sexta-feira, 18 de setembro de 2026
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
RGUNTAR NÃO OFENDE (238)
Ficou feio e, como se sabe, não é possível generalizar. Vejo algo sendo feito, talvez individualmente, mas não por nenhum grupo jornalístico. Ocorrem investigações de cunho individual e isso, sabe-se, é muito mais complicado do que, sendo decisão de uma empresa, dispendendo tempo e até grana para sua realização. Sózinho é sempre muito difícil. Foi, inclusive, através de denúncias vindas de publicações pessoais, que tudo foi instigado e o MP deu prosseguimento. Ou seja, creio eu, é muito forte isso de afirmar que a "imprensa bauruense está na nossa mão".
Cilene Chalub Bordezan, a secretária municipal, que veio para a cidade com uma determinação específica, a de coordenar a concessão do lixo na cidade, fez o seu serviço e hoje, sabe-se da forma mais fora-da-lei possível. E manteve encontros com pessoas da imprensa, afirmando num dado momento: "no futuro isso pode nos ajudar muito". Eu sempre gostei muito do jornalista João Jabbour, o respeito por todo o seu passado, suas origens e labuta até chegar ao posto atual, de Diretor do Jornal da Cidade. O conhecido JC, não tem uma história controversa, pois desde sua criação teve um lado e dele nunca se afastou. Desde os tempos do Franciscato, foi um órgão criado e mantido para ser o reprodutor do ideal proposto pelos Donos do Poder local. Sempre tive espaço dentro de suas páginas, como leitor, na antes atuante Tribuna do Leitor. Ou seja, o JC sempre publicava opiniões antagônicas, mas nunca se afastou do campo de ação, a linha editorial proposta pelo proprietário, o dono do negócio. Praticou um bom jornalismo, desde que, as matérias não avançassem o sinal e não tocassem no viés político. Quem está predisposto a enviar textos para publicação sabe, existe um limite, pois do contrário não será publicado. E onde isso ocorre de forma diferente dentro da imprensa massiva brasileira? Eis algo das entranhas deste país.
Neste caso específico, o da atuação da empresa Estre, capitaneada pelo seu CEO, Hamilton Libório e tendo toda concessão do lixo sendo coordenada pela Cilene, nos diálogos já informados pelo Relatório de Informação, ressalto aqui o que captei e dito sobre a imprensa local. "Hamilton diz que acha importante Cilene criar um relacionamento com o JAbbour, em um ambiente em que ela não precise dele, pois no futuro isso pode nos ajudar muito. (...) ...na hora que o bicho pegar jornalista não tem muito comprometimento moral, mas pelo menos você têm um canal aberto. (...) Cilene diz que Jabbour é gente boa e já jantou com ele certa vez. (...) Cilene apresentou o projeto de concessão ao jornalista. (...) Hamilton diz que o relacionamento se constrói quando não se pede nada. (...) Que Jabbour teria dito que os vereadores Márcio e Estela betem muito em Cilene. (...) Que Jabbour disse que a Estela mora de aluguel, em um apartamento gigante aqui em Bauru, que é luxo puro e Estela não está conseguindo pagar o aluguel, 'que provavelmente é você quem está pagando, né?. (...) Hamilton responde; 'Eu tô pagando mesmo, mas nunca pedi para ela não bater em você'. (...) Cilene conta que Jbbour indagou se pode enviar a matéria a Cilene antes de publicar, que Cilene disse que pode e que quando Jabbour quiser é só ligar que ela explica tudo e ele publica. Jabbour teria dito que Cilene é uma pessoa séria, mas que Bauru não está preparada para ela. (...) Cilene diz que 'a imprensa tá na nossa mão, fique tranquilo'".
É o que encontrei sobre a imprensa bauruense. Do que li e ouvi nos bastidores desta cidade, não é possível afirmar que a "a imprensa está nas mãos" da Estre, somente levando em consideração o contato com o JC e Jabbour. Cilene cita somente o JC e profere a frase envolvendo todos. Nada contra um jornalista se encontrar, entrevistar pessoas como Cilene. Este o papel de um jornalista. Ela, inclusive, reforça a seriedade do Jabbour, ótimo isso, porém, algo precisa ser explicado e o JC ainda não fez sua mea culpa. A gravação afirma, Jabbour submete a ela o texto produzido por ele antes da publicação. E nas edições do JC, mesmo estes encontros tendo ocorrido, pouquíssima matéria consistente para ajudar a desvendar o imbróglio da concessão. Para mim, o JC ficou em cima do muro. Aguardo a próxima edição para ver o que sairá publicado. Entristecedor observar essas relações, mesmo ciente de que, o que saiu até agora é a versão da Cilene, não a do JC e de Jabbour.
