sábado, 30 de maio de 2026


ENQUANTO BOMBAS NÃO CAEM SOBRE NOSSAS CABEÇAS (01)

UM PERIGOSO TRIO SE REUNE NA PADARIA DA ESQUINA
Estamos todos correndo riscos, mesmo não sendo terroristas, nem fazendo parte de organizações criminosas, mas como tudo hoje está sob uma forte suspeita e quando acusações malevólavas acontecem, até quem não tem nada a ver com o riscado, pode ser considerado como tal e daí, dá-lhe bombas nos costados. Este encontro se deu dias antes do Brasil ser considerado como reduto de duas organizações criminosas, o PCC e CV. Fálavamos sobre isso lá na mesa do bar da esquina, cujo dono ainda não se deu conta do risco incorrido em permitir que três pessoas de reputação duvidosa ali confabulem.

Neste dia, eu, o mafuento HPA havia combinado de trocar figurinhas - não da Copa do Mundo, pois já passamos dessa fase -, as sobre como ainda tocar o que nos resta de tempo na vida, com o sempre agente cultural bauruense, Orlando Alves, um que revolucionou o trato com a coisa pública e o envolvimento do fazer dentro das hostes da Estação da NOB/Museu Ferroviário. Matamos saudade e estávamos numa prosopopéia de dar gosto, quando chega sem anunciar - creio deve ter um chip nosso e consegue localizar onde ocorre a barafunda - um dos nossos melhores e mais versáteis jornalistas, Aurélio Alonso, que até bem pouco tempo estava nas hostes do ainda sobrevivente no mercado editorial bauruense, o Jornal da Cidade.

O rumo da conversa foi completamente alterado. Os radares norte-americanos ficaram com suas antenas todas direcionadas para a padaria, que passou a gravitar como sinalização mais que vermelha, quase candente. Aurélio é ourinhense e atuou em Santa Cruz do Rio Pardo por muito tempo, mais precisamente no semanal Jornal Debate, do falecido e saudoso Sergio Fleury. Quanta lembrança e dentre elas, o fato de todo arquivo do jornal ainda permanecer por lá, sem estar devidamente digitalizado. Quantas boas matérias foram ali relembradas e gravitaram durante a prosa.

Duas outras pessoas gravitaram na conversa. O ator globa le cinematográfico nascido em Santa Cruz, Umberto Magnani, inveterado boêmio e cujo irmão é desembargador, porém nunca possuiu nem sombra da popularidade deste, que dá nome hoje ao teatro da cidade. Quando todas as portas de bares se fechavam, ele e Aurélio se reuniam, só para continuar proseando e bebericando umas, nas mesas dos cabarés da cidade e só arredavam pé, quando os raios solares começavam a incomodar. Se os radares norte-americanos captaram tudo o que foi ali confabulado, creio, a padaria e o cemitério onde está Umberto correm sérios riscos. Depois, quem foi muito lembrada foi a irmã do Sergião Fleury, a Neusa Fleury Moraes, que foi professora, escritora, colaboradora de jornais regionais e uma figura de grande destaque na cena cultural. Ela ocupou o cargo de secretária de Cultura por três gestões em Ourinhos e também passou por Santa Cruz do Rio Pardo. Além de sua atuação como gestora — sendo uma das idealizadoras do tradicional Festival de Música de Ourinhos, hoje definhando. Orlando lembra de a ter indicado para ser a manager da Cultura em Bauru, mas Gazzetta, o então prefeito, não conseguiu levar adiante, o que alavancaria, com toda certeza o setor na cidade.

Escarafunchamos isso e muito mais, com riqueza de detalhes, que até o dono da padaria sentou na mesa ao lado para assuntar do que se tratava as altercações em nossa mesa. Por sorte, não passaram de pequenos solavancos, nada assemelhado ao anunciado para os próximos capítulos, quando estaremos sendo mais vigiados pelos norte-americanos. Tivemos que nos despedir, pois alguém, mais precisamente este que vos escreve, estava com seu álvara mais que vencido. Ficamos de continuar a conversação, porém, diante das normas regras de encontros fortuítos, podendo o local ser premeditamente bombardeado, creio que o dono da padaria, estará restringindo que sentemos em uma de suas mesas. Enquanto não sofremos nenhum tipo de molestação, ali estivemos. Daqui por diante, sabe-se quando isso poderá novamente ocorrer.

ENQUANTO BOMBAS NÃO CAEM SOBRE NOSSAS CABEÇAS (02)

CONVERSAÇÕES COLOCANDO EM PERIGO E RONDANDO O PEQUENO'S BAR
No último domingo ainda todos estávamos mais do que tranquilos e sem os radades norte-americanos nos nossos calcanhares. Eu estive marcando presença lá pelos lados do Pequeno's Bar, reduto conversativo e em alguns momentos atuando como bar, no meio da feira dominical, rua Gustavo Maciel e como combinado, uma prosopopéia sobre restauro de vagões ferroviários. Marquei com o Luiz Carlos, mais conhecido como Luizão Marceneiro, entendido do assunto, morador da vila Dutra, reduto de ferroviários de todas as espécies. Quando chego ele já me esperava e junto de outro ferroviário - nunca diga ex-ferroviário, pois eles abominam isso e se dizem, uma vez ferroviário, sempre ferroviário -, o conhecido Jesus Adriano, procér do lugar onde moram, a vila Dutra.

Conversar a gente o faz sempre, mas agora, diante de assuntos delicados, como algo não mais usual em Bauru, que desde muito tempo deixou de restaurar a imensidão de itens férreos abandonados cidade afora, esse assunto passou a ter uma conotação um tanto terrorista. O perigo ainda não nos rondava, pois o Brasil ainda não havia sido incluído na lista de ser mantenedor de grupos bandoleiros de alta periculosidade. Taxaram assim o PCC e o CV, mas se esqueceram de outros, como a Faria Lima e os milicianos bancados pelo bolsonarismo. Foi uma conversa, ainda sem drones nos sobrevoando e bisbilhotando o assunto sendo discutido. Aproveitamos o domingo, molhamos muito bem as palavras e até cheguei a petiscar um franguinho assado pela dona do estabelecimento.

Mas como, tudo agora é suspeito e deve passar pelo crivo dos olhos tecnológicos dos norte-americanos, sei lá como faremos para continuar o que deixamos para ser discutido em outras contendas. Luizão foi quem esteve à frente com sua equipe, da maioria dos restauros feitos em vagões e locomotivas na cidade. Os três lá no Poupatempo é obra dele e de sua equipe, todos muito subversivos, pois tiraram o trio de ser devastado pela ferrugem e os recuperaram. O danado fez tanto que hoje volta a ser sondado para recuperar outros. Ele sabe como fazer, domina a técnica e antes, com sua oficina lá dentro das Oficinas da NOB, hoje na vila Dutra, está apto a devolver à circulação muito do que se vê apodrecendo nos trilhos bauruenses.

Quer ato mais subversivo que este, o de querer devolver para utilização o que já está em estado lastimável. Jesus é outro inquieto cidadão, sempre atuante e se postando à frente de questionamentos estapafúrdios desta cidade. O Pequeno's Bar abriga um pá de gente com essa e outras características, escondendo-se atrás de uma banca de bananas e de frondosa árvore, onde disponibilizamos cadeiras, ali produzindo uma conversação mais do que perigosa, diria mesmo, inquietante para os acomodados destas plagas. Será que o que ali acontece nas manhãs dominicais não poderia estar sendo sondado como um perigo e daí, o bar e seus frequentadores, correndo riscos, tudo causado pela boçalidade bolsonarista a nos enfiar neste imbróglio, onde os perseguidos deveriam ser eles e não o país.

