terça-feira, 21 de abril de 2026


PERDER UM AMIGO, HOJE SE FOI ROBERTINHO CLARO
Roberto Claro, o fotógrafo de nossas andanças sindicais e pelo mundo dos embates sociais, um dos caras mais sensíveis que já vi em atuação, se foi hoje. Essa foto dele ao lado do presidente Lula é uma das que gostava muito de divulgar quando lhe pediam fotos suas. Sei que, naquele dia, ele deve ter enfrentado o fotógrafo do presidente, o Ricardo Stuckert, excelente profissional, mas também um cão de guarda de Lula. Sei não, mas acho que essa foto aqui deve ser dele, pois quando acontecia de gente conhecida querer tirar foto com o Lula, sempre é ele quem a tira. Eu a divulgo hoje, pois estamos no meio de uma guerra, quando fake news percorrem as postagens a todo instante pelas redes sociais e quem nos ajudava muito com suas montagens, era o Robertinho, que lá do seu bunker, instalado na vila Dutra, periferia bauruense, aposentado e sentadinho detrás de um de seus computadores, produzia de tudo para a gente aqui no campo de batalha. Era só pedir, um jingle e ele bolava e mandava. Retrucavamos e ele, pacientemente, corrigia, quantas vezes fosse necessário. Fez montagens belíssimas, cartazes e folders para manifestações e eventos variados. Nunca cobrou nada. Ficava chateado quando não lhe dávamos o crédito. Isso, o mínimo depois de tudo o que fazia.
Roberto teve problemas de saúde muito cedo, se aposentou e assim mesmo, sempre esteve presente, sendo, fazendo e acontecendo ao seu modo e jeito. Era só pedir, ele atendia prontamente. E teve um belo de um passado, quando atuou como fotógrafo do Sindicato dos Eletricitários/CUT, percorrendo este mundão de acontecimentos políticos, sempre do lado de quem luta. Devia ter um baita orgulho de ter estado envolvido em tudo onde se meteu com suas máquinas fotográficas. Eu o vejo mais como fotógrafo do que como dirigente sindical. Era um registrador e deve ter um acervo dos mais valorosos lá guardadinho em sua casa. Isso um dia merece ser desvendado, pesquisado e divulgado. Eu vou descer neste momento para o velório deste amigo e antes, sento aqui, batuco algo, esqueço de muita coisa relevante, mas presto assim minha modesta homenagem para este grande batalhador das causas sociais. Perdemos todos os que o conheceram, uma grande figura humana e um baita profissional. Triste constatação a de que, a coisa anda se afunilando. Estamos aí, continuamos na lida, mesmo que aos trancos e barrancos, até para dar continuidade em tudo o que gente como ele tanto fez. Na somatória, a gente sempre consegue ver um saldo bem positivo pro nosso lado, pois temos a mais absoluta certeza, a de termos escolhido o lado certo no campo de luta. Neste campo, Robertinho vai fazer bruta falta.

segunda-feira, 20 de abril de 2026


TODOS PRECISAMOS CONTINUAR ACREDITANDO NAS FORMAS DE FISCALIZAÇÃO EXISTENTES, MAS...

Junto essas duas matérias publicadas dias atrás e tento encontrar a similaridade entre ambas. Na primeira, a alcaide bauruense Suéllen Rosin, vista por mim como IncomPrefeita pelo conjunto da obra, cada vez mais catastrófica para o futuro da cidade de Bauru e pelo que se divulga, podendo agora até aprovar muito do que pleiteia de concessões sem necessitar de aprovação da Câmara. Vejo isso, não só como algo mais do que perigoso, não só no caso particular de Bauru, mas num todo. As administrações públicas precisam ser acompanhadas de perto, não só por fiscalização rigorosa de suas câmaras de vereadores, como da própria Justiça, no caso o Ministério Público e afins. Isso sempre ocorreu e não existe motivos para uma flexibilização.

Daí me volto para a capa da última edição da melhor revista brasileira destes nossos tempos, a CartaCapital e nela uma capa sobre o montante de sucessão de acontecimentos lamentáveis nos últimos desGovernos estaduais no Rio de Janeiro, culminando com uma situação mais do que insustentável. Na principal matéria da edição desta semana, uma ampla reportagem e uma só conclusão, o estado do Rio só terá solução com uma força-tarefa externa, num pente fino de cabo a rabo e daí, com tudo exposto, a possibilidade de reverter o quadro atual.

Sabe onde junto uma coisa com a outra? Simples. Em Bauru, nestes últimos meses estão aprovando tudo o que a alcaide tem proposto com novos empréstimos, cada vez mais altos, para finalidades cuja dinheirama até se faz necessário, mas não existe nenhum planejamento para sua utilização de forma plausível. A Câmara está aprovando tudo e já se fala de um futuro dos mais problemáticos, com provável insolvência financeira num curto espaço de tempo. Isso ocorrendo, supostamente com fiscalização dos nobres vereadores e também da Justiça, em todas suas instâncias. Entendo que, quando uma Câmara está aparelhada e vota cegamente pelos interesses de uma administração, se faz necessário a intervenção imediata da Justiça, até para restabelecer algo dentro de padrões normais.