É o que encontrei sobre a imprensa bauruense. Do que li e ouvi nos bastidores desta cidade, não é possível afirmar que a "a imprensa está nas mãos" da Estre, somente levando em consideração o contato com o JC e Jabbour. Cilene cita somente o JC e profere a frase envolvendo todos. Nada contra um jornalista se encontrar, entrevistar pessoas como Cilene. Este o papel de um jornalista. Ela, inclusive, reforça a seriedade do Jabbour, ótimo isso, porém, algo precisa ser explicado e o JC ainda não fez sua mea culpa. A gravação afirma, Jabbour submete a ela o texto produzido por ele antes da publicação. E nas edições do JC, mesmo estes encontros tendo ocorrido, pouquíssima matéria consistente para ajudar a desvendar o imbróglio da concessão. Para mim, o JC ficou em cima do muro. Aguardo a próxima edição para ver o que sairá publicado. Entristecedor observar essas relações, mesmo ciente de que, o que saiu até agora é a versão da Cilene, não a do JC e de Jabbour.
Creio que, o JC não está envolvido em nada a merecer investigação. Porém, deve explicações para seu público leitor. Cilene quando fala de imprensa, cita somente este órgão da imprensa e o faz de forma não muito abonadora. O JC tem história e precisa preservá-la. Pelo bem pelo mal, é o órgão da imprensa mais significativo na história bauruense, o de maior duração e hoje, se não representa mais o "quarto poder", continua semanalmente saindo às bancas e diariamente pelas redes sociais. Eu, que escrevo vez ou outra por aí, tendo textos espalhados em publicações variadas, sigo o prescrito por Mino Carta, atuando sempre dentro da verdade factual: " A objetividade total não existe, pois o jornalista se manifesta até na escolha de uma vírgula. Por isso, o dever é buscar a honestidade e a fidelidade aos fatos apurados, que diferem de opiniões ou verdades pessoais. (...) O verdadeiro jornalista atua de forma independente, confrontando e denunciando as mazelas dos poderosos, em vez de se curvar aos interesses das elites ou integrar os aparatos de poder.(...) O que serve aos donos do poder e reproduz um pensamento único não é jornalismo, mas mero ato de propaganda".Eis algo escrito sobre ele quando de seu falecimento: https://outraspalavras.net/.../mino-carta-e-o-jornalismo.../.
Reconheço muito mais honraria na atuação do jornalista João Jabbour, do que na do Jornal da Cidade. Jabbour é um ótimo jornalista, comprovado ao longo dos anos. O JC sempre executou um papel e dele não se afastará. Eu separo muito bem a ambos. Creio que, nada foi dito que desabonasse Jabbour enquanto pessoa honrada, porém no quesito atuação jornalística, precisa vir a público. A vereadora Estela Almagro foi também acossada pelas revelações das gravações do MP. Ela veio a público e tenta se explicar. O silêncio neste momento não faz bem para ninguém. Enfim, nem sei se o Sindicato dos Jornalistas irá soltar uma nota, mas me antecipo, tenho a certeza, o momento do jornalismo em Bauru não é dos mais auspiciosos, mas ele não está totalmente nas mãos do Vorcaro da Estre.
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
O QUE FAZER EM BAURU E NAS REDONDEZAS (202)
Eu junto tudo isso quando vou pras ruas fazer campanha por Lula. Ninguém me paga um centavo para estar nas ruas. Eu vou pelo compromisso em ver o Brasil continuar trilhando caminhos altaneiros. Não quero presenciar a derrocada, não só a de todos os meus sonhos, como a desta nação, vendo-a nas mãos de gente já comprovadamente bandida e a usando, com todos os meios possíveis, para dilapidá-la e mais que isso, também para perseguir todos seus adversários, tratando-os como inimigos a serem abatidos. E diante deste cenário, eu sou praticamente obrigado a estar nas ruas. Não conseguiria permanecer dentro de casa, vendo a banda passar, inerte, sem fazer algo. Por menor que possa ser, eu quero e vou continuar indo pras ruas, botando minha cara à tapa, pois sei pelo que luto e sei que, perdendo este pleito, não será Lula quem perderá, mas o país num todo.
A gente, o pesssoal do Núcelo de Base petista e tantos outros, saímos pras ruas imbuído disso tudo. Agora mesmo, acabo de ler um relato de um conhecido de Piratininga, clamando para que gente como nós, os que ainda saem pras ruas pra defender Lula, o PT e a democracia, possam ir lá na vizinha cidade e com eles, sair às ruas. Eu vejo, cada vez mais, pequenas cidades dominadas quase totalmente por gente inescrupulosa, baixa, pensamento bolsonarista elevado à sua máxima potência, sem conseguir enxergar um mínimo de decência na defesa de uma candidatura criminosa e o fazem de forma acintosa, até violenta. Esses de Pitatininga estão clamando por ajuda, por apoio, tentando buscar quem tenha coragem de estar com eles nas ruas. Isso me toca profundamente, pois todos sabemos, não está fácil sair pras ruas hoje e defender o país, diante de um quadro avassalador de propaganda enganosa, despejada diariamente na mente da maiotria dos brasileiros, enganando-os de forma vil.