Voltaremos amanhã ao Pequeno's, mas com o devido cuidado, estaremos mais atentos, pois como sabemos, norte-americanos não sabem identificar lá muito bem o que venha a ser terrorista, subversivo ou mesmo traficante, bandido e mocinho. Misturam tudo e agem só em benefício próprio, daí, estamos todos com as barbas de molho. A gente só quer que o Luizão volte a restaurar seus vagões, sem ser importunado pelos piratas lá dos EUA, mas imaginamos eles não estarem entendendo nada do Brasil querer voltar a construir ferrovias, ainda mais com a ajuda da China. Corremos todos muitos riscos.

CENA BAURUENSE (277)


MAIS QUINZE CENAS DE MINHAS OBSERVAÇÕES E REGISTROS NAS RUAS
01. Publicado em 25/02/2026: Lá numa esquina da rua Guatemala, jd Tiritan, ponto de encontro de capivaras - quando o lençol de água não está transbordando -, uma inscrição enigmática, enfim, seria uma mensagem de amor ou o líder da região querendo se impor e mostrar presente? A conferir.

02. Publicado em 26/02/2026: O ponto final da linha Gasparini, rua das Secretárias, onde motorista pára por alguns momentos e descansa, junto do final do bairro, começo de sua área rural, antes de recomeçar o retorno para o Centro da cidade.

03. Publicado em 01/03/2026: As injustiças e desigualdades deste mundo estão todas muito bem expostas nas ruas de qualquer cidade deste planeta, basta querer enxergá-las e se propor a lutar pelo seu fim.

04. Publicado em 02/03/2026: "Olha esse absurdo. Há mais de um mês essa calçada da Rua Correia Junior, na Vila Pacífico, calçada do Esporte Clube Fortaleza, está assim, sem acessibilidade, localizada a duas quadras do Centro Administrativo da Prefeitura. Essa cidade está um lixão a céu aberto", foto e legenda da moradora Elizete Maria Barro, cansada de ver a cena repetida por mais de um mês, sem nenhuma movimentação para solucionar o impasse. Estamos vivenciando uma administração atuando dentro do lema: "Deixa assim pra ver como é que fica". E vai ficando...

05. Publicado em 04/03/2026: O interior da Padaria Aviação, rua Joaquim Fidélis, jardim Altinópolis, todo sendo pintado pelo também muralista Leandro Gonçalez, com motivos de pães misturados com a da aviação, principalmente no tocante a história que Bauru possui com planadores. Grandioso e merecendo elogios o comerciante valorizando o trabalho do excelente profissional do traço.

06. Publicado em 08/03/2026: Essa se deu defronte minha casa, na praça Salim Haddad Neto, a redonda detrás do Habib's da Nações. Num dos bancos, sempre tem gente meio que sem rumo. Param para descansar ou mesmo tentar ver qual vai ser o passo seguinte. Passo por ali e sobre o banco muitos papelões e um chinelo largado ao léu. Assunto, olho para os lados e alguém vem na minha direção. Ele gesticula e me chama: "Ei, posso lhe falar?". Nesses momentos, até como autodefesa, ficamos da defensiva. Bobeira pura, pois a abordagem não representava perigo algum. Na verdade, nos borramos por pouca coisa. Ele se aproxima e diz gostar demais daquela praça e me pergunta: "O senhor mora aqui por perto?". Respondo que sim e a partir daí iniciamos longa conversa, contando circular pela cidade inteira e gostando muito de ali descansar. "Tenho preferência pelos finais de tarde, quando os pássaros estão em revoada. Deito e fico vendo a festa nas árvores. A gente devia voar, como os pássaros, não acha?". O negócio foi longe. Poderia discorrer muito mais. Saio de lá e sigo meu caminho. Só depois me dei conta. Ele nada me pediu. Queria só conversar. Antes da despedida, pede para observar os pássaros: "Olhe, eles conversam muito entre si e eu sinto muito falta de conversar. Desculpe se lhe atrapalhei em algo". Obs: O moço chegando com o cão não tem nada a ver com o dono dos papelões. Ele só passava por ali, momentos depois do ocorrido.

07. Publicado em 09/03/2026: Impossível passar perto do famoso trevo que dá entrada - e saída - para Bauru, avenida Nações Unidas com rodovia Marechal Rondon e não recordar do ali ocorrido em 2022, quando dias antes um conglomerado de bauruenses se reune no pátio da Havan, justamente com um dos filhos de Bolsonaro. Logo a seguir, tudo combinado, plano engendrado em requintados lugares destas plagas, feito de comum acordo com muita gente graúda desta terra, recheada de golpistas, quando interrimpem o tráfego da rodovia e surge assim do nada, um caminhão de som, com um locutor esbravejando a favor da insurreição golpista. O local foi se enchendo de verdes-amarelos e a voz irradiando pelos microfones não era conhecida, ou seja, foi importada, veio atuar aqui a soldo de algo previamente preparado. Foram tempos sombrios, quando ser contra aquilo e circular pelas imediações era mais que perigoso. Lembro que, um dia ousei ir ao supermercado Confiança Flex, ali ao lado, com camiseta com temas contrários e a atendente do caixa me alerta: "Você é muito corajoso. Esse pessoal aí fora é muito perigoso. Eu vejo o que fazem e fico quietinha". Sim, a direitona fascista é perigosa, diria mesmo, criminosa. Aquilo tudo ali ocorrido hoje faz parte da história, porém não é coisa do passado, pois quem bancou aquilo tudo, os bauruenses que não só apoiaram, como financiaram a invasão e bloqueio da rodovia, depois aquela bazófia defronte o quartel da rua Bandeirantes estão quietinhos, impunes e como o avestruz, com a cabeça enfiada num buraco. Mas o que fizeram naqueles dias na rodovia, com cobertura policial de toda espécie, inclusive com helicóptero, é inesquecível e marca definitivamente o citado trevo.

08. Publicado em 10/03/2026: Este é o Edson, personagem mais do que popular das ruas bauruenses. Morador dos altos do Bela Vista, é visto circulando pela cidade inteira e sempre muito solicito quando de uma parada para conversações. Na maioria das vezes, sempre com um grande saco às mãos, recolhe material a ser reciclado. Possui histórico de participação em muitos dos atos realizados nas ruas da cidade, pois estando por todos os lugares, na maioria deles se faz presente. Difícil quem não pare para cumprimentá-lo e assim sendo, este registro só reforça a querência que todos mantemos cordialmente com ele, sendo dos mais populares desta cidade.

09. Publicado em 11/03/2026: Num paredão lá do Geisel, tendo ao meio uma torre elétrica, duas pichações: Bolsonaro Assassino e Palmeiras Campeão. Duas óbvias constatações.

10. Publicado em 13/03/2026: Essa foto não é de minha autoria e por não saber a autoria, peço que o autor se manifeste, para possibilitar e dizer da felicidade do flashe. Dois cavaleiros - existem alguns ainda circulando pelas ruas da cidade -, encurtam algum caminho, ao atravessar uma de nossas rodovias pelo alto. Não julgo o ato em si, mas a felecidade do fotógrafo estar passando por ali justamente quando vislumbra a bela foto.

11. Publicado em 14/03/2026: Aqui o registro de como se encontra a passagem de nível férrea lá na entrada do Jardim da Grama/Nova Esperança. Passo por local similar no jardim Santana, ao lado quartel da PM e o mato tomando conta dos trilhos. Ou seja, se findaram a circulação de qualquer trem de carga ou qualquer outro no trecho e assim mesmo não existe nenhuma movimentação oficial da Prefeitura/Cultura no sentido de, ao menos tentar conseguir liberação do trecho férreo urbano para devolver aos trilhos a composição turística da Maria Fumaça. É muita incompetência, a mesma mantendo todos os museus bauruenses fechados. Incompetência e conformismo, tudo junto.

