quarta-feira, 13 de maio de 2026


quero escrever hoje de gente amiga
FERNANDO DEU UMA VIRADA EM SUA VIDA E HOJE JÁ CONSEGUE SENTAR NA BEIRADA DA CALÇADA E CONTEMPLAR TUDO O QUE VIRÁ PELA FRENTE
Hoje é um dia muito do especial, pois com a divulgação do vídeo comprovando que, assim como o pai, o filho Flávio Bolsonaro é tão sórdido e corrupto quanto, estes perdem a pompa e, daqui por diante, talvez nenhum deles consiga sair candidato. Daí, sento para, feliz da vida, escrevinhar de diletos amigos.
Fernando Vinícius de Lima é um amigo que, passou poucas e boas na vida - como a maioria dos pobres mortais, entre os quais me incluo -, mas como uma fênix, consegue ir contornando tudo e quando se vê está novamente nas paradas de sucesso todo pimpão e cheio de charme. Dia destes fui até onde ele está agora residindo, pomposamente ao lado de seu pai, ali ao lado do parque do jardim Prudência, com quadras de esportes defronte sua casa e muita gente circulando e se mostrando defronte sua cadeira, devidamente já estabelecida bem defronte o palco dos acontecimentos.

Levo a ele um livro que queria voltar a ler, o mais famoso do Gabriel García Márquez, contando a história de Macondo e dos seus, não muito diferentes do que vivenciamos por aqui nessa labuta bauruense. Ele mesmo já viu quase de tudo nessa vida e agora, como que curtindo férias, protegido pelo paizão, faz questão de me mostrar seu quintal e as hortaliças e outros matos verdes que planta, colhe e consome. Rememora as últimas passagens e sabe, conseguiu se livrar de mais um enconsto e assim, feliz da vida, olha para o futuro com muita esperança - assim como todos fazemos com o Brasil, quando todos unidos conseguiremos mais uma vez nos livrar destes fascistas bolsonaristas.

Escrevo dele e penso em tantos outros, fazendo de tudo e mais um pouco para conseguir contornar uma infinidade de problermas e percalços. E como é bom ver como alguns, como ele, conseguiram e mesmo quer ainda cheio de outras coisas para resolver pelo caminho, se mostram otimistas e acreditando que, ainda existe algo mais a ser feito. O importante, ele sabe bem disso, é não desistir nunca. Um dia estaremos em baixa, noutro em alta e como faz agora, dando um chute no passado recente e pronto para novas aventuras. Quando o vi sentado ali defronte sua casa, todo alegre, levei o livro do colombiano e lhe dei mais outro, um do Mario Prata, para ver se com suas histórias alegres, o deixo ainda mais contentinho com tudo o que teremos pela frente.

WELLINGTON E CRISTINA ZANIN NUMA TARDE RECHEADA DE BOAS CONVERSAS
Estes meus dois amigos aqui da foto, o recém aposentado Wellington Jorge Braga De Oliveira, hoje mais gaúcho que bauruense, pois está mais lá do que aqui e a minha advogada sempre de plantão - como eu apronto sempre, ela sempre de prontidão -, M Cristina Zanin Sant'Anna , devem estar radiantes com o vídeo sendo divulgado do bestial do Flávio Bolsonaro pedindo grana alta para o Vorcaro, tudo para concluir aquele boçal filme sobre o capiroto. Isso fará com que o fascismo retroceda neste país, pois todos são pérfidos e corruptos.

Eu e eles, estamos sempre na lida e fazendo o que podemos para demonstrar o quanto este fascismo querendo se impor no país é um retrocesso sem tamanho. Dias atrás, como se vê na foto, estávamos indo para um festejo lá em Tibiriçá e eles dois, atravessando uma rua com um carrinho cheio de coisinhas para dividirmos com os amigos lá do distrito. Somos todos festeiros e também, aproveitamos todo e qualquer momento e evento para colocarmos as questões cruciais do futuro deste país em discussão. Eu só ando com gente assim, que entende muito bem o que estamos vivenciando e todos, acreditando piamente que, com Lula estaremos dando continuidade num outro mundo possível.

Foi lindo demais estar com eles em mais este evento e em tantos outros, pois não descansamos e nem descansaremos enquanto não conseguirmos reeleger Lula. Nós sabemos muito bem estarmos dentro de uma guerra e assim sendo, não podemos esmorecer. Até rimos, festamos, mas sempre com o pisca alerta ligado, plugado em algo que podemos fazer para que o povo brasileiro não se deixe enganar por essa turba conservadora, com ideias muito entreguistas e nada nacionalistas. Nós fazemos parte da truma dos que fazem e acontecem na cidade e por todos os lugares onde estamos, totalmente identificados com um Brasil cada vez mais soberano e sem essas amarras provocadas por uma elite insana e doente, só pensando nos seus botões e em mais nada.

Portanto, quando nos virem pela aí, tenha a certeza, pode se aproximar e se inteirar, estaremos envolvidos em algo dessa imensa luta que é a eleição deste ano, quando dentro de nós, uma só certeza, a de que precisamos fazer algo de concreto para não deixar que o Brasil caia nas maõs de quem o destruirá - e também a nós, pois sabemos, os fascistas não nos querem vivos. Postando isso, fica em aberto o convite para se juntarem a nós e fortalecermos esse cordão dos que não entregam a rapadura de jeito nenhum.

PAVANATO DEU A VOLTA POR CIMA E HOJE CONSEGUE OLHAR PARA TRÁS E VIVER INTENSAMENTE O PRESENTE
Dias atrás eu dei de cara com esse meu amigo de longa data, Antonio Carlos Pavanato, nascido e criado em Pirajuí e que comigo trabalhou por mais de quinze anos juntos na Bradescor, a então corretora de seguros do banco Bradesco. Foram anos onde construímos nossas vidas, os primeiros alicerces juntos, cada qual ambalados pelos seus sonhos, depois concretizados. Cada qual seguiu um caminho após a defenestragem das corretagens no banco e este, nunca mais perdi de vista. Ele acabou aqui se fixando, casou, teve um casal de filhos e vive ali pertinho do Camélias. Tempos atrás passou poucas e boas, saúde periclitou, mas conseguiu dar a volta por cima e dias atrás o reencontro todo pimpão, fazendo suas caminhadas diárias nas cercanias de onde mora.

Eu não posso botar os olhos nele e noutros que comigo trabalhamos juntos, bate aquela bruta saudade e com os olhos voltadois para o passado, me ponho a passar aquele filme na memória. Eu, naquela época, creio era o mais esquerdista dentre todos eles. Sigo assim, não mudei nada e não me arrependo de nada que fiz ao longo da vida, principalmente das minhas escolhas profissionais. O Pava nunca foi de esquerda. Seu irmão, o Marcelo Pavanato, com seu jornal lá em Pirajuí, o Alfinete - pica, mas não fere -, fez e aconteceu e por lá escrevi até o mesmo fechar. Eu deixei de ser corretor de seguros quando sai do banco e Pava continuou. Deve fazer corretagens até hoje, mesmo aposentado e se dedicando muito mais em outra paixão, a pela fotografia. Possui um acervo inigualável de fotos do Pantanal, lugar onde construiu um lugar só seu, indo e voltando contantemente para lá.