No Rio, mesmo com Alerj e Justiça, o lamentável está em curso e o Rio mais que falido. Em Bauru, pelo montante do proposto e sendo aprovado, a cidade adentrando um terreno dos mais perigosos. Alguém precisa fiscalizar e se enfronhar com mais afinco nos montantes sendo emprestados, na sua real utilização e no que existe de condições de efetivo pagamento pela cidade, com as receitas e despesas atuais. Eu não gostaria de ver minha cidade, daqui há muito pouco tempo, na mesma situação do estado do Rio de Janeiro, hoje clamando por uma força-tarefa de salvamento. O administrador público precisa ter limites de atuação e isso precisa ficar bem claro, evidente, explícito. Quando passa de alguns limites toleráveis, precisa ser contido e enquadrado. Ninguém pode tudo e quando tudo ocorre "sem limites" - esse foi o slogan da cidade até bem pouco tempo -, o perigo é eminente. O sinal de alerta por aqui já deveria estar ligado há muito tempo, mas pelo visto, este está sendo desmerecido. Como diz o ditado, arrependimento mata.

TEMER NO CENTRO, O DINHEIRO NOS BASTIDORES E A NOTÍCIA COM DONO
Por João Guató
Os relatórios da Receita Federal e do Banco Central não são exatamente literatura, mas, vez ou outra, entregam enredos mais interessantes que muito romance premiado. Ali, entre números e transações, aparece o Banco Master, sob comando de Daniel Vorcaro, como eixo de uma engrenagem que movimenta recursos em direção a políticos, ex-ministros e veículos de comunicação. No meio desse circuito, surge Michel Temer. Não como figurante, mas como personagem central de um sistema que parece funcionar com precisão quase técnica: o dinheiro sai, encontra destino e cumpre sua função.

E qual é essa função? A pergunta soa retórica, mas incomoda. Quando um ex-presidente como Michel Temer aparece entre beneficiários de uma rede de pagamentos, não se trata apenas de um nome qualquer numa planilha. Trata-se de alguém que conhece profundamente os caminhos do poder, os atalhos institucionais e, sobretudo, o valor estratégico de estar bem posicionado. Temer não é um acidente nesse roteiro. É, no mínimo, um indicativo de que o fluxo financeiro não circula ao acaso, mas acompanha interesses muito bem definidos.

Do outro lado dessa engrenagem está o portal Metrópoles. Um veículo de comunicação que, segundo os documentos, também figura entre os beneficiários. E aí a pergunta muda de tom: a serviço de quem está a informação? Porque quando o dinheiro entra pela porta dos fundos, a independência editorial costuma sair pela frente, sem fazer barulho. O site, que pertence ao grupo liderado pelo empresário Luiz Estevão, não é apenas um observador da realidade — pode estar, conforme os indícios, inserido nela de maneira bem mais ativa do que gostaria de admitir.
Em Bauru, no Brasil e no mundo...

No fim, o quadro se fecha com uma harmonia perturbadora. Daniel Vorcaro articula, o Banco Master executa, Michel Temer representa o peso político da operação e o Metrópoles ocupa o espaço narrativo. E o público? Continua consumindo informação como quem acredita estar diante de fatos crus, quando, na verdade, pode estar apenas assistindo a mais um capítulo de um velho roteiro brasileiro: aquele onde dinheiro, poder e notícia caminham juntos — não por coincidência, mas por conveniência.

CONCLUSÃO DESTE MAFUENTO HPA: E como fazer chegar isso tudo para o povo, o ainda e sempre ludibriado, que confia e segue fielmente quem lhe crava a estaca nos costados? Essa missão quase impossível cabe a nós, os lúcidos, os ainda com os olhos bem abrtos e atentos. Se nem nós fizermos nada para impedir o avanço dessa barafunda informativa desvirtuada, com certeza, nada mais nos restará fazer do que enfiar a viola num saco e aceitar a derrota. Só viraremos essa mesa, reverteremos o quadro de informação desqualificada e mentirosa siando pras ruas, arregaçando as mangas das camisas e, ciente de estarmos numa guerra, irmos pra luta. Não nos resta outra saída e escapatória.

UMA SITUAÇÃO BAURUENSE, COM SEUS MUSEUS TODOS FECHADOS
Na começo desta rua, a Agenor Meira, lá no fundo, o telhado da antiga estação da Cia Paulista e na parede o letreiro da FEPASA, que um dia movimentou o pedaço, com trens e hoje, depois de longo tempo fechada e abandonada, através de emenda parlamentar do deputado Vicentinho PT/SP, algo foi se movimentando e dizem, ela está quase pronta para ser aberta com a necessária devolução ao público do Museu Histórico Municipal. 