12. Publicado em 17/03/2026: Num ponto de ônibus, bem defronte a Unesp Bauru, um adesivo ali fixado, por quem está entendendo perfeitamente a maldade sendo proporcionada ao mundo, pela truculência de Donald Trump e pelos Estados Unidos. Basta de subservientes e escravizados.

13. Publicado em 19/03/2026: "A propaganda é a alma do negócio", ouvi isso a vida inteira e numa parede lateral, residência no Geisel, bem ao lado de um praça, eis o anúncio de produtos ali revendidos, da forma como seus moradores acharam mais eficiente, sem nenhuma pompa, mas recado dado.

14. Publicado em 20/03/2026: Nada como circular na feira e ver estampada em camisetas, costados e frente, mensagens espalhadas, como fossem outdoors. Nesta, a Oração ao Zé Pilintra, circulando no coração da Feira do Rolo, na dominical feira dominical e fazendo com que, siga detrás da pessoa até conseguir ler tudo por inteiro.

15. Publicado em 24/03/2026: Alguns anos atrás, a administração do Íbis Hotel começou a levantar este prédio, onde futuramente estaria funcionando um grande hotel desta rede hoteleira. Algo aconteceu no percurso, pois a obra foi interrompida, quando já estava numa fase bem adiantada e a partir daí, a deterioração atual. Sua localização é bem ao lado da rodovia Marechal Rondon, quase atrás do posto da Polícia Rodoviária. Pelo que se sabe, nem sinal da retomada das obras.

sexta-feira, 29 de maio de 2026


CREIO, EXISTAM NO BRASIL ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS MAIS PERIGOSAS QUE O CV E O PCC - FALTOU INCLUIR A FAMIGLIA BOLSONARO E A FARIA LIMA
Chegou o grande dia, enfim não poderíamos ficar de fora do esdruxúlo enquadramento promovido pelo império norte-americano, capitaneado pelo pirata Donald Trump, um que faz de tudo e mais um pouco para roubar acintosamente riquezas mundo afora, tudo para juntar aos cofres dos EUA e aos seus próprios. Um acinte, permitido pelo simples fato dos EUA ainda serem os detentores do maior poderio militar do planeta. Dito isso, ontem, o Brasil foi enquadrado como possuidor de duas, ditas por eles, como Organizações Criminosas (vejam que fiz questão de fazê-las em letras maiíusculas), o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital.

A intenção de Trump e seus asseclas são intimidar, amedrontar e isso já foi feito com vários países, todos com alguma situação de confronto ou desagravo por não concordar cegamente com os ditames impostos pelas regras de subserviência impostas por Trump. Discordou, tudo é possível. Quando não invade, tenta amedrontar, até para cercear e tentar calar a voz. 
Enfim, como já disse anteriormente credita a toda América Latina fazer parte de seu quintal.

E daí, após a vista do bando de foras-da-lei, dois representantes da famiglia Bolsonaro, naquela passagem meteórica pela casa Branca, quando posaram para fotos, depois se encontraram com outro perverso - e até mais cruel e insano - o secretário Marco Rubio, foi assinado o documento de enquadramento. O momento, ao meu ver, não é para ter mêdo ou ainda se intimidar com avisos advindos lá do descabido governo trumpista. Se assim querem, que assim seja. Creio que, com o ocorrido, seja o momento de intensificar a criminalização e penalização de quem age descaradamente contra o Brasil, com covardes atos de lesa Pátria, ou seja, quem trai a nação, merece exemplar punição. Os dois irmãos Bolsonaros, Flávio e Eduardo, já deveriam ter sido julgados e condenados. Que agora isso ocorra mais rapidamente.

Quanto a tal punição desferida pelo decreto assinado por Trump, devemos tratá-la como parcial, pois existem no Brasil, pelos menos numa avaliação feita apressadamente, duas Organizações Criminosas (novamente em maiúscula) muito mais perigosas e sanguinárias que as duas assim enquadradas: a Famiglia Bolsonaro e a Faria Lima. Ou os EUA estão brincando com o Brasil quando passam desapercebido e não incluem essas duas no rol das perigosas ou estão mancomunados com estes, daí, a pirataria estaria escancarada e liberada para atuar, sob vista grossa e permisividade, 100% de tolerância para o crime organizado.

Na qualidade de implacável fornecedor de dados para construção de laudos e perícias, para fins específicos e outros pouco - ou nada - recomendáveis, estarei me atendo nos próximos dias a agendar uma visita à Casa Branca, onde entregarei pessoalmente - como o fez Flavinho Rachadinha - vasta documentação comprobatória para que incluam mais essas duas dentro da qualificação, pois da forma como feita, deixa a desejar. Já que estamos sendo enquadrados, que o seja não deixando ninguém de fora. Não sejamos injustos isentando quem tanto mal faz ao Brasil.

CLARO, A COISA É MUITO MAIS SÉRIA DO QUE UMA MERA BRINCADEIRA - OS EUS NUNCA B RINCARAM QUANDO O ASSUNTO É MANTER SEU QUINTAL SUBMISSO
Brinquei num outro texto. Ironizei sobre termos, pelos menos dois grupos terroristas bem mais ativos do que os agora perserguidos pela gana norte-americana. Brinquei, mas é a mais pura verdade. Porém, sabemos que, o buraco é muito mais embaixo. O Brasil hoje, após ter sido enquadrado como reduto de organizações terroristas, pode sofrer sanções advindas do Governo dos EUA. Mesmo que ilegais, injustas e desqualificadas, como mandam em tudo nas relações comerciais no continente, pois possuidores do maior poder bélico do planeta, fazem o que querem ao seu bel prazer. Impõe as leis e sua execução. Daí, mesmo sem invadir ou jogar bombas em nosso território, algo até muito pior ou mais danoso pode estar sendo urdido e chegar a acontecer. Evidente, tudo com a intenção de prejudicar o Governo Lula em sua reeleição, com essa intenção declarada de se manter independente e querendo fazer o que quer, sem dar ouvidos ou seguir os ditames do Império. Muito arriscado isso nos dias atuais. Vemos com os próprios olhos a queda do Império norte-americano, mas isso não vai ocorrer de uma hora para outra. Tudo pode ser bem lento, mas inevitável a queda. As ações atuais são para retardar a abrupta queda. 

E o que pode nos acontecer? Escrevo o que imagino pode ocorrer. Dependendo do rumo dos acontecimentos, nada ou talvez, muito. Até agora não vi nenhuma resposta do Governo Lula. E se o Brasil peitar e querer enfrentar o todo poderoso? Imaginem algo como o Bradesco, por exemplo, numa hipótese só como exemplo, ser taxado de ter relações com os dois grupos terroristas e sendo impedido de qualquer transação comercial com os EUA. Quando isso ocorre não é o banco que não poderia mais ter alguma relação comercial, mas toda e qualquer empresa norte-americana estaria impedida de ter qualquer relação comercial com o banco. Imaginem o que resultaria nisso. Outro exemplo, a JBS, o forte império de exportação de carne, também sendo incluída como tendo relações com os grupos ditos como terroristas e na mesma situação anterior. Este é o caos que podem provocar. Tudo irregular, conversa pra boi dormir, algo inventado por eles, mas iremos e podemos recorrer para quem? Essa é a relação do planerta hoje com o decadente Império dos EUA. Aceita, pois está sem condições de reagir. E se dana por causa disto. 