Porque escrevo também dele no dia de hoje, quando vejo o embrulho onde felizmente se meteu Flávio Bolsonaro, um que pensou podia chegar a ser presidente da República, com o currículo esfacelado como o dele e de toda sua família. Hoje, foi desmantelado a sua cara de pau, quando pede dinheirama alta para o Vorcaro, da Master, de juntando a algo que todos já sabiam, não valia nada. Pois bem, quando encontro com o Pava e a esposa Nádia, eles na caminhada, me confirma não ser de esquerda, mas diz não ter condições de querer, sendo defensor das coisas do Brasil, pensar em votar em alguém com o currículos desses bolsonaros, todos muito pérfidos. Achei ótimo, pois pelo que constato, continua a mesma pessoa sensata de sempre. Eu tenho certeza, a pessoa pode não ser de esquerda, pode não gostar do Lula e coisa e tal, mas quem pensa um bocadinho que seja, não consegue pensar em votar em alguém com as características desses bolsonaristas todos. Se o cara gosta um pouquinho que seja deste nosso Brasil, não tem como, não existe a mínima possibilidade. E sei que, Pava é do time dos que pensam. Já viu a viola quase em caco, hoje altivo, forte e saudável, com a cabeça funcionando muito bem e de também de bem com a vida. Uma alegria reencontrá-lo nas ruas e poder me certificar disso tudo.

O QUE APRONTA EM BARIRI UMA ASSOCIAÇÃO DENOMINADA "QUILOMBO"
Algumas semanas atrás estava na Unesp Bauru na inaguração de uma galeria de artes, quando junto de outros conheci o Edcarlos Santos, presidente de uma associação que fazia tempos queria conhecer mais de perto, a ACQ - Associação Cultural QUILOMBO, de Bariri SP. Ainda não fui lá, como prometi, para conhecer de perto tudo o que eles fazem por lá. Sei que, as festas deles são muito concorridas e na última, recheada de dignos representantes da esquerda brasileira, vi que o que fazem tem muito deste espírito transformador, tão necessários nos dias atuais.

Quero ir lá conhecê-los de perto, pois acredito e tenho quase certeza, não me arrependerei, eles devem ser batutas e empreenderem uma luta pelos mesmos caminhos de leibertação do país trilhadas por mim. Bariri é um lugar tão conservador quanto tudo o mais neste interior paulista, mesmo já tendo uma prefeita do PT e depois, nada mais. Eles, pelo que vejo, fazem e acontecem na cidade e com suas atividades, são uma espécie de ponto nevrálgico em ebulição por lá. Pergunto a ele ali na Unesp sobre o fato de ser um quilombo e rindo me diz ter se utilizado do nome, não sendo um, mas agindo como. Isso tudo me instiga mais e mais a querer ir lá conhecê-los, o mais rápido possível.

Hoje pensei neles e por serem o que são e fazerem a melhor arruaça naquela cidade, acredito estarem todos felizes com a derrocada da campanha fascista de mais um bolsonarista, desta feita o Flávio querendo, sem currículo e cabedal para tanto, ser presidente da República, quando não possui condições nem para ser síndico de quarteirão. Pelo pouco que conversei com o Ed naquele dia na Unesp, vi que é um dos nossos, ou seja, um sujeito de luta, fibra e disposição para botar o bloco na rua, assim como um grande amigo que tenho lá em Bariri, o ex-vereador Oscar Naufal, que trabalhou comigo décadas atrás na Bradescor e na agência do banco ali na praça central da cidade. Gosto de Bariri, o primeiro lugar em minha vida onde morei numa república e ir conhecer a experiência do Quilombo, algo pretendido para bem breve. Na foto, além do Ed, dois diletos amigos que compartilham dessa querência pela experiência baririense, os jornalistas Camys Fernandes e o Ricardo Santana .

E PARA LACRAR A TAMPA DO CAIXÃO, NADA COMO FICAR MUITO FELIZ COM O OCORRIDO HOJE: A CONFIRMAÇÃO DE QUE FLÁVIO BOLSONARO NÃO VALE O ARROZ QUE COME
GRAVÍSSIMO - "Lulinha cobrou dinheiro de vorcaro para financiar filme sobre seu pai".
Opa, perdão. Foi flavinho desmaio, o bolsonarinho. Tem áudio e as porra. Eta carai. Assim, a lei ruanê fica no chinelo. Que situação. Cresce pressão para Flávio Bolsonaro abandonar candidatura após áudio pedindo US$ 24 milhões a Vorcaro: O cenário político eleitoral brasileiro deu um escandaloso cavalo de pau no início da tarde desta quarta-feira (13). O que era uma candidatura consolidada e claramente competitiva do campo da extrema direita, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) liderando ou aparecendo tecnicamente empatado no topo de diversas pesquisas de intenção de voto, tornou-se politicamente inviável em questão de horas.
 Eis a prova do crime: https://www.facebook.com/reel/1295911589403520

terça-feira, 12 de maio de 2026


A ÚLTIMA DE VITÓRIA-ES - ESTE MUNDO É MESMO PEQUENO DEMAIS
O planeta Terra pode ser grande - pelo menos para nós -, mas em alguns momentos, o improvável se repete e acontece novamente. Vivenciei algo um tanto inexplicável nessa última viagem e aqui a conto. Na quarta passada, 06/05, sai de Vitória-ES cedo e de trem aportei em Aimorés-MG. Meu retorno para Vitória se deu às 12h30, pegando um ônibus da Água Branca. No terminal rodoviário, aguardando pelo ônibus, estava num balcão carregando meu celular, quando sou abordado por um cidadão, que se apresentando como Gino, me contou sua longa história. Dizia ter sido assaltado em Sergipe e tentando voltar, pedindo dinheiro de trecho em trecho, até chegar em Curitiba. Contou em detalhes ali na rodoviária e dentro do ônibus, por várias vezes, andar de cima e no de baixo, arrecasdando algo mais para sua viagem. Ouvi e na chegada em Vitória, por volta das 18h, cada qual pro seu lado, eu tendo a certeza dele seguir seu trecho e, provavelmente nunca mais nos encontraríamos.

Ledo engano. Sexta, também de ônibus e pela Água Branca, me despeço de Vitória, 15h40 embarcando para São Paulo. Adentro o ônibus e para minha imensa e incomensurável surpresa me deparo com o Gino dentro do mesmo e, coincidentemente, ocupando justamente a vaga ao meu lado para a viagem. Olho, não o reconheço de bate pronto, mas ao vê-lo a certeza de o conhecer de algum lugar. Era o cara que foi roubado em Sergipe e estava descendo pra sua casa no Paraná. Ele me renova a história e conta ter conseguido pouso, ajudado pela PM e a Prefeitura, continuando desde então na mesma situação, roupas cedidas e fazendo o mesmo discurso, agora no trajeto até São Paulo.

Não o questionei muito. Preferi vir lendo. De uma passageira, comovida, consegue R$ 100 e como ela não tinha dinheiro e ele, sem seu celular, na parada para alimentação, desce com ela e sacam o prometido. Arrecadou um bom valor e me diz ter quase conseguido o valor para chegar em casa em comer algo pelo caminho. Divido meu lanche com ele e confesso, seu discurso bastante convincente. Não sei nada além disso. Novamente nos despedimos na chegada no terminal Tietê e ele, me diz, tentará algo mais faltando, mas deve embarcar no mesmo dia para seu destino final.

