FUTEBOL E POLÍTICA JUNTOS NUM MURO LÁ NO GEISEL
Num paredão lá do Geisel, tendo ao meio uma torre elétrica, duas pichações: Bolsonaro Assassino e Palmeiras Campeão. Duas óbvias constatações.
SE DEIXAR QUIETO, PREFEITURA DESTOMBA TUDO, POĒ ABAIXO E ACABAM COM TUDO** ESTE HPA É CITADO EM TEXTO DO PROF. URBANISTA JOSÉ XAIDES ALVES.
Foram apresentados pelos escritórios "Contratados" pelo poder público os projetos que não casualmente se encontram ambos ao lado e ligados na praça Machado de Melo.
Vi muita seriedade nas posições técnicas da Presidente do CODEPAC, Arquiteta Juliana Cavallini e Do Professor da UNESP Paulo Masseran, como dos demais membros presentes que eu nâo conhecia ao analisar os projetos.
Em ambos os casos cobrando Coerência dos escritórios de que façam modificações nos projetos e memóriais para que atendam aos elementos dos processos de tombamento.
Contudo, em minha fala, preocupado com o urbanismo e planejamento urbano, especialmente com a lei já enviada pelo Executivo à Câmara Muncinipal, fiz as seguintes observações:
* Que os Projetos de restauro estão limitados aos edifícios e cada qual em si nesmos e não trataram dos elementos urbanisticos externos na composição e relação com a praça. Pois aquele conjunto tinha uma composição histórica rica no passado com edificações menores que foram destruídas, mas que configuravam um conjunto arquitetônico do entorno e da paisagem que merecia ser estudado e tomadas decisoes formais em conjunto.
* Que Fiquei preocupado dos expositores se referiram ao projeto, especialmente da NOB, sem que a sociedade Bauruense tivesse sido chamada para discutir Um "Programa de Necessidades Funcionais para o prédio". Que entendia que isso devia ser objeto obrigatório de uma "Consulta Pública Prévias do executivo. Pois há vários grupos sociais que debatem a funcionalidade da edificação e mesmo que em Projetos de Iniciativas Popuares -Pips, Protocolados no Jurídico da Prefeitura Para o Plano Diretor, como o caso dos "IDOSOS E A CIDADE", desenvolvido em parceria com a FUNDATO-ITE, e que haviam legitimamente sonhos e propostas feitas por este publico que tem pertencimento pois viveu o tempo áureo do trem de passageiro, do melhor uso da Praça e do "Batistar", e que deveria ser respeitado.
E não apenas que o escritório como se referiu várias vezes " atendesse à vontade da prefeita". Isso é contra qualquer legitimidade e legalidade obrigatória da participação popular exigida pela Lei 10257/2001- Estatuto da Cidade. Lembrei que mais do que um saguão de um edufício burocrático da administração pública, o Hall de entrada e gare, eram espaços abertos e de fruição pública da estação, e que devia como pedem os "IDOSOS" recuperar esta relação como um "Espaço de Sala de Estar da Cidade", de Exposições, de Eventos noturnos de música, de dança, arte etc.
* Que Não vi nos Projetos apresentados Reflexão sobre como seriam resolvidas as questões de Estacionamentos e nem de mobilidade urbana para se acessar os edifícios, sejam eles para quaisquer funções públicas a que estejam sendo destinados. E esses elementos são fundamentais para o sucesso do Restauro e uso da população daquelas edificações.
* Cobrei que Também não vi qualquer citação relativa às possibilidades de financiamento das obras através de instrumentos de contrapartidas previstas no Estatuto da Cidade para casos de Edifícios Tombados e Históricos como pela TRANSFERÊNCIA DO DIREITO DE CONSTRUIR -TDC, que permitiria adensamentos e verticalização em vazios urbanos no centro e mesmo em areas anexas do pátio Ferroviário tendo como contrapartida se fazer os restauros dos EDIFICIOS DA NOB E DO HOTEL MILANESE para as novas funções que se desejam.
