Acordo e ao abrir as redes sociais, nas primeiras horas do dia, um vídeo onde um jovem médico, sapatinhos/tênis brancos reclama de ter que colocá-los, ou desgastá-los numa unidade de saúde pública no interior de uma cidade nordestina. Dá mais que nojo em assistir a vídeos dessa natureza, ou seja, o cara estudou por quase dez anos de sua vida e sai da universidade sem nenhuma consciência e sensibilidade para com o semelhante. Pelo que se entende, gente assim, já entra na universidade querendo quando sair diplomado já ir trabalhar e ganhar os tubos em atividades privadas. Pelo que se percebe, odeiam ter que fazer o necessário internato. Durante o internato (que corresponde aos dois últimos anos da faculdade de medicina), o estudante passa por rodízios práticos em hospitais e unidades de saúde, sempre supervisionado por médicos. Aqui o vídeo do prefeito da cidade maranhense repudiando o ocorrido e tomando as providências cabíveis: https://www.youtube.com/watch?v=APseGmpRaJQ. Entre os vai e vens, idas e vindas querendo consertar o inconsertável, o que fica é a postura, essa sem conserto. Algo dessa natureza é exposto diriamente em postagens explícitas, onde é demonstrado onde estamos chegando.
Daí, pouco tempo depois vejo postagem de uma pessoa muito conhecida em Bauru, feita dia 14/06 e só vista hoje por mim. Essa pessoa, fui ver, gosta muito de compartilhar postagens de onde obtém o conteúdo que acha necessário para estar bem informado: só sites e grupos ligados a extrema-direita. Nessa, uma aberração. Trata-se de uma postagem do Invest Brasil: "Uma torcedora brasileira chamou atenção durante a Copa do Mundo ao fazer uma declaração polêmica sobre a ausência de apoiadores do governo nos estádios dos Estados Unidos. Ao ser questionada sobre o que estava achando do torneio, ela respondeu que estava satisfeita com o ambiente e afirmou não ter visto “nenhum petista” nas arquibancadas. A torcedora ainda aproveitou para criticar programas de transferência de renda, dizendo que “como eles não gostam de trabalhar e só com auxílio do governo não dá, né?”, em referência ao custo elevado de uma viagem internacional para acompanhar a Seleção Brasileira. A fala rapidamente viralizou nas redes sociais e gerou reações divergentes. Enquanto alguns internautas concordaram com a declaração e fizeram críticas às políticas assistenciais do governo, outros apontaram que a fala generaliza milhões de brasileiros e ignora diferentes realidades econômicas e sociais. O episódio acontece em meio à grande presença de brasileiros nos Estados Unidos durante a Copa, onde além do futebol, manifestações políticas e debates sobre a situação do Brasil têm marcado presença entre torcedores. Para apoiadores da declaração, a fala reflete uma crítica ao que consideram dependência excessiva de programas sociais. Já os críticos argumentam que benefícios como o Bolsa Família atendem famílias em situação de vulnerabilidade e não impedem que seus beneficiários trabalhem".
Fui percorrer as postagens dessa pessoa conhecida e além de postagens contra toda e qualquer coisa relacionada à esquerda, do qual possui latente ódio, repetidas imagens de uma santa católica, Nossa Senhora Aparecida. E o faz intercalada com postagens onde posta desavergonhadamente uma imensidão de fake-news. Trata-se de uma pessoa onde, por mais que se tente, não existe mais possibilidade alguma de diálogo. Por mais argumentos que a pessoa tente demonstrar o contrário para alguém já dominado, nada conseguirá, pois sua cabeça já está feita. Atos positivos são ignorados e os negativos são exacerbados, mostrados de forma ampliada, tudo para tentar fazer valer sua degradada opinião. Agora mesmo, algo está sendo repetido por muitos iguais a essa conhecida pessoa, quando após a tragédia em Limeira, quando uma jovem é lançada para a morte, sem uma corda de segurança do alto de um viaduto. Trata-se de uma tragédia, mas memes substituem a imagem da moça e no lugar colocam o presidente Lula, como se isso pudesse ser motivo de piada. Se utilizam de uma tragédia para continuar fazendo a triste e decrépita disputa política. A mediocridade ultrapassou todos os limites do bom senso. O que vejo sendo feito é mais do que desprezível e lamentável. Nesse caso, um deputado estadual de Santa Catarina, além de colocar Lula sendo jogado do viaduto, colocou sua própria imagem como se tivesse sido ele quem o joga lá do alto.
Isso é normal? Estamos tratando com gente normal? E daí a constatação que aqui me traz: a que ponto chegamos. Teremos volta desse grau de insanidade sendo espalhada com o vento e se difundindo como praga no meio das redes sociais? Eu já passei de todos meus limites em tentar dialogar, pois com estes, os que pensam e agem desta forma e jeito, nada consigo. Eles não querem mudar, pensam e agem exatamente dessa forma, mais que desmiolada, desmemorizada e muito criminosa. Creio que, muita gente ainda conseguindo pensar livremente, sem essas amarras propostas pela extrema-direita, consiga enxergar onde estão metidos, atolados até o pescoço num lamaçal de idiotice e mentiras, algo perigoso, possam conseguir refletir e mudar sua opinião. Ouço dizer que, a locura atingiu um grau tão elevado de barbaridades sendo espalhadas que, muito provável ocorra um momento onde seja dada um click e a possibilidade de voltarem a enxergar oquer de fato está em curso e acontecendo. Da continuidade dessa insanidade coletiva, o que virá será sempre mais violência, como a ocorrida contra o aposentado em Copacabana, que só por ter adesivo de votar numa pessoa de esquerda, no caso Benedita da Silva, foi espancado, quase até a morte. Muitos já morreram por causa disso, como o petista que fazia festa de aniversário em Foz do Iguaçu e um desses malucos lá chegou e descarregou nele sua arma. E daí, o questionamento mais plausível: de onde está partindo a violência? Quem a está produzindo? Me pergunto neste momento, quando vejo Lula nas pesquisas já querendo ultrapassar os 50% de intenção de votos, como será a reação desses amalucados? A tensão deve aumentar e se não for contida, pode atingir índices incontroláveis. Ódio de classe é doença.
