terça-feira, 21 de abril de 2026
PERDER UM AMIGO, HOJE SE FOI ROBERTINHO CLARO
Roberto Claro, o fotógrafo de nossas andanças sindicais e pelo mundo dos embates sociais, um dos caras mais sensíveis que já vi em atuação, se foi hoje. Essa foto dele ao lado do presidente Lula é uma das que gostava muito de divulgar quando lhe pediam fotos suas. Sei que, naquele dia, ele deve ter enfrentado o fotógrafo do presidente, o Ricardo Stuckert, excelente profissional, mas também um cão de guarda de Lula. Sei não, mas acho que essa foto aqui deve ser dele, pois quando acontecia de gente conhecida querer tirar foto com o Lula, sempre é ele quem a tira. Eu a divulgo hoje, pois estamos no meio de uma guerra, quando fake news percorrem as postagens a todo instante pelas redes sociais e quem nos ajudava muito com suas montagens, era o Robertinho, que lá do seu bunker, instalado na vila Dutra, periferia bauruense, aposentado e sentadinho detrás de um de seus computadores, produzia de tudo para a gente aqui no campo de batalha. Era só pedir, um jingle e ele bolava e mandava. Retrucavamos e ele, pacientemente, corrigia, quantas vezes fosse necessário. Fez montagens belíssimas, cartazes e folders para manifestações e eventos variados. Nunca cobrou nada. Ficava chateado quando não lhe dávamos o crédito. Isso, o mínimo depois de tudo o que fazia.
Roberto teve problemas de saúde muito cedo, se aposentou e assim mesmo, sempre esteve presente, sendo, fazendo e acontecendo ao seu modo e jeito. Era só pedir, ele atendia prontamente. E teve um belo de um passado, quando atuou como fotógrafo do Sindicato dos Eletricitários/CUT, percorrendo este mundão de acontecimentos políticos, sempre do lado de quem luta. Devia ter um baita orgulho de ter estado envolvido em tudo onde se meteu com suas máquinas fotográficas. Eu o vejo mais como fotógrafo do que como dirigente sindical. Era um registrador e deve ter um acervo dos mais valorosos lá guardadinho em sua casa. Isso um dia merece ser desvendado, pesquisado e divulgado. Eu vou descer neste momento para o velório deste amigo e antes, sento aqui, batuco algo, esqueço de muita coisa relevante, mas presto assim minha modesta homenagem para este grande batalhador das causas sociais. Perdemos todos os que o conheceram, uma grande figura humana e um baita profissional. Triste constatação a de que, a coisa anda se afunilando. Estamos aí, continuamos na lida, mesmo que aos trancos e barrancos, até para dar continuidade em tudo o que gente como ele tanto fez. Na somatória, a gente sempre consegue ver um saldo bem positivo pro nosso lado, pois temos a mais absoluta certeza, a de termos escolhido o lado certo no campo de luta. Neste campo, Robertinho vai fazer bruta falta.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
TODOS PRECISAMOS CONTINUAR ACREDITANDO NAS FORMAS DE FISCALIZAÇÃO EXISTENTES, MAS...
Daí me volto para a capa da última edição da melhor revista brasileira destes nossos tempos, a CartaCapital e nela uma capa sobre o montante de sucessão de acontecimentos lamentáveis nos últimos desGovernos estaduais no Rio de Janeiro, culminando com uma situação mais do que insustentável. Na principal matéria da edição desta semana, uma ampla reportagem e uma só conclusão, o estado do Rio só terá solução com uma força-tarefa externa, num pente fino de cabo a rabo e daí, com tudo exposto, a possibilidade de reverter o quadro atual.
