domingo, 8 de março de 2026


OS FEITOS NEFASTOS ONDE NOSSA "GRANDE" (sic) IMPRENSA TEM SE METIDO, CAMINHO SEM VOLTA DE DESCRÉDITO
Então, o Alexandre no celular do Vorcaro, não é o Alexandre de Moraes, ministro do STF?
"A barrigada da repórter de O Globo com as mensagens supostamente recebidas por Alexandre de Moraes, mas que não eram para ele, vai entrar uma prateleira abaixo da Escola Base (pode subir, pelo conjunto da obra da moça) no museu da 'distração' jornalística; ali já repousam a ficha falsa da Dilma (Folha), os dólares do Fidel para a campanha de Lula (Veja), "uma escolha muito difícil" (Estadão), o "testando hipóteses" (Kamel) e o boimate (Veja)."
(Luiz Carlos Azenha) repórter. Vencedor dos prêmios Herzog e Esso de telejornalismo.

ESTAMOS RODEADOS POR PIRATAS E ABUTRES...
A discussão dos últimos dias era sobre o envolvimento do ministro do STF, o que salvou o país de já estar enfronhado no lodaçal da ulktra direita, Alexandre de Moraes. Fizeram de tudo para incluir o Xandão no lodaçal do Banco Master. A jornalista bolsonarista Malu Gaspar escrever com todas as letras, que muitas ligações houveram do dono do Master, o Vorcaro para o Alexandre. Ouvi pelas ruas: "Não acredito, até o Alexandre. Vamos confiar em quem?". Eu permaneci quieto, pois ainda acredito existir neste país gente com alguma fibra, garra e disposição para combater os abutres e piratas. Não que o Xandão seja uma perfeição, mas não existe como negar o benefício trazido por ele por suas decisões.

Então, depois de tentarem desmontar o Xandão, descobre-se que as ligações que a Malu fez estandarlhaço como sendo dele, foram dirigidas para outro Alexandre. Ou seja, o Xandão nunca falou com Vorcaro. O estrago já está feito e sei, até por casos passados, permanecerão existindo ad eternum uma turba de gente só lendo que ele esteve envolvido e não dando atenção nenhuma para o desmentido. Isso também ocorreu no caso do filho do Lula. Tentou-se de tudo para incluí-lo no rol dos beneficiados pelos ladrões que lesaram os aposentados. Não acharam nada dele, mas fizeram uma soma totalmente descabida, creditando a ele ter conseguido amealhar ao longo de quatro anos, algo como 19 milhões de reais. Cagaram em cima dele, mas depois descobriu-se que, a soma não era bem essa e ele, como empresário, havia conseguido a grana que o sustenta. o estrago, novamente, já estava feito e para consertar, nada ocorre com o mesmo estardalhaço da tentativa de mais um destruição para cima do Lulinha.

A mídia massiva brasileira, Folha SP, Estadão, Globo, Record, Bandeirantes e até nosso jornal local, o JC, todos vivem péssimos momentos financeiros. Os anunciantes sumiram e todos estão magrinhos, com queda acentuada de leitores. DAí, estes todos fazemd de tudo e mais um pouco para continuar vivos. Alguns comprometem descaradamente o jornalismo, não mais atuando dentro da verdade factual dos fatos. Foram estes todos que cosntríram a Lava Jato, mas não a desmentiram com o mesmo fervor. Foram estes que destruíram e cassaram Dilma, mas nada fizeram para sua recuperação. 
Estes todos precisando de grana, se seguram em fio desencapado e se unem aos interesses do vil pessoal da Faria Lima e do Agronegócio, ganham muito bem destes, os defendem com unhas e dentes e mentem na informação.

Vivemos tempos difíceis, onde está cada vez mais difícil separar o joio do trigo. A quantidade de fake news circulando por aí é tão grande que, algumas vezes nos deixamos levar e acreditamos em algumas das mentiras. Eu não acredito em mais nada e em tudo que vem destes, vou em busca de outra opinião, espero um pouco mais, pois sem quem os paga. Jornalistas como essa Malu gaspar temos aos borbotões, todos bancados pelos piratas e abutres, os que estão fazendo de tudo e mais um pouco para entregar o país para uma ultradireita fascista e muito mais radical que o pérfido e criminoso Bolsonaro. E agem por grana. Não sabem mais como manter o seu negócio e daí, se aliaram aos piores, aos que cravam a estaca nos nossos costados. São uns despudorados, pervertidos, tudo gente de uma laia onde o interesse por ver o Brasil soberano não maisa existe. Existe o negócio lá deles que não vai bem e como sobrevida estão junto com o Master, Vorcaro, Careca do INSS, Igreja da Lagoinha ou qualquer outro que lhes cubra o rombo de suas contas. Jornalismo mesmo, não mais existe. Eu só me informo pelas redes alternativas, nunca mais confio em nada que publicam estes. E você, ainda cai no conto do vigário?

AINDA ACHO VORCARO LARANJÃO DE ALGO PIOR...
A ideia de que esse sujeito — mistura de cantor sertanejo goiano, coach motivacional, traficante de bitcoin e pastor da Lagoinha — seja o cérebro de alguma rede de cooptação da República simplesmente não convence.
A falta de categoria dos homens públicos disponíveis hoje é evidente. O nível médio já é baixo. Ainda assim, transformar Vorcaro no grande capo dessa engrenagem exige uma dose considerável de imaginação.
A figura é estrondosa demais, exibida demais, uma caricatura endinheirada. Personagens assim raramente são o centro real do poder. Servem mais para ocupar a cena enquanto outros fazem o trabalho pesado longe dos holofotes.
Por isso parece mais plausível outra hipótese: não o comandante da operação, mas alguém que circula bem, fala alto e ajuda a dar rosto a uma história que provavelmente é maior do que ele.
Um laranjão com as marcas identitárias da
barafunda em que vivemos.
Ricardo Queiroz

E QUEM SE DEIXA LEVAR POR GENTE ASSIM - SERIA UMA ACADEMIA DE MUSCULAÇÃO OU IGREJA NEOPENTECOSTAL?
Aleluia, irmão!!!
Por Papo engajado

"Essa doce e meiga figura é o empresário Fabiano Campos Zettel, casado com Natália Vorcaro, irmã do ex-banqueiro Daniel Vorcaro (o maior trambiqueiro do Brasil, pelo menos nos últimos tempos).
Zettel é pastor evangélico, líder da Igreja da Lagoinha, e foi o maior doador da campanhas eleitorais do ex-presidente Jair Bolsonaro, com R$ 3 milhões, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com R$ 2 milhões.