Eu acredito não conseguirei reunir gente e forças para estar lá em Piratininga ou qualquer outra cidade, onde tantos outros clamam por quem os acompanhe neste momento. O máximo que conseguimos parece pouco diante de tanta necessidade. Nesta quarta, mobilizamos através de chamamento do DNA Petista e estivemos na praça central do parque Vitória Régia, junto da Feira Noturna. Marcamos hora, 17h30 e lá permanecemos até por volta das 20h. Bauru e tantas outras cidades do interior paulista continuam muito conservadoras. Aqui Bolsonaro obteve 80% de votos no último pleito. Isso é mais que vergonhoso para uma cidade dita como universitária. Senti isso nas ruas, algo muito perigoso, um enfraquecimento imenso, diria mesmo, incomensurável de aproximação com os jovens. Nosso discurso e forma de aproximação está seguindo padrões errados ou mesmo certos, algo ocorre e a aproximação não se dá como dantes. nem por causa disso irei desistir.
Eu ouço muitos, leio o que posso e tento me adaptar, até para conseguir fazer chegar a mensagem correta. Eu não irei usar das mesmas armas que vejo a turma da extrema-direita praticando, com seguidos fake-news, emburrecendo cada vez mais a mente do semelhante. Muitos se aproximaram e vieram conversar conosco na praça. Outros tantos nos rejeitaram e em muitos vi estampado um ódio diante de nós. Isso é perigoso demais. Somos considerados por alguns como o grande mal do país. Enxergam em Lula, no PT, na esquerda num todo como inimigos. Não aceitam nem mais conversar, algo como um debate, eu tentando convencê-los e eles a mim. Suas cabeças já estão dominadas e isso é mais que um perigo. Deu para sentir na praça, mais que na feira no último domingo, até pela região onde estávamos, o quanto vai ser difícil fazer com que a compreensão volte a conduzir a mente das pessoas pelo interior paulista. Parece não adiantar um ser declaradamente bandido e o outro propor, como que já fez e quer continuar fazendo, salvaguardar um país soberano. Estamos diante de uma massa cuja lavagam cerebral atingiu níveis praticamente irreversíveis. Talvez só aprendam e se arrependam do papel onde atuam, quando tudo estiver com a viola em caco. Será tarde demais.
Temos pouco mais que duas semanas pela frente e uma luta mais que incontrolável pela frente, pois as armas utilizadas para convencimento das massas não são iguais. Quando a mentira é incutida como verdade e essa passa a merecer crédito, acredita-se nela de forma absoluta, o perigo é eminente. Eu sigo nas ruas junto do DNA e tantos outros, pois não queremos um país atrelado ao que depior temos hoje vicejando no planeta. Eu luto desbragadamente pela soberania nacional, pela nossa real independência e para tanto, sei que, sem luta, nada ocorerá. Podem tem a mais absoluta certeza, eu continuarei nas ruas e lutas enquanto viver. Não vai ser fácil, mas vejo ainda como muito possível a vitória final. E é por causa disso que não arredo pé de estar em lugares como nessa praça, num final de tarde de uma quarta, distribuindo propaganda política de Lula e conversando com quem aidna estiver disposto a fazê-lo. E, aqui confesso, é muito bom não se sentirsó nestes momentos. Acompanhado de outros tantos com o mesmo pensamento que o meu, seguiremos em frente, enfrentando todos estes dragões da maldade e moinhos de vento, sem esmorecer, pois sabemos, este é um embate decisivo para nossas vidas. Por Lula, Haddad, Tebet, Marina e todos dentro deste campo democrático.
COMO É GRATIFICANTE RECEBER UM AFAGO DE ALGUÉM COMO GERSON DE SOUZAO grande jornalista bauruense Gerson de Souza é destes quue ganhou o mundo, conseguiu sair - o furar, sie lá! - a bolha bauruense e desta forma, ganhar o mundo. Foi, vi, batalhou muito, venceu e hoje, com o que conseguiu amealhar durante seu tempo de lida atuante, está usufruindo os frutos, num belo recanto rural lá pelas bandas de Ribeirão Preto. Descrever o que foi e representou Gerson para infinidade de bauruenses é chover no molhado. Basta permanecer alguns poucos minutos ao seu lado, como o fiz nesta quarta, lá na Feira Noturna do Vitória Régia para me certificar disso. Ele continua mais popular que nunca. O que o traz de volta para Bauru, será sempre rever amigos e conversar, além de poder tomar umas e outras em balcões pela aí, como o do Bar do Genaro. Desta feita, vem para acompanhar e ir apresentando a filha, Maíra Dias de Souza, candidata à senadora pela UP - Unidade Popular, uma agremiação política dentro dos moldes de uma aguerrida esquerda.