Na cidade, três museus e nenhum em funcionamento, todos fechados e nestes dois mandatos de Suéllen Rosin, nenhum deles funcionou um dia sequer. O que dizer de uma cidade de 400 mil habitantes, cujos seus três museus permanecem fechados e a maioria de suas bibliotecas ramais foram fechadas, desincentivando a leitura? Não existe Feira do Livro, que resolva ou encumbra isso. 

Destes que aí estão na administração pública municipal eu só acredito vendo e ainda acho, encontrarão mil desculpas para postergar a abertura desta histórica edificação, mesmo estando praticamente pronta. Quer apostar?

domingo, 19 de abril de 2026

sábado, 18 de abril de 2026


A PARADA ESTRATÉGICA NA "PADOCA" DE AVAÍ, NO CAMINHO DA ALDEIA KOPENOTY
A história é boa. Marquei com o pessoal dos Baté, de Tibiriçá, de estar entre11 e 11h30h lá na casa da matriarca, dona Irene e ir com eles para Avaí, num dos festejos dentro da aldeia indígena de Kopenoty, essa comandada pelo amigo cacique Chicão Terena. Foi um corre, mas cheguei lá no horário combinado. Três carros, lotados, eu dirigindo um, Susy Silva, até bem pouco tempo diretora da EE Major Fraga, recentemente aposentada - com aquele ar de felicidade estampada no rosto - e Amanda Cosmo nos outros. Com algum atraso partimos, seguindo pela estrada terra, sentido Nogueira, depois um asfalto e adentramos Avaí pela porta dos fundos. 

No caminho a conversa fluia sobre a festa e sobre algo do qual ninguém sabia o que encontraríamos pela frente: comida. Já estava passando da hora do almoço e ninguém das três barcas tinha  almoçado. Em Avaí, atravessamos a cidade e quase na saída para pegar a estrada que nos levaria para a aldeia, última quadra, um ponto comercial me chama a atenção, a "Padoca", uma padaria. Foi quando, algo dentro de mim, me intigou a propor pararmos e comermos algo. Ninguém sabia o que encontraríamos lá na aldeia. Teriam ou não comida? Na dúvida, buzinei para os demais carros e estacionamos defronte o local.

Pronto a festa estava completada e da forma mais animada possível. Nos balcões muitas opções, até um bolo salgado, mas acabamos todos concluindo, quase por unanimidade pelo tradiciomnal pão com mortadela e refrigerantes. E assim foi feito. De ínicio quatorze pães, depois mais dez e  muita mortadela. Ou seja, fizemos a festa, denominada por nós como a do farelo. Agitamos o pedaço e assim conhecemos o Edson, carinha de índio e sua equipe, três pessoas, sendo fazendo e acontecendo na padaria. Ele, soubemos pela prosa, é primo do cacique Chicão, tem 44 anos e abriu a padaria faz dois anos. Muito simpático, me disse, chegar lá todos os dias às 4h, abrindo o estabelecimento às 5h, pois por lá muitos saem muito cedo para trabalhos em outras cidades. Perguntei se não era muito cedo para abrir e ele: "Acredite, 4h30 já tem gente esperando do lado de fora, pois querem um pãozinho quente antes do batente". 

Renderia uma conversa longa, mas no momento, o primordial era encher a barriga e seguir viagem até a Kopenoty. A parada foi das mais providenciais e o lanche estava delicioso, o pão da casa foi aprovado por todos e assim, festamos todos juntos, num congraçamento que, teria continuidade na aldeia. Ninguém reclamou de nada e ao final, a Padoca cobra um preço justo, tudo dividido entre as partes, com uma merreca para cada. Felicidade geral estampada na face de todos, farelos muito bem distribuídos pelo local e despedida alegre com o Edson e sua equipe. Achávamos estar atrasados e não prolongamos mais a prosopopéia, pois a intenção era chegar na aldeia a tempo de presenciar a premiação do concurso da Beleza Indígena 2026. De barriga cheia, voltamos para a estrada. Felicidade é muito disso, algo simples, feito coletivamente e onde tudo acontece de uma forma singela, sem sobressaltos.