O risco maior é o inevitável caos provocado por uma ação dessa natureza. Como estamos num ano eleitoral e como sabe-se, a cabeça de Trump e Rubio são mais que conservadoras, hoje totalmente voltadas para tentar salvaguardar o poder dos EUA no mundo, eles farão sempre tudo e mais um pouco para fazer valer os seus interesses. Daí, não existe saída milagrosa. Talvez, negociar e negociar. Lula é bom neste quesito. Deve estar tramando algo e saberemos disso nas próximas horas. Trump tem eleição interna em novembro, mas até lá muita coisa pode acontecer. Cuba pode ser invadida e tudo o mais. Tudo sem nenhuma previsibilidade. O fato é que, os irmãos e a famiglia Bolsonaro jogam contra os interesses brasileiros e precisam ser punidos. Como o serão, não imagino, pois nem com todas as evidências, o STF conseguiu prosseguir e iniciar um julgamento. Será que, os ministros Dino e Xandão aguentarão esse rojão? Vivemos hoje de incognitas e o que mais quero é que, a apuração do Banco Master prossiga e culpabilize logo todos esses corruptos. Se isso for de fato feito, nem sei como o país ficaria, diante da aproximação dessa eleição. Eu, como todo brasileiro sensato, faço hipóteses, torço muito e luto com minhas armas, para defender o que nos resta de soberania e independência. 

TEM COMO QUERER AMENIZAR O DIA TENSO? EU TENTO...
SEU TONINHO, MALEIRO E SUAS HISTÓRIAS COMO CAÇADOR DE JAVALIS
Eu precisei de seus serviços e assim o conheci melhor. Seu Toninho é meio que único noque faz aqui pelos lados de Bauru. Ele é um consertador de malas, ou seja, maleiro. Faz outras coisas, todas envolvendo isso de trabalhar com couros e arrebites, arruelas, grampos e colchetes. Ele é mais antigo na praça do que possamos imaginar. Eu quando criança, circulando muito ali pela rua Araújo Leite, quase esquina com a rua Marcondes Salgado, tinha uma selaria e eu me encantava com aquele senhor, trabalhando com couros, todos estes que envolvem os animais. O cheiro daquela loja me contagiava e passava por ali muito para sentir o cheiro dali irmanado. o tempo se foi, a loja fechou e aquelas cenas ficaram em minha memória. Agora fui descobrir que, seu Toninho foi sócio daquele senhor, ele muito mais jovem, mas tocou o negócio em parceria até o dia de seu fechamento. Engraçado isso de como muitas coisas se fundem, se juntam e se associam com o passar do tempo.

Então, cá estava eu na loja atual do seu Toninho, ali no cruzamento da rua Batista de Carvalho, numa rua que não sei o nome, mas sei, é a primeira contando lá do cemitério para baixo. Ele faz o horário dele conforme sua cabeça e seu dia funciona. Abre as 9h e vai até 11h, depois reabre às 12h e fica aberto até 16h, quando impreterivelmente fecha tudo, pendura o chapéu e vai gozar um pouco mais da vida. Todas minhas malas, aquelas rodinhas que se quebram eu levo até ele. Sempre deu jeito e além de tudo, basta puxar conversa. Sempre sai conversa longa, dessas começando no dia que deixo a mala pra executar o serviço e tentamos terminar quando a busco. Impossível passar por lá e permanecer de boca fechada. 

Dessa última vez, começou a prosa na terça e terminou na quinta. Não sei te dizer como começou, mas engrenamos uma conversa sobre caça de javalis, sua especialidade. Ele me disse ir quase todo final de semana num rancho num lugar conhecido, acho que o Paturi - creio ser isso, mas não tenho mais certeza. Por lá, me dizia, tem javali a dar com pau. E daí, com o passar dos anos, ele além do negócio de consertar malas, foi vendo aquele bando todo, crescendo a cada retorno e acabou aprendendo o ofício de ser caçador de javalis. Para tanto, isso reafirmou várias vezes, teve que se documentar e ter carteirinha, com registro, data de validade, certidão necessária para poder caçar os bichos.Tem tudo isso, tudo regulamentado, ele e o cunhado. Disse também que, as fêmeas javalis já estão no cio com quatro meses e daí, o bando só cresce e invadem tudo, devastação por onde passam. Fazem muito barulho e passam zoando. Até a espingarda tem que ser regulamentada pela Polícia Ambiental. Quanto ao tiro, como os bicho passam muito rápido, aprendeu, o tiro para ser certeiro, tem que ser dado não mirando o alvo, mas um pouco adiante, pois só assim acerta.

Foi me falando muita coisa. O que me marcou foi que, caça mas não come. Pelo jeito da criação dos javalis, acha eles muito nojentos, principalmente os machos. Caça, leva para o rancho e limpa tudo. Sabe todos os procedimentos para dessossar o bicho. A carne é doada para as creches da cidade vizinha. Toda ela, pois ele, nem o cunhado comem. Não se sente culpado de nada, pois sabe, o bando desses bichos, quando acuados matam e são violentos por natureza, sempre correndo, destruindo tudo por onde passam. Me diz que, hoje são considerados como pragas em muitas plantações. Eu ouvia tudo e tentava assimilar a conversa. Mostrou um chaveiro grandão, pendurado ali na loja, com o rabo de um dos grandões, este com mais de 90 quilos, ou seja, pesando mais que eu e ele - não juntos, mas separados. 

Ele beira hoje os 70 anos, tem um tipo característico de ser bom de prosa, com uma chapéus desses de malandro carioca, cheio de ilhoses, todos fixados por ele. Sua bancada é alta, preferindo trabalhar em pé e diz que, não é escravo de horário, quando dá na telha, como na semana que vem, vai fechar na quarta, pregando aviso na porta e depois só volta na outra semana. Diz já ter trabalhado muito e agora, mesmo precisando manter as portas abertas e gostando do que faz, precisa variar, para não cair numa rotina, dessas cansando o ser humano. Lá na sua loja, sempre de portas fechadas, tem um aviso do lado de fora, "bata na porta". Bateu, ele logo atende e a partir daí, além do motivo que ali o levou, cutuque ele para contar histórias de suas aventuras. Segundo me disse são dois profissionais como ele na cidade, profissão em extinção. Não sabe quem vai continuar com seu negócio, pois depois dele, na família, ninguém se interessou em continuar. Ele segue, bom conversador e também exímio no seu ofício. Mala de rodinhas quebra fácil nas rodoviárias e aeroportos da vida e ele ali está para dar um sobrevida para elas todas. E a módicos preços. 

quinta-feira, 28 de maio de 2026


o desabafo e compromisso pessoal deste HPA
HADDAD, O FUTURO GOVERNADOR PAULISTA E ALGO DE SUA PASSAGEM POR BAURU
Na manhã desta quinta, 28/05, quem passou por Bauru foi FERNANDO HADDAD, este dispensando apresentações. Chega, convidado pelo triunvirato da Unesp Bauru, formado por estudantes, servidores e professores, com o intuito de discutir e debater o pertinente tema do "futuro das universidades públicas paulistas". O momento não poderia ser mais oportuno, pois as universidades paulistas estão em greve e clamando por melhorias, com pautas reivindicatórias não atendidas, nem sequer ouvidas pela insensibilidade e insanidade administrativa do atual governador, o fascista Tarcísio de Freitas. Na verdade, ao invésde dialogar, Tarcísio investe de forma violenta contra os estudantes, a ponta de lança  do movimento. Ao agir desta forma e jeito, um recado direto e reto de como se dá e dará todo e qualquer tipo de conversa com a atual administração.Nenhuma novidade, pois Tarcísio sendo digno representante do ideal bolsonarista, está investido de destruir, não só todo o sistema educacional paulista, mas como fez recentemente com a Sabesp, privatizar tudo o que encontra pela frente e assim, baseado ns máxima perniciosa do "estado mínimo", dar cabo de toda e qualquer conquista de direitos para trabalhadores, servidores e afins. 