Gerson cumpriu seu papel, mas por outro lado proseou até quando deu, ou seja, matou saudade, foi paparicado e jogamos muita conversa fora. Foi bom demais. Ele faz questão de mexer com meu ego, quando afirma, em rodas, na presença de tantos outros, ser um dos poucos que ainda me lê pelas redes sociais. "Enquanto a maioria só produz textos curtos, o Henrique continua inistindo nos textões. Eu leio todos, ele é um dos poucos que, paro e leio tudo, concordando ou não, lá do meu canto ribeirãopretano, tenho tempo e leio o que gosto, o que me faz bem", disse. Embevecido o beijei, alé em plena praça pública. Gestos como este me fazem continuar escrevindo, enquanto outros, insistem em ficar falando ao meu ouvido para escrever textos mais curtos, quero continuar desaguando nisto que faço, botar pra fora os bofes. Gerson é um dos que me incentivam a não parar.
Revê-lo é sempre uma festa, pois além de toda conversação política que, certamente ocorre, ainda mais neste momento crítico nacional, mas sempre sobra um tempinho para confidências pessoais. Essa troca de figurinhas é sempre muito salutar. Queria tê-lo gravado, umas poucas palavras sobre o que pensa e um relato curto sobre algo mais de sua trajetória. Talvez o consiga na quinta - toc toc toc -, pois sempre é bom colher depoimentos de quem tem algo para nos dizer. Gerson tem, não só pela experiência, mas pela sapiência como consegue ir levando essa vida adiante. Nunca tive uma amizade mais próxima dele e só recentemente passamos a conversar com mais atenção um pelo outro. O acompanhava de longe, admiração pelo que produzia. Suas reportagens televisivas, desbravando este país são necessárias de serem revistas, reassistidas e entendidas. Vejo poucos ainda com este pique, disposição e mesmo, as empresas jornalísticas apostando em algo como ele tão bem fazia. Daí nos conhecemos e bateu a afinidade.
Eu adoro conversar com quem está proposto a fazê-lo. Gerson é um destes. Suas histórias são arrebatadoras e hoje, o paízão estão feliz da vida com os rumos tomados pela filha, morando em Praia Grande e aqui com ele, em plena campanha. E ai, em plena praça do Vitória Régia ele di me ler e, mais que isso, gostar. Ganhei o dia.
Eu adoro conversar com quem está proposto a fazê-lo. Gerson é um destes. Suas histórias são arrebatadoras e hoje, o paízão estão feliz da vida com os rumos tomados pela filha, morando em Praia Grande e aqui com ele, em plena campanha. E ai, em plena praça do Vitória Régia ele di me ler e, mais que isso, gostar. Ganhei o dia.
RESPOSTA DO GERSON DE SOUZA VIA FACEBOOK:
Obrigado pelas longas palavras. Quando sei que o conteúdo é bom leio grandes textos iguais aos seus. Sempre procuro me informar sobre a minha Bauru e você é uma das fontes. Também acompanho o Nelson Gonçalves Itaberá e o JC. Tenho orgulho de contar que sou bauruense e que trabalhei com Tuga Angerami e Davi Capistrano Filho por uma cidade melhor. Bauru foi minha escola de comunicação. Trabalhei no Jornal da Cidade, nas rádios Terra Branca, FM 96 e FM 94 e na Rede Globo Oeste Paulista. Na 94 uma cria minha em parceria com Tuba Ferreira e Valmir Amaral resiste ao tempo, o InformaSom. Que orgulho e quanta saudade! Abraço forte, HPA. Sucesso e "aquela" luz sempre.
terça-feira, 15 de setembro de 2026
ALGO DA INTERNET (241)
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| CAPITALISMO DOENTE |
1.) APROXIMAR
"Um morador de Chicago, Illinois, contratou um grupo de trabalhadores da construção civil latinos para construir uma cerca de madeira em seu quintal. Quando o trabalho terminou, ele ligou para o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) para denunciá-los e evitar o pagamento. No entanto, seu plano saiu pela culatra: os imigrantes estavam com a documentação em dia e os agentes foram embora sem prender ninguém. Os trabalhadores então voltaram ao quintal, desmontaram a cerca tábua por tábua e recuperaram o material que haviam usado. Sob o slogan viral "sem pagamento, sem cerca ", o vídeo dos trabalhadores removendo a cerca enquanto o morador assistia impotente já acumulou milhões de visualizações nas redes sociais, além de inúmeras condenações ao proprietário", da seção Pirulito del Tapa, edição de hoje, terça, 15 de setembro de 2026, do diário argentino Página 12.
HPA, pela transcrição. Vejam o link: https://www.instagram.com/reels/DdSOLy3oPB5/
O governo Suéllen Rosim, em Bauru, é o retrato dos governos ditos "Deus, Pátria e Família". O "Deus" é só o da igreja deles, se vc tiver outro e não contribui com o dizimo vc tá ferrado e vai pro inferno! A "Pátria" é geralmente um paraíso fiscal ou os EUA, do nefasto Trump! E a "Família" é só a deles com pai, mãe, filhos, irmãos e até marido com cargos polpudos na gestão! Fujam desses candidatos que usam esse slogan! É mais fria que bigode de foca!
