HOJE O DIA AMANHECEU COM O AMIGO GILBERTO MARINGONI ESCREVENDO UM TEXTO DO JEITO E MANEIRA QUE, GOSTARIA MUITO FOSSE DE MINHA AUTORIA -TENHO TANTA COISA PRA FAZER, MAS... "HÁ UM GOLPE EM CURSO" E COMO SEGUIR ADIANTE, DIANTE DO QUE VEJO EM CURSO. COMO REAGIR? COMO ENFRENTAR O QUE VEM PELA AÍ? COMO IMPEDÍ-LO? COMO...
"ALGUMA COISA ACONTECE...
Acordo, faz frio em São Paulo. Será que chove? Há um golpe em curso. Faço café. Olho o zap. Daqui a pouco desço. Converso com o porteiro. Fico sabendo das novidades do prédio. Há um golpe em curso. Ganho a rua, vou para o metrô. São 935 metros até a estação, vi no Google. Plataformas lotadas. Há um golpe em curso. O trem para entre as estações Brás e Dom Pedro. Aperto geral no vagão. Penso na conversa que terei com o advogado. Chego ao destino, subo a escada rolante. As ruas estão sujas. Ando até o edifício do escritório, tomo o elevador. Espero quinze minutos. Há um golpe em curso. Começamos a reunião. Tudo vai bem, eu trouxe a papelada, combinamos o andamento do processo. Tomo um cafezinho. A temperatura cai. Olho a aglomeração na rua abaixo. Uma van bateu na traseira de um ônibus. Troco algumas ideias e me despeço. Há um golpe em curso. Buzinas se sucedem, o trânsito para. Tenho uma reunião virtual logo mais. Antes terei de corrigir provas. Volto para o metrô. Meia hora até a volta. O bom é que as linhas do contrafluxo até a zona leste estão mais vazias. Há um golpe em curso. Será que chego a tempo? Lembro de um verso de Drummond aprendido na escola: “Casas entre bananeiras/ mulheres entre laranjeiras/ pomar amor cantar/ (...) Devagar… as janelas olham/ Eta vida besta, meu Deus”. Tudo meio igual. Há um golpe em curso. E seguimos..."
Acordo, faz frio em São Paulo. Será que chove? Há um golpe em curso. Faço café. Olho o zap. Daqui a pouco desço. Converso com o porteiro. Fico sabendo das novidades do prédio. Há um golpe em curso. Ganho a rua, vou para o metrô. São 935 metros até a estação, vi no Google. Plataformas lotadas. Há um golpe em curso. O trem para entre as estações Brás e Dom Pedro. Aperto geral no vagão. Penso na conversa que terei com o advogado. Chego ao destino, subo a escada rolante. As ruas estão sujas. Ando até o edifício do escritório, tomo o elevador. Espero quinze minutos. Há um golpe em curso. Começamos a reunião. Tudo vai bem, eu trouxe a papelada, combinamos o andamento do processo. Tomo um cafezinho. A temperatura cai. Olho a aglomeração na rua abaixo. Uma van bateu na traseira de um ônibus. Troco algumas ideias e me despeço. Há um golpe em curso. Buzinas se sucedem, o trânsito para. Tenho uma reunião virtual logo mais. Antes terei de corrigir provas. Volto para o metrô. Meia hora até a volta. O bom é que as linhas do contrafluxo até a zona leste estão mais vazias. Há um golpe em curso. Será que chego a tempo? Lembro de um verso de Drummond aprendido na escola: “Casas entre bananeiras/ mulheres entre laranjeiras/ pomar amor cantar/ (...) Devagar… as janelas olham/ Eta vida besta, meu Deus”. Tudo meio igual. Há um golpe em curso. E seguimos..."
NÓS SABEMOS E TEMOS COMO IMPEDIR, "OU ACABAMOS COM AS SAÚVAS OU AS SAÚVAS ACABARÃO COM O BRASIL"Lembram-se dessa frase? Pois bem, eis o momento de reutilizá-la novamente, desta feita para dar cabo de outra praga germinando no solo varonil brasileiro, o da extrema-direita, aliada também do hoje pérfido movimento religioso neopentecostal, um que se utiliza de Cristo para tudo, até para quando está aprontando algo contra os interesses nacionais. Estes dois, a extrema-direita e o neopentecostalismo juntos estão unidos e neste momento, golpeando firmemente a democracia brasileira. Deram um cartada decisiva na manhã de ontem, quando um agente destes, o ministro do STF, André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro e executor de uma trama urdida, evidentemente por um grupo, tendo ele como executor, pois como está dentro das hostes do STF, a instância máxima do Judiciário brasileiro e por um azar muito grande, tendo o ministro André, o terrivelmente evangélico sendo quem dá a voz final, por rodízio, no TSE - Tribunal Superior Eleitoral. Muito azar, pois sendo ele quem decide, tem feito de tudo e mais um pouco para privilegiar Flávio Bolsonaro de meios de escapar das garras de uma investigação mais rigorosa, o que lhe cassaria o direito de concorrer a qualquer cargo público, pelo seu já escancarado envolvimento com a grana suja advinda do Banco Master. André Mendonça tem facilitado sua vida e agora, joga pesado para implodir o próprio Supremo, com o intuito de, se Flávio perder o pleito, cutucar gente como Donald Trump a agir contra o Brasil. A reação legalista deve ocorrer em questão de horas, restabelecendo algo palatável, estancando a sangria provocada por Mendonça, colocando-o no seu devido lugar, a lata do lixo da História. Hoje, até o presente momento ele está se saindo vitorioso, mas isso deve perdurar por pouco tempo. A reação será avassaladora e deve ocorrer nas próximas horas. Torço e confio muito que o Brasil vencerá o fascismo e essa extrema-direita querendo e fazendo de tudo para entregar o país nas mãos de gente totalmente inescrupulosa, criminosa e pronta para destruir o país. A luta será árdua, mas VENCEREMOS.