* Cobrei que o CODEPAC deveria discutir e cobrar a TDC que foi Omitida pela FIPE E EXECUTIVO Na proposta de revisão do PLANO DIRETOR, pois a TDC é um direito de todos os propruetários de imóveis históricos, inclusive do poder público, e que é um instrumento FUNDAMENTAL COMO INCENTIVO E SUSTENTABILIDADE PARA A EXECUÇÃO DE RESTAUROS. QUE SUA OMISSÃO É GRAVE E PREJUDICA O DIREITO URBANISTICO.
Obs, sobre os meus questionamentos foi dito por um dos Conselheiros ( está gravado) que entendia ser importante minhas considerações mas que o CODEPAC não foi consultado e muito menos chamado a debater e opinar na elaboração da proposta de revisão da lei do Plano Diretor e LUOS. E ISSO É MUITO GRAVE digo eu.
Sobre o Hotel Milanese, chamou a atenção que não houvesse dados sobre escrituras e nas plantas sobre metragem de areas que seriam preservadas uma vez que parte da edificação foi demolida por esta administração ( cena que pude assistir por coincidência, incrédulo junto com Henrique Perazzi de Aquino, num dia de gravação com ele sobre este tema) e sem maiores cuidados, e creio que sem aval prévio do CODEPAC. Aliás demolição coordenada in loco pela propria prefeita naquele dia.
Isaias 10:1-2
obs.: Imagens das extraídas da internet. Ou da apresentação durante apresentação publica no CODEPAC.
ESTAÇÃO DA NOB E HOTEL MILANESE. Conselho de Patrimônio analisa projetos e vê falhas no processo.
Urbanista e Professor Xaides.
Participei por interesse e estudioso do assunto , como urbanista e cidadão da reunião virtual na terça feira dia 10/03/26 pela manhã ao saber que o CODEPAC estaria analisando os Projetos de Restauro do Edi⁵ficio da Estação da NOB e do Hotel Milanese.
Urbanista e Professor Xaides.
Participei por interesse e estudioso do assunto , como urbanista e cidadão da reunião virtual na terça feira dia 10/03/26 pela manhã ao saber que o CODEPAC estaria analisando os Projetos de Restauro do Edi⁵ficio da Estação da NOB e do Hotel Milanese.
Foram apresentados pelos escritórios "Contratados" pelo poder público os projetos que não casualmente se encontram ambos ao lado e ligados na praça Machado de Melo.
Vi muita seriedade nas posições técnicas da Presidente do CODEPAC, Arquiteta Juliana Cavallini e Do Professor da UNESP Paulo Masseran, como dos demais membros presentes que eu nâo conhecia ao analisar os projetos.
Em ambos os casos cobrando Coerência dos escritórios de que façam modificações nos projetos e memóriais para que atendam aos elementos dos processos de tombamento.
Contudo, em minha fala, preocupado com o urbanismo e planejamento urbano, especialmente com a lei já enviada pelo Executivo à Câmara Muncinipal, fiz as seguintes observações:
* Que os Projetos de restauro estão limitados aos edifícios e cada qual em si nesmos e não trataram dos elementos urbanisticos externos na composição e relação com a praça. Pois aquele conjunto tinha uma composição histórica rica no passado com edificações menores que foram destruídas, mas que configuravam um conjunto arquitetônico do entorno e da paisagem que merecia ser estudado e tomadas decisoes formais em conjunto.
* Que Fiquei preocupado dos expositores se referiram ao projeto, especialmente da NOB, sem que a sociedade Bauruense tivesse sido chamada para discutir Um "Programa de Necessidades Funcionais para o prédio". Que entendia que isso devia ser objeto obrigatório de uma "Consulta Pública Prévias do executivo. Pois há vários grupos sociais que debatem a funcionalidade da edificação e mesmo que em Projetos de Iniciativas Popuares -Pips, Protocolados no Jurídico da Prefeitura Para o Plano Diretor, como o caso dos "IDOSOS E A CIDADE", desenvolvido em parceria com a FUNDATO-ITE, e que haviam legitimamente sonhos e propostas feitas por este publico que tem pertencimento pois viveu o tempo áureo do trem de passageiro, do melhor uso da Praça e do "Batistar", e que deveria ser respeitado.