Eu fico imaginando uma pregação feita por um sujeito desse tipo."

ESSE TEM MUITO DE CONIVÊNCIA PARA EXPLICAR, MAS POUCOS LHE COBRAM ALGO. POR QUE O ISENTAM, POR QUE É MAIS GOSTOSÃO QUE OS DEMAIS? TUDO FOI FACILITADO NA SUA GESTÃO NO BANCO CENTRAL
Nossa mídia sempre do lado golpista.

sábado, 7 de março de 2026


DISCUSSÃO SOBRE O TEMA DA DEFESA DO PATRIMÔNIO CULTURAL NA PRÉ-CONFERÊNCIA ESTADUAL DE ARQUITETOS E URBANISTAS EM BAURU - QUAL O PAPEL DESSES PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO NAS CIDADES

Eu, na qualidade de ex-presidente do CODEPAC - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultura de Bauru fui presenciar o debate nessa manhã, na abertura da Pré-Conferência Estadual de Arquitetos e Urbanistas do CAU/SP, no salão principal da USP Bauru. Na mesa dos debates, quatro arquitetos, Karina Jorge (Presidente do Conselho de Patrimônio de Botucatu), Rodrigo Michelin (Secretário Habitação e Urbanismo de Botucatu), Juliana Cavalini (Presidente Codepac Bauru) e Adalberto Retto Junior (professor FAAC/Unesp e membro do Conselho Estadual Defesa Patrimônio Histórico).

Cada um fez uma fala sobre o tema e na condensação do ouvido, extraio o que mais me interessou. O patrimônio histórico faz parte da Cultura contemporânea e a questão não é mais simplesmente tombar imóveis. Como intergir com as administrações municipais, conscientizado das benesses pelo tombamento. Difícil. A alternância de poder nessas administrações, ajuda e atrapalha. Cito o caso de Bauru, onde ouço pela voz da atual presidente do Codepac, ter ouvido que "se fazia necessário tirar a importância do Conselho". Quem age assim, quer calar a voz do Conselho e assim, poder manipular o setor, sem interferências. Um horror. Situação bem diferente da dita pela presidente do Conselho de Botucatu: "Tivemos sequência de gestões felizes".

Muitas abordagens foram discutidas dentro do tema. Me prendo nas pressões variadas, sempre gravitando quando o interesse privado se sobressai ao público. A maioria dos administradores não possuem entendimento do que venha a ser de fato os benefícios de tombamentos e fazem a defesa da especulação imobiliária, essa aliada a algo que, pelo entendimento deles gera progresso (sic). Me fixo no caso de Bauru, onde já tivemos destombamentos e pressões variadas para que outros ocorram - pelo que tomo conhecimento, continuam ocorrendo. A própria composição do Conselho bauruense sempre favoreceu e foi decidida pelo poder público, o que dificulta uma discussão mais séria.

No meu tempo - oito anos - dentro do Codepac, sofremos pressões de várias maneiras, pois não conseguimos tombar a Casa da Eny e ouvi da herdeira da casa Luzitana algo do seguinte teor: "Adoro ver a preservação como se dá na Europa, mas não me venha falar nisso no meu imóvel". Sempre foi difícil discutir nessas condições. Hoje, a atual alcaide municipal derrubou o chafariz da praça Rui Barbosa, deixa a Estação da NOB permanecer interditada, não faz nada pela desapropriação da Casa dos Pioneiros e no mais recente ato, está negociando a venda da área do Aeroclube para favorecer a especulação imobiliária na cidade. Se em Botucatu, tiveram "gestões felizes", em Bauru não é possível o diálogo. Não existe abertura neste sentido.

Com quatro secretárias municipais com representantes no Codepac e outros setores ainda sem participação, as votações favorecem sempre o que é imposto pela vontade e direcionamento do setor público. Esse braço forte da Prefeitura é péssimo, pois segue no mesmo caminho da época quando Bolsonaro era o presidente da República e o dono da Havan lhe pede - ele atendendo -, para que destombasse um imóvel, segundo ele, atrapalhando seus interesses pessoais. Dialogar com fundamentalistas é praticamente impossível e o mesmo afirmo com políticos de ultradireita, ao estilo Bolsonaro, Tarcísio, Milei, Trump, etc, pois os interesses são sempre outros.

Creio que, quando se fala neste momento, na ampliação da discussão do papel dos arquitetos, urbanistas e historiadores no setor, tudo esbarra no ainda reduzido e arcaico entendimento por administradores públicos, inclusive impedindo ampliação de discussões. Quando ocorrem discussões, por exemplo, entre vereadores, muito raro convidarem arquitetos ou entendidos do assunto. Decidem entre eles. Se o país retroagir, pode esquecer, pois o setor não será somente esvaziado, nem mais existindo. Discuto sobre avanços e retrocessos, porém, levo em consideração estarmos todos diante da continuidade ou não de um sistema realmente respeitando ditames democráticos. Se acham que exagero, experimentem perguntar para alguém como Bolsonaro ou mesmo Milei, o que acham do tema. Conselhos de Defesa do Patrimônio Histórico só existem e são ativos em regimes democráticos, nunca quando a direita no poder. Não me iludo.

DAS ESQUINAS E CALÇADAS BAURUENSES
Caminho todos os dias pela manhã nas cercanias de casa e como não poderia deixar de ser, algumas vezes me espanto com o que vou me deparando pelas calçadas, na maioria das vezes depositadas ali como lixo, para serem vistos, vasculhados e se possível, recolhidos. Confesso, recolho algo quando me interessa.

Na manhã deste sábado, na avenida Octávio Pinheiro Brisola, altura do Aeroclube, defronte onde antes foi algo da Cherry Fotos, um monte de revistas e fotos - muitas interessantes, porém não as levei. Do monte de revistas, uma me chamou a atenção e a trago, voltando lendo pelas ruas, tropeçando nos desníveis das calçadas.

Trata-se da revista JOSÉ, edição nº 1, julho de 1976, com o slogan "Literatura, Crítica & Arte". Essa é raridade e além da preciosidade em si, deve valer uns bons trocados. Vou guardá-la, pois representa um fértil período do mercado editorial, ainda de ditadura militar e o surgimento possível de revistas com textos literários.

