segunda-feira, 23 de março de 2026



uma de Bauru
DANIEL E CLEUSA JARDINAGEM, SERVIÇO MINUCIOSO, DETALHISTA DE JARDINAGEM
Eu, como sabem, seguindo recomendação médica, estou fazendo caminhadas todo dia e em cada, percursos diferentes, pois assim conheço mais minha cidade, vejo lugares diferentes e com grande possibilidades de me deparar com situações diferentes. Hoje mesmo, segunda, após um dia