Haddad começa a circular o estado, ainda mais rico da Federação, tendo em vista que, sendo eleito, numa já declarada guerra, como se vê denominada a próxima eleição, terá pela frente, uma espécie de terra arrasada, com cofres totalmente dilapidados e estrutura toda dilacerada. O vejo hoje com a mesma característica que o presidente Lula se predispõe a enfrentar, do alto dos seus 80 anos, a corrida pela sucessão. Lula é a única possibilidade que temos de enfrentar e vencer o fascismo no momento. Em São Paulo, Haddad entra na disputa com o mesmo objetivo e tendo atrás de si, a mesma carga de opções, ou é ele ou é ele. Nã oexiste outra alternativa possível e ele sabe muito bem disso. No momento, além de lutar contra o declarado fascismo, luta também contra a enorme rejeição do paulista contra a esquerda e o PT, algo construído através de muita mentira, os fake news e falácias desvairadas. Ou seja, o momento não é para festa, nem para contemplação junto a Haddad, mas de ouví-lo atentamente, entender o que se passa de fato aqui em São Paulo e no Brasil num todo e levantar desde já a bunda da cadeira, pois do contrário, necas de catibiriba.

Tudo em relação à Bauru e aofascismo em curso é muito preocupante. Primeiro, pelo fato do ato ter sido marcado para dentro da unidade do campus de Bauru da Unesp, mas dias antes ter sido desmarcado. Ocorre uma pressão advinda dos andares de cima da própria universidade, conluio com o governo estadual, inviabilizando sua realização neste local. Evidentemente, no argumento de resposta, tentaram argumentar que o mesmo espaço estaria sendo oferecido para os demais postulantes ao governo estadual, no caso bem específico para o próprio governador. Na negativa, a certeza de que, quem fez a pressão sabe muito bem, Tarcísio não usaria deste espaço, pois tem a plena certeza de como rejeitado dentro de todas as universidades paulistas. O debate é político, como tudo na vida, cada ato nosso, porém, taxá-lo como campanha antecipada é fajutice de quem sabe, estar correndo perigo, pois a única reação possível de mudança de postura é elegendo alguém com as características de Haddad. E isso já está em curso desde sua saída do ministério de Lula.

Rejeitaram ele dentro da Unesp e quem o fez ainda será devidamente denunciado. Encontraram outro lugar e tudo ocorre dentro dos padrões normais para eventos do tipo. Sai de forma forçada de dentro da Unesp e vai para um local público, uma ampla sala dentro de uma estrtura sindical, muito propícia para receber eventos dessa natureza. E o que se viu a partir daí foi a excelência, não só na forma como tudo foi conduzido, como sua realização de fato. Evidentemente, o local bombou e lotado permaneceu durante todo o período de sua realização. Da visão geral, uma só certeza, todos ali estavam mais do que decididos e imbuído em lutar, fazer campanha por Haddad, ou seja, todos já comprometidos, envolvidos e dispostos em ir à luta. O que realmente deve mover todos daqui por diante é como sair dessa bolha dos que já estão mais do que decididos, ou seja, como conscientizar o restante da população, os que realmente irão decidir os rumos da eleição. Tudo o que trouxe Haddad até aqui e mais três cidades da região no mesmo dia, Jaú, Avaré e Botucatu foi amplamente discutido, feito com primor. porém, sabemos todos, dentre nós tudo já está resolvido e daqui por diante, como resolveremos com os demais? Essa a grande questão do próximo pleito.

No entorno de Haddad uma áurea brilhante, pois trata-se de uma pessoa muito inteligente e preparada. Nenhuma dúvida neste sentido. O que pega e isso continua ainda insolúvel é entender como, após tudo o que continua sendo divulgado sobre ações além do inepto, promovidas por gente com Tarcísio e a famiglia Bolsonaro, estes continuam com boa aceitação popular, quase inalterável dentro dos percentuais a ele destinados. Ou seja, simples assim, parecendo que nem se estes matarem a própria mãe teremos alterações significativas nestes índices. Flávio Bolsonaro, que já deveria estar preso por corrupção e alta traição à Pátria, não só continua solto, como que a Justiça pisando em ovos para incriminá-lo, como com altos índices de aprovação para seu nome continuar concorrendo ao pleito presidencial. O mesmo, guardadas todas aproporções, ocorre com Tarcísio, hoje ainda com 10% à frente de Haddad, nas pesquisas até então divulgadas. A campanha propriamente dita não está em curso, pois todos ainda são pré-candidatos, porém, a disputa já estã em curso e nos bastidores - como se viu na negativa para realização dentro do campus Bauru - tudo em chamas.

Do evento, impecável e divinal. Tudo dentro dos conformes. A mesa composta por um representante de casa segmento, estudantil, servidor e professorado esteve impecável. A fala do Haddad, como sempre muito lúcido, claro, objetivo e ciente de todos os problemas e percalços que terá pela frente. Num certo momento quer demonstrar que algo já mudou e em curso, quando diz: "Antes havia uma espécie de milícia me recebendo na entrada da cidade, algo acintoso e hoje não mais. O clima já é outro". Sim, porém, não enfraqueceram, só estão com suas arminhas guardadas e esperando o próximo lance para recolocá-las no palco dos acontecimentos. É sempre mais do que ótimo ver a casa cheia, gente interessada na mudança, disposta a lutar e na platéia, três ex-prefeitos municipais, Antonio Tidei de Lima, Antonio Izzo Filho e Clodoaldo Gazzetta. Faltou um quarto, Rodrigo Agostinho, que pelo que soube está, mesmo descompatibilizado ainda em Brasília, daí sua ausência. O vejo também, mais do que engajado nessa campanha, numa clara demonstração de força. No momento, além da casa cheia, daqui por diante se faz necessário todos na lida e luta, pois existe já mais do que uma declarada guerra colocada nas ruas e disputas.

Não ressalto nada da fala do Haddad, pois tudo foi altamente significativo. Prefiro me ater ao que vi, presenciando pessoalmente com a presença de tamanha diversidade de lideranças, a real necessidade de ter início desde ontem - hoje já é tarde demais -, de algo mais concreto, envolvente e declarado. Ou vamos para a luta, todos os que estiveram junto dele nesta manhã ou vendo a banda passar, tenham certeza, não será possível vencermos essa batalha, que já se percebe, será das mais intensas e algo a ser denominado, como "nunca antes vista". O Brasil vive este momento e vencer o fascismo, hoje capitaneado e representado pelos vendilhões do tempo, a famíglia Bolsonaro e seus asseclas, é tarefa fundamental, básica do dia a dia de qualquer pessoa ainda agindo dentro de um mínimo de sensatez humana. Conversei com muitos dos presentes, todos já meus velhos conhecidos e para com todos, expressei essa minha preocupação: ou nos engajaremos desde já, sem medo de ser feliz, sem querer esmorecer, sem arredar pé de muita luta, abrindo mão de qualquer tipo de acomodação ou não atingiremos nossos objetivos. O bicho pela frente, não é só horrível, porém não é intransponível. Com muita união, luta individualizada e depois, na prática, algo coletivo, para fazer valer que a salvação paulista e brasileira passa muito pelas nossas mãos. Não dá para, neste momento, ver o outro fazer e eu só torcendo. Se faz necessário todos na lida e luta, diária e ininterrupta. O bicho do outro lado é horrendo e promete destruir tudo. Deixar pra ver como fica, será nossa destruição, enquanto povo soberasno e nação livre. 