Compartilho o editorial, escrito por Gastão de Hollanda: "JOSÉ é uma revista criada num momento especial das letras brasileiras, em que várias outras revistas de qualidade procuram dar testemunho de um trabalho intelectual intenso e por vezes insólito. Alguma coisa mudou na área de qualidade da produção intelectual, ou mudamos nós, enquanto leitores? Existe uma crise? Os periódicos têm uma personalidade que é a soma das personalidades de seus colaboradores. Têm uma linguagem, uma semântica, mobilizadas em torno de afinidades, enquanto que, como espelho, refletem o circundante e dele procuram fixar ou interpretar a imagem. JOSÉ cumpre, com o primeiro número, uma etapa de sua proposta: a procura de uma fisionomia. (...) Depois de lançada nas bancas e livrarias: - a expectativa de receptividade pelo público, constatação de uma faixa de leitores, de assinantes, traduzida por pessoas que se identificam com um certo modo JOSÉ, de julgar, ler, escrever ou perguntar, repetida e compulsivamente, como no célebre poema do mesmo nome".

Enfim, encantado com a preciosidade deixada como lixo na calçada. Hoje, domingo pela manhã, nos preparativos para iniciar minha matinal caminhada, passarei novamente pela frente do mesmo local onde encontrei JOSÉ. Encontrarei algo novo? Como recolhedor de objetos interessantes pelas calçadas da vida, já degustei a famosa revista e agora, carrego um embornal, próprio para transportar para dentro de casa, objetos deixados no lixo pelas calçadas da vida.

sexta-feira, 6 de março de 2026


QUERO DORMIR*

* Ultimamente eu chego em casa em petição de miséria, cansado pra dedéu e a escrevinhação fica sempre pra depois, o dia seguinte. Mas, mesmo com algum atraso, acaba acontecendo. Enfim, escrevinho por aqui desde 2007, pelo menos um post diário. Tenho falhado muito pouco e, enquanto tiver forças e a mente ajudar, continuarei a fazê-lo, sempre do meu modo e jeito. É meu jeito de contribuir para um mundo melhor. Cada um com as armas que possuem em mãos. A minha é a caneta.

E assim, quando não escrevi e produzi algo a contento, me reservo em compartilhar escritos e posts de outros, sempre na mesma pegada.

DE BAURU, DUAS PLAQUINHA NA MESMA QUADRA, UMA BEM DIFERENTE DA OUTRA
Duas plaquinhas na mesma quadra da rua José Ferreira Marques, quadra 10, vila Cidade Universitária, onde seis gatinhos são alimentados por alguns moradores, em potinhos postados nas calçadas. No primeiro, junto dos gatos comendo, a informação da legalidade de alimetar gatos em situação de comunidade e noutro, logo abaixo, instigando a deixá-los em situação de fome, tudo porque a tal da Vigilância Sanitária passa regularmente por lá - não se sabe quando. Eu, que ajudo na alimentação dos bichanos, sigo tratando-os, diariamente, junto de outros (as), amantes desses adoráveis bichinhos de rua.

"A Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), em seu artigo 32, protege esses animais ao tipificar como crime os maus-tratos a animais, independentemente de serem domiciliados ou não.

Isso significa que os animais comunitários gozam da mesma proteção jurídica conferida aos animais sem tutor identificado. Além disso, diversas decisões judiciais e legislações locais têm reconhecido o direito à vida e à dignidade desses animais, bem como o papel das pessoas ou grupos que voluntariamente cuidam deles.
O Poder Público, inclusive, pode ser responsabilizado por omissão na implementação de políticas públicas voltadas à proteção e bem-estar desses animais, considerando o que determina o artigo 225 da Constituição Federal, que impõe o dever do Estado em defender e preservar o meio ambiente, inclusive protegendo a fauna.
Em resumo, animais comunitários são uma categoria jurídica reconhecida e protegida, cuja principal característica é a relação de cuidado compartilhado entre o animal e a coletividade, sem vínculo de propriedade formal, mas com respaldo legal e ético.
Retirar o animal sem justificativa pode ser considerado maus-tratos, conforme o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), especialmente se: O animal for retirado de forma agressiva ou traumática; For deixado em local inadequado ou sem cuidados; For privado dos vínculos afetivos e dos cuidados recebidos pela comunidade.
4. QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE DE ANIMAL FERAL, ANIMAL SILVESTRE, ANIMAL
SELVAGEM, ANIMAL DOMÉSTICO?
Por fim, os Animais Comunitários são: animais domésticos geralmente cão ou gato) que vive em espaço público, mas é cuidado por uma comunidade (moradores, comerciantes, zeladores etc.). Exemplos: Cachorro que vive em uma praça e recebe comida de várias pessoas; Gato que mora em um condomínio ou garagem", FLÁVIA A . FRANZÓI

"Me poupe da vigilância sanitária passar no local pra fiscalizar rsrsrs...nem os terrenos com acumulo de mato e água de chuva ela não fiscaliza quem dirá água e comida para animais comunitários. É coisa de vizinhança ranzinza que é incapaz de dar um copo d'água pra quem tem sede e fica se metendo , querendo danar os animais...", REGINA CÉLIA FURLANETTO

"VIGILANCIA SANITARIA??????? Isso não é caso de vigilância sanitária e sim de Protecao Animal! Onde anda, quem são os responsáveis pelo Centro de Controle de Zoonoses? Quem cuida da Protecao Animal?? Que absurdo tudo isso? Cadê os Médicos Veterinários dessa prefeitura inoperante( pra não falar outra coisa)! Estou indignada!!!!!", SILVIA CAMPOS 

"A vigilância sanitária nao fiscalização nem os porcos que são criados livremente nas ruas do centro e se alimentam de lixo. Parabéns a quem alimenta esses seres inocentes. Eles são mais agradecidos que muitos humanos", NILZA APARECIDA GODOY BUENO

"Pois continue a alimentar esses inocentes dependentes de pessoas sadias, conscientes de sua missão na terra. Isso é coisa de vizinho neonazistas e consequentente narcísico, que odeia tudo o que não é seu reflexo. Cuidado para não darem veneno para os gatos, pois aqui em Bauru é costume envenenar animais de rua. Nós que amamos os animais e o meio ambiente vivemos em constante luta, pois nossa cidade não é para amadores", WALKIRIA DE JESUS RODRIGUES

"Se a vigilância sanitária passa ali regularmente pq nao recolhe os animais e leva para um abrigo ou adoção. Pq se fosse um vendedor ambulante eles pegariam a mercadoria da pessoa e levaria embora ou destruiria no local", ELAINE SANTOS

BAURU NAS PARADAS DE SUCESSO, por Ralinho Manaia, nosso baterista de plantão

quinta-feira, 5 de março de 2026


MUNDO EM GUERRA, "A GENTE FAZ FESTA MAS TÁ PUTO DA VIDA" (LEMA DO TOMATE), SERVE PARA ESTAR NAS RUAS REVERENCIANDO DENISE AMARAL, COMEMORANDO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, NA FEIRA NOTURNA DO PARQUE VITÓRIA RÉGIA
Que o mundo está adentrando uma fase das mais perigosas e deixando, o tresloucado e já mais que demente Donald Trump, acabará inevitavelmente levando, ou inserindo todos nós, dia mais dia, no tormento de uma guerra mundial. Todos estamos mais do que precocupados, mesmo o presidente Lula, fazendo de tudo e mais um pouco para nos manter fora dessa, hoje com o Brasil sendo considerado um dos países mais seguros do planeta.

