CANSEI
SE TEM QUEM NÃO ENXERGUE, O POVO PRECISA VER ANTES DE VOTAR, QUAL A PROPOSTA EXISTENTE PARA QUERER SER DEPUTADA?
Na reunião do todo recebido pela cidade, enquanto entidade pública recepcionava as doações e o acumulado era distribuido num evento. E as duas, passando a imagem delas serem as que propiciaram o benefício. Vejo isso e entendo cada vez mais o procedimento que a Maria Inês Faneco, minha dileta amiga e à frente de um dos maiores projetos assistenciais desta cidade, quando distribui semanalmente cestas básicas na periferia da cidade. Faneco é direta e reta, não aceitando a participação de políticos, pois sabe ela, como gostam de aparecer nessas horas. Recusa a participação destes. E se ela tira fotos é mais para deixar registrado, principalmente para quem doa, onde e como são distribuídos os alimentos. Faneco nunca será candidata a nada, pois sabe, se o fizer, dará um fim para o que faz, pelo menos com a credibilidade alcançada. Já ver próprio político fazendo a distribuição, com equipe de TV e reportagem registrando, algo que não engulo, nem a forcéps.
E daí, o trabalho dessa mesma pessoa à frente da Assistência Social da cidade de Bauru. Se tirava fotos distribuindo alimentos, lembro também de algo, denunciado por uma pessoa que esteve junto da família desde o começo, ou seja, era unha e carne, depois por motivos de não ser mantida em cargos prometidos, resolveu denunciar algo mais do que escandaloso, o desvio de móveis e utensílios da Prefeitura para a igreja familiar dos Rosin. O tempo passou, o caso foi devidamente apurado e os resultados, não tão alardeados. Enfim, como ficou a denúncia? O fato é que a ex-servidora, cargo de confiança, se calou com o tempo e nada mais se fala do assunto.
Estes são temas onde a família é lembrada, quer eles queiram ou não. São públicos, foram amplamente divulgados pela mídia, mas não tiveram continuidade e precisam ser levados em conta quando quem deles participou se propagam e postulam se candidatar para cargos públicos, e se dizendo defensoras da cidade de Bauru. Escrevo isso de forma rápida, só para lembrar. Tivesse mais tempo, neste momento, alencaria muitos outros tópicos, mais do que preocupantes. Creio que, para o bauruense cravar seu voto num digno representante para essas duas assembléias, a paulista e a nacional, tudo isso precisa ser colocado no liquidificador de nossa compreensão e extraído o suco básico, antes de sacramentar o voto de quem poderá nos representar. Denúncias podem ser arquivadas, livrando pessoas de problemas maiores em sua decorrência, mas não livram do todo, quando da junção do conjunto da obra. Muito cuidado nessa hora.A ESTRATÉGIA DE SUÉLLEN ROSIN É PROMETER - CUMPRIR O PROMETIDO É ÓUTRA COISAEscrevo este texto embalado pelas maravilhosas ilustrações produzidas pela verve criativa do publicitário Fernando Redondo, através dos recursos de IA e que, tão bem retratam algo peculiar da atual situação em curso na cidade de Bauru. Tento escrever algo do que vejo, ouço e leio.
Suéllen optou por continuar no cargo de prefeita até o final de seu mandato. Ao final do mesmo, estará sem o que se denomina chamar de "foro privilegiado". Ela, em todo o seu mandato, esteve aliada, entrelaçada com entre 17 e 17 vereadores, dos 21 eleitos e estes votam cegamente tudo o que é apresentado na Câmara. Não existe discussão, pois a decisão é tomada anterioremente, bastando a estes ir lá e sacramentar a coisa. Um trabalho de equipe, onde um ou outro, ao longo do tempo, percebendo como tudo era proposto, cairam fora. Seria ótimo ouví-los num longo depoimento, dos motivos disso ter ocorrido. Entraria para os anais da história bauruense. Pois bem, ela não saiu no prazo regulamentar e se assim o fez, a primeira impressão é a de que, não quiz passar a Prefeitura para seu vice, pois pelo que se percebe, não possuia total confiança de que este continuaria na mesma pegada. Imaginem um vice assumindo e se desgarrando de tudo o que os Rosin fizeram até então- sim, ela não atua sózinha na Prefeitura e até as pedras do reino mineral sabem de como age seu pai lá no 3º andar do Palácio das Cerejeiras. Seria muito risco e isso apressaria o fim do domínio do clã na cidade. Eles, os Rosin sem nenhum mandato, estariam praticamente aniquilados na cidade, pois pelo que se prenuncia, na sucessão, quando algum outro, distante do clã, assumir a Prefeitura, eles perderão toda importância até então construída. Ela, continuando no cargo, mantém, pelo menos até o final do seu mandato, o poder na esfera municipal.