Sabe onde junto uma coisa com a outra? Simples. Em Bauru, nestes últimos meses estão aprovando tudo o que a alcaide tem proposto com novos empréstimos, cada vez mais altos, para finalidades cuja dinheirama até se faz necessário, mas não existe nenhum planejamento para sua utilização de forma plausível. A Câmara está aprovando tudo e já se fala de um futuro dos mais problemáticos, com provável insolvência financeira num curto espaço de tempo. Isso ocorrendo, supostamente com fiscalização dos nobres vereadores e também da Justiça, em todas suas instâncias. Entendo que, quando uma Câmara está aparelhada e vota cegamente pelos interesses de uma administração, se faz necessário a intervenção imediata da Justiça, até para restabelecer algo dentro de padrões normais.No Rio, mesmo com Alerj e Justiça, o lamentável está em curso e o Rio mais que falido. Em Bauru, pelo montante do proposto e sendo aprovado, a cidade adentrando um terreno dos mais perigosos. Alguém precisa fiscalizar e se enfronhar com mais afinco nos montantes sendo emprestados, na sua real utilização e no que existe de condições de efetivo pagamento pela cidade, com as receitas e despesas atuais. Eu não gostaria de ver minha cidade, daqui há muito pouco tempo, na mesma situação do estado do Rio de Janeiro, hoje clamando por uma força-tarefa de salvamento. O administrador público precisa ter limites de atuação e isso precisa ficar bem claro, evidente, explícito. Quando passa de alguns limites toleráveis, precisa ser contido e enquadrado. Ninguém pode tudo e quando tudo ocorre "sem limites" - esse foi o slogan da cidade até bem pouco tempo -, o perigo é eminente. O sinal de alerta por aqui já deveria estar ligado há muito tempo, mas pelo visto, este está sendo desmerecido. Como diz o ditado, arrependimento mata.
Por João GuatóOs relatórios da Receita Federal e do Banco Central não são exatamente literatura, mas, vez ou outra, entregam enredos mais interessantes que muito romance premiado. Ali, entre números e transações, aparece o Banco Master, sob comando de Daniel Vorcaro, como eixo de uma engrenagem que movimenta recursos em direção a políticos, ex-ministros e veículos de comunicação. No meio desse circuito, surge Michel Temer. Não como figurante, mas como personagem central de um sistema que parece funcionar com precisão quase técnica: o dinheiro sai, encontra destino e cumpre sua função.
E qual é essa função? A pergunta soa retórica, mas incomoda. Quando um ex-presidente como Michel Temer aparece entre beneficiários de uma rede de pagamentos, não se trata apenas de um nome qualquer numa planilha. Trata-se de alguém que conhece profundamente os caminhos do poder, os atalhos institucionais e, sobretudo, o valor estratégico de estar bem posicionado. Temer não é um acidente nesse roteiro. É, no mínimo, um indicativo de que o fluxo financeiro não circula ao acaso, mas acompanha interesses muito bem definidos.
Do outro lado dessa engrenagem está o portal Metrópoles. Um veículo de comunicação que, segundo os documentos, também figura entre os beneficiários. E aí a pergunta muda de tom: a serviço de quem está a informação? Porque quando o dinheiro entra pela porta dos fundos, a independência editorial costuma sair pela frente, sem fazer barulho. O site, que pertence ao grupo liderado pelo empresário Luiz Estevão, não é apenas um observador da realidade — pode estar, conforme os indícios, inserido nela de maneira bem mais ativa do que gostaria de admitir.
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| Em Bauru, no Brasil e no mundo... |
No fim, o quadro se fecha com uma harmonia perturbadora. Daniel Vorcaro articula, o Banco Master executa, Michel Temer representa o peso político da operação e o Metrópoles ocupa o espaço narrativo. E o público? Continua consumindo informação como quem acredita estar diante de fatos crus, quando, na verdade, pode estar apenas assistindo a mais um capítulo de um velho roteiro brasileiro: aquele onde dinheiro, poder e notícia caminham juntos — não por coincidência, mas por conveniência.