Estar com Haddad e Lula neste momento é, não só para mim, mas para todos os ainda acreditando num outro mundo possível, algo não só necessário, como obrigatório. E tenho comigo que, não adianta ficar contemporizando com quem está do outro lado e se posiciona junto de gente fascista. O combate envolverá todos os que se fingem de cordeiros, mas são na verdade tão lobos quanto os que já estão se expondo contra nossos elementares direitos. Escrevo isso, de uma só talagada - ou seria melhor golfada? -, tão logo sai da sala onde Haddad nos falou de seu empenho e decisão por fazer algo de concreto para trilharmos todos novos momentos e caminhos. Tenho comigo a grande preocupação dentro da cabeça de todos. Quero e vou fazer de tudo e mais um pouco, para neste momento, evitar atritos com todos os envolvidos nessa luta pela transformação, pois o inimigo do lado de lá é imensamente maior que prováveis diferenças. Deixo isso para outro momento. O atual exige muito de mim e para tanto, engulo sapos e me desdobro para ver Haddad e Lula lá. Eles não só merecem chegarem onde almejam, mas o país idem, pois estamos diante de uma enorme encruzilhada e dependendo do caminho adotado como resultado das próximas eleições, o futuro do país será irremediavelmente o caos ou a esperança.  

Minhas fotos e vídeos tiradas no evento:


3.) VÍDEOS DO ENCONTRO FERNANDO HADDAD HOJE EM BAURU
Um com a Naumteria Bateria Unesp Bauru, dois da fala do Haddad e um da servidora Patrícia, no momento quando dizia da pressão recebida, retirando o evento da Unesp para o palco do sindicato na Cussy Junior:

quarta-feira, 27 de maio de 2026


HADDAD ESTÁ CHEGANDO - A ESPERANÇA EM RECUPERAR E SALVAR SÃO PAULO DO FASCISMO
Quando Tarcisio foi eleito governador paulista, quatro anos atrás, tive uma só certeza, a de que regridiriamos de um jeito de difícil retorno. Neste ano, chegando ao fim os quatro anos de seu desGoverno, vejo São Paulo não só regredindo, como estagnado e com ações cada vez mais o apunhalando como estado mais importante da federação. Tarcísio representa o caos bolsonarista, um que não propõe nada de bom, sendo a maioria de suas ações com o propósito de favorecer aos seus, uma extrema-direita burra e decrepétita, privatizando tudo o que encontra pela frente e eliminando todos os direitos que duramente conquistamos ao longo de tantas décadas. O fascismo faz isso descaradamente e ele é um dos seus representantes. São Paulo encontra-se no fundo do poço e assim mesmo, quer continuar, pois vê algum apoio, advindo deste conservadorismo ainda reinante em São Paulo.

E como quebrar este paradigma? São Paulo precisa se desvencilhar destes políticos que só o apunhalam e assim mesmo, o povo continua a lhes eleger. Estamos diante de uma baita encruzilhada, primeiro com a reeleição de Lula, continuando nessa caminhada de slvar o país e nos livrar de um gobverno ao estilo Bolsonaro. O país fenecerá com algum deste novamente no poder, assim como São Paulo fenecerá na continuidade de mais um desGoverno deste forasteiro, agindo não para nos trazer nada de bom, mas para nos afundar num fascismo, do qual não precisamos e temos que rejeitar, pois ainda lúcidos, impossível apoiar algo assim.

E assim temos Fernando Haddad, alguém com reconhecido e comprovado trabalho em prol de uma transformação do país, galgando seu progresso. Fez muito quando prefeito paulista e como ministro de Estado. Não dá para imaginar, comparando Tarcísio com Haddad, alguém sensato e a defender algo dentro dos ditames bolsonaristas. Creio que, o intenso trabalho que todos os ainda lúcidos e sensatos teremos pela frente será o de fazer de tudo e mais um pouco para esclarecer essas diferenças abissais entre ambos. Já estou envolvido nisso, o tempo inteiro e sei, não será tarefa fácil. Foi feito uma lavagem cerebral dessas grandiosas e o trabalho de voltar a fazer o povo enxergar, atinar para o que está em curso, será algo de intensa luta, não só trabalho deconscientização. Haddad está chegando em Bauru e estará reunido amanhã na cidade, algo organizado pelos professores da universidade pública paulista. Inicialmente o encontro ocorreria dentro do campus da Unesp, mas teve seu local alterado. Pressõesdevem ter ocorrido. Haddad senta e debate em qualquer lugar, Tarcísio não consegue, pois não tem o que falar, já que sua proposta contraria todo e qualquer interesse da classe trabalhadora.

Como fazer em tão pouco tempo com que o povo paulista entenda que, Haddad é infinitamente melhor e mais preparado que Tarcísio. Este o motivo de estar pronto para ouví-lo e trabalhar muito patra que consiga se eleger e transformar São Paulo, fazendo com que retorne aos trilhos. Vamos juntos?

RALOVISKY ESCANCARA COMO OCORREU SUA PERMISSÃO PARA ADENTRAR A CASA BRANCA
Tudo começa e muitas vezes também termina passando por Bauru. Inevitável isso ocorrer, pois na cidade vicejam personalidades das mais intigantes, depois espalhadas mundo afora, multiplicando a eficiência e o modus operandis do "fura fila" ou mesmo o do "entrando sem pagar". Um dos maiores especialistas nestes quesitos todos, diplomata consagrado em conseguir através do jeito "vaselina", adentrar lugares até então considerados como intransponíveis é gente nossa. Para gente de fino trato como o generalíssimo RALOVISKY nada é impossível e tudo é permitido.

Ontem, ele deu sonoras risadas quando viu sendo espalhadas Brasil afora as fotos xumbregas tiradas por Flávio Bolsonaro, como tiradas dentro do salão oval da famosa Casa Branca, o local onde assina o ponto diário o manager da política ultra-direitista norte-americana e mundial, Donald Trump. "Mas aquilo não é nada diferente do que sempre fiz. Eu, como sabem, sou anterior a esse negócio de IA. Esse negócio de fazer montagens aeróbicas e estroboscópicas por instrumentos até então inusitados, estes agora em ascenção, criação de computadores e quetais não são muito a minha praia. Não sou muito dado a este tipo de recurso especulativo,aliás nunca frequentei a FAria Lima. Aprendi desde sempre a agir pelo modus operandis antigo. Conto em primeira mão, algo que até então ocultava, porém, depois do que vi ontem, impossível me manter calado. Vendo a foto do filho do demônio lá dentro da Casa Branca, vendo a técnica utilizada, creio poderia ter tido melhor resultado se optasse por ter se aconselhado com quem pratica algo parecido desde os cueiros. Eu no caso, pegaria uma foto do macho men Trump sorridente e sentadinho em sua mesa de negociatas, levaria para meu estúdio, aqui nos porões onde resido e lá, após ampliação da mesma na fotocopiadora do amigo Fernandão, da Sapiência, recortaria e retiraria a foto de alguém que lá esteve, colando uma minha no vácuo. Eu, com o passar dos anos, adquiri uma técnica só minha, com a utilização de goma arábica, imperceptível a olho nu e assim, tenho vivenciado e estado nos mais diferentes lugares. Creio, a técnica está se pulverizando, pois se até o mequetréfico rei da rachadinha já a pratica, chegou o momento de escancarar e contar o que sei", conta.