Em estradas, histórias como a do Gino Lorenzo, este seu nome - pelo Instagram diz ser localizado como Renzo Pimenta - são muito comuns. Não avaliei a contento para saber da veracidade da mesma. O que chamou a atenção foi a pouca probabilidade de nos encontrarmos novamente, mas tudo se repetindo em duas viagens, com três dias de diferença, destinos diferentes. Casualidades espantosas deste mundoque, mesmo gigante, em alguns momentos, parece um pequeno vilarejo, onde as trombadas uns com os outros são constantes. De lá para cá, não mais o encontrei, porém, como volto para Sampa na quinta, tudo pode me acontecer e se o ver novamente, daí, para mim será demais da conta.

RIR PRA NÃO CHORAR
01. "MEMÓRIA SELETIVA: Como é que o deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, foi lembrar agora de ressuscitar a PEC da Anistia? Logo ele que já esqueceu R$ 470 mil em dinheiro dentro de um saco no fundo do armário de seu flat em Brasília", Tutty Vasquez.

02. R$ 650 mil no Pix: Marqueteiro de Flávio Bolsonaro aparece em plano de Vorcaro para atacar BC: As investigações sobre o esquema criminoso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro ganharam um novo e explosivo capítulo nesta terça-feira (12). Documentos sigilosos e comprovantes bancários aos quais a Folha de S.Paulo teve acesso revelam que o publicitário Marcello Lopes, estrategista escolhido a dedo pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para coordenar sua ambiciosa […] #revistafórum

03. RESPONSABILIDADE I Durante o programa Frente a Frente, Daniela Lima cobrou Gilberto Kassab por apoiar candidatos que banalizam a ciência e debocham de medidas sanitárias feitas pela Anvisa. A jornalista foi direto ao ponto: o pior não é quem faz, é a influência exercida pelo político que toma esse tipo de atitude. Eis o vídeo: 

04. ALERTA DE NOJO - SOCORRO!!!
Eu ainda fico impressionado mesmo com tudo que já vi desde 2018 com essas aberrações. Essa do detergente tá extrapolando os limites. A disputa é grande nas redes para quem faz a melhor performance para ganhar o título de mais patético. Pior, vários tem cargos no parlamento, no governo, na prefeitura e outros fazem em busca desses cargos. Tudo planejado, nota-se que o esforço é gigante para perfomar, alguns até se atrapalham como verdadeiros patetas. Isso vai aumentar, ainda mais em ano de eleição, isso funciona, eles não são malucos, estão atuando em estratégias que funcionam, que os levam para as decisões mais importantes da país. Brincamos que bolsonaristas e extremistas de direita precisam de tratamento psiquiátrico, isso e fato e recae sobre essa população gigante que os elegem e caem nessa pataquada toda.

segunda-feira, 11 de maio de 2026


INACEITÁVEL CASO EXPLÍCITO DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA E FAVORECIMENTO PARA SEGMENTO RELIGIOSO DA PREFEITA SUÉLLEN
"Pessoal boa tarde , dia 14/05 ás 19 horas acontecerá um ato em frente ao Teatro Municipal contra racismo religioso, porque o secretário da Cultura, junto com prefeita Suellen Rosim, querem cortar a festa de Ogum. Esse ano não deram estrutura alguma, fui lá para ver a festa e a prefeitura não deu estrutura necessária como foi ano passado. Inclusive não será só cortes sobre eventos da nossa religião e sim sobre a cultura em geral. Mas só para vocês terem uma ideia esse ano a Secretaria de Cultura irá investir 1 milhão de reais com shows gospel no aniversário da cidade, fora a Marcha de Jesus, que também tem recursos públicos. Muitos pensam que política, mas não, vai muito além disso, isso é uma forma de represaria por parte da prefeita Suellen para querer aos poucos acabar com nossa festa de Ogum. Respeito todas religiões, porém não podemos aceitar isso. Porque coloca 1 milhão em shows gospel, mas dinheiro para outras coisas, sendo que a Umbanda é uma religião confirmada pelo Congresso Nacional, então terá esse ato dia 14/05 em frente ao Teatro Municipal às 19 horas queria que todos fossem.... Amanhã dia 11/05 pessoal vou até a Câmara Municipal para fazer pressão aos vereadores para marcar uma audiência pública sobre desvio de verbas que era para festa de Ogum e não teve, exemplo básico, falta de papel higiênico, água, matérias de limpeza, segurança, atendimento de saúde, etc... Só para vocês terem uma ideia a festa de Ogum faz parte do Calendário Oficial da cidade, então está dentro da programação da Prefeitura. Esse ano a prefeita mudou secretário para ferrar de vez com a Cultura no geral na cidade e isso impactou com a Umbanda , e ano que vem se não fizermos nada não terá Festa de Ogum", Agnaldo Lulinha Silva, Umbanda Bauru.

obs RECEBIDA NO FINAL DO DIA: Bom Dia Meu irmão este ato do dia 14 /05 foi cancelado, pois dia 12/05 estivemos na Câmara Municipal e o Presidente recebeu a gente e acionou o pedido para fazer a Audiência Pública. Então não vamos fazer o ato do dia 14/05  Axé obrigado abraços ⚔️🪘🏹

COMO É SABOROSO EXTRAIR O NÉCTAR DE UMA BOA CONVERSA COM O MILITANTE POLÍTICO CLÁUDIO LAGO, PELO TELEFONE, NO MEIO DESTA SEGUNDA-FEIRA
Tem momentos em que, no calor dos acontecimentos, estamos a pensar isoladamente de uma forma e nada melhor do que ouvir, conversar, entender outras vozes e assim formatar melhor a que expelimos diariamente. Assim, creio eu, deve estar constituída as ideias, pela confrontação e debates, diálogos necessários. Hoje, converso longamente com o ex-dirigente do Sindicato dos Bancários de Bauru, eterno militante político e também e-presidente do PT em Bauru, CLÁUDIO LAGO, meu dileto e considerado amigo. Uma delícia conversar com ele, pois chego com uma ideia, uma linha de pensamento formatada pelo que tenho lido, ouvido e visto e ele me apresenta outra, não muita diversa, mas o entendimento por outra vertente. Acho isso tudo o salutar deste negócio denominado como democracia. 

Outro dia, me disse algo muito significativo para mim: "Nem sempre você processa tudo, porque o seu HD está cheio". Na hora ri, mas depois conclui que o danado está mais do que certo. Processo tudo com a rapidez do momento e depois, refletindo melhor, ponderando os prós e contras, chego numa outra conclusão. Sim, isso se deve ao fato de que meu HD já está mais do que cheio, porém, mesmo assim, sem querer esvaziá-lo, continuo deglutindo tudo e expelindo rapidamente. Ele me diz: "Faça uma necessária digestão de tudo o que ouve, não expelindo de forma imediata tudo, pois pode se arrepender do que escreve. Fazendo com maior embasamento, com o passar de horas ou mesmo de dias, verás que nem tudo o que considerava uma perda irreparável, pode ter sido uma bela vitória e avanço". E não é que é isso mesmo.