NA VÉSPERA DO DIA DOS POVOS INDÍGENAS, ME JUNTO COM OS BATÉ DE TIBIRIÇÁ E PRESENCIAMOS A PREMIAÇÃO DA BELEZA INDÍGENA 2026, NA ALDEIA KOPENOTY, EM AVAÍ
Foi uma tarde e tanto, muito intensa. A aldeia Kopenoty, distante uns 15km de Avaí representa muito da luta de resistência e a demonstrar que, com luta e perseverança, algo é conquistado. A reserva indígena de Avaí é fruto de um intenso e perseverante trabalho indígena, até a conquista definitiva dessas terras. Cacique Chicão, o representante maior de todos eles, sabe muito bem e basta acompanhar sua trajetória para se certificar de que, sem luta nada é conquistado. E chegando lá na aldeia, após um trecho de asfalto e outro de terra, a constatação, sua aldeia é uma das mais bem organizadas, com uma infraestrutura consolidada e em funcionamento. Por lá, desde um amplo salão de recepção, festas e eventos, uma ampla casa, que amtes abrigou atendimento da antiga FUNAI e hoje abriga um Centro de Memória, depois a escola, as quadras esportivas e as casas, todos de alvenaria e muito bem distribuídas pela área. No total, me dizem, mais de mil indígenas ali vivem atualmente. 

Sou levado para lá na véspera de mais um Dia dos Povos Indígenas - antigamente denominado de Dia do Índio -, quando a aldeia Kopenoty realizava mais um Festival/Concurso da Beleza Indígena. Ao lado da quadra esportiva, barracas foram montadas e os produtos indígenas expostos. Todo o artesanato ali produzido, além de alimentação aos presentes. Todos os ali atuando nas barracas, paramentados para receber os visitantes. Chicão Terena, com várias atividades naquele dia, pede para que Dário, Mestre Bilíngue da aldeia nos leve e explique sobre o Centro de Memória ali localizado. O antigo casarão, todo de madeira, bem no centro da área de lazer, antigamente foi o posto da FUNAI e hoje abriga o que muitos consideram como um museu. "Museu é outra coisa. Isso aqui para nós é um Centro de Memória, onde disponibilizamos muito de nossa história. Museu somos nós, os seres vivos, os representantes de nossas etnias, aqui presentes e com toda nossa vivência, para explicar e contar o que sabemos, passar adiante algo de nosso passado. Tudo isso que vocês podem ver aqui dentro representa os passos dados para chegarmos até aqui", conta.

Salutar passar porali antes de visitar toda a aldeia, pois ali a real possibilidade de observar as condições para se chegar no patamar atual. E do lado de fora, na véspera do dia dos Povos Indígenas, muitas apresentações durante todo o dia, culminando no meio da tarde com a escolha e premiação da Beleza Indígena. Muitas são as concorrentes, mas quando todos começam a circular entre si, algumas desistem e somente quatro desfilam no tapete vermelho estendido na quadra de esportes. Um quadro de jurados, escolhido dentre os presentes e composto por pessoas que, de uma forma ou outra estão ao lado da vida da aldeia. Este o frenesi do evento da tarde e comandado pelo vice cacique da aldeia, capitaneado pela sua esposa, uma das organizadoras de tudo o que por ali ocorre.Vanessa Terena descreve a organização: "Terminando um evento, começamos outro, atrás dos patrocinadores, onde aqui é ressaltada a beleza da mulher indígena, o papel da mulher indígena, a sua força e ocupando novos espaços, fortalecendo também o empoderamento de nós, mulheres indígenas. A participante tem que ter mais de 13 anos de idade, residir ou ser indígena e vir paramentada, com trajes e pinturas de sua aldeia".


Das quatro concorrentes, duas locais e duas de fora, uma orieunda no estado do Mato Grosso e outra do Paraná, essa a ganhadora este ano. O importante de tudo é o congraçamento, a recepção aos visitantes, quando estes passam a conhecer algo mais da aldeia e dessa convivência o entendimento do que é, verdadeiramente, a causa indígena. Chicão Terena está envolvido nessa luta desde muito cedo. Acompanhou desde pequeno todo o desenrolar de todas as conquistas, culminando com o estado atual de desenvolvimento dessa e de outras aldeias no conglomerado de Avaí. "É um prazer receber vocês todos, o pessoal de Tibiriçá, nossos parceiros, professores e gente interessada na cultura Terena. Isso para nós é gratificante, poder mostrar e apresentar nossa cultura, arte, artesanato", conta.

Estar com eles, participar de qualquer evento que for, junto deles é mais do que uma integração. Neste dia, convidado que fui pela família Baté/Cosmo, de Tibiriçá, viemos em três carros, lotados e todos imbuídos de algo em comum, estar integrados e entendendo plenamente o que ali acontece. Dulce Baté, representando a família disse algo a respeito: "Eu tenho mais que uma dívida de gratidão com o povo dessa aldeia. Somos vizinhos, nós lá no distrito rural de Tibiriçá, em Bauru, muito perto da aldeia e eles do lado de cá, sempre juntos em variadas atividades. Sempre eles estão lá em nossos eventos e nós, sempre que podemos, estaremos aqui com eles. Isso é um relacionamento de verdadeiros irmãos. Cada qual com sua luta e quando juntos, mais fortes para nossas disputas e conquistas. É sempre muito gratificante estar aqui. Hoje, estamos vivenciando uma tarde mais que especial".



