FALAR DE QUE MESMO NESTE INTRINCADO MOMENTO? - ELUCUBRAÇÕES SOBRE O MESMO TEMA, O FUTEBOL E A COPA DO MUNDO
Começa amanhã a Copa do Mundo 2026 e junto da maior competição esportiva do mundo, uma série de dúvidas, receios e temores permeiam os torcedores – diante do governo de Donald Trump e das ações dos EUA nas últimas semanas contra países como Irã, Senegal e o impedimento do árbitro somali, Omar Artan, de entrar no país.A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR, EM MAIÚSCULA:
SERÁ OS ATUAIS TÉCNICOS E DIRIGENTES DO FUTEBOL MUNDIAL TERIAM A MESMA CORAGEM DE SALDANHA COM MÉDICI, SE ESTIVESSEM DIANTE DE DONALD TRUMP?Os Estados Unidos decidiram cancelar a cota de ingressos destinada aos torcedores iranianos poucos dias antes da abertura do torneio. A medida afeta diretamente milhares de pessoas que planejavam acompanhar a seleção do Irã durante a competição. Como se isso não bastasse, a própria delegação iraniana também enfrentará restrições, já que a equipe não poderá permanecer hospedada em território americano e deverá retornar ao México após compromissos relacionados aos jogos e treinamentos.
Oficialmente, a decisão acontece em meio às tensões entre Washington e Teerã, que voltaram a escalar nos últimos meses. Mas o episódio levanta uma questão muito maior do que futebol. A Copa do Mundo sempre foi apresentada como um evento capaz de unir povos, culturas e nações, independentemente das disputas políticas entre governos. Quando torcedores passam a ser atingidos por conflitos geopolíticos, a fronteira entre esporte e política praticamente desaparece.
E talvez seja exatamente essa a reflexão mais importante. Se uma competição mundial começa a selecionar quem pode ou não participar da experiência do torneio com base em disputas entre Estados, o futebol deixa de ser apenas futebol. O que está em jogo já não é apenas uma partida dentro de campo, mas a capacidade de um evento global permanecer verdadeiramente aberto ao mundo inteiro.
Retirado do MÓZ DA DIÁSPORA
Tenho visto várias postagens de casos de racismo, discriminação, preconceito, com relação a gente que está chegando para a Copa no país mais criminoso do mundo. Vi o caso de uma seleção africana sendo revistada como se os jogadores fossem bandidos. Hoje, ocupa as redes o caso do juiz somali que teve o visto negado. O cara é juiz. Foi escalado para apitar na Copa. E o EUA negam o visto. Fim da picada. $E sabe o que faz a FIFA? Nada! Porque a Copa não se trata mais de futebol. Agora tudo é business. O que menos importa é a bola rolando, a gorduchinha no fundo das redes. Só importa o tanto de grana que as empresas patrocinadoras vão ganhar. E o preçõ dos ingressos? Totalmente impeditivo para simples mortais. Não sinto pena de ninguém. Pra mim, toda essa gente que aceitou ir aos EUA, esse país terrorista, para dar moral para um certame que é pura farsa, não merece sequer um muxoxo de enfado. Com todo respeito.. que se f.... todos!!! ELAINE TAVARES
AH, QUE VONTADE INCONTROLÁVEL DE ESCREVINHAR SOBRE UM JOGADOR DIFERENCIADO COMO O DR. SÓCRATES
Viva Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira!
Da mesma forma que, escrevi de João Saldanha, o jornalista e técnico, dito e visto como João sem Medo, escreveria de tantos outros, da mesma cepa e resistência. Reinaldo, o centroavante do Atlético Mineiro, que deixou de ir para uma Copa e muito bem nos representaria, principalmente no quesito cabeça pensante e pulsante. Ponho a cabeça para funcionar e tantos outros me pipocam na mente. Raí, Afonsinho, Tostão, Almir Pernambuquinho, Casagrande, Juninho Pernambucano, Neto, Vladimir, Richarlison e evidentemente, SÓCRATES. Fora do país, lembro do francês Cantona, que um dia deu uma sonora voadora em um fascista dentro de uma estádio europeu e de Maradona, mais que um símbolo de luta e resistência mundo afora.
Neste momento, poucas horas antes de começar a Copa mais controversa que já tive conhecimento, uma onde o México e o Canadá entram como coadjuvantes e os EUA como seu maior protagonista e também criador de caso, nada como relembrar de nosso craque, Corinthians e Flamengo, SÓCRATES. Imagino vê-lo hoje, chegando com a delegação brasileira e adentrando solo norte-americano, o que fariam com ele na imigração e como seria a dua reação. E mais que isso, como seria a reação da delegação brasileira. Sócrates não era de levar desaforo pra casa e, com toda certeza, usaria o momento também para se pronunciar, se fazer ouvir. E isso faz muita falta hoje em dia nos craques pela aí. Talvez só o francês Kylian Mbappé hoje possua essa característica. Ele tem se destacado por usar sua voz contra o avanço da extrema-direita em seu país, alertando a população e defendendo que os atletas devem se posicionar, pois são, antes de tudo, cidadãos.
Gente como Sócrates faz uma falta danada dentro do cenário do futebol, hoje - sempre foi assim - dominado por falas mansas, sem querer opinar e se posicionar sobre os embates mais sérios deste mundo. Abomino Messi exatamente por causa disso. Ele nunca se posicionou sobre nada de questões políticas, mesmo diante de tanta aberração ocorrendo internamente na Argentina. Maradona deu de dez a zero nele e em tantos outros carques da bola. Olho para trás, relembro com muita saudade de toda a trajetória do Sócrates e de seus posionamentos. Como ficar indiferente? Impossível. Adentro mais uma Copa e fico a observar quem terá a coragem de ousar falar algo dentro do território norte-americano? Com certeza, gente como Saldanha, Maradona, Cantona e Sócrates teriam. Me ponho a ler sobre futebol por estes dias e textos envolvendo estes bravos guerreiros da bola estarão povoando minha mente.






























NÃO É DELA, É NOSSO... E NÓS PAGAMOS A CONTA ! A CÂMARA MUNICIPAL DE BAURU VAI CONTINUAR SENDO OMISSA E CONIVENTE ?", Coaracy Domingues.
. Fora prefeita ....foraaaa.....", Sidnéia Paiva.