Neste telefonema de hoje falamos de tudo, reservando-se ao mundo político em plena ebulição. Lago é um devorador de notícias e possui um poder digestivo de alta ebuliçãoe também de combustão. Sobre o ocorrido com o CIRO NOGUEIRA, me faz se recordar que, até bem pouco tempo era o vice na provável chapa de Tarcísio. Passado o tempo, Tarcísio recuou do seu intento e quem avançou foi o Flávio, o filho do capiroto, até por imposição do pai, que não aceita e nem confia em mais ninguém que membros de sua família. Ciro, me diz, é o cara que controla o Centrão. "Perceba, de uma só tacada o ocorrido pode inviabilizar não só o Ciro, mas o próprio Flávio Bolsonaro. O que ocorreu, meu caro, é que o Lula, ou o seu Governo, como queira, foi lá e pegou o cara. Note que há 15 dias atrás o Ciro foi lá conversar com o Lula. Na verdade, entendo que foi pedir arreglo, pois já via que sua viola estaria em caco nos próximos dias e o Lula não segurou, deixou a investigação continuar e desembocar na divulgação da mesada que o Vorcaro lhe pagava de forma totalmente irregular. Vejo este Ciro como o Zé Dirceu do Flávio Bolsonaro. O soco no estômago deles é muito maior do que esperávamos", diz.

Rindo me diz para não ficar conjeturando sobre os acontecimentos da ida do lula para parlar com Trump nos EUA, mas sendo irônico: "Sabe o que devia fazer neste momento? Simples, pergunte num post para o vereador bauruense Eduardo Borgo, o defensor intransigente do Bolsonaro e dos seus, se foi o Rduardo Bolsonaro quem autorizou a ida de Lula para adentrar a Casa Branca. Este o momento de pegar no pé destes, pois até agora apregoavam que para falar com Trump ou entrar na Casa Branca, se fazia necessário ter a benção do Eduardo. Seria de bom alvitre ver como Borgo explicaria o ocorrido, pois pelo que se sabe, Eduardo nunca conseguiu passar dos portões dos jardins da Casa Branca".

Disse mais e sobre o que representou a ida do Lula para falar com Trump: "Lula deve ter chegado lá na Casa Branca e no reservado da conversa de quase três horas, dito a Trump, de uma forma bem cheia de dedos, mas direta e reta. Caro Trump, sabemos que mundo afora estás em baixa, fodido eleitoralmente e às vésperas, como eu, de uma eleição. O mundo inteiro te rejeita e daí, nada como sairmos daqui amiguinhos. Perceba que, lá no Brasil eu posso ser muito melhor para você do que poderia ser o Flávio Bolsonaro. Então, uma foto de nós dois sorrindo é a melhor coisa que podes fazer neste intrincado momento. Não tem como esconder, Lula saiu de lá fortalecido e na relação de homem pra homem, saiu-se mais uma vez mais do que bem. Trump deve ter entendido a mansagem. Que achas?".

E finaliza com algo, uma vertente pela qual muitos ainda não entenderam: "A reação da esquerda e da campanha já nas ruas pela sucessão de Lula ocorreu justamente após a rejeição do tremendamente evangélico Messias ao STF. Tudo foi desencadeado depois da rejeição, que pelo que se vê, as intenções da direitona caiu por terra. Lula soube capitalizar e já deu o troco de imediato. A notícia da mesada do Ciro, a sequência das investigações da Polícia Federal e Justiça, principalmente o STF sobre os presidentes da Câmara e do Senado, cada qual mais enrolado que enforcado já com cordas no pescoço e depois, o resultado positivo da visita aos EUA. A direita ainda não deglutiu tudo. Está calada, tentando respirar e ver como pode reagir. Ou seja, de algo que estávamos todos achando que seria o pior momento possível, estamos vivenciando um muito melhor do que esperávamos. é por isso que te digo, espere, calma, reflita, espere até as peças se encaixarem melhor e só depois desça o pau e lacre".

Ele me ajuda e muito nas minhas reflexões.

domingo, 10 de maio de 2026



VAI PRO PARAGUAI, PÔ!
O PERIGO DOS QUE ACREDITAM EM CONTO DA CAROCHINHA E SE VÃO PARA O PARAGUAI ACREDITANDO NA REALIZAÇÃO DE SONHOS NÃO POSSÍVEIS NO BRASIL - A CONTA VIRÁ RAPIDAMENTE, OU SEJA, NÃO EXISTE "TERRA DO NUNCA", DE PETER PAN E SININHO
“Pare de romantizar: o ‘sonho paraguaio’ não existe.”
Há brasileiros criando uma visão distorcida sobre o Paraguai, como se fosse uma “Suíça” na América do Sul — mas os dados mostram um cenário diferente.
Localizado na América do Sul e sem saída para o mar, o Paraguai tem cerca de 7 milhões de habitantes. Sua economia é fortemente baseada no setor agropecuário, com destaque para a produção e exportação de soja, milho e carne.
O país possui uma economia menos diversificada, com participação industrial limitada e forte dependência de commodities, o que o torna mais vulnerável às oscilações do mercado internacional.
Nos indicadores sociais, o Paraguai apresenta um nível de desenvolvimento intermediário. Ainda enfrenta desafios como desigualdade de renda, informalidade no mercado de trabalho e limitações no acesso a serviços públicos de qualidade.
No campo trabalhista, a estrutura tende a ser mais flexível, o que pode significar menor nível de proteção ao trabalhador em comparação a países com legislações mais robustas.
Em síntese: apesar de avanços recentes, o Paraguai continua sendo um país em desenvolvimento, com limitações estruturais importantes.
A ideia de um “sonho paraguaio” generalizado não corresponde ao contexto social e econômico do país.
Texto do site MAIS GEOGRAFIA

DOMINGO, CHOVE LÁ FORA, QUERO PENSAR UM POUCO SOBRE OS BRASILEIROS SE ENCANTANDO EM FAZER A VIDA NO PARAGUAI E COMO RENATO PURINI PODE AJUDAR A TODOS
Acordo e compartilho um texto sobre a quantidade de brasileiros querendo se mudar para o Paraguai, em busca de um dito sonho não permitido no Brasil atual. Que merda seria essa? No fundo, vejo só gente dessa elite brasileira, muito burra e hoje, fazendo de tudo e mais um pouco para que não mais tenhamos leis trabalhistas – escala 6 x 1 é pouco para estes -, pois assim ganhariam mais e dane-se o resto. Os da elite impregnam as redes sociais com essas ideias extravagantes de como ganhar dinheiro fácil e a camada bolsonarista, ligada a estes por indestrutível cordão umbilical segue cegamente o que lhes é indicado. Fazem parte, ao meu ver, de uma parcela de brasileiros totalmente contaminados por idiotice generalizada. Leio de Luiz Siqueira Paes num comentário nas redes sociais: "A Direita brasileira, pra não falar extrema direita, é formada por bandidos de norte a sul do país".