Este texto é para você que tem mais de 70 anos.Seu voto agora é facultativo; sua memória, não.
Você viu um Brasil em que presidente não era escolhido pelo povo. Viu censura, medo, perseguição. Talvez tenha marchado pela Anistia, pelas Diretas, pela Constituinte. Talvez tenha visto estudantes reconstruírem a UNE, trabalhadores enfrentarem a ditadura pela liberdade sindical e multidões ocuparem a Vila Euclides quando reivindicar salário e dignidade ainda podia terminar em prisão.
Você ajudou, de algum modo, a empurrar este país para fora daquela noite.
E agora vai deixar os outros apagarem a luz outra vez?
Estou lhe pedindo que se lembre do que fizeram com o Brasil quando tiveram poder nas mãos.
Transformaram mentira em método, ódio em linguagem, ignorância em governo. Atacaram urnas, tribunais, jornalistas, professores, ciência. Fizeram da bandeira esconderijo para o golpismo e da brutalidade uma virtude.
E, quando brasileiros morriam, ofereceram deboche.
Não lhe peço que esqueça os erros de Lula. Não lhe peço filiação partidária. Nem entusiasmo.
Peço memória.
Porque sua geração sabe uma coisa que os mais jovens conhecem apenas pelos livros: a democracia parece eterna até o dia em que deixa de existir.
Você lutou pelo direito de votar quando esse direito ainda precisava ser conquistado.
Agora que ninguém mais pode obrigá-lo a ir às urnas, talvez exista uma última e belíssima ironia histórica: ir porque você quer, ir porque você lembra, ir porque sabe o preço.
Não deixe para seus netos a tarefa de reconquistar aquilo que sua geração levou décadas para conquistar.
Você já enfrentou a barbárie uma vez. Não fique em casa agora que ela tenta voltar.
- Clara Ant e Julio Benchimol Pint
O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (178)
De aberração em aberração, chegamos a um caso bauruense, o sendo revelado semana passada, quando a GAECO, dá início a operação Cavalo de Tróia, prendendo dois secretários municipais, todos enrolados até o pescoço com ligações explícitas de corrupção, na controvertida concessão do lixo em Bauru. Muitos estão sem dormir direito desde então, pois, a cada nova revelação da GAECO, mais e mais envolvidos. A bola da vez está no fato dos vereadores, em sua maioria os que aprovaram a concessão e agora, diante da revelação de um suposto cachê, o tal "querequézinho", valor este variando de 80 a 300 mil reais. Não vai ser fácil a explicação pessoal de cada um deles. Tem de tudo neste balaio, desde os que apoiaram a prefeita Suéllen Rosin desde sempre, até outros, sobre os quais se acreditava estariam incólumes. Daí, as revelações das gravações telefônicas feitas pela GAECO estão destruindo reputações e tirando o sono de muita gente.
Termino juntando tudo. Se exigimos a revelação do conteúdo do celular do Vorcaro no processo no STF, aqui em Bauru deveria ocorrer o mesmo procedimento. Tumultuando ou não, tudo precisa ser exposto, revelado nos seus mínimos detalhes e as gravações todas sendo expostas. Quem fez algum acordo com a parte contrária, que arque com as consequências. Uma limpa quase geral oxigenaria Bauru. Hoje, segunda, 14/9, dia de sessão da Câmara de Vereadores, algo disso tudo já deve vir à tona. Vai ser um "tumulto" e tanto.
"Por 19x1 votos, câmara abre Comissão Processante que pode caçar prefeita de Bauru, Suellen Rosim. Veja o resumo da sessão na câmara de Bauru. O modus operandi criminoso para concluir contratos de concessões e PPPs tem sido o mesmo no estado todo, diversas cidades estão tendo seus serviços básicos vendidos por quadrilhas que se instauram no poder público para aprovação de contratos bilionários como esse da PPP do lixo, mas que não fica só aí, na nossa cidade o Esgoto foi privatizado também com o mesmo modus operandi, quase os mesmos atores políticos e com a mesma “rainha” com a caneta na mão", Igor Fernandes, PSOL.