CONCLUSÃO DESTE MAFUENTO HPA: E como fazer chegar isso tudo para o povo, o ainda e sempre ludibriado, que confia e segue fielmente quem lhe crava a estaca nos costados? Essa missão quase impossível cabe a nós, os lúcidos, os ainda com os olhos bem abrtos e atentos. Se nem nós fizermos nada para impedir o avanço dessa barafunda informativa desvirtuada, com certeza, nada mais nos restará fazer do que enfiar a viola num saco e aceitar a derrota. Só viraremos essa mesa, reverteremos o quadro de informação desqualificada e mentirosa siando pras ruas, arregaçando as mangas das camisas e, ciente de estarmos numa guerra, irmos pra luta. Não nos resta outra saída e escapatória.
domingo, 19 de abril de 2026
sábado, 18 de abril de 2026
A PARADA ESTRATÉGICA NA "PADOCA" DE AVAÍ, NO CAMINHO DA ALDEIA KOPENOTYA história é boa. Marquei com o pessoal dos Baté, de Tibiriçá, de estar entre11 e 11h30h lá na casa da matriarca, dona Irene e ir com eles para Avaí, num dos festejos dentro da aldeia indígena de Kopenoty, essa comandada pelo amigo cacique Chicão Terena. Foi um corre, mas cheguei lá no horário combinado. Três carros, lotados, eu dirigindo um, Susy Silva, até bem pouco tempo diretora da EE Major Fraga, recentemente aposentada - com aquele ar de felicidade estampada no rosto - e Amanda Cosmo nos outros. Com algum atraso partimos, seguindo pela estrada terra, sentido Nogueira, depois um asfalto e adentramos Avaí pela porta dos fundos.
sexta-feira, 17 de abril de 2026
CAMPANHA CONTRA POLÍTICOS DITOS DE ESQUERDA E FROUXOS, SEM CORAGEM E COM DÚBIO POSICIONAMENTO, ALGO BEM DIFERENTE DA ATUAÇÃO FLAMEJANTE DA VEREADORA ARARAQUARENSE FELIPA BRUNELLIEstamos, alguns meses antecedendo uma disputada eleição, para cargos diversos, de deputados até a presidência do país e para tanto, o eleitor é acossado diariamente com pedidos de apoio e voto. Eu cá me encontro no campo da ESQUERDA e quando recebo alguma aproximação deste tipo, a primeira observação que faço é se o candidato é do meu campo de atuação/ação política. Se for, primeiro caminho andado, mas tem outro, muito importante para mim neste intrincado momento. Levo em total consideração se o candidato faz a defesa de Lula, do PT e da esquerda em sua campanha. Se for um candidato híbrido, ou seja, dos que se promovem, com postagens só de suas realizações e passa ao largo de qualquer tipo de encolvimento em defesa de Lula e do PT, já o descarto automaticamente.
Escrevo isso, pois isso tudo isso é bastante frequente nos tempos atuais. O candidato posta aquele vídeo de seu trabalho, cheio de realizações, se mostra atuante, porém, se esquece de defender Lula e até mesmo o próprio PT, onde é filiado. Isso ocorre por todo o lugar e aqui em Bauru não é diferente. Destes quero distância. Entendo que, neste momento, mais que todos os demais, quando necessitamos nos engajar dos pés à cabeça na campanha pela reeleição de Lula, aqueles demonstrando algum desinteresse desta luta, para mim, já os considero como descartáveis. A campanha atual, já começando a pegar fogo será uma verdadeira guerra, onde o lado de lá, o dos candidatos da direita e do radicalismo ultradireitistas estão já praticando todo tipo de jogo sujo, com divulgação diárias de fake news e quem não estiver inserido no contexto de arregaçar as mangas de suas camisas e colocar a cara tapa, não os considero, nem como combatentes, nem como companheiros de jornada.
Dias atrás, meu filho, que mora em Araraquara esteve por aqui e lhe perguntei sobre ela. Ele, formado em Letras pela Unesp de lá, disse a conhecê-la da universidade e que, desde o período estudantil, exercia forte liderança, também a vendo em constante evolução. Diz ele e a esposa terem votado nela. É exatamente comoenxergo FELIPA, sem medo de se posicionar, comprando brigas com quem está no descaminho e não fazendo nenhuma espécie de acordo com a parte contrária. Hoje, algo também que levo muito em consideração no mundo da política é ir observando se aqueles lá nos representando o fazem com duas caras, ou seja, dizem uma coisa e fazem outra. Na atuação desabrida da Felipa um constante dessa luta, onde a gente entra e não sai mais, pois está inserida dentro da gente. Quem ameaça fazer acordos com quem nos apunhala, desses nutro o mesmo desprezo que pelos adversários, pois tornam nossa luta um campo minado.