Nessa questão destes indo ou se propondo a sair do país em busca do paraíso da “Terra do Nunca”, o paraíso onde tudo é lindo e maravilhoso, igualzinho ao mundo de ficção do Peter Pan, algo tão surreal, difícil de acreditar. Mas como já vimos de tudo por aqui, até gente idolatrando pneus em praça pública e fazendo contato com OVNIs, isso de abandonar o Brasil e querer se instalar no vizinho Paraguai é fichinha, só mais uma etapa. Não existe faculidade que não esteja acoplada a alguma coisa inesplicável ou fora dos padrões da normalidade.

Recorro para texto do criador de textos pelas redes sociais, João Lopes, sobre o tema: “O Paraguay sempre foi motivo de piada para os brasileiros da classe média. Por algumas mazelas daquele país sim, mas muito muito especialmente pela etnia predominante lá, rascistas que são. Agora, por não querer viver num Brasil que começa de novo a dar certo novo (depois de quatro anos de destruição do governo do Genocida), o Gado bol$onarento migra, como Gnus, em busca de um outro pasto e um outro Curral. Como não podem migrar para os isteitis pois seriam logo presos e deportados, o país de Augustin Barrios (nenhum deles sabe quem foi este grande compositor de pérolas para violão, reconhecido no mundo todo), é o destino da vez quando o mais coerente seria eles irem pastar na Argentina. O pais hermano seria o melhor destino até mesmo pela identificação com a extrema-direita estúpida, fascista e rascista que DesGoverna o país que deu ao mundo a divinal Mercedes Sosa. Como o que predomina em suas atitudes é o instinto animal, perceberam que o Encantador de Antas Hermanas levou o próprio povo à condição de ter a carne de burro uma iguaria fina, os bol$onarentos ficaram com medo de serem vítimas de canibalismo”.

Simples assim, o que estes estão procurando são condições para exercerem algo, sem leis que os cobrem de nada. Não querem pagar nada. Fogem de tudo, inclusive de impostos. A crueldade do capitalismo, como lhes foi ensinado age assim. Fecha tudo num lugar, se o outro oferece condições onde o ganho é melhor, não se importando se para tanto o trabalhador estará num mato e sem cachorro. Isso, aliás, é o que menos importa. Ao meu ver, já vão tarde, mesmo sabendo que, a decepção ocorrerá num tempo bem mais curto do que imaginam. Quanto mais chegarem por lá, mais o Paraguai os rejeitará e em breve estarão à procura de outro paraíso. O que querem é se amancebar em benesses pessoais, porém, a realidade é sempre nua a crua, muito dura quando chega.

Poderia escrever muito sobre este assunto, rindo das condições de filas para lá se instalarem. Como sugestão para estes todos, citaria um personagem da vida pública bauruense, nosso ex-vereador, inclusive ex-presidente do DAE, o agora marido da alcaide Suéllen Rosin, RENATO PURINI. Este, como se sabe, durante alguns anos de sua vida foi tentar a vida no Paraguai em algo que ainda não devidamente contado. A cidade é sempre ávida de informações complementares sobre atividades empresariais mundo afora. Ele é a pessoa mais indicada para, neste momento, quando muitos estão esperando dicas de sobrevivência e de como dar o pulo do gato, informar como são de fato as condições lá no país vizinho. Purini se estabeleceu como empresário por lá e deve ter belas experiências para relatar a todos os interessados. Não sei se o mesmo cobraria por consultoria, mas ouvi-lo é de bom alvitre, até para não chegar lá sem nada saber dos procedimentos, regras e modus operandis.

Fica a dica: não recomendo essa ida tresloucada sem antes ouvir quem por lá já passou e ciente de como se dá isso de leis e costumes paraguaios. Deixando todos a par, ninguém passará por situações de alto risco. Como não gosto de ver ninguém comendo gato por lebre, nada como ir direto na fonte, consultando entendidos do intrincado assunto.

CIRO, BOLSONAROS, VOLCARO, MASTER, ZEMA, TARCÍSIO, TUDO PRECISA SER RESOLVIDO NUM PLANTÃO POLICIAL, TODOS DEVIDAMENTE ENJAULADOS E LONGE DE QUERER FAZER POLÍTICA
SE ATÉ A FOLHA DE SP, QUE ACOBERTA O CASO, AFIRMA ISSO, ENTÃO, NÃO SOBRARÁ PEDRA SOBRE PEDRA.

sábado, 9 de maio de 2026


NA DESPEDIDA DE VITÓRIA-ES, 7 DIAS GASTANDO SOLA DE SAPATO, TERMINO TUDO NA PRAIA DO CANTO, MANHÃ DE SEXTA
O rescaldo eu faço a seguir e de dentro de um ônibus do ainda Expresso de Prata - hoje já nem sei mais se os chamo de Piracicabana ou mesmo de Reunidas. No terminal paulistano da Barra Funda e no de Bauru já está tudo interligado, funcionários compartilhados. Ontem, lá em Vitória, numa linda papelaria, falava com o proprietário, com um caderno da Tilibra nas mãos: "Essa empresa já foi de uma família bauruense, hoje é de um grupo norte-americano". Ele, ciente do fato: "Sim, a família fica com muito dinheiro e os americanos com o negócio". No final, tudo se funde, se diversifica, até mesmo se espande e na maioria das vezes termina em mãos do capitalismo ianque. Inevitável, eu mero rastaquera, melhor relaxar e gozar. É o que faço, com a devida galhardia.

Rodei Vitória-ES e adjacências com a devida galhardia. Ao final, depois de tantas histórias, Ana Bia trabalhando duro dentro da UFES o dia todo, vou molhar pela primeira vez os pés numa praia e o faço pertinho do hotel, na Praia do Canto. Como me disse um amigo: "Sim, faça isso e deixe por lá, peça para o mar levar tudo o que é enconsto que está grudado em ti". Fiz isso com muita fé. Deve ter lá seus resultados positivos, tanto que, vez ou outra baixo lá no Pai Lulinha em busca de proteção extra-curricular. O mar faz bem em todos os sentidos, indo daquela brisa indescritível de Vitória até as benesses do sol no corpo humano. Termino de ler mais um livro nas areias e enquanto contemplo o infinito, diante de mim um casal se amando, ele a filmando adentrando o mar. Uma pena ter ido só, pois Ana, recém operada não pode ainda tomar sol. Fui por mim e por ela.

Trago sempre boas novas dessas minhas andanças. Gosto demais da conta de colocar o bloco na rua, ou seja, conhecer novas paragens, principalmente pessoas. Inquieto, ou "henriquieto", como dizem, observo e escrevinho, publicando a seguir. Gostaria muito de poder exercitar isso de "historiador das insignificâncias" com maior empenho e dedicação. Veremos o que ainda consigo com meus próximos passos. No momento, aposentado que sou, acompanho a alma gêmea em suas incursões profissionais. Extraio dessas viagens o melhor que posso. Tudo para mim pode gerar histórias, relatos sensíveis de como encaro, vejo e toco a vida. Um luxo ainda poder continuar rodando pela aí, aproveitando a vida por aqui mesmo, enquanto boçais invadem, neste momento, o Paraguai, em busca de um paraíso fiscal, onde possam exercitar diabolicamente um modus operandis escravocrata. Eu continuo, por onde passe, remando contra essa maré. 