E, como não poderia deixar de ser, a vida continua e na noite desta quarta, 04/03, ocorre a apresentação da cantante bauruense Denise Amaral, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher - que ocorrerá dia 8/março -, no vão central do Parque Vitória Régia, onde toda quarta à noite ocorre uma concorrida feira, das 17 às 22h. Tudo conspirava a favor, o dia estava quente, clima agradável, nem pensar em chuva, casa cheia, transbordando de gente e no palco nossa maior Cantante. Só podia dar tudo certo.

Até a alcaide, a incomPrefeita Suéllen Rosin, quiz tirar uma casquinha e foi levada ao microfone pelo pessoal comissionado da SMC - Secretaria de Cultura de Bauru. A apresentadora (sic) até pediu uma salva de palmas para ela, mas a resposta foi tão pífia, podendo até gerar uma vaia na sequência, fazendo com que ela logo batesse em retirada, para a felicidade geral dos presentes. Suéllen e sua mãe, ambas candidatas a deputadas, federal e estadual, passarão pos testes como estes e o dessa noite já serviu para medir a quantas anda a popularidade da família.

Depois dessa intempestiva passagem, a feira fervendo por todos os poros, nada como se achegar mais perto e ouvir Denise, junto do teclado de Paulo Maia, percussão do Alemão e a gaita do Coletta, numa memorável noite. Nas rodas de conversa, o assunt ocomo não poderia deixar de ser era a provocação de guerra de Trump para com o Irã, a bola da vez, depois da Venezuela. De tudo, filtro que, a sapiência humana diz que, se o louco não for contido a tempo, o planeta num todo fenecerá e não haverá quem não fique apreensivo com o que possa acontecer daqui pra frente, mesmo o Brasil estando distante do palco dos acontecimentos.

Ouvir Denise e rever pessoas queridas, papos que foram se estabelecendo por todos os lados, é sempre salutar, até para recarregar as baterias para tudo o mais que se apresenta pela frente. E, homenagear a luta incessante das mulheres, não só neste dia que se aproxima, como em todos os demais. Abordar, entender e estar angajado nessa luta, para e com elas é salutar em todos os sentidos e meios. Enfim, noite mais que memorável. Denise tinha hora marcada para encerrar a cantoria, mas as conversas se prolongaram ainda por muito tempo, enfim, todas e todos estamos mais do que necessitando de momentos como o ali proporcionado, até para juntos pensarmos em como tocar adiante este barco, pra bem além dessa bestial guerra proporcionada por quem só pensa como vil metal como fonte de suas vidas.

Assista duas gravações feitas por este HPA durante a cantoria de Denise Amaral:

APROVEITANDO A BELA NOITE NA FEIRA NOTURNA NO PARQUE VITÓRIA RÉGIA...
Ontem quarta, 04/03, mais um dia de feira noturna no Vitória Régia. Creio eu e boto a mão no fogo quando afirmo, ser este o único ponto positivo dessa pífia e negacionista administração municipal, a da fundamentalista incomPrefeita Suéllen Rosin à frente de mais um mandato em Bauru. E afirmo também que, não existiu planejamento para tanto, mas obra do acaso. A feira foi criada e acabou, por uma sucessão de fatores dando muito certo. Parabéns para quem segue fazendo de tudo e mais um pouco para que a mesma não se transforme num BALCÃO DE NEGÓCIOS - mais um -, dentro do contexto atual.

Explico. Fui procurado por feirantes bauruenses, muitos deles estabelecidos há muito tempo, não só nessa feira, como em tantas outras, com uma séria reclamação, a de que VEREADORES estariam impondo a colocação, aproximadamente, quinze novas barracas com feirantes e produtos diversos. A alegação é por se tratar de pequenos agricultores, com produtos salutares para ali estar. Estes, pelo que se vê, não levam em consideração a feira já estar inflada, sem espaço físico para novos participantes. Pelo que se ouve, os tais vereadores estão dando o seu jeito, ou seja, demonstração de força e irracionalismo, não só no tal jeitinho brasileiro, mas atuando com medidas de força e poder. Sabe aquilo do "deixa comigo, você estará lá", pois bem, isso quando exercido sem critérios, pode levar a, não só inchaço, mas tensões desnecessárias.

Levo o assunto e o torno público, pois procurado, me pediram anonimato. Alegam até que está sendo imposto uma transferência neste momento, da feiras de uma secretaria para outra, tudo para ficilitar estes trêmites de facilitação de inchaço. Isso, por si só é algo mais que abominável, bem com a cara de uma administração agindo sem critérios mínimos. O feirante, essa a certeza, deveriam ser os primeiros a serem ouvidos. Além das normas mínimas para o setor, uma Associação destes deve estar presente em todas as decisões e com poder de veto, quando tudo toma rumos intoleráveis. Quando falta o diálogo, estes sem conseguir ser ouvidos, buscam ajuda em outrens, que possam fazer a denúncia das irregularidades em curso. Enfim, tem vereador que acha pode tudo...