Escrevo este texto, após observar atentamente muitos prováveis candidatos se aproximando e já conclamando apoio e qurendo meu voto. Felipa não deverá ser candidata nas próximas eleições, continua sua luta de vereadora e contra a perversidade instalada na Prefeitura de Araraquara.Em todas suas postagens, algo a favor de Lula, do PT e contra os vendilhões do templo. São pessoas assim as mais necessárias no campo da política. Nutro a mais absoluta consideração por políticos como ela, sem medo de ser feliz, não se desviando um centímetro do que deve ser realmente feito. Dias atrás, lhe pedi amizade pelas redes sociais e acabo de ser aceito. Tenho certeza, ela não irá se decepcionar com a forma como faço e conduzo minha vida política e nem eu com ela, pois pelo que a acompanho, me sinto cada dia mais garantido: essa é das boas, daquelas que se vergam, mas não quebram, não dá o braço a torcer, leva sua vida da melhor forma possível e na atuação política, faz e acontece, sem nada a esconder ou escamotear. É disso que precisamos, até para engrenar de vez a campanha e verdadeira guerra onde estaremos engajados daqui até o dia do próximo pleito. Viva políticos com FELIPA BRUNELLI. É de gente assim que voto e sei, não me decepcionarei. Políticos sem coragem de assumirem seu papel e onde se encontram, TÔ FORA!
OBS.: Que isso sirva de mero toque, para os que de mim se aproximam, mas não condizem com o que espero de políticos. E para quem quer conhecê-la melhor, eis sua página nas redes sociais: https://www.facebook.com/filipabrunelli
Ir assistir o glorioso e centenário Esporte Clube Noroeste jogar uma partida de futebol no estádio Alfredo de Castilho e não comer os amendoins, salgados ou paçoca, feitos pelo seu Guilherme é coisa que poucos conseguiram fazer ao longo dos anos. Desde moleque, quando comecei a ir ao estádio, o vejo com seu carrinho e seus cones de papel com amedoim, vendidos diretos no carrinho ou numa cesta, diretamente na arquibancada. Pois é, seu Guilherme estava doente e fazia já certo tempo que não comparecia ao estádio, mas continuava firme e forte preparando os quitutes em sua casa. Seu filho dá continuidade, não só mantendo a trandição, como nos mantendo informados de sua sáude. Nessa semana, ele se foi, deixando uma bruta saudade em todos que, como eu, saboreamos aquela iguaria desde sempre. Na verdade, seu Guilherme, que já foi homenageado pela torcida Sangue Rubro, merece ser eternizado com uma estátua na área onde sempre localizou seu carrinho. Verdadeira instituição e patrimônio imaterial, não só do clube, como de toda a cidade. Paulo Gimenes Zem, seu filho, também funcionário dos Correios Bauru, tomara continue nos encantando no estádio em dias de jogos, pois só de vê-lo, a certeza de que, seu Guilherme feliz da vida e ali conosco, na empreitada que é ir aos estádios nos tempos atuais. Os amendoins em cone de papel do seu Guilherme podem ser considerados de igual teor ao doce Canolli lá no estádio da rua Javari, do Juventus, na capital paulista. Chegaram de mansinho e se tornaram grandiosidades de inestimável valor e consideração.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Com essas fotos, divulgo e enalteço o que fizeram e fazem. São movimentos como este que fortalecem a luta e agigantam a importância do povo estar nas ruas, mobilizado e pronto para agir. Gostaria imensamente de estar junto destes, viajar com eles todos e na impossibilidade, cá deste lado, reverencio a todos e insisto na pegada de que, só assim, nas ruas iremos manter a chama acesa e tocar este barco para a frente. Não existe luta esperando sentado tudo acontecer e nos favorecer. Existe isso, a ida ao encontro do que buscamos como o ideal. Se a luta hoje me diz para estar em Brasília, a capital do país, pra lá temos que nos deslocar e assim dar prosseguimento nessa imensa causa movendo nossas vidas: um país cada vez mais altaneiro, soberano, justo e solidário, onde os trabalhadores continuem tendo voz e no palco dos acontecimentos.
