sabe, jogo para a torcida. Não adiante ninguém lá do atual staff da administração querer espernear e dizer o contrário. As provas existentes e já expostas por ela mesma, a alcaide, nos seus vídeos, deixam claro, lindas promessas, sem quase nada de concretização. A cidade vive deste acordo entre ela e os tais 17/18 dentro da Câmara de Vereadores e nada mais. O que virá depois disso, com empréstimos vultuosos, todos tornando a municipalidade altamente devedora, porém, com os recursos todos, muito pouca explicação convincente de sua efetiva e produtiva utilização. Ter muito dinheiro em caixa não é sinal de nenhuma realização, quando não existe projetos, meros estudos de viabilização. Dinheiro, como se sabe, voa. Quando diante de uma nota de cem reais nos bolsos, antes de trocá-lo, achamos ter algum consoco, mas trocou, bastou para sumir. Desaparece, assim como os zilhões sendo emprestados neste momento pela atual administração, com anuência de seus vereadores. Para mim, a ficha já caiu e faz tempo. Suéllen continuará prometendo, prometendo e prometendo. É só que sabe fazer. Não esperem nada de concreto. Talvez, lá na frente, com nova administração e nova mentalidade administrativa. Nem estes, quando assumirem poderão fazer algo, pois terão um rombo tão grande para administrar que, estarão de mãos bem atadas. Eu tenho tudo isso bem nítido quando olho para o que vejo em curso na cidade de Bauru. Estaria vendo fantasmas?
quinta-feira, 9 de abril de 2026
quarta-feira, 8 de abril de 2026
PARECE, CAPITULARAM, MAS É MELHOR FICAR SEMPRE EM ALERTA"Aconteceu o inacreditável. O Irã derrotou os EUA. Depois de uma tarde em que o Ogro Laranja cometeu todos os desatinos contra o clássico manual de estratégia, a Arte da Guerra, ele recua e anuncia o cessar fogo aceitando os 10 pontos impostos pela antiga Pérsia. Não sei como reagirá seu manipulador Netanyahu, mas o Coringa obeso se embretou em ameaças extremas e criou as condições para a sua capitulação. Com o garrote do Estreito de Ormuz na mãos, o Irã nem precisou puxar o nó. Trump, como um suicida trapalhão foi se estrangulando na sua retórica e na incapacidade militar estratégica do comando estadunidense. O garrote israelense também cumpriu sua parte e agora a aposta é se largarão a bomba do Armagedom ou se colocarão o corrupto e o pedófilo na cadeia. Não quero perder o novo julgamento de Nuremberg que espero que seja em Buenos Aires."
Celso Augusto Shröder
https://www.instagram.com/reels/DW3uAtkhkfP/
Hoje, em Brasília atores do filme "Por um Fio" estiveram em Brasília, apresentando o filme para o presidente Lula. Essa história, a do SUS é sempre muito emocionante, pois evidencia em cada relato - o do filme um deles -, este algo único, só existente no Brasil. Experimente ficar doente num país como os Estados Unidos e verás quanto gastarás. Eu conto uma história a seguir, vivenciada por mim e pela mana Helena Aquino, quando passamos uma manhã toda na UPA do geisel, em Bauru. São histórias como a do filme e como a vivenciado pessoalmente por nós, eu e mana, que mais do que emocionam, mas evieenciam o quanto precisamos valorizar o quer já existe e lutar por seu aperfeiçoamento.
terça-feira, 7 de abril de 2026
AGUARDEM UM BOCADINHO MAIS, POIS HOJE TERÃO UM TEXTÃO COMPRIDO, QUE AINDA NEM COMECEI A ESCREVER, MAS PUBLICO AINDA HOJEHoje, como sabem é Dia do Jornalista. Quero escrever algo mais depurado sobre o tema e para tanto quero envolver três pessoas, três grandes jornalistas, que gosto muito, Lúcio flávio Pinto, o criador do Jornal Pessoal, de Belém do Pará, cujas duas últimas edições da revista piauí dedica ampla matéria, assinada por João Moreira Salles. Não quis escrever antes de terminar os dois longos textos. Depois, o meu grande amigo Sérgio Fleury, do Jornal Debate, de Santa Cruz do Rio Pardo e por fim, de outro amigo, que hoje reconheço como um dos últimos jornalistas desta aldeia bauruense a praticar o jornalismo, indo na fonte, para depois produzir o texto, o intrépido e hoje aposentado Aurélio Alonso. Nem sei como irei começar, mas devo parir isso tudo antes de dormir. E, é claro, dedico tudo o que escrevo, sempre e sempre, para Mino Carta, o dono da CartaCapital, este, o cara que um dia profetizou como seria minha vida. Diante de tanto escrevinhar sobre o que via, como iria poder ainda querer pedir emprego e dar aulas pela aí, daí, como Mino, criei meu próprio emprego e sai a vender chancelas país afora, tornando-se num caixeiro viajante, até o momento de minha aposentadoria. Primeiro vou tratar dos gatos, depois sento e escrevo. Quem tiver saco que leia...