Na verdade, eu, o mafuento HPA, não tendo a intenção de desmascarar meu mestre em quesitos de ocultação e disfarces ocasionais, o incontestável RALOVISKY, publico seu desabafo, mas deixo no ar uma interrogação, pois o dileto guru sempre apronta das suas. A gente nunca sabe se ele está falando totalmente a verdade ou se está tirando uma em nossa cara. O que sei e tentei pescar de sua fala é que, ele não gostou muito de ver gente da pior espécie tentando fazer uso de algo que ele, conquistou após suar muito, anos de depuração, com ferramentas específicas. Como se predispôs a falar, somente compartilhei e reafirmo - se preciso for de forma juramentada no cartório de um amigo ali na rua Bandeirantes -, sem medo de errar: RALOVISKY faria e faz muito melhor. E cobra muito menos, porém sem revelar valores.

NÃO É DE UM, NEM DO OUTRO, SÃO DOS DOIS

terça-feira, 26 de maio de 2026


QUEM DOMINA DE FATO O COMÉRCIO NO CALÇADÃO DA BATISTA E ADJACÊNCIAS?
Encontro hoje na entrada do supermercado São Judas Tadeu, ali na rua Primeiro de Agosto com um antigo comerciante de origem libanesa, já devidamente aposentado. "Tenho saudades, mas não quero reabrir meu negócio. Aposentadoria é aposentadoria, prefiro ficar quietinho onde estou", me diz. E na conclusão da conversa, após falarmos muito sobre a quantidade de portas fechadas no centro da cidade, principalmente na região do Calçadão, ele tendo vivenciado toda a ascenção do denominado predomínio do universo "turco", os tantos de origem árabe, me confessa algo: "Não dá mais para tapar o sol com a peneira. Se tirar os chineses hoje do Calçadão, acabou". Por chineses, subtende-se algo como antes fizemos denominando um universo todos de países como os "turcos". Hoje, esse universo é denominado de "chineses", porém constituído de outros tantos com os olhinhos puxados. Bem direto, reto e sem disfarces sua conclusão sobre a vital importância dos ditos comerciantes "chineses" para a manutenção do ainda maior espaço comercial da cidade. Por fim, ele me diz: "Ontem fomos nós, hoje são eles e poucos são por lá os legitimamente brasileiros".

ALGO PESCADO DO MUNDO DO FUTEBOL, MAS VALENDO PARA TUDO O MAIS...
Na semana passada, ouvi uma entrevista com o técnico português do Palmeiras, o vitorioso Abel Ferreira e ele versando sobre a recuperação do atacante Paulinho, voltando aos jogos e até fazendo um gol contra o Flamengo, na vitória de 3 x 0. Foi mais ou menos isso o dito por ele: "A demora dele na recuperação se deve a deixar muita coisa para seu deus resolver, enquanto se pegasse mais firme, a recuperação poderia ter sido mais rápida". Depois desconversou, até não polemizar sobre o assunto. Paulinho não é evangélico e sim, devoto dos orixás, umbandista de reconhecida cepa. Isso me faz lembrar declaração de um técnico europeu oriental, versando também sobre algo dentro do mesmo assunto disse algo mais ou menos assim: "O problema do jogador brasileiro é que, ao invés de se dedicar mais aos treinamentos, em sua maioria acreditam, tudo se resolverá pela fé. Deixam mais para ela do que para eles próprios. São ótimos e seriam quase imbatíveis não deixassem tudo para o além resolver". Creio, estar diante de duas declarações muito parecidas e a escancarar algo em curso, não só no mundo do futebol, como em tudo o mais. A religião, quando toma conta de mentes, até os atos dos que a professam se tornam mais problemáticos. Essa é uma boa discussão, sem o proselitismo de pegação de pé, ou seja, o que os dois treinadores vislumbraram é algo concreto, palpável e em curso, acontecendo e se repetindo. Jogo isso para outros locais e instâncias e daí, a mesma constatação. É cientificamente e clinicamente incorreto abandonar tratamentos médicos ou sessões de fisioterapia em prol exclusivamente da fé. No esporte profissional de alto rendimento, a ciência e a religião caminham juntas: a fé pode até fornecer suporte emocional, enquanto o departamento médico é responsável pela reabilitação física. E em tudo o mais, o mesmo procedimento. Simples assim.

A BAURU DE SUÉLLEN É PIADA PRONTA MUNDO AFORA, FEBEAPÁ É POUCO
A parafernália que a alcaide municipal Suéllen Rosin, denominada por mim como incomPrefeita e aqui plenamente justificado, tem mais uma vez seu nome inserido no FEBEAPÁ - O Festival de Besteira que assola o país, criação imortal de Stanislaw Ponte Preta, para quando algo fora do cumum acontece e excede, passa de todos os limites toleráveis dos despropósitos. Tudo bem, podem me dizer que com Suéllen, algo neste sentido é corriqueiro, mas em alguns momentos o que ela faz de trapalhadas e atitudes não só pouco recomendáveis, como perniciosas e elevando em muito os tais gastos muito desnecessários. Esse ET, objeto extraterrestre que estará desde agora circulando pela cidade e promovendo um CAÇA FANTASMA, um pente fino, não deixando que nada escape aos olhos da cobrança de estacionamentos feitos sem o devido pagamento da Zona Azul é hilário, não fosse também trágico e a demonstrar o grau de despropósito da atual administração. Sabe aqueles filmes norte-americanos meio trasch, quando aparelhagens saídas de peças de ficção são utilizados, mais para forçar o riso? Pois bem, Suéllen compra e agora a cidade recebe o veículo com mais radares instalados do que todos os demais radares instalados por ela nas esquinas bauruenses. Evidentemente, Bauru continuará sendo motivo de muita piada, porém, creio eu, além das inevitáveis risadas que todos daremos, algo precisa ser investigado: o valor pago pela brincadeira e se além de tudo, o preço não foi superfaturado. Para quem pagou quase R$ 500 mil reais por um curso de poucas horas, sendo a maioria das aulas de curta duração e feitas online, mais essa é só a sequência do atoleiro onde Bauru está metida, dos pés ao pescoço. Este OVNI será um dos objetos mais fotografados nas ruas de Bauru daqui por diante, pois trata-se de motivo de galhofa ampla, geral e irrestrita. Só mesmo SUÉLLEN ROSIN para nos presentear com tamanha engenhosidade de como não se deve ser efetuada compras despropositadas e desnecessárias. FEBEAPÁ é pouco para muitos  dos seus atos administrativos.

PIOR QUE O VEÍCULO ADQUIRIDO POR SUÉLLEN, ESTÃO AS FOTOS TIRADAS HOJE PELO CLÃ BOLSONARO JUNTO DE DONALD TRUMP - JOGO DOS SETE ERROS
A pergunta que não quer calar: qual das duas é chula e amadora montagem?

segunda-feira, 25 de maio de 2026


COMO LUCIANO HUCK É MESMO UM TREMENDO IDIOTA, MAS ESTAMOS RODEADOS DE GENTE PENSANDO E AGINDO COMO ELE
Este personagem da vida brasileira, homem da TV Globo, filhinho de papai, representa a linha de pensamento e ação de boa parte dos endinheirados, da elite deste país. Trata-se de um desavergonhado, sem nenhum pudor em expor o que pensa e como age. Age desta forma e jeito há muito tempo. Não é de hoje que, vez ou outra, abra a boca e dela saem barbaridades preconceituosas, bem ao estilo de Casa Grande & Senzala, eu aqui e vocês aí. Veio de uma origem de rica herança, grana fácil e assim tocou sua vida, estudando nos melhores colégios e não soube durante seus anos de formação, separar e se sensibilizar com o outro lado do mundo, o dos que batalham e lutam por dias melhores. Trata-se de um cidadão a defender seus privilégios. Critica abertamente programas sociais instituídos para benefeciar ou ao menos amenizar a vida dos cidadãos menos favorecidos, porém, como empresário e homem de TV, beneficia-se de propagandas, como exemplo, dessas Bets, que ludibriam a boa fé pública, onde só se perde dinheiro e também a de fazer negócios com gente como este, hoje detento, empresário do Master, o Vorcaro. Ganhar dinheiro dessa forma pode e para ele é lícito, mas ver o pobre se beneficiar temporariamente de programas sociais é impensável. Ou seja, um pulha da pior espécie, uma espécie que grassa por aí como mato e se espalha como praga, pregando ser bom mocinho, mas sendo gente da pior espécie.