CADÊ O QUE RESTOU DO JORNALISMO DA TV GLOBO?"Jamais esqueço do dia em que o Caco Barcellos, ao vivo, na GloboNews, reduziu Eliane Cantanhêde a pó de bosta. 'Como você vê o jornalismo hoje, Caco?', quis saber Cantanhêde, na ilusão de que ele seria corporativo e passaria pano. 'Vejo o jornalismo cada vez mais declaratório', respondeu o Caco. Tentou ser educado, mas deixou bem claro, na lata da 'companheira', que o jornalismo que todo jornalista deveria fazer na rua, a gastar a sola do sapato, havia sido substituído pela cagacão de regra, pelos achismos, mentiras e PowerPoints canalhas que tomaram conta das redações. Um jornalismo preguiçoso, que não tira a bunda do sofá, mas que se comporta como se soubesse de tudo e de todos. E que tinha em Cantanhêde um dos piores exemplos. Eu diria que o Caco ainda estar na Globo depois de tantos anos é um milagre. Ele não é apenas o melhor - talvez o único - repórter de verdade que restou por lá. Caco Barcellos é uma espécie de voz da consciência dos que se portam como celebridades, influenciadores ou formadores de opinião. Sim, Mervais e Andréias Sadis Dallagnol formam a opinião de muita gente! Misericórdia! Para eles, Caco é um incômodo, se é que me entendem. Enfim, é o seguinte: Caco Barcellos está no Irã, nas ruas, nos enterros dos mártires, a cobrir a matança praticada por Estados Unidos e Israel. Caco não está num telhado do Vaticano, muito menos no escritório confortável da Globo em Nova York ou Londres, a chupinhar informações e imagens de agências internacionais pra fechar matérias, apenas com o trabalho de gravar passagens. Caco não dá só a cara pra bater. Em nome do JORNALISMO, oferece o corpo às bombas e aos tiros. Caco, querido, amo você, tanto quanto amo teu filho, o Ian, excelente repórter cinematográfico! Se eu puder te pedir algo, volte inteiro e em paz!"
texto do Alfredo Teixeira
QUEREM SABER POR QUE NÃO DEVEMOS NUNCA MAIS ELEGER NINGUÉM COM SOBRENOME BOLSONARO, OU GENTE DO PL E CENTRÃO, FUNDAMENTALISTAS E FASCISTAS? O CARTUNISTA Carlos Latuff RESPONDE DESENHANDOTem momentos da vida, quando precisamos dar um tempo em tudo, vivenciar outras experiências e enxergar outras paragens. Fiz isso nesta semana, quando parti para resolver umas questões em Taquaritinga SP, aproveitando para conhecer mais da história carnavalesca daquela cidade. As questões foram todas resolvidas e a questão do Carnaval, que ouvia dizer ser um dos mais instigantes e movimentados de todo o interior paulista, disso me certifiquei a aprofundei na pesquisa, visando um textão para uma revista e também um belo artigo acadêmico, sobre o que vem a ser isso das "repúblicas", essas casas coloridas, que colocasm uma minhoca na cabeça de qualquer forasteiro: Repúblicas numa cidade com poucas faculdades? Isso é o propiciado pela intensidade do evento Carnaval na cidade. Compreendi tudo, assimilei tão bem, frequentando seu point mais agitado, o Bar do Tadao e conversando com personagens, os tais provocadores dessa ebulição na cidade. Guardei tudo aqui dentro de mim e nos próximos capítulos de minha vida, irei destrinchando tudo, com a devida sapiência e riqueza de detalhes. Por enquanto, o comunicado: já estou de volta e hoje recomeçando as andanças, escrevinhações, projetos e perturbações da ordem pública e estabelecida, como sempre fiz na vida.



