Conheci cinco sebos em Vitória e em pelo menos quatro deles, vi vicejar algo libertário, num estado e cidade considerados conservadores. Existe hoje um intenso trabalho de recuperação do país, tomado pela insana linha de pensamento e ação bolsonarista, fascista e retrógrada. Circulo, constato onde nos encralacramos e dialogo com os propondo uma libertação destes grilhões fundamentalistas. O mesmo que acontece neste momento em Bauru, acontece em Vitória e em boa parte deste país continente. Chegamos num estado pérfido de considerar a perda de direitos um ganho, um avanço e quem luta por direitos, o atraso. Converso por onde passo para ver o que ainda pode ser feito para sairmos todos deste estado de lavagem cerebral. Excercito na prática um trabalho de formiguinha, com resultados poucos praticos, pois do outro lado, avançam pelas redes sociais, propagando a mentira como prática usual.

 
Andei de trem, num país onde este modal foi destruído. Tínhamos malhar férreas espalhadas país afora e a maioria foi desmantelada criminosamente. Hoje, pasmem, quem mantém uma é a Vale, antiga estatal Vale do Rio Doce, num longo trecho de passageiros. Circulei por lá, assim como perambulei pelo centro velho da cidade, que me dizem: "Antes, por aqui, vicejava nosso melhor comércio, mas depois do advento shopping center, o abandono prosperou". As edificações continuam em pé, descaracterizadas e depauperadas. As encaro com a mesma tristeza com que cirlulo pelos lados da Estação na NOB em Bauru. Como seria bom ver administrações públicas se dedicando a restaurar estes locais, mas isso não corre nem aqui, nem ali. Cenário que, enquanto perdurar, decrepitude visual mais que estabelecida. Preferi circular por estes lugares que, andar por pontos turísticos - assim mesmo, acabei conhecendo vários.

Muiuto me impressionou a reformulação proposta pelos atuais administradores na orla marítima. Está em plena construção um imenso cordão, dizem com aproximadamente 17 km, de concreto, largura de uns 10 metros, onde a população vai poder circular por áreas até então degradadas e de difícil acesso. Uma obra imensa, linda. Andei por ela, vendo ao lado barcos de pescadores em estado de quase abandono. De um boçal ouço que, estes terão que ser retirados do local, pois o visual destes não é bom para o turismo. Este deserviço de higienização da população pobre, sacando-a e a despejando longe é algo feito descaradamente em nossa história. Pelo visto, aqui se repitirá. Enquanto ouvia pescadores, comi peixes em seus locais e isso me reconfortou, pois resistem. Existe um país resistindo por todos os lugares. Perdendo, mas resistindo, esgrimando até o último momento.

Na despedida, nessa segunda vez em Vitória-ES, saio com a cabeça borbulhando, querendo escrevinhar muito sobre tudo o que vi. Vou fazendo dentro do possível. Tenho muitos planos na cabeça, alguns preciso finalizar o mais rápido possível, até para não abrcar muitos e, por fim, não concretizar nenhum. Sim, foi um passeio, uma trégua e dela tirei o melhor proveito possível. Ana trabalhou pesado, dei minha contribuição para realizar a contento sua missão e no retorno, o faço ruminando, com a cabeça fervilhando. Saio de Vitória, via terrestre, por ônibus, sexta, 15h40, chegando em Sampa, no sábado, 8h. Li muito e 9h30 embarco pelo que restou do Prata para Bauru, chegando 14h30. Foi uma semana e tanto. Ana, que voltou de avião, já em casa quando abro a porta do apartamento onde moramos.

ORGULHO DESSA BAURUENSE NA CHINA, PALOMA VIOTTO, FILHA DA AMIGA NELI
"Paloma agora é cientificamente MESTRE pela Universiidade de Hubei....acabou agora a defesa e foi aprovada... Deus obrigado, obrigado. Obrigado", Neli Maria Fonseca Viotto, a mãe.

Ganhou bolsa na China, foi só, estudou não só o mandarim e hoje, a comprovação de ter se tornado CIDADÃ DO MUNDO. Dificilmente voltará para o Brasil, tendo um mundo inteiro diante de si e vivendo - e entendendo - no país que hoje, quer queiram ou não, é a maior potência tecnológica do planeta. Deve estar muito mais sábia do que quando saiu daqui e pelo sorriso, feliz da vida. Paloma sempre foi DEZ.
HPA, fã de carteirinha, desde os tempos quando estudou com meu filho, Henrique Aquino, amigos eternos.

FALÊNCIA BAURUENSE, SEU CAOS ADMINISTRATIVO TEM NOME E SOBRENOME, SUÉLLEN ROSIN
Essa catastrófica administração precisa ser interditada, interrompida e levada pras barras da Justiça, pois prosseguindo até o final do mandato, o rombo herdado pela cidade será impagável. Não tem mais como contemporizar. Em cada novo anúncio de ação nova a preocupação só aumenta. E nós, bauruenses, vamos ficar esperando sentados o pior acontecer? Vejam bem, se ruim já está, a tendência natural é piorar mais e mais. Isso tudo já passou dos limites da incompetência. Tomemos tento.

sexta-feira, 8 de maio de 2026


CRÔNICAS CAPIXABAS (05)
DAVI ENCONTRA UM NOVO AMIGO PARA SEUS DIAS NA PRAIA DO CANTO, MAIS UMA BOA EM BUSCA DO ALIMENTO DIÁRIO
DAVI, o catador de reciclados, morador em situação de rua, um que o vejo todos os dias pelas manhãs, pois marca presença ao lado do hotel onde estou hospedado aqui em Vitória, revirando o lixo do mercado Tuti Fruti, em busca de alimento para começar o dia e juntar reciclados, principalmente papelão e latinhas de alumínio. A partir de hoje ele ganhou mais um amigo e mais uma boca para alimentar junto aos seus.

Sua labuta começa bem cedo e ele já sabe, bate cartão, defronte a unidade da Praia do Canto, entre 6h30 e 7h, quando são colocadas na rua o lixo do dia anterior do mercado. O caminhão do lixo passa por volta das 8h e ele, junto a outros precisam agir rápido. Ontem, o mercado disponibilizou para eles algumas melancias, ainda boas, mas não para serem vendidas aos clientes. Eles se refestelaram ali na calçada antes de juntar os reciclados. A cada dia algo novo, dentre os itens que o mercado não pode mais deixar nas prateleiras. Tudo vai pra calçada e outros como Davi, cientes dos horários e dos procedimentos, amanhecem por ali.

Davi vinha hoje com sua bicicleta, seu único bem de sua propriedade e num trecho, um cãozinho latindo muito, fome e abandono. Ele pára, pega o bichinho, coloca dentro do suporte frontal e segue seu caminho. O bichinho é arisco e não quer ficar ali. Ele arruma uma caixa de peras ali na calçada e o deixa em lugar seguro até conseguir algo, tudo no lixo, para ele e agora o mais novo amigo comerem. E assim foi feito, pois logo em seguida, numa pausa do seu trabalho, vejo os dois enfronhados em comer algo.