VIM A CONHECER O FOTÓGRAFO CESAR DINIZ, DA PULSAR IMAGEM, ANOS DE ESTRADA, HOJE NA ALDEIA KOPENOTY, EM AVAÍ E AQUI CONTO ALGO DESTE PROFISSIONAL
Acabo conhecendo pessoas nos lugares mais inesperados, como hoje lá na aldeia Kopenoty, em Avaí, quando me deparo com o profissional da fotografia, décadas de estrada, Cesar Diniz, da agência fotográfica Pulsar Imagem. O vi fotografando o evento e não o conhecendo, achava ter sido contratado pelo pessoal da aldeia para registrar o evento. Ele e sua potente máquina circulavam pelo evento todo com muita desenvoltura e daí tive a mais absoluta certeza de tratar-se de alguém do ramo, com quilometragem e muita bagagem. 

Num momento de folga, quando a premiação da Beleza Indígena 2026 já estava concluída, vi ele sentado num canto, sento ao lado e puxo conversa. Me apresento e pergunto se ele atua em alguma cidade ali da região, pois não o conhecia. Nos conhecemos a partir deste papo. Cesar é tão inquieto como este HPA. Já trabalhou em diversas empresas jornalísticas deste país e depois de tanta rodagem, querendo continuar a fazer o que sabe, optou por se aliar a uma agência, a Pulsar e, as vezes em projetos seus, isolados e sem apoio, mas em outros com apoio destes, sai pela aí em busca de material diferenciado. Cesar filtra e sai pelo mundo a registrar a história deste mundo. Conta algo de onde já esteve presente e eu ali, diante de alguém, cheio de, não só histórias, mas uma diferenciada vivência. E onde fomos nos encontrar? Justamente ali numa aldeia indígena, a Kopenoty, nos arrebaldes de Avaí, uma pequena cidade interiorana paulista. 

Ele que já viu de tudo nesta vida, tendo conhecido muitas aldeias, me conta estar surpreendido com a orrganização e desprendimento coletivo ali encontrado. Eu também estava vivenciado o mesmo e assim, trocamos figurinhas. Ótimo conhecer pessoas assim, se aproximar quando pipoca um click interno a me dizer: precisa ir lá e conhecer aquela pessoa. Na maioria das vezes não me decepciono e mesmo assim, tudo rende histórias. Com Cesar, algo mais, pois ele ali está coletando fotos e registros para algo maior, sobre as aldeias indígenas e para tanto, um trabalho não só neste dia. Chegou na sexta, procurou um pequeno hotel em Duartina e desde então, vai e volta na aldeia. No domingo irá acompanhar como se dá a colheita de mandioca na aldeia e na segunda irá acompanhar o início da semana letiva na escola local. Na festa, esteve pela manhã acompanhando a dança típica do Kopenoty e essa surreal e linda premiação da Beleza Indígena. 

Para conhecer bocadinho mais do que venha a ser a Pulsar Imagem, eis o link: https://www.pulsarimagens.com.br/quem-somos. A Pulsar é isso: "Criado em 1991, Pulsar Imagens é o mais completo banco de imagens do Brasil. Nosso acervo possui mais de um milhão de fotografias e vídeos, que retratam paisagens brasileiras, com sua natureza e arquitetura; elementos da nossa cultura, como as festas populares; além de aspectos da nossa política e economia. Há também um grande número de fotos do exterior. Nossas fotografias e vídeos foram registrados por mais de setenta fotógrafos profissionais, ganhadores dos prêmios Nikon de Fotografia, Esso de Jornalismo e Wladimir Herzog de Direitos Humanos, entre outros. Muitas de nossas imagens também estão em acervos de diversas instituições, como MASP - Museu de Arte de São Paulo, MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, IMS - Instituto Moreira Salles, Itaú Cultural e National Museum of Natural History / Smithsonian Institute. Pulsar Imagens tem, entre os seus clientes, as principais editoras de livros didáticos do país, além de outras empresas do mercado editorial brasileiro. As maiores agências de publicidade do Brasil também comprovaram a nossa qualidade, utilizando nossas fotos em grandes campanhas espalhadas por todo o país. Possuímos também imagens publicadas em países, como França, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos".