REPERCUSSÃO DIANTE TEXTO SOBRE PROBLEMAS NAS FEIRAS BAURUENSES
1.) "Amigo, primeiro parabéns e gratidão pelas palavras aos nossos feirantes, essa Feira foi criada graças a UNIÃO de Secretarias, SAGRA/SEMMA/ OBRAS/SEMEL/CULTURA/ DAE/EMDURB na gestão Gazzeta, esse local que até então era frequentado por dependentes químicos, escuro, abandonado, com a anuência do Secretário de Obras Sidney nos autorizando para ocupar o espaço, reunimos feirantes das feiras noturnas, com diálogo e ouvindo sugestões pra realizarmos a maior delas levando ambiente saudável para feirantes e famílias, desafio enorme, uma vez que tínhamos problemas com energia elétrica, sujeiras, furtos e quebradeiras que os nóias faziam, mas abrimos espaço de comercialização para feirantes, produtores da Agricultura Familiar, para cultura, brinquedos para crianças, tanto que trouxemos inúmeros artistas e até uma peça de teatro, 12 atores com patrocínio da USP, realmente pelo tamanho do espaço definimos uma metragem que daria para comportar algumas dezenas de feirantes, inauguramos com a presença do CLUBE DA VIOLA, o sucesso foi imediato com mais de 3.000 pessoas na inauguração, rádio, tv, jornal, e " mérito total e graças ao trabalho sério dos feirantes ", que merecem todo respeito.
Em 2 meses um programa da Globo em horário nobre reconheceu ao vivo com as palavras, "é muito mais que uma simples feira, é um EVENTO", fruto do trabalho conseguimos um recurso de 300 mil para projeto de melhorar o piso e " pedi que no projeto estivessem fiações no sub solo ", mas com troca de Secretários e por um ciúme bobo de um "desorientado" que colocaram na Sagra fui inclusive retirado da Secretaria, pois bem, nessa gestão iniciou as obras e no seu término, pra minha surpresa, a primeira iniciativa da Prefeita e alguns Vereadores foi proibir a volta dos feirantes alegando, acreditem, que IRIAM SUJAR O SOLO, claro que fui a um programa de rádio ao vivo e protestamos pelo tamanho do absurdo e covardia com quem revitalizou o espaco com trabalho sério e dedicado, tiveram que recuar retornando os feirantes... PORÉM, por uma vingança absurda, coisa infantil, a Prefeita manda tratores derrubarem os banheiros masculino e feminino, ou seja...o fato dela agora usar o espaço dos feirantes para pagar seus votos aos Vereadores não me surpreende, é uma gestão comprometida com todos ao seu redor, nunca com quem paga impostos ou trabalha pra sustentar a máquina, o que me preocupa é reprimir, perseguir e prejudicar feirantes por reivindicações justas em seus locais de trabalho, acredite a atual Secretária da Sagra chegou a blasfêmiar em uma reunião, " VOCÊS DEVERIAM AGRADECER POR TER UM LOCAL PRA TRABALHAR ", mal sabe a "esperta" que a feira tem 100 anos de vida, 4 gerações, tradição de ABSOLUTO MAIOR EVENTO CULTURAL DA CIDADE, e que colocam 250 mil pessoas mês em suas 40 e poucas feiras...pedirem DIÁLOGO acho que é o minimo de respeito que merecem...agora, amigo, se esse é o maior feito dessa gestão, te garanto, NÃO TEM NENHUM, pois não tem nenhum DNA...MUITO PELO CONTRÁRIO", RAFAEL SANTANA DE LIMA

2.) "Amigo essa secretária da Sagra tá totalmente desconectada com as demandas dos feirantes, negócio dela é somente ver peão montado em cima de boi... Assino embaixo irmão, botaram AGRO NEGÓCIO pra cuidar da Agricultura Familiar só poderia dar merda", ORLANDO ANDRÉ GASPARINI.

 
3.) "Acabei de ler sua publicação sobre as feiras e, realmente tem acontecido muito disso...os vereadores, especialmente os da situação sempre querem dar o "jeitinho" de encaixar mais um ou outro na feira (principalmente nessa do Parque Vitória Régia). Vale o comentário de que, lá na Secretaria de Agricultura, quem é o campeão desses "jeitinhos" é o senhor Marcelo Afonso, que tem dois lambe botas dele lá dentro: o coordenador de politicas publicas e um dos assessores da pasta é de indicação politica dele e que quase nada fazem além de ir atrás do trabalho que já está sendo feito para tirar fotos e mandar ao senhor vereador em questão para apresentar na tribuna e ajudar a limpar a imagem bem desgastada da Secretaria Simone. A feira é um sucesso mesmo, mas nos bastidores há uma guerra de egos entre a Simone (Secretária da SAGRA) e o Jurandir (Secretário de Desenvolvimento Econômico), embora ambos neguem até a morte a existência dessa rivalidade! O mais triste de tudo isso é que, quem perde são os feirantes! Desculpe mais um desabafo, mas é que o lado de dentro é muito sujo! E por favor, me mantenho anônimo", desabado enviado a mim após a postagem de meu texto na manhã de hoje.

quarta-feira, 4 de março de 2026


DOIS VEREADORES DE BAURU: EU ASSISTI A ENTREVISTA DOS DOIS E FOI COMO TOMAR UM SOCO NA CARA
Tem me aparecido muito por aqui pelas andanças no meu Facebook, duas entrevistas realizadas no site Além dos Outdoors - que, por coincidência, já fui entrevistado e, confesso, gostei muito. O cara, meu broder, é de Mineiros do Tietê e se deu bem nesse negócio de conseguir patrocínio para dar continuidade nisso que, conquistou e deu certo, ir entrevistando pessoas.

Nessas duas últimas, dois vereasdores da situação, ou seja, do time que vota cegamente com a alcaide, a dita por mim como IncomPrefeita Suéllen Rosin. Não quero declinar o nome dos entrevistados, pois é besteira fazê-lo, afinal, dos 21 vereadores atuais, entre 17 e 18 estão afinadíssimos com a alcaide e votam tudo o que lhes é impingindo. E se estes são todos iguais, tanto faz declinar o nome, pois na linha de ação e pensamento destes, só existe o tal do votar seguindo o que foi imposto, nada mais.

E o bonito das entrevistas foi ficar perdendo meu tempo em observar como ambos tentavam se dizer diferentes, que votavam as proposituras, não por interesse da alcaide, mas por não sei lá o que. Independentes não o são, são é cabresto puro, retinto, fiéis até a medula ao algo que ainda não entendemos bem o que venha a ser. As desculpas que dão para agirem como agem são as mais esfarradas possíveis. Tecem loas na pífia argumentação, dando voltas, devaneios dos que pensam estar a engambelar os do lado de cá. E por fim, declinam sobre usas histórias, todas doídas, de quem sairam lá de baixo, souberam construir algo sólido e agem pelo bem de Bauru.

Tocante. São entrevistas para serem guardadas, pois são históricas e muito bem representativas do momento atual vivido, não só pela edilidade bauruense, como a imensa maioria da classe política advinda do esgoto bolsonarista. A linha de pensamento de ambos é a mesma. Sem tirar nem por. Assisti atentamente, inclusive prestando muito a atenção nas caras e bocas, ainda mais quando ressaltavam na importância que dão, para demonstrar para seus eleitorados, do grau de independência que possuem. É de cair o queixo. Saúdo meu colega entrevistador, pois os pegou num momento crucial, revelador e auspicioso, quando Bauru está entregue as traças, sendo devorada pela boçalidade e os nela inseridos, se achando os revolucionários a transformar essa cidade. Não consigo entender como tem gente que, após ouvir e ver o que vi, ainda consegue votar em políticos dessa natureza.