"Como poderia passar pela rua e o vendo chorando, passar batido. Parei e o trouxe junto. Fome ele não vai passar. Vai ser meu companheiro nas andanças. Logo estará acostumado e tenha certeza, terá muito amor, pois gosto muito de animais. Eu o vi, lindinho, pretinho, já fui com a cara dele e ele com a minha", me diz. Davi me conta morar num barraco, perto de um braço de mar e percorre boa parte do bairro em busca de algo para fazer o dinheirinho de sua sobrevivência. E é claro, também o que comer. "Sou forte, tenho disposição e garra. Sem emprego, me viro como posso e estou toda manhã aqui no Tuti Fruti, onde já sou conhecido. Sempre encontro o que comer aqui e muito reciclado", conta. Essa sua labuta diária, inclemente, dia após dia e ao observá-la, fui até ele, conversamos e pedi permissão para fotografá-lo e lhe fazer algumas perguntas. Torço muito para um dia, isso tudo que vemos pelas ruas, sofra uma transformação e situações como a do Davi não mais aconteçam. Davi é uma das caras da resistência, calada e invisível deste país.

CRÔNICAS CAPIXABAS (06)
BANCA DO JAPONÊS, REDUTO DE RESISTÊNCIA, A MAIOR E MASI MOVIMENTADA BANCA DE JORNAIS E REVISTAS DE VITÓRIA-ES
A Banca do Japonês funciona na avenida Pressot, Praia do Canto, bairro considerado em Vitória-ES, como uma espécie de Leblon capixaba, há mais de 40 anos. O Japonês que deu nome a ela já se foi e em seu lugar outro resistente jornaleiro toca e barco, sem pensar em fechar as portas e deixar de fazer o que fez boa parte de sua vida. Neste mês em especial e nos próximos, um movimento bem acima do normal, tudo devido a venda das figurinhas da Copa do Mundo, alento para toda a classe dos jornaleiros, cada vez mais desalentada.

Passo pela sua frente durante alguns dias e paro para observar como ainda resiste e persiste a vender jornais, os daqui e alguns do Rio de Janeiro, além de todas as revistas, nacionais e importadas. Hoje não resisti, quando passei percebi o movimento um tanto arrefecido das figurinhas, fui até o senhor detrás do balcão, ele se dirige a mim: "Em que posso lhe atender?". Estendo a mão e lhe digo ser turista, estar a semana toda rodando Vitória e não encontrei outra banca em toda a cidade igual a dele. Pergunto se é hoje a maior em movimento.

Ele sorri, agradece o elogio e diz que, até antes da pandemia tinham outras com mesma característica, mas depois, a dele resistiu e viu a maioria fenecer drasticamente. O mesmo quadro se repete país afora. Rodei mesmo e só não adentrei shoppings, pois não vim aqui para isso, mas em todos os demais lugares, nem no aeroporto, existe outra igual a dele. Isso sim pode ser denominado como "Herói da Resistência" ou mesmo "O último dos Moicanos". Digo a ele que, este país é mesmo estranho, pois com a pandemia, deveria ter acontecido exatamente o contrário, aberto mais bancas, pois as pessoas tiveram mais tempo para ler. Coisas do Brasil e do mercado de papel impresso, já vivenciando uma crise mundial acima de qualquer expectativa e projeção.

O fato é que, ele - que esqueci de perguntar o nome -, continua foirte e rijo. Nos próximos meses, como vi pela fila de interssados nos tais álbuns e figurinhas da Copa, sua situação será boa, mas depois, como me conta, seguirá navegando. "Tem revistas como a revista piauí e a CartaCapital, que mesmo em bancas outras, não mais disponíveis. Por aqui, tem um público cativo, pequeno, mas como a própria banca, ainda seguindo acreditando nos que gostam de ler as notícias no modal papel. Tem também os que passam para conversar e dono de banca tem que ser também bom de prosa, pois assunto por aqui tem de tudo. Não sei até onde conseguirei ir, mas não penso em abandonar o barco. Meu negócio é este aqui e ladeado com boutiques, mercados, padarias, bares e afins, nada como uma banca para continuar dando o toque intelectual pra coisa", conta.

Escrevo e publico este texto sobre bancas e jornaleiros em homenagem a Ilda Viegas, outra resistente, a da banca defronte o Aeroclube Bauru, outra que, assim como a Banca do Japonês, continua tocando seu barco tentando vender jornais e revistas. Resistem como podem e só por causa disto, merecem todos os apupos deste mundo. Quando olho para qualquer banca ainda aberta, me derreto todo, como fiz com a aqui capixaba.

A URSS SALVOU O MUNDO DO NAZISMO
Hoje, 9 de maio, marca os 81 anos da vitória da União Soviética sobre a máquina de guerra nazist4 em 1945. A derrota do fascismo na Europa foi selada com o avanço do Exército Vermelho até Berlim, numa batalha marcada pelo sacrifício de mais de 20 milhões de soviéticos.
Enquanto o Ocidente tenta minimizar o papel decisivo da União Soviética na Segunda Guerra Mundial, a história segue lembrando: foi o povo soviético quem tombou em massa para derrotar Adolf Hitler e o nazifascismo.
Memória, luta e resistência. Porque esquecer nunca foi uma opção.
#DiaDaVitória #UniãoSoviética

quinta-feira, 7 de maio de 2026


CRÔNICAS CAPIXABAS (04)
PANELEIRAS DE GOIABEIRAS, NÃO FIQUE SEM CONHECÊ-LAS EM VITÓRIA-ES

E assista o vídeo gravado por mim com uma delas, Néia, uma das expoentes deste rico trabalho artesanal das mulheres da região do mangue das Goiabeiras, atrás da UFES, a universidade federal capixaba. O trabalho em cooperativa é revolucionário e transformador. Não tem como não se empolgar.

Já tinha muito ouvido falar delas. Ana Bia havia sido levada por colega professora daqui de Vitória e me orientou a procurar duas delas de forma bem específica. Havia ficado encantada. Hoje, passeamos por lugares aleatórios no período da manhã e à tarde, quando Ana teria que permanecer a tarde toda dentro da universidade, fui levado até as portas do barracão das PANELEIRAS, no distrito de GOIABEIRAS, localizado bem ao lado de um mangue e dos fundos da UFES. Desço e já sou envolvido pelo clima do lugar. Tive a certeza ao botar os pés no chão, ser ali um lugar encantado. Um barracão, não tão grande, mas abrigando a todas em pequenos boxes e em cada, com o nome identificado na entrada, algo bem próprio de cada uma. Circulo pelo salão e me encanto com o que vejo. 

Sou encaminhado para um especificamente e ela educadamente me diz não poder me atender com nada em específico para aquele dia, pois acabara de receber pedido grande de fora e com prazo de entrega determinado. Estava fora abaforida e contente, enfim, tinha serviço garantido para os próximos dias. Isso, me diz, se repete, pois "conseguimos solidificar um nome, um trabalho feito com sangue, suor e lágrimas. Somos um grupo unido, coeso e onde todas ganham. Ninguém deixa a outra sem nada para fazer. perrceba uma boa movimentação por todos os lugares". 