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| LÚCIO FLÁVIO, MATÉRIA NA PIAUÍ |
| SÉRGIO FLEURY, D'O DEBATE |
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| AURÉLIO EM ATUAÇÃO |
segunda-feira, 6 de abril de 2026
02. Escola particular e lá uma competição, com o filho de uma família muito abastada, plenas condições de pagar pelo valor concedido ao filho como bolsa pelo primeiro lugar num concurso. Estes, verificando a situação dos demais que postulavam à premiação, agradecem muito pelo reconhecimento dado ao filho, mas declinam da bolsa, alegando que, podem pagar pelo valor da mensalidade e que o valor seria muito melhor utilizado se concedido a outros, com dificuldade de arcar com seus custos.
03. Dentro de uma escola particular, um dos pais perde poder aquisitivo, sua firma passa por dificuldades financeiras e um grupo é montado para tentar fazer com que, sua única filha não perca o curso até sua diplomação, com recursos buscados para custear as mensalidades. Este pai, até então, era um dos mais participativos dos atos coletivos na escola. Inicialmente, mais de quinze pessoas, mas ao final do ano, somente três, persistindo até o final, quando este pai, se foi antes, doente e não presenciando a diplomação da filha.
Eu faço parte do time dos que não conseguem se manter indiferentes, muito menos quietos. Donald Tramp, é um reconhecido bufão, mas na ameaça que faz o planeta hoje, pode estar mais uma vez blefando, mas como sabemos, ele tem o poder de acionar uma boma atômica sobre o Irã, com poder ainda desconhecido e cumprindo a promessa de acabar com aquele país, diante disso, creio eu, o mundo todo já deveria ter feito algo. A coisa se prolongou demais e neste momento, talvez estejamos mesmo diante de algo irreversível para o planeta como o conhecemos. Vivemos momentos de enorme apreensão e eu, aqui do meu canto, esgrimando através das palavras, expresso a cada instante, não só a minha indignação, mas me posiciono contra tudo o que tem sido feito pelos EUA, desde que este insano assumiu o seu segundo mandato como presidente daquele país. Acreditava que, se algo viesse a ocorrer, o levante viria de dentro do próprio Estados Unidos. Não desacredito dessa hipótese, mas ela poderá vir tarde demais, pois o louco está cometendo uma insanidade na sequência de outra e em cada uma, aprofundando mais a crise de seu próprio país. Hoje, já não existe mais nenhum excrúpulo, o que vemos nas relações internacionais advindas dos EUA é pura rapinagem internacional, roubo descarado da riqueza de outros países, tudo para favorecer um só país. Eu, o que posso fazer no momento é isso que faço, escrevo, desabafo e me posiciono. Se hoje a ameaça é contra o Irão, como já o foi com a Venezuela, amanhã será com Cuba, chegando a hora do Brasil. Ninguém estará livre, enquanto este louco comandar os EUA.
domingo, 5 de abril de 2026
"Essa é para os que ainda não entenderam estarmos diante de uma guerra, mais que declarada, já no nossos calcanhares. Lula faz neste momento, o que sempre fez. Tenta conciliar, reunir pessoas, mesmo muitos nos desagradando, para assim tentar uma possível governabilidade, o que não ocorreria se fechando em copas e isolado. Ele fez ao longo de sua trajetória isso, atraiu os diferentes, os que no passado éramos ferozes adversários e até inimigos e o faz, pois prevê, sabe que, estes ajudarão o país a ter mais algum tempo, uma sobrevida, para se ver lá na frente, talvez daqui mais quatro anos, como estará a conjuntura mundial. Posso não gostar de tantos que vejo se aproximando hoje, mas sei que, não fosse Lula, neste momento e nos próximos, já estaríamos nas mãos dos piores. A guerra está mais do que declarada e os EUA de Trump quer toda a América ao seu lado. Lula resiste e com ele ficarei. Se o preço a ser pago neste momento é aceitar pessoas vistas como, até bem pouco tempo indesejáveis, eu sou obrigado a capitular e seguir, pois se até estes chegando, estarão ao nosso lado, imagino o que virá se o outro lado tomar conta de nossas vidas. Eu tenho plena consciência de estarmos diante de uma brutal e insensível guerra. É Lula que nos fará seguir altaneiros e ainda soberanos, nada mais. Divisionismo agora, só ajudará o inimigo. HENRIQUE PERAZZI DE AQUINO".






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