Sobre o profissional Cesar, eis o link para saber mais e contato: https://cesarmdiniz.wordpress.com/about/ e algo mais sobre um de seus trabalhos, envolvendo a cidade de São Paulo e também indígenas: https://www.pulsarimagens.com.br/autor/cesar-diniz. Cesar é um sujeito escolado, vivência absoluta em rodagens sem fim mundão afora e quando versamos sobre seu trabalho, me diz algo assim: "Hoje estou aqui nesta pequena aldeia, mas atuo também na aldeia paulistana, aquele conglomerado com mais de 20 milhões de pessoas. Registro o que acontece em aldeias diversas". 

sexta-feira, 17 de abril de 2026


CAMPANHA CONTRA POLÍTICOS DITOS DE ESQUERDA E FROUXOS, SEM CORAGEM E COM DÚBIO POSICIONAMENTO, ALGO BEM DIFERENTE DA ATUAÇÃO FLAMEJANTE DA VEREADORA ARARAQUARENSE FELIPA BRUNELLI
Estamos, alguns meses antecedendo uma disputada eleição, para cargos diversos, de deputados até a presidência do país e para tanto, o eleitor é acossado diariamente com pedidos de apoio e voto. Eu cá me encontro no campo da ESQUERDA e quando recebo alguma aproximação deste tipo, a primeira observação que faço é se o candidato é do meu campo de atuação/ação política. Se for, primeiro caminho andado, mas tem outro, muito importante para mim neste intrincado momento. Levo em total consideração se o candidato faz a defesa de Lula, do PT e da esquerda em sua campanha. Se for um candidato híbrido, ou seja, dos que se promovem, com postagens só de suas realizações e passa ao largo de qualquer tipo de encolvimento em defesa de Lula e do PT, já o descarto automaticamente.

Escrevo isso, pois isso tudo isso é bastante frequente nos tempos atuais. O candidato posta aquele vídeo de seu trabalho, cheio de realizações, se mostra atuante, porém, se esquece de defender Lula e até mesmo o próprio PT, onde é filiado. Isso ocorre por todo o lugar e aqui em Bauru não é diferente. Destes quero distância. Entendo que, neste momento, mais que todos os demais, quando necessitamos nos engajar dos pés à cabeça na campanha pela reeleição de Lula, aqueles demonstrando algum desinteresse desta luta, para mim, já os considero como descartáveis. A campanha atual, já começando a pegar fogo será uma verdadeira guerra, onde o lado de lá, o dos candidatos da direita e do radicalismo ultradireitistas estão já praticando todo tipo de jogo sujo, com divulgação diárias de fake news e quem não estiver inserido no contexto de arregaçar as mangas de suas camisas e colocar a cara tapa, não os considero, nem como combatentes, nem como companheiros de jornada.

E aqui, escrevo isso tudo para reverenciar alguém de pertinho de Bauru, que ainda não conheço pessoalmente, mas a admiro bastante, uma vereadora da cidade de Araraquara SP, num posicionamento dos mais firmes e valorosos. A conheci pelas redes sociais, passei a acompanhar seu mandato e sua luta, na qual estou inserido, pois as suas causas são também as minhas e de todos os que lutam por um país digno, soberano, justo e democrático. Falo de FELIPA BRUNELLI, uma vereadora mulher trans, corajosa como poucos na política. Vejo que, em suas postagens, todas bastante aguerridas, esgruimando com toda disposição contra o poder hoje estabelecido em Araraquara, após o final do mandato do ex-prefeito Edinho, hoje presidente do PT. Edinho não conseguiu fazer seu sucessor e por lá, como aqui em Bauru, um mandatário fundamentalista e retrógrado. Desta forma, se faz necessário uma ação contínua e ela uma das expoentes dessa luta na cidade. Bato palmas para sua ação, pois da tribuna e de todos os lugares por onde passa, sempre em alto e bom som, está denunciando irregularidades e acima de tudo, fazendo a defesa de Lula e contra os desmandos deste país.

Dias atrás, meu filho, que mora em Araraquara esteve por aqui e lhe perguntei sobre ela. Ele, formado em Letras pela Unesp de lá, disse a conhecê-la da universidade e que, desde o período estudantil, exercia forte liderança, também a vendo em constante evolução. Diz ele e a esposa terem votado nela. É exatamente comoenxergo FELIPA, sem medo de se posicionar, comprando brigas com quem está no descaminho e não fazendo nenhuma espécie de acordo com a parte contrária. Hoje, algo também que levo muito em consideração no mundo da política é ir observando se aqueles lá nos representando o fazem com duas caras, ou seja, dizem uma coisa e fazem outra. Na atuação desabrida da Felipa um constante dessa luta, onde a gente entra e não sai mais, pois está inserida dentro da gente. Quem ameaça fazer acordos com quem nos apunhala, desses nutro o mesmo desprezo que pelos adversários, pois tornam nossa luta um campo minado.