O que todos sabiam de antemão é que a Câmara Municipal de Bauru não comportaria nesta segunda a demanda de tanta gente querendo ver com seus próprios olhos, o que poderia ser o início do fim de um desGoverno, o da incomPrefeita Suéllen Rosin. O escândalo provocado pelas revelações do GAECO, já estavam na boca de todos, assunto do momento e agora, faltava algo além da ação policial. A Câmara que lhe deu sustentação, os tais 17 x 4, quando sempre vencia, teria que decidir. o esquema de propina também chegou na Câmara e das revelações, a de que cobravam de 80 a 300 mil cada um pela fidelidade, no deniominada "querequézinho". O dia prometia. O vereador Eduardo Borgo preparou uma peça para pedir não uma CEI - Comissão Especial de Inquérito, mais amena e onde a base da situação, os tais 17 a favor poderiam mais facilmente dominar o cenário e melar uma séria investigação. O proposto era um Comissão Processante, essa podendo, se feita de forma séria cassar Suéllen. Pela manhã outro pedido de Processante foi protocolado na Câmara, este contra a vereadora Estela Almagro-PT, por suposta tentativa de agressão, feita por seu assessor, após este publicar denúncia de telefonemas recebidos pela parlamentar, oriundos do investigado e já preso, CEO da empresa que ganhou a licitação do Lixo em Bauru.
Tudo aconteceu embolado na sessão da Câmara, denominada por mim, como ocorrendo em três rounds, não mais que isso, porém todos os três com sua longevidade. No primeiro, tentativa de vereadores da situação, os tais 17 x 4, instalarem a CEI, intento não alcançado. Depois a instalação da Processante contra a alcaide municipal, Suéllen Rosin, intento alcançado por um placar elástico, 19 x 1 (só o presidente não votou), quando até quem lhe deu sustentação até aquele momento, após uma longa reunião a portas fechadas, decidiram em bloco, aprovar a investigação. A pergunta repetida pelos corredores era só uma: Não seria o tal de perde-se os anéis, mas não os dedos? Veremos. Enquanto isso nos bastidores, um circo estava montado, com um zum zum zum apregoando e se sobrepondo a tudo o mais, o da situação da vereadora Estela Almagro. Diziam que o GAECO estava esperando o final da sessão, que prisões ocorreriam, porém, que o juiz não havia ainda autorizado, por causa campanha eleitoral em curso. Isso se sobrepunha até o fato maior, o da Processante para o grande escândalo envolvendo a Rainha mór, a alcaide municipal e os zilhões de uma concessão trilionária. Veio o terceiro round e por um detalhe, a sessão foi suspensa e por quase duas horas, esperando uma definição. Quando retorna, o placar é favorável para não abertura da Processante, 14 x 6. O julgado foi a tentativa de agressão e não outra denúncia, a do divulgadio, que o CEO da empresa ganhadora da licitação, já preso, pagar os aluguéis da vereadora em seu habitat.
Isso e tudo o mais ficaram para os próximos capítulos. Sandro Bussola, o agora isolado (sic) líder da prefeita na Câmara foi o único contrário a abertura da Processante. Ele e outros terão que explicar isso de valerem de 80 a 300 mil querequézinhos para votarem e aprovarem a licitação do lixo, 30 anos pela frente, valor estratosférico de bilhões de reais. Trechos das gravações circulam pelas redes com falas envolvendo o até então Assessor Especial da Prefeitura, também marido da alcaide, Renato Purini em tratativas em torno de 42 milhões de querequézinhos. Publicado também da intenção de residirem no exterior. O caso do Sandro está já com merda jogada no ventilador, o da Estela ainda embrionário e os demais, todos escondidinhos debaixo da mesa, torcendo e rezando para que o GAECO não os exponha, com revelações nada alvissareiras. Tudo vai sendo revelado, em drops, ou melhor como fazia o o inglês Jack, o Estripador. Em partes, aos poucos, e assim não deixando pedra sobre pedra. Fomos todos para casa, por volta das 21h, cansados e com fome. Eu já trocava alhos por bugalhos e o melhor mesmo foi chegar ao aconchego do lar, tomar meu banho, um bom café com leite quente e ir pra debiaxo das cobertas. Amanhã, com certeza, teremos mais e mais.
domingo, 13 de setembro de 2026
DICAS (273)
É HORA DE IRMOS PRAS RUAS - EM BAURU, DOMINGO, A PARTIR 9H, NA PRAÇA RUI BARBOSA - Reta final de campanha, momento de intensificar conscientização nacional.
Diante de tantos escândalos, uma só certeza, com Lula / Haddad / Tebet / Marina, a certeza do país continuar no ritmo certo. Vamos vergar o fundamentalismo, fascismo, conservadorismo e a extrema-direita com Lula na cabeça, na centena e no milhar.
PUXANDO O FIO DESSA MEADA VAI DAR CASSAÇÃO DE MANDATOS
"No processo do GAECO Operação Cavalo de Troia tem um vereador citado como aliado na Câmara. Ele trabalhava em prol dos corruptos em troca de um queréquezinho. Se isso não for suficiente para a sua cassação, sinceramente não sei o que mais poderia ser feito. O vereador citado no processo do Gaeco terá todo tempo para se defender conforme preconiza a Justiça", escritor Rafael Moia Filho.