Dito isso, as ilustrações do Redondo são uma espécie de registro histórico, onde podemos ir acompanhando, com riqueza de detalhes, os últimos procedimentos da administração. São muitas pisadas na bola, uma atrás de outra. De tudo, podem reparar e constatar, até me cobrar, a maioria - diria mesmo, imensa maioria -, trata-se de PROMESSAS. Suéllen Rosin vive de promessas. São vídeos promocionais são meramente pelas publicitárias, montadas com o devido afinco para espalhar ser a alcaide uma pessoa das mais atuantes, porém, tudo são promessas. Fico com uma bem modesta, recursos pífios diante do montante de juras de estar realizando o possível e o impossível. O chafariz da praça Rui Barbosa. Ele é sintomático e clássico exemplo da promessa, com vídeo pomposo e depois tudo caindo no esquecimento. Tudo o mais é assim. No mais recente promete ser, fazer e acontecer com o rio Batalha e a questão da reserva d'água na cidade. Para mim, como se comprova com tudo o mais, conversa pra boi dormir.
O tempo urge, restando muito pouco para realização de tantas promessas. Quem olha para trás e olha pelo retrovisor, o que já foi prometido e nunca cumprido, confirma ser a alcaide muito boa de mídia, equipe eficiente, porém em nenhum destes trabalhos jornalísticos ocorre a da entrega das obras. Quando ocorre, perceba nitidamente isso, a imensa maioria oriunda de verbas públicas recebidas, a maioria do Governo Federal, que ela faz questão de omitir em sua publicidade. Eu não me iludo mais. Na verdade, nunca me iludi. Tenho aversão para com governos fundamentalistas. Quando um governante, mesmo estando num campo totalmente oposto ao do Governo central do país, resolve nada fazer para ampliar recusros, tudo por richa ideológica, já veja nestes, incapacidade administrativa. Neste caso, distanciamento é colocar a cidade em risco. Agora mesmo, quando vejo a antiga estação da Cia Paulista sendo praticamente finalizada, com a provável reabertura do tão acalentado Museu Histórico, veremos como ela divulgará o montante de verbas recebidas e propiciando a execução dessa obra.
Para mim, mero observador, muito claro, Suéllen faz um jogo para a mídia. Vive de promessas. Promete, promete, até produz algo afirmando estar com tudo em endamento, mas tudo mero trabalho no campo de hipóteses e, como se sabe, jogo para a torcida. Não adiante ninguém lá do atual staff da administração querer espernear e dizer o contrário. As provas existentes e já expostas por ela mesma, a alcaide, nos seus vídeos, deixam claro, lindas promessas, sem quase nada de concretização. A cidade vive deste acordo entre ela e os tais 17/18 dentro da Câmara de Vereadores e nada mais. O que virá depois disso, com empréstimos vultuosos, todos tornando a municipalidade altamente devedora, porém, com os recursos todos, muito pouca explicação convincente de sua efetiva e produtiva utilização. Ter muito dinheiro em caixa não é sinal de nenhuma realização, quando não existe projetos, meros estudos de viabilização. Dinheiro, como se sabe, voa. Quando diante de uma nota de cem reais nos bolsos, antes de trocá-lo, achamos ter algum consoco, mas trocou, bastou para sumir. Desaparece, assim como os zilhões sendo emprestados neste momento pela atual administração, com anuência de seus vereadores. Para mim, a ficha já caiu e faz tempo. Suéllen continuará prometendo, prometendo e prometendo. É só que sabe fazer. Não esperem nada de concreto. Talvez, lá na frente, com nova administração e nova mentalidade administrativa. Nem estes, quando assumirem poderão fazer algo, pois terão um rombo tão grande para administrar que, estarão de mãos bem atadas. Eu tenho tudo isso bem nítido quando olho para o que vejo em curso na cidade de Bauru. Estaria vendo fantasmas?






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