A última aprontada por Luciano Huck está sendo muito comentada. Comentou que o Bolsa Família não ajuda a melhorar a vida das pessoas, tirar elas da pobreza. Insensibilidade feita sem nenhuma análise séria, mas fazendo parte de um esquema, de um jogo, onde criticar benefica quem joga contra. Com certeza deve ser favorável a escala 6 x 1 e outras aberrações ainda persistindo como norma funcional dentro da vida do trabalhador brasileiro. Quando faz a crítica, usa um exemplo de uma pequena cidade, onde o Bolsa Família predomina como fonte de renda, mas não analisa o que existe de emprego na região e qual a forma que poderia substituir a transferência de renda feita. A intenção é deixar o pobre mais pobre e as injustiças cada vez mais latentes. Vive uma vida nababesca e não está nem aí para resolver os reais problemas dos brasileiros. Deve ter, com certeza, uma cabeça de ameba, pequenina e com funcionamento fora dos padrões da mínima racionalidade.

Digo isso, ou seja, repito isso, lido também por diferentes postagens e quero analisar isso dito por ele com o que vejo sendo multiplicado em procedimentos espalhados país afora, inclusive aqui em Bauru SP, onde escrevo e moro. Vivi a vida inteira aqui e hoje mais latente, pessoas fazendo questão de expor abertamente fazer parte de uma elite, repudiando, rejeitando o pobre, o trabalhador e se posicionando abertamente contra, por exemplo, direitos trabalhistas. Nossa Câmara Municipal é bem representativa neste sentido. De todos os 21 eleitos, nas votações favoráveis à atual alcaide municipal, Suéllen Rosin, placar de 17 x 4, a linha de pensamento e ação é a mesma. Podem até fazer uso da tribuna e dizer algo ao contrário, mas na hora do voto o fazem para manter privilegios de uns poucos, a classe mais abastada da cidade. Podem até ter um pouco mais de pudor, pois da boca pra fora ainda dizem algo em defesa de quem vive na labuta diária, mas na hora do vamos ver, da cobra beber água, sempre votaram contrários a esses interesses. É uma canalhada ludibriando os interesses populares, nada além disso.

E fazem a cabeça de muitos. Alguns poucos incautos, mas a maioria agindo como se fossem ricos, como mesmo sendo pobretões, defendem os interesses que não são os seus. Observa-se grande quantidade de lutadores do dia a dia com o mesmo discurso de gente como Huck e defendendo ações de Suéllen Rosin e da thurma dos 17 x 4. Existe uma imensa rede de divulgação de inverdades pelas redes sociais e uma imensa maioria de quem os ouve er assiste, não só acredita como propaga. Talvez não façam ideia de que, agindo assim, estão apunhalando a sia mesmo. Estive num sapateiro no dia de hoje e lá ele ouvindo a rádio Jovem Auri-Verde. Disse a ele, como consegue e se acredita ser verdade tudo o que ali ouve. Sabe sua resposta: "Não tenho outra opção. Não temos mais rádio na cidade. Ele preenche uma vazio do que antes tínhamos e hoje só eles me abastecem". E daí, ele ouve e passa a acreditar e até repetir aquilo como verdade inconstestável. Na feira dominical, quanto alguns poucos desciam a mesma distribuindo folhetos contra a jornada 6 x 1, num famoso bar, um cidadão, se dizendo empresário, apregoava ser aquilo coisa de vagabundos, dos que defendem a vadiagem e não o trabalho sério. Tinha a cabeça feita, desses não mais adiantando discutir ou debater, pois o que poderia acontecer seria ser agredido. Eu, em todos os meus registros em carteira, trabalhei no regime de 5 x 2 e hoje, entendem isso como aberração. Na verdade, aberração é quem não entende que o trabalhador precisa destes dois dias de lazer e para estar junto dos seus.
Essa é do dileto amigo GILBERTO MARINGONI


Não é só gente daqui com a cabeça já totalmente virada, mas o país num todo. Se tornaram perversos para consigo mesmo. Defendem na verdade, que o empresário faça o que quiser, não só com o horário do trabalho de seu funcionário, exercendo um poder absoluto, lucrando cada vez mais e sem se importar com nada mais. O que está acontecendo é isso, só isso e nada mais. O que vejo hoje é uma classe empresarial refém deste discurso das dificuldades que passam, como santos do pau oco e dane-se o resto. E isso é passado como o melhor dos mundos, com o trabalhador sem direitos e tendo não mais que cumprir leis vigentes, mas cumprindo a vontade de quem o contrata, seja da forma que for. Sem regras, viveremos num mundo onde cada vez mais o rico vai encurralar e oprimir o pobre, ou seja, o trabalhador. E como essa mentalidade predomina hoje dentro das nossas instituições eleitas, representam também como pensa quem age contra o trabalhador. Quem elegeu esses boçais e banais foram o grosso do povo, um que sofre, mas enxerga noseu algoz o que melhor pode lhe representar. Uma danação e inversão que só aprofunda sua perdição. Não se assuste se, conversando com a maioria dos empresários e, mesmo donos de pequenos negócios nesta insólita Bauru, você não se deparar com a maioria deles a defender quem pensa e age como Luciano Huck. Não vai ser trabalho fácil - nem sei se é mais possível - desmontar a parafernália construída para alienar o povo e transformá-lo nesse gado, vida bovina, seguindo irremediavelmente, sem o perceber, para o matadouro. Não está sendo fácil, porém, a luta continua e neste ano, pelo menos estou empenhado, dos pés à cabeça na reeleição de Lula, pois do contrário aceleraremos a destruição do que nos resta de direitos.

Concluo com algo muito simples, direto e reto: a elite brasileira é cruel e insana. 

Bauru nas paradas de (in)sucesso
ALGUÉM EM SÃ CONSCIÊNCIA ACREDITAVA QUE SUÉLLEN ROSIN FALAVA SÉRIO QUANDO DIZIA ALGO SOBRE ESTE HOSPITAL
"A sessão de recebimento das propostas para a contratação de empresa para a elaboração de projetos e a construção do hospital municipal, prevista para a próxima segunda-feira (25), foi novamente adiado.
Na manhã desta sexta-feira (22), foi apresentado um questionamento pela empresa ‘Capital Serviços de Engenharia’, quanto à aceitação de atestados técnicos de elaboração de projetos e execução de obras em estruturas metálicas.
Pelo edital, que agora deverá ser reformulado, o prazo para a execução do contrato, será de três anos. Na reunião da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o secretário Márcio Cidade Gomes disse que o governo municipal espera concluir 75% das obras do hospital, até o final do próximo ano.
Na mesma reunião, realizada em meados de abril, Márcio Cidade afirmou que as fontes de custeio devem ser definidas até o final de julho, após a definição de quantas especialidades serão atendidas na futura unidade de saúde", MATÉRIA DA 94FM BAURU.