Escrevo este texto, após observar atentamente muitos prováveis candidatos se aproximando e já conclamando apoio e qurendo meu voto. Felipa não deverá ser candidata nas próximas eleições, continua sua luta de vereadora e contra a perversidade instalada na Prefeitura de Araraquara.Em todas suas postagens, algo a favor de Lula, do PT e contra os vendilhões do templo. São pessoas assim as mais necessárias no campo da política. Nutro a mais absoluta consideração por políticos como ela, sem medo de ser feliz, não se desviando um centímetro do que deve ser realmente feito. Dias atrás, lhe pedi amizade pelas redes sociais e acabo de ser aceito. Tenho certeza, ela não irá se decepcionar com a forma como faço e conduzo minha vida política e nem eu com ela, pois pelo que a acompanho, me sinto cada dia mais garantido: essa é das boas, daquelas que se vergam, mas não quebram, não dá o braço a torcer, leva sua vida da melhor forma possível e na atuação política, faz e acontece, sem nada a esconder ou escamotear. É disso que precisamos, até para engrenar de vez a campanha e verdadeira guerra onde estaremos engajados daqui até o dia do próximo pleito. Viva políticos com FELIPA BRUNELLI. É de gente assim que voto e sei, não me decepcionarei. Políticos sem coragem de assumirem seu papel e onde se encontram, TÔ FORA!
OBS.: Que isso sirva de mero toque, para os que de mim se aproximam, mas não condizem com o que espero de políticos. E para quem quer conhecê-la melhor, eis sua página nas redes sociais: https://www.facebook.com/filipabrunelli

UMA DAS INSTITUIÇÕES NOROESTINAS LÁ DO ALFREDO DE CASTILHO NOS DEIXOU: SEU GUILHERME
Aqui o já havia escrito dele: https://mafuadohpa.blogspot.com/search...
Ir assistir o glorioso e centenário Esporte Clube Noroeste jogar uma partida de futebol no estádio Alfredo de Castilho e não comer os amendoins, salgados ou paçoca, feitos pelo seu Guilherme é coisa que poucos conseguiram fazer ao longo dos anos. Desde moleque, quando comecei a ir ao estádio, o vejo com seu carrinho e seus cones de papel com amedoim, vendidos diretos no carrinho ou numa cesta, diretamente na arquibancada. Pois é, seu Guilherme estava doente e fazia já certo tempo que não comparecia ao estádio, mas continuava firme e forte preparando os quitutes em sua casa. Seu filho dá continuidade, não só mantendo a trandição, como nos mantendo informados de sua sáude. Nessa semana, ele se foi, deixando uma bruta saudade em todos que, como eu, saboreamos aquela iguaria desde sempre. Na verdade, seu Guilherme, que já foi homenageado pela torcida Sangue Rubro, merece ser eternizado com uma estátua na área onde sempre localizou seu carrinho. Verdadeira instituição e patrimônio imaterial, não só do clube, como de toda a cidade. Paulo Gimenes Zem, seu filho, também funcionário dos Correios Bauru, tomara continue nos encantando no estádio em dias de jogos, pois só de vê-lo, a certeza de que, seu Guilherme feliz da vida e ali conosco, na empreitada que é ir aos estádios nos tempos atuais. Os amendoins em cone de papel do seu Guilherme podem ser considerados de igual teor ao doce Canolli lá no estádio da rua Javari, do Juventus, na capital paulista. Chegaram de mansinho e se tornaram grandiosidades de inestimável valor e consideração.

quinta-feira, 16 de abril de 2026


NÃO TE CONTARAM? O ORMUZ ESTÁ EM BAURU
Ah, o que seria da vida da gente sem um pouco de humor e ironia? Eu mesmo respondo: Muito mais dura. 

Assim sendo, recebo foto e mensagem do dileto amigo Gilberto Maringoni, direto da capital paulista com uma provocação neste sentido: "Todas as questões referentes ao estreito de Ormuz são decididas na loja maçônica Architectos de Ormuzd, situada à avenida Rodrigues Alves 8-56, centro, Bauru, SP". 

E não é? E como não havia ainda pensado nisso, essa loja maçônica, centenária como a cidade, está entrelaçada com a sua história e pelo bem, pelo mal, continua vivíssima e atuante, no ponto nevrálgico dos acontecimentos, enfim, Ormuz é hoje o epicentro de tudo.

A MARCHA EM BRASÍLIA E A PARTICIPAÇÃO DE BAURUENSES
A Marcha da Classe Trabalhadora 2026 ocorreu em Brasília no dia 15 de abril, reunindo milhares na Esplanada dos Ministérios contra a escala 6x1 e por valorização profissional. Organizada por centrais sindicais, a mobilização concentrou-se no Teatro Nacional e seguiu para o Congresso, com pautas como regulação de aplicativos e combate à pejotização. Ela mobiliza país afora uma infinidade de trabalhadores e de Bauru, um ônibus seguiu até Brasília, 10h de ida, depois o dia todo na manifestação e Marcha, depois o retorno, mas 10h. O esforço sempre é recompensado pela sensação de estar dando do seu quinhão de contribuição na lida e luta em prol da garantia dos direitos dos trabalhadores brasileiros. Estou e estarei sempre com estes, os que colocam não só a cara a tapa, como estão constantemente, sem esmorecer no palco dos acontecimentos, demonstrando que, só com muita luta, resistência e organização, iremos conquistar algo de sólido, duradouro e a favorecer os interesses da maioria do povo trabalhador deste país.