Para mim, o Brasil passou - e ainda passa - por uma lavagem cerebral sem precedentes e tudo está de pernas para o ar. É demais da conta presenciar o discursinho "cerca lourenço" produzido por estes e achar que tudo está normal. Evidentemente, estamos caminhando a passos largos para um caminho sem volta, onde Bauru será levada para o fundo do poço - se é que já não está -, caminho de dificílima volta. A desfaçatez está impregnada no discurso da maioria dos nossos representantes e ainda querem alçar vôos mais altos, se elegerem a outros mandatos. Ou seja, Bauru está num mato e sem cachorro.

APOSENTADORIA DE JESUS E O TRISTE FIM DO PROJETO "FERROVIA PARA TODOS", ABANDONADO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
Foto de evento na SMC - Secretaria Municipal Cultura
Quem não tem saudade da Maria Fumaça circulando pela linha férrea de Bauru que alevante a mão? Isso, infelizmente, faz parte do passado, pois há mais de dez anos ela não mais circula pela malha férrea de Bauru. Antes, capitaneada pelo brilhante projeto idealizado na administração Nilson Costa, sob as hostes de Sérgio Losnak & Cia, foi colocado nos trilhos a composição da Maria Fumaça. Dela, muita saudade. Hoje tudo está esquecido e juntando teia de aranha dentro das instalações - nada seguras - do Museu Ferroviário Regional de Bauru - MFRB.

Além de toda tristeza contida nessa triste realidade, nessa semana se deu a aposentadoria de um dos últimos servidores atuante do antigo projeto, o José Jesus Dias, ou simplesmente JESUS, que com mais de 30 anos de lida, com seus desligamento, todos muito alegres pela sua conquista pessoal e muito tristes - como ele deve estar -, vendo que aquilo tudo onde esteve envolvido uma vida inteira hoje adormece esquecida e desvalorizada pela atual e últimas administrações municipais. Jesus fez parte de um timaço de gente que botou a Maria Fumaça pra rodar na cidade, gente como os aqui já citados e Orlando Alves, Geraldo Pires - eterno maquinista -, Alex SAnchez e os dois inesquecíveis marceneiros, o Luiz - já aposentado - e Jesus. Tivemos outros abnegados colaboradores, todos valorosos enquanto tudo perdurou. Hoje, a triste notícia é a de que, peças da Maria Fumaça foram retiradas e guardadas, para não serem roubadas. Nenhum movimento dessa administração para tentar devolver o funcionamento do projeto e da circulação dessa composição. Preferiram virar as costas e com a despedida de Jesus, da velha guarda, agora só resta Alex Sanchez por lá.

Este assunto sempre gerou muita emoção no querido Jesus. Ele nunca se conformou com o fim do Ferrovia pra Todos e da circulação da Maria Fumaça. MAis triste ainda ficou com o fim dado pelo Museu ferroviário à sua oficina de Marcenaria, que muitos serviços prestou para a SMC - Secretaria Municipal de Cultura. Hoje, cabe a gente de fora da Cultura Municipal instigar, cobrar e denunciar o abandono e cobrar posicionamentos, pois quem está por lá, ou está conivente com o fim ou estão impedidos de se pronunciarem. Ou seja, descalabro total e absoluto. Jesus empreendeu enquanto lá este a boa luta, um exemplar servidor, sempre pronto para contribuir e dar o melhor de si, mas quando a vontade não ocorre advinda de seus superiores, foi obrigado a ficar de mãos atadas. Com Jesus se vai mais um sonho, uma esperança de manutenção de um equipe técina, preparada para tocar um projeto que, enquanto esteve funcionamento, foi uma espécie de "Jóia da SMC". 

Este texto é uma ODE para Jesus e tudo o que representou, dentro de sua simplicidade e honestidade profisiional, também um toque, mais do que necessário, para ver se quem ainda pode fazer algo, crie vergonha na cara e faça antes que tudo se perca definitivamente.
Luiz (aposentado), Jesus (aposentado), Alex (último nos moicanos) e Geraldão (falecido) e o fim do FERROVIA PARA TODOS.

HOMENAGEM: QUEM NÃO GOSTA?
"Esse cara é assim:doidinho, ingênuo, atrapalhado, coração de menino! HPA nós amamos vc!", ROSE MARIA BARRENHA

segunda-feira, 2 de março de 2026


REFLEXÃO NA MANHÃ DE SEGUNDA
Hoje eu não queria sair de casa. E eu tenho o que fazer fora de casa? Sempre tenho, mas posso muito bem adiar para outro dia o pretendido fazer hoje. Olho para fora de minha janela e o dia está lindo. Nenhuma nunvem no céu. Depois de seguidos dias chuvosos, hoje nem pensar. Não deve chover, nem ventar forte. Dia excelente para caminhadas, mas algo me prende e sugestiona para não querer levantar a bunda da cadeira, onde escrevo e leio. Que lugar maravilhoso, diria mesmo, privilégio para poucos poder flanar num dia como este. Consegui me aposentar e agora, diante de tudo o que ainda posso vir a querer fazer, escolho, faço já ou deixo para depois. Escolho ficar e o que não fazia antes faço agora, deixo para depois. Amanhã nos falamos.

UMA POESIA PARA ESTE HPA DEIXADA LÁ EM SEU MAFUÁ
Eu deixo a coisa passar, mas não esqueço e tenho que deixar aqui registrado. Neste Carnaval, quem pousou lá pelos lados do Mafuá, a minha quitinete cheia de livros e discos foi a dupla Nel Marques e Catia Machado. Eles foram quem botaram pra jambrar e fizeram a letra da marchinha do bloco do Tomate deste ano. O Nel gosta de ficar me afirmando que a letra é mais dela que dele. Sim, acredito que assim tenha ocorrido, mas vejo que na junção destes dois, sempre sai coisa boa e sendo cantada, reverenciada pela aí. Desta feita, só mais uma delas.

Então, daí dei pouco para o Nel, que ficou uns dias enfurnado lá no meio daquele perdição livresca e ouvindo sons a maravilhar nossos ouvidos. Levou consigo a Catia e ela, quando se foi, o que muito me contentou, deixou algo para mim, um presente. Encontro dentro de uma cesta, escrita de pruro improviso uma poesia endereçada a este mafuento HPA. Um luxo só. Eu já deveria ter agradecido isso aqui há algum tempo e se demorei é porque fui assimilando o presente aos poucos. Hoje, ao reler o que foi ali me deixando, caiu a ficha e vi que não poderia deixar a coisa passar batida.