Cantemos juntos a canção que Chico Buarque nso ensinou:
01.) "O comentário do analista político Tiago Barbosa, que circula nas redes sociais, sintetiza o receio de parte do eleitorado diante de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Mais do que alarmismo, seus alertas dialogam com episódios recentes da política brasileira. A aproximação de Flávio com figuras ligadas ao poder econômico e as controvérsias envolvendo o Banco Master alimentaram questionamentos e críticas, enquanto a declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, de que a eleição de Flávio seria uma forma de ajudar Jair Bolsonaro reforça, para os críticos, a ideia de continuidade e restauração política do bolsonarismo.
Os alertas também se estendem à economia e aos direitos sociais. Enquanto o governo Lula adotou medidas para afastar rumores sobre uma eventual taxação do Pix, Flávio Bolsonaro defende uma agenda econômica liberal, com redução de impostos e maior participação da iniciativa privada. Críticos temem que esse projeto resulte em cortes de políticas públicas e perda de direitos trabalhistas, especialmente diante do histórico recente de regras mais rígidas para o crescimento real do salário mínimo. Também há preocupação com propostas de flexibilização das relações de trabalho e com a exploração de recursos estratégicos, como petróleo e terras raras, em nome de interesses privados.
Para os críticos, o diagnóstico de Tiago Barbosa se apoia em movimentos concretos: da defesa da anistia aos envolvidos nos atos &olpist4s de 8 de janeiro às antigas controvérsias envolvendo Flávio Bolsonaro e milícias do Rio de Janeiro. O comentário não precisa ser tratado como profecia, mas como um alerta político sobre um projeto de poder que seus adversários associam à redução de direitos sociais, à fragilização da soberania nacional e ao aprofundamento da polarização. Aos eleitores, resta a pergunta: até que ponto o retorno dos Bolsonaro ao Planalto representaria apenas uma mudança de governo — ou a retomada de um projeto político cujas consequências o Brasil já conhece?", do grupo BABADODOS ARTISTAS.
02.) "A PERGUNTA A SE FAZER É : " QUANTOS ""TERNOS "" O MENDONÇA ESTA GANHANDO PRA FAZER ESSA BAGUNÇA ???", Fernando Rafael Alves Pereira ou "NEM A TV GLOBO CONSEGUE MAIS ESCONDER", HPA. Assistam ao vídeo do jornalista Octavio Guedes, declarando o que de fato está em curso:
03.) COMO DESESTABILIZAR A DEMOCRACIA BRASILEIRA? O PASSO DADO HOJE POR ANDRÉ MENDONÇA É PARA ELEGER O MILICIANO FLÁVIO BOLSONARO - André Mendonça deu um passo muito grave ao afastar André Rodrigues da chefia da PF. Confira a análise de Heloisa Villela… Eis o vídeo:
04.) ESSA É A CARA DO NOVO GOLPE, MAIS UMA FACADA NO COMBALIDO BRASIL - PRECISAMOS REAGIR, ENQUANDO AINDA TEMOS TEMPO
05.) COMO DEVE SER O PAPEL DA POLÍCIA FEDERAL NESTE MOMENTO, DOA A QUEM DOER - O recado diretyo e reto para o ministro biolsonarista André Mendonça:
"Onze diretores da PF colocaram seus cargos à disposição depois do afastamento de Andrei Rodrigues do comando da corporação, por decisão do ministro André Mendonça, do STF.
O grupo divulgou um manifesto defendendo Rodrigues e Leandro Almada, também afastado, e criticou o que chamou de "ataques injustificados".
Os diretores dizem que entregaram os cargos ao diretor-geral substituto, William Murad, como forma de defender a instituição e garantir uma PF capaz de promover justiça e proteger o Estado democrático de Direito.", UOL Notyícias.













