Com essas fotos, divulgo e enalteço o que fizeram e fazem. São movimentos como este que fortalecem a luta e agigantam a importância do povo estar nas ruas, mobilizado e pronto para agir. Gostaria imensamente de estar junto destes, viajar com eles todos e na impossibilidade, cá deste lado, reverencio a todos e insisto na pegada de que, só assim, nas ruas iremos manter a chama acesa e tocar este barco para a frente. Não existe luta esperando sentado tudo acontecer e nos favorecer. Existe isso, a ida ao encontro do que buscamos como o ideal. Se a luta hoje me diz para estar em Brasília, a capital do país, pra lá temos que nos deslocar e assim dar prosseguimento nessa imensa causa movendo nossas vidas: um país cada vez mais altaneiro, soberano, justo e solidário, onde os trabalhadores continuem tendo voz e no palco dos acontecimentos.



CADÊ O QUE RESTOU DO JORNALISMO DA TV GLOBO?
"Jamais esqueço do dia em que o Caco Barcellos, ao vivo, na GloboNews, reduziu Eliane Cantanhêde a pó de bosta. 'Como você vê o jornalismo hoje, Caco?', quis saber Cantanhêde, na ilusão de que ele seria corporativo e passaria pano. 'Vejo o jornalismo cada vez mais declaratório', respondeu o Caco. Tentou ser educado, mas deixou bem claro, na lata da 'companheira', que o jornalismo que todo jornalista deveria fazer na rua, a gastar a sola do sapato, havia sido substituído pela cagacão de regra, pelos achismos, mentiras e PowerPoints canalhas que tomaram conta das redações. Um jornalismo preguiçoso, que não tira a bunda do sofá, mas que se comporta como se soubesse de tudo e de todos. E que tinha em Cantanhêde um dos piores exemplos. Eu diria que o Caco ainda estar na Globo depois de tantos anos é um milagre. Ele não é apenas o melhor - talvez o único - repórter de verdade que restou por lá. Caco Barcellos é uma espécie de voz da consciência dos que se portam como celebridades, influenciadores ou formadores de opinião. Sim, Mervais e Andréias Sadis Dallagnol formam a opinião de muita gente! Misericórdia! Para eles, Caco é um incômodo, se é que me entendem. Enfim, é o seguinte: Caco Barcellos está no Irã, nas ruas, nos enterros dos mártires, a cobrir a matança praticada por Estados Unidos e Israel. Caco não está num telhado do Vaticano, muito menos no escritório confortável da Globo em Nova York ou Londres, a chupinhar informações e imagens de agências internacionais pra fechar matérias, apenas com o trabalho de gravar passagens. Caco não dá só a cara pra bater. Em nome do JORNALISMO, oferece o corpo às bombas e aos tiros. Caco, querido, amo você, tanto quanto amo teu filho, o Ian, excelente repórter cinematográfico! Se eu puder te pedir algo, volte inteiro e em paz!"
texto do Alfredo Teixeira

QUEREM SABER POR QUE NÃO DEVEMOS NUNCA MAIS ELEGER NINGUÉM COM SOBRENOME BOLSONARO, OU GENTE DO PL E CENTRÃO, FUNDAMENTALISTAS E FASCISTAS? O CARTUNISTA Carlos Latuff RESPONDE DESENHANDO
PASSEI DOIS DIAS FLANANDO PELA AÍ, MAS JÁ VOLTEI
Tem momentos da vida, quando precisamos dar um tempo em tudo, vivenciar outras experiências e enxergar outras paragens. Fiz isso nesta semana, quando parti para resolver umas questões em Taquaritinga SP, aproveitando para conhecer mais da história carnavalesca daquela cidade. As questões foram todas resolvidas e a questão do Carnaval, que ouvia dizer ser um dos mais instigantes e movimentados de todo o interior paulista, disso me certifiquei a aprofundei na pesquisa, visando um textão para uma revista e também um belo artigo acadêmico, sobre o que vem a ser isso das "repúblicas", essas casas coloridas, que colocasm uma minhoca na cabeça de qualquer forasteiro: Repúblicas numa cidade com poucas faculdades? Isso é o propiciado pela intensidade do evento Carnaval na cidade. Compreendi tudo, assimilei tão bem, frequentando seu point mais agitado, o Bar do Tadao e conversando com personagens, os tais provocadores dessa ebulição na cidade. Guardei tudo aqui dentro de mim e nos próximos capítulos de minha vida, irei destrinchando tudo, com a devida sapiência e riqueza de detalhes. Por enquanto, o comunicado: já estou de volta e hoje recomeçando as andanças, escrevinhações, projetos e perturbações da ordem pública e estabelecida, como sempre fiz na vida.

quarta-feira, 15 de abril de 2026