Verdade, o movimento é intenso e ao circular percebo como tudo ocorre. O barro, específico e o qual não contam o segredo, vem de outro lugar e possui uma liga bem consistente, a que deixa o trabalho artesanal perfeito, pois não quebra. Cada uma tem sua cota der barro, de acordo com os trabalhos conseguidos, produzem conforme sua ideia, com tamanhos e modelos variados e depois, do lado de fora do barracão, cinco fornos, usados por todas de forma coletiva. Estando vazio, deles fazem uso, se já estiver sendo usado ou esperam vagar, ou entram em acordo, dentro da urgência de cada uma, fazendo uso compartilhado. E lá, com as peças já esculídas, prontas, queimam com madeira e quando na cor adequada, transportam para outra mesa e untam com o líquido que dará, não só brilho, mas ajudará na consistência da peça. Depois, colocam pra secar ao sol. Na etapa seguinte tudo estará pronto.

Converso especificamente com uma delas, a que compro algumas peças, para presentear amigos queridos. Néia tem 50 anos e não herdou o que faz de sua mãe, mas está no lugar desde muito cedo, já sua filha Jéssica, 30 anos, essa sim, nasceu dentro das Paneleiras e segue o negócio adiante. Jéssica diversifica e está com um selo novo, também produzindo peças como imãs e lembranças da cidade, ornadas com pinturas suas. Néia, quando brinco sobre se tem "chorinho" no preço de suas peças, me levar para fora, junto ao forno e diz naturalmente: "Meu chorinho te mostro aqui, suando e como fazemos tudo. Como te dar um desconto, diante do que vê? Entendeu?". Simples assim.

A verdadeira panela de barro capixaba tem longa durabilidade e sua história corre o país. Tudo começou com as tribos indígenas que povoavam o litoral do Espírito Santo e depois, quem abraçou e continuou o trabalho na área urbana, junto aos mangues foram as mulheres vivendo nestes locais. Tudo segue uma tradição antiga, sem sofrer alterações. Tudose moderniza, mas sem perder a essência, este o segredo. Néia, na proxima semana estará em São Paulo, viajando por conta do estado, para uma feira no Ibirapuera, levando seu trabalho e suas histórias. Isso acontece com certa regularidade, pois as PANELEIRAS DE GOIABEIRAS já estão consolidadas como a melhor panela de barro do país. Conhecer o local onde tudo é produzido é maravilhoso, mas nada se compara com a conversa propiciada deste contato. Cada uma tem uma bela e sofrida história para contar. Falei de NÉIA e outras tantas ficaram a me observar, querendo também falar e dizer algo, enfim, todas são detentoras de rico saber e quando abordadas, sentem muito orgulho em dizer do que fazem.

O Instagram da Néia é: panela de barro da neia. Por lá, uma idíea de como a coisa acontece e depois, indo atrás de outras tantas e da cooperativa onde unidas seguem se fortalecendo e construíndo juntas uma história que perdura e se solidifica. Elas sabem, unidas vencerão. Lema que serve para tudo o mais na vida.

VEREDAS, NO PORTÃO DA UFES, O ÚLTIMO SEBO VISITADO NO ROTEIRO CAPIXABA
A Grande Vitória-ES é constituída de cinco cidades, sendo a maior delas a capital. Essa é menor que Bauru, pois não tem 300 mil habitantes, mas na somatória de todas juntas, passam de 1 milhão. Dentro deste universo, centro meus principais olhares para a capital e resolvi, desde que aqui cheguei, a percorrer e conhecer alguns dos sebos destas plagas. Já estive em quatro e hoje, visitei mais um, este defronte os portões principais da UFES - Universidade Federal do Espírito Santo. O Sebo VEREDAS, pode ser considerado dentre todos os demais, o mais organizado. O espaço físico é pequeno, porém muito bem aproveitado pelos irmãos tocando o negócio, Valtuir e Valderedo. De Valtuir, me diz: "Se encontrar outros com o mesmo nome, não paga pelos livros aqui comprados".
Estão localizados no bairro denominado como Mata da Praia e ao abrirem o negócio, 50 metros da entrada principal da maior universidade do estado, o fizeram de forma premeditada. Queria abarcar o interesse dos estudantes por livros e assim fizeram e continuam a fazer desde então. Vasculho o lugar e lhes digo: "Tenho uma única reclamação a fazer. Tudo muito bem organizado, porém, os livros estão prensado, sendo muito difícil retirá-los das prateleiras". Os dois riem e me dizem: "Sim, os livros são muitos e o espaço não cresce, daí, com a vontade de tê-los todos expostos, comprimimos muitos".
Quando lá estive tive o prazer de conhecer uma senhora, devoradora de livros. "Eu leio o dia todo e isso é minha vida. Agora mesmo, trouxe uma sacola com livros já lidos. Trago e troco por outros. Hoje levo outros e não pago nada. Fizemos uma troca", diz. Ouço sua conversa com os dois e me encanta seu conhecimento sobre autores e temas. Eu me considero do mesmo time, com mesmo procedimento e interesse, sendo irrestível, quase uma obrigação continuar vasculhando estantes, mesmo ciente de que, não daremos mais conta de ler em vida os que já temos.
Uma delícia vasculhar estantes e descobrir preciosidades. Dos irmãos, conto serem por demais dedicados, mas me confessam, lerem pouco nos últimos tempos. Dizem não ter tempo, o que acho estranho, por no meio do oásis onde se encontram, o faria em qualquer folga. Eles preferem nestes períodos vagos, percorrerem as estantes e organizar o acervo. Vi isso pessoalmente, pois cito um autor capixaba que havia lido e Valderedo me traz livros deste. Oferece outros tantos quando disse estar interessado em livros com autores capixabas. Atenciosos por demais da conta, ou seja, um lúdico e encantado lugar, mais um nesta cidade, que, infelizmente estarei me indo logo mais na sexta depois do almoço. Levo comigo a recordação das andanças por estes lugares, mais que suas praias e monumentos, para mim, recordações inesquecíveis para o resto de meus dias.

outra coisa
E ALGO SOBRE O DEPOIMENTO DE VORCARO NO CASO ESCANDALOSO DE SEU EX-BANCO, O MASTER E DOS BOLSONARISTAS ENCRALACRADOS ATÉ O PESCOÇO
FALOU, FALOU E NÃO DISSE NADA
Delação de Vorcaro é fraca. Se não falar mais, ele pode voltar para a Papuda. Mas se falar mais... A delação tabajara de Daniel Vorcaro reforça a tese de que ele, apesar de tudo, seria apenas um operador do esquema Master e que, acima dele, tem gente graúda. O nome de Ciro Nogueira, que não foi mencionado na delação, apareceu nas investigações da PF. Aliás, ministro Mendonça "mão de onça", porque o senador não está preso, hein? Nem mesmo uma tornozeleirinha eletrônica? Muito estranho. De qualquer forma, esta ação recente da PF muda um pouco o foco das denúncias. Alivia um pouco para membros do STF e explode com tudo no Senado. Um Senado que negou a Messias o acesso ao STF por não reconhecer nele ilibada reputação pode conviver agora com um par que "privatizou" seu mandato e o entregou a um banqueiro corrupto? Acho que não. A tibieza de Mendonça e o silêncio do Senado dão uma medida do peso de quem está por trás de Vorcaro, que gastou milhões a rodo e, no fim das contas, parece ser apenas um serviçal do crime. E se o serviçal tinha dinheiro assim, imagine seus patrões. Que saudade do tempo em que "corrupção" era a distribuição de sobras de campanha, um sítio e um triplex furrecas.
Compartilho o que escreve o jornalista Ricardo de CAllis Pesce.