ESPERO QUE AGORA BAURU ACORDE !!!", Rafael Santana de Lima
Diante de tantos escândalos, uma só certeza, com Lula / Haddad / Tebet / Marina, a certeza do país continuar no ritmo certo. Vamos vergar o fundamentalismo, fascismo, conservadorismo e a extrema-direita com Lula na cabeça, na centena e no milhar.
PUXANDO O FIO DESSA MEADA VAI DAR CASSAÇÃO DE MANDATOS
"No processo do GAECO Operação Cavalo de Troia tem um vereador citado como aliado na Câmara. Ele trabalhava em prol dos corruptos em troca de um queréquezinho. Se isso não for suficiente para a sua cassação, sinceramente não sei o que mais poderia ser feito. O vereador citado no processo do Gaeco terá todo tempo para se defender conforme preconiza a Justiça", escritor Rafael Moia Filho.
A ESCANCARADA CORRUPÇÃO PRECISA SER ESTANCADA
"A VERDADE É QUE ESSA MOÇA NÃO TEVE NENHUM COMPROMISSO COM BAURU, FOI MANDADA PRA CUMPRIR ESSE OBJETIVO COM A BÊNÇÃO DA AMIGUINHA DELA, DOS AMIGUINHOS DA CÂMARA, TRABALHAVA 3 DIAS NA SEMANA, SEQUER LIA PROJETOS, NADA FEZ PARA MEIO AMBIENTE E MENOS AINDA PARA OS ANIMAIS, QUEM A TROUXE DEVE SER RESPONSABILIZADA, 5 BILHÕES PARA A POPULAÇÃO PAGAR EM 30 ANOS, NUMA CIDADE QUE MORREM 700 PESSOAS POR FALTA DE LEITOS DE UTI, E ATENÇÃO PARA O TRATAMENTO ETE QUE VAI PARA O MESMO CAMINHO...QUEM VIVER VERÁ.ESPERO QUE AGORA BAURU ACORDE !!!", Rafael Santana de Lima
sábado, 12 de setembro de 2026
CHARGE ESCOLHIDA À DEDO (235)
SÃO TANTAS AS COISAS...
1.) REVELAÇÕESO que quer dizer: Receber ou pagar uns querequezinhos?
O termo pode ser usado como um eufemismo para uma pequena propina, derivando diretamente do seu significado de "dinheirinho" ou "trocado".
Nesses contextos, a palavra é aplicada para minimizar a gravidade do pedido e fazer o suborno parecer algo inofensivo. Funciona exatamente da mesma forma que outras expressões populares no Brasil:
* **Cafézinho**
* **Caixinha**
* **Cervejinha**
* **Um por fora**
Se alguém pede "uns querequezinhos" ou "uns quereques" para facilitar uma burocracia, agilizar um serviço ou ignorar uma infração, a gíria está assumindo o sentido prático de suborno.
TEXTO DE DIRCEU MOSQUETTE JUNIOR, CONTANDO COM MEU ENDOSSO
2.) VERSANDO SOBRE O "QUEREQUÉZINHO", PALAVRA ADICIONADA AO DICIONÁRIO
Bauru na vanguarda da criação de neologismo para palavras como propina. A IA do Google tascou: "Palavra "querenquenzinho" não possui um significado oficial registrado nos dicionários de língua portuguesa. "A expressão ganhou grande destaque nacional por ser um termo central nas investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) sobre a Operação Cavalo de Troia. O termo foi utilizado em conversas interceptadas entre agentes públicos e empresários envolvidos em um suposto esquema para fraudar a licitação do lixo em Bauru, estimada em mais de R$ 5,2 bilhões. A palavra ganhou visibilidade no seguinte contexto: Significado no caso: Nas mensagens obtidas pelo Ministério Público, a ex-secretária de Meio Ambiente de Bauru, Cilene Bordezan, sugeriu ao CEO da Estre Ambiental, Hamilton Agle, dar um "querequezinho" a um vereador em troca de apoio político no certame. Pelo contexto das investigações de corrupção, as autoridades interpretam o termo como uma gíria ou código para o pagamento de propina, vantagem indevida ou suborno". O impoluto vereador gosta de um "agrado" financeiro.TEXTO DO JORNALISTA AURÉLIO FERNANDES ALONSO, CONTANDO COM MEU ENDOSSO
É preciso reconhecer o homem que tirou o Brasil do mapa da fome duas vezes. Que fez com que milhares de pessoas fossem as primeiras de suas famílias a chegar à universidade. Que esteve à frente da criação e expansão de universidades, institutos federais e de políticas que transformaram profundamente a vida econômica e social de milhões de brasileiros.
Isso não apaga seus erros. Não elimina as críticas. Não exige concordância política com ele. Mas é preciso reconhecer que Lula é a história acontecendo diante de nós.
Eu realmente acredito que, no futuro, vamos falar de Lula como falamos hoje de grandes lideranças que marcaram a história da democracia e da luta por justiça social, como Nelson Mandela e Martin Luther King Jr.