E não apenas que o escritório como se referiu várias vezes " atendesse à vontade da prefeita". Isso é contra qualquer legitimidade e legalidade obrigatória da participação popular exigida pela Lei 10257/2001- Estatuto da Cidade. Lembrei que mais do que um saguão de um edufício burocrático da administração pública, o Hall de entrada e gare, eram espaços abertos e de fruição pública da estação, e que devia como pedem os "IDOSOS" recuperar esta relação como um "Espaço de Sala de Estar da Cidade", de Exposições, de Eventos noturnos de música, de dança, arte etc.
* Que Não vi nos Projetos apresentados Reflexão sobre como seriam resolvidas as questões de Estacionamentos e nem de mobilidade urbana para se acessar os edifícios, sejam eles para quaisquer funções públicas a que estejam sendo destinados. E esses elementos são fundamentais para o sucesso do Restauro e uso da população daquelas edificações.
* Cobrei que Também não vi qualquer citação relativa às possibilidades de financiamento das obras através de instrumentos de contrapartidas previstas no Estatuto da Cidade para casos de Edifícios Tombados e Históricos como pela TRANSFERÊNCIA DO DIREITO DE CONSTRUIR -TDC, que permitiria adensamentos e verticalização em vazios urbanos no centro e mesmo em areas anexas do pátio Ferroviário tendo como contrapartida se fazer os restauros dos EDIFICIOS DA NOB E DO HOTEL MILANESE para as novas funções que se desejam.
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| Oficinas NOB tiveram 4 mil ferroviários nela atuando. |
* Cobrei que o CODEPAC deveria discutir e cobrar a TDC que foi Omitida pela FIPE E EXECUTIVO Na proposta de revisão do PLANO DIRETOR, pois a TDC é um direito de todos os propruetários de imóveis históricos, inclusive do poder público, e que é um instrumento FUNDAMENTAL COMO INCENTIVO E SUSTENTABILIDADE PARA A EXECUÇÃO DE RESTAUROS. QUE SUA OMISSÃO É GRAVE E PREJUDICA O DIREITO URBANISTICO.
Obs, sobre os meus questionamentos foi dito por um dos Conselheiros ( está gravado) que entendia ser importante minhas considerações mas que o CODEPAC não foi consultado e muito menos chamado a debater e opinar na elaboração da proposta de revisão da lei do Plano Diretor e LUOS. E ISSO É MUITO GRAVE digo eu.
Sobre o Hotel Milanese, chamou a atenção que não houvesse dados sobre escrituras e nas plantas sobre metragem de areas que seriam preservadas uma vez que parte da edificação foi demolida por esta administração ( cena que pude assistir por coincidência, incrédulo junto com Henrique Perazzi de Aquino, num dia de gravação com ele sobre este tema) e sem maiores cuidados, e creio que sem aval prévio do CODEPAC. Aliás demolição coordenada in loco pela propria prefeita naquele dia.
Isaias 10:1-2
obs.: Imagens das extraídas da internet. Ou da apresentação durante apresentação publica no CODEPAC.
DEIXANDO, O POVO ESCOLHE NOMES POPULARES PARA AS RUAS ONDE MORAM E NÃO O DE COMENDADORES OU QUEM AGIU, UMA VIDA INTEIRA, CONTRA SEUS INTERESSES
Diante de algo que tomo conhecimento nestes dias, o de que mais de 70% dos nomes de ruas da cidade de Bauru são masculinos e reverenciando pessoas ilustres, tipo coronéis, comendadores, barões e doutos com títulos conseguidos de todas as formas possíveis, com muitos poucos populares, nada como enaltecer o que ocorre no Assentamento lá nas Águas Virtuosas. Cordial amigo me envia duas fotos aéreas do local, com a demarcação das denominações de suas ruas. "Bauru resistindo... rua Marielle Franco, rua Carlos Marighella, rua Vitória da Conquista (BA), rua Olga Benário Prestes", me escreve. Adoraria, nomes como estes fossem regularizados, pois além de terem fluído no seio da própria localidade, representam pessoas que verdadeiramente lutaram por dias melhores para este país. São denominações feitas dentro de Assentamentos Urbanos, não passando pela aprovação da Câmara de Vereadores, o que, em muitos casos inviabilizaria alguns dos nomes, pis infestada de conservadorees, direitista e fascistas, dificilmente aprovariam alguns dos nomes que o povo escolheu para designar as ruas onde moram.


