Tenham certeza os dois, meus queridos hóspedes por alguns poucos dias, que a poesia será devidamente guardada e se possível, enquadrada e emoldurada. Eu fico mais do que contente pelo reconhecimento. Enquanto alguns me achincalham pela aí, ver o reconhecimento de outro, além da grata surpresa, a constatação de que, ando pelo caminho certo. Enfim, o "Perazzi das peraltices" continua pela aí e aprontando das suas. Ou seja, quero exatamente isso na vida, fazer de tudo e mais um pouco para "deixar um mundo melhor" para quem vier depois de mim.

É ISSO, O RESTO É CONVERSA PRA BOI DORMIR
"Durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Juiz de Fora (MG), a prefeita da cidade afirmou que é grata por ter o atual chefe do Executivo na Presidência. 

A declaração foi feita em meio à agenda relacionada às áreas atingidas pelas fortes chuvas na região.

Na ocasião, Lula conversou com moradores afetados e declarou que as famílias que perderam suas casas receberão novas moradias. 

A visita integrou ações de acompanhamento e apoio federal aos municípios impactados.

A fala da prefeita repercutiu nas redes sociais e gerou debates entre apoiadores e críticos do governo", do site Motivos para Compartilhar com Ricardo Alvarez.

O QUE FAZER PARA MUNDO ALCANÇAR A PAZ?
Seria justo matar Trump e Netanyahu?
Donald Trump e Benjamin Netanyahu são dois expoentes da extrema direita. Controlam arsenais nucleares e exércitos poderosos. Juntos mataram mais de 70 mil palestinos em Gaza recentemente, a maioria mulheres e crianças. Agora estão repetindo crimes de guerra ao bombardear o Irã. Mataram o líder supremo do país, Ali Khamenei e provavelmente o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad (informação ainda não confirmada). E se o Irã responder na mesma moeda e matar os dois genocidas, como o mundo reagiria? Se eles podem, por que outros países não podem?

A pergunta é cruel, mas válida do ponto de vista político e jurídico. A verdade é que Trump precisa ser parado. Em pouco mais de um ano de governo ele acumula diversos crimes, incluindo o bombardeio à Venezuela e o sequestro de Nicolas Maduro e Clicia Flores. Nessa operação mais de 100 militares foram mortos. Trump aperta o cerco a Cuba ampliando o bloqueio econômico que já dura mais de 60 anos, levando milhões de pessoas a uma situação de extrema vulnerabilidade.

Por trás do discurso de impedir o programa nuclear iraniano está a tentativa de ampliar a influência de Israel na região, controlando áreas estratégicas do ponto de vista militar, energético e comercial. A Venezuela tem a maior reserva mundial de petróleo e o Irã a terceira maior. Ambos fornecem petróleo à China, rival imperialista dos EUA. A economia dos EUA está sendo suplantada pela chinesa em diversas atividades essenciais e Trump está tentando virar esse jogo. Essa é outra das razões do ataque à Venezuela e agora ao Irã.

O fato é que as ações de Trump abalam a geopolítica mundial e escalam a violência num grau poucas vezes visto na história. Os EUA agora criticam o Irã por responder e atacar suas bases militares no Oriente Médio. O que eles esperavam? Que o Irã assistisse passivo aos ataques e bombardeios? 
É tanta hipocrisia que fica difícil acreditar. Lembrando que os EUA tem pelo menos 128 bases militares espalhadas por mais de 50 países. Trump não vai parar, precisa ser parado. Esse é o nosso desafio dos povos de todo o mundo.

O MUNDO SERIA MUITO MELHOR SEM ESTES DOIS

  

RECADO DO HPA (39)
Ouço a macabra história e já quero passá-la adiante. O faço à minha maneira.

domingo, 1 de março de 2026


A IMINENTE GUERRA SE APROXIMANDO - E QUAL O MEU PAPEL? ONDE ME ENCONTRO E O QUE AINDA POSSO FAZER
Quando malucos, despirocados estão na liderança, no caso específico, de uma nação, ainda mais ela sendo liderança mundial, quem padece é tudo o mais. Gente com a cabeça já fora da casinha, se achando dono de tudo e ser impondo pela força é algo abominável. Vivemos hoje algo com essa concepção e quem padece é o mundo todo, pois pela continuidade de seus tresloucados atos, o planeta onde todos vivemos está prestes a ingressar numa nova guerra mundia, a Terceira e provavelmente com contornos cada vez mais imprevisíveis. 

Evidentemente, este líder é Donald Trump, o atual presidente norte-americano, hoje se intitulando dono do planeta e promovendo a cada dia, algo com intuito bem específico, o de benefiar o seu país, os Estados Unidos da América. Trump foi eleito num momento crucial para seu país, até então o todo poderoso do planeta, porém, a China já o ultrapassou no quesito poderio econômico. A jogada norte-americana é bem clara. Elegendo Trump, lá estará alguém, investido de todo poder para, fazer o que estiver ao seu alcance para resolver o problema, fazendo o que tem que ser feito para que voltem a ter o domínio mundial, não só o bélico, mas também o econômico. E daí, roubam descaradamente tudo o que podem, país por país, amealhando para si, sem contestação. São os piratas do século XXI. Estão aí para roubar, sacanear e espoliar quem se colocar no caminho da subserviência.

Agindo assim, a maioria aceita pacificamente, pois sem condições de reagir, melhor se aliar e padecer de perseguições. Cuba sofre retaliações e o país padece de um bloqueio econômico, desde que, em 1959, promoveu uma libertadora revolução. A Venezuela não provocava os EUA. Ela simplesmente queria sobreviver diante de outro bloqueio, tão criminoso quanto o impingido à Cuba. Como possui a maior reserva de petróleo do planeta hoje, teve seu presidente sequestrado. O que aconteceu com o Irã dias atrás não foi um mero assassinato de um prepopente, arbitrário e intolerante aiatolá muçulmano. Os EUA apoiam toda e qualquer ditadura, desde que essa esteje vergada aos seus interesses. Chavez, depois Maduro nã ose vergaram e o país teve seu presidente sequestrado. Trump teria que ser penalizado e condenado pelo brutal ato. Nada lhe acontece, assim como o que acaba de fazer ao Irã. A imprensa massiva ainda afirma ele estar certo em assassinar um ditador, porém, ele, Trump, não seria até pior do que o aitolá assinado? Evidentemente que, sim. 