Por isso, acho bobo perder a oportunidade de ver Lula de perto por discordâncias. É um privilégio testemunhar a história acontecendo diante dos nossos olhos. Um dia, Lula estará nos livros de história. E nós poderemos dizer que vivemos no mesmo tempo que ele.4.) É HORA DE IRMOS PRAS RUAS - EM BAURU, DOMINGO, A PARTIR 9H, NA PRAÇA RUI BARBOSA
Reta final de campanha, momento de intensificar conscientização nacional.
Diante de tantos escândalos, uma só certeza, com Lula / Haddad / Tebet / Marina, a certeza do país continuar no ritmo certo. Vamos vergar o fundamentalismo, fascismo, conservadorismo e a extrema-direita com Lula na cabeça, na centena e no milhar.
3.) REPRESENTATIVIDADE DE LULA, NÃO SÓ PARA O BRASIL, MAS PARA O MUNDO
Eu não costumo fazer publicações para exaltar figuras políticas. E, especialmente em relação ao Lula, tenho muitas críticas, discordâncias e ressalvas. Mas é preciso saber reconhecer a dimensão histórica de alguém, mesmo quando não concordamos com tudo o que essa pessoa fez ou representa.
Lula talvez seja hoje uma das lideranças mais importantes do mundo democrático. Sua trajetória se confunde com parte importante da história recente do Brasil e sua relevância política ultrapassa, há muito tempo, as fronteiras do nosso país.
Eu não costumo fazer publicações para exaltar figuras políticas. E, especialmente em relação ao Lula, tenho muitas críticas, discordâncias e ressalvas. Mas é preciso saber reconhecer a dimensão histórica de alguém, mesmo quando não concordamos com tudo o que essa pessoa fez ou representa.
Lula talvez seja hoje uma das lideranças mais importantes do mundo democrático. Sua trajetória se confunde com parte importante da história recente do Brasil e sua relevância política ultrapassa, há muito tempo, as fronteiras do nosso país.
É preciso reconhecer o homem que tirou o Brasil do mapa da fome duas vezes. Que fez com que milhares de pessoas fossem as primeiras de suas famílias a chegar à universidade. Que esteve à frente da criação e expansão de universidades, institutos federais e de políticas que transformaram profundamente a vida econômica e social de milhões de brasileiros.
Isso não apaga seus erros. Não elimina as críticas. Não exige concordância política com ele. Mas é preciso reconhecer que Lula é a história acontecendo diante de nós.
Eu realmente acredito que, no futuro, vamos falar de Lula como falamos hoje de grandes lideranças que marcaram a história da democracia e da luta por justiça social, como Nelson Mandela e Martin Luther King Jr.
Por isso, acho bobo perder a oportunidade de ver Lula de perto por discordâncias. É um privilégio testemunhar a história acontecendo diante dos nossos olhos. Um dia, Lula estará nos livros de história. E nós poderemos dizer que vivemos no mesmo tempo que ele.
Reta final de campanha, momento de intensificar conscientização nacional.
Diante de tantos escândalos, uma só certeza, com Lula / Haddad / Tebet / Marina, a certeza do país continuar no ritmo certo. Vamos vergar o fundamentalismo, fascismo, conservadorismo e a extrema-direita com Lula na cabeça, na centena e no milhar.
5.) A PRESENÇA DE UM JARDINEIRO FAZ MUITA DIFERENÇA
Permitam-me postar aqui algo bem pessoal, pois aqui onde moro, tínhamos até bem pouco tempo um jardineiro, bancado pelo esforço coletivo de moradores, porém numa atitude entendida por quem o retirou de cena, feita para sanar finanças, corrigir detalhes que aumentam gastos. Ele foi sacado de seu trabalho e em seu lugar, um serviço de uma empresa, duas vezes por semana, mais barato, porém alterando muito pouco no quesito solução de nossos déficits. Agora, sem aquele calor humano de vê-lo diariamente entre nós, prestando aquele serviço básico, sorrindo e conversando. As relações humanas quando se esfriam, tornam a vida de todos nós, mais tristes e com menos calor humano, estamos cada vez nos transformando em "coisas". E tudo foi alterado por aqui, deram mais importância para redução de insignificante valor numa taxa de condomínio, do que manter uma relação humana muito afetiva, aquecida e calorosa. E isso, infelizmente, se repete não só aqui, mas em muitos outros locais de nossas vidas. Por isso, luto ao meu modo, com cartazes na praça, buscando sensibilizar quem promoveu as mudanças, para termos de volta alguém que nos trazia bocadinho mais de felicidade, essa tão em falta. Esses tropeços permitidos por nós, tornam nossas vidas mais tristes. Coletivamente, estamos perdendo, mais e mais, a possibilidade de tocarmos nossas vidas com ações pensando muito mais no próximo do que, na bestialidade do racionalismo frio de um índice de resultados momentâneos. Eu não me conformo.
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