Coletta me conta o que faz e em algo do seu dia-a-dia. Me disse estar atuando algumas poucas horas do dia como motorista de UBER e nela, além da renda ali obtida, tem buscado em cada viagem estabelecer um franco diálogo com o passageiro. Contou algo desses diálogos e quando percebe estar diante de alguém com ideais de vida já contaminadas pela extrema-direita, bolsonaristas e afins, faz de tudo e mais um pouco para demonstrar o contrário, colocando mais do que uma minhoca na cabeça da pessoa. Disse que, já se mostrando oponente de cara, criaria um clima ruim na viagem e assim age ao contrário, ouve e depois faz a pessoa entender, com exemplos claros para cada situação, que algo poderia ocorrer melhor se a ação fosse outra.
Ou seja, ele exerce de fato um trabalho de formiguinha. Enquanto ouvimos pela aí infinidade de baboseiras e nos enervamos, queremos explodir, ele vai agindo pelas beiradas, numa ação concreta e se não reduz os índices de desvio de conduta racionais, pelo menos tenta, faz o que pode e cada vez melhor se informando, segue no seu dia-a-dia cheio de esperança. Sim, assim o vi, uma pessoa acreditando que, se cada um fizer a sua parte, existe a chance de reverter o que ainda se vê em curso com o avanço desmedido de uma mentalidade já agindo além do conservadorismo.
EUA É HUMILHADO COM RENDIÇÃO ABSOLUTA COM IRÃ, PAGARÁ POR TODA DESTRUIÇÃO PROVOCADA
"Donald Trump acaba de firmar um acordo de paz com o Irã onde se cumprem todas as pretensões iranianas:
- São liberados os ativos congelados do Irã.
- É levantado o bloqueio naval dos Estados Unidos.
- Israel se retira e abandona completamente o Líbano.
- Os Estados Unidos compensam economicamente Teerã pelos danos.
- Os Estados Unidos baixam a cabeça e aceitam que não vão conseguir remover o governo dos aiatolás.
Tudo para que o regime iraniano reabra o estreito de Ormuz que estava aberto antes de começar a guerra. Trump perdeu dezenas de homens, aviões, veículos, radares, drones e milhões de dólares. Esta é uma das piores catástrofes militares em décadas para os Estados Unidos.
Não há outra palavra que me venha à mente que não seja HUMILHAÇÃO."
Não sei de quem é o texto.
Recebi num grupo.
Assino embaixo.
- São liberados os ativos congelados do Irã.
- É levantado o bloqueio naval dos Estados Unidos.
- Israel se retira e abandona completamente o Líbano.
- Os Estados Unidos compensam economicamente Teerã pelos danos.
- Os Estados Unidos baixam a cabeça e aceitam que não vão conseguir remover o governo dos aiatolás.
Tudo para que o regime iraniano reabra o estreito de Ormuz que estava aberto antes de começar a guerra. Trump perdeu dezenas de homens, aviões, veículos, radares, drones e milhões de dólares. Esta é uma das piores catástrofes militares em décadas para os Estados Unidos.
Não há outra palavra que me venha à mente que não seja HUMILHAÇÃO."
Não sei de quem é o texto.
Recebi num grupo.
Assino embaixo.
FRASE DA TIRA DO MIGUEL REP VALE PRA TUDO, OU SEJA, SE JÁ TEMOS UM GOVERNO ASSIM EM BAURU E SÃO PAULO, DEPENDE DE NÓS NÃO DEIXARMOS O BRASIL ENVEREDAR PELO MESMO DESCAMINHO
Nas eleições deste ano, é tudo ou nada. Ou mantemos a CIVILIDADE, ou cairemos de bandeja na BARBÁRIE. Não existe segunda ooção.HPA, amanhecendo para mais uma semana, de luta, labuta e muita resistência.






















Também trabalhamos com camisetas do Tupac e estampas personalizadas!". Na verdade, a banca toda ornamentada com essa variação de estampas chama muito a atenção e aliado com a simpatia do casal, o sucesso é meio que garantido. Na mesma esquina, hoje rola uma animada conversa dominical, rodízio de mentes pensantes e pulsantes, inveterados amantes do prazer de desfrutar da tal "feiraterapia". E estes, tendo ao lado o abrigo seguro proporcionado pelo casal, atuam unidos para tornar o domingo algo sempre muito agradável.








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A COPA DA VERGONHA, NEM JORNALISTA DA TV GLOBO ESCAPOU DA HUMILHAÇÃO
A jornalista Karine Alves, da TV Globo, relatou ao vivo no Bom Dia Brasil que foi submetida a uma revista minuciosa ao desembarcar nos Estados Unidos para cobrir a Copa do Mundo. Segundo ela, agentes inspecionaram suas roupas, seus pertences e até seu cabelo, em uma abordagem que descreveu como constrangedora.