Reflitindo sobre isso tudo, me volto para onde me encontro, ainda numa posição confortável em meu país, o Brasil. Temos um presidente que, dentro do que pode fazer, enfrentou o poderio e modo criminoso de ação de Trump. Até agora, conseguiu levar tudo numa boa, mas os riscos continuam enormes, não só para nosso país, como para o restante do planeta. Eu tenho a mais absoluta certeza de que, chegarão em nós, mais cedo ou mais tarde. Inevitável, um dia as armas que foram usadas contra a Venezuela, Irã e todos os países que ousaram contrariar o poderio deles, se voltará também contra nós. Algo precisa ser feito e não será individualmente. Sózinho não temos como enfrentar a insanidade norte-americana. A reação terá que ser coletiva e partir de um conglomerado de países. Um conglomerado que, pela sua expressão, represente poder bélico. Com Trump não existe negociação. Ou se mostra forte, com poder de fogo nas mãos ou a humilhação é iminente.

Agora mesmo, domingo, sol a pino, desço para a Feira do Rolo, um dos lugares onde quero continuar a frequentar. Por lá, poucos estão realmente preocupados com o que está acontecendo com o mundo. Converso com muitos. Os de minha laia sabem dos riscos que estamos correndo. Conversamos, sem chegar numa solução. Ela nos é inalcançável neste momento. Temos uma força contrária agindo bem ao nosso lado, com entreguistas prontos para entregar o país nas mãos de seu algoz. Quem luta hoje, o faz contra o que Trump representa e contra a bestialidade interna, construída por ideias fascistas, entreguistas e criminosas, pois dentro do pensamento da linha mais conservadora, a da ultradireita, pensam até na emiminação dos opositores. Ou seja, se esgrimar contra o que Trump representa, temos um inimigo interno aqui nos nossos calcanhares, tão ou até mais cruel e insano que o próprio presidente norte-americano.

A guerra bate à nossa porta. O planeta todo presente o perigo. E aqui no Brasil, além disso, temos pela frente uma outra fraticida luta. Neste ano, 2026, teremos uma decisiva eleição presidencial onde o destino do país estará em jogo. Ganhando Lula uma real possibilidade do pa´si continuar altaneiro e soberano. Lula é um ótimo estadista. Temos sorte de o tê-lo como presidente num momento como este. Imagine o que seria do Brasil, tivessemos reeleito Bolsonaro ou em seu lugar alguém com a característica de um Javier Milei? A Argentina, sabe-se, mesmo totalmente subserviente, será humilhada exatamente pelos EUA, que não dão ponto sem nó, ou seja, a descartarão, deixando-a na beira da estrada e sem recursos, numa penúria de dar dó. Eu tento ainda continuar saindo às ruas e me encontrando com gente querida, papeando e se mostrando pela aí. O faço, pois de que adiantaria me fechar em copas. 

Eu, Carlos e Fernandão, resistindo nas ruas e lutas.

Resisto ao meu modo, escrevo, ainda consigo publicar o que penso. Para a luta interna, essa se agravando nos próximos meses, desunidos perderemos na certa. Unidos, alguma chance. Trata-se de uma guerra e para tanto, ou nos preparamos ou seremos fragorosamente derrotados. A guerra hoje não é travada só por Trump. Ele defende os interesses das grandes corporações, nós aqui, estamos já envolvidíssimos numa outra guerra. Ou venceremos estes, os que apostam não só na subserviência aos EUA, como gente com a mentalidade bolsonarista a nos comandar, ou seremos envolvidos, engolidos e tragados, depois expelidos. Luto com todas minhas forças para não ver meu país subjugado, entregue a estes, pois pelos quatro anos com Bolsonaro, já deu para saber muito bem para onde iríamos. Resistir é preciso. Continuo nas ruas e lutas, indo às feiras, shows, eventos, manifestações e tudo o mais. Estar engajado e na luta se faz necessário. Saibam que, onde estiver, estarei sempre tentando fazer algo para que meu país não se renda. Eu não me entrego. Faço parte dos que, lutarão sempre, enquanto viver.

JORNALISMO DE MERDA DO ESTADÃO E DA FOLHA DE SÃO PAULO
Eu vou chorar pelo Irã!!! E, como jornalista, eu José Trajano, o Ultrajano, assino embaixo o precioso texto de Inez Oludé:

“ Li hoje uma manchete que me gelou a alma. Não pela novidade, mas pela confirmação de que o jornalismo brasileiro atingiu um novo patamar de miséria moral. “Ninguém vai chorar pelo Irã”, estampou o Estadão, como quem sentencia quem merece ou não ser pranteado neste mundo. Como quem define, de cima de um púlpito podre, quais vidas importam e quais podem ser reduzidas a escombros sem que uma lágrima seja derramada.

Trata-se, leitoras e leitores, de uma declaração de psicopatia travestida de análise geopolítica. Porque só um psicopata, desses que habitam os manuais de psiquiatria, é incapaz de sentir compaixão diante da dor alheia e ainda a transforma em manchete de jornal.

… Mas eu vou chorar, sim.Faço parte dos “alguéns” Vou chorar pelo Irã como chorei por cada país agredido pela sanha imperialista que, desde 1946, transforma o mundo num imenso cemitério. Chorei por Hiroshima e Nagasaki, varridas do mapa por bombas atômicas que incineraram civís como se fossem formigas. Chorei por Dresden, reduzida a cinzas numa noite de fogo que matou milhares de refugiados e crianças. Chorei pelo Vietnã, pelo Iraque, pela Líbia, pela Síria, pelo Afeganistão. Chorei pela Palestina, esquartejada dia após dia diante dos olhos cúmplices do Ocidente.
E agora, choro pelo Irã.

Choro por um povo que tem o direito de viver em paz, como qualquer outro povo neste planeta. Choro pelas 85 crianças e professoras assassinadas covardemente dentro de uma escola, vítimas da insanidade mental de homens que transformam a geopolítica num ringue de barbárie. Choro pelos civis que viram números, estatísticas, “danos colaterais” na frieza dos relatórios de guerra.

O que me estarrece, no entanto, não é apenas a violência dos que empunham as armas. É a violência dos que empunham as canetas e teclados para justificar o injustificável. É ver jornalistas brasileiros, desumanizados, coisificados pela ideologia, festejarem a destruição de países que ousam não se curvar aos ditames de Washington. É vê-los babando o ovo de políticos americanos, como se os EUA fossem uma entidade divina e não um império em decadência…”


DUAS AMEAÇAS CONCRETAS PARA O MUNDO: TRUMP E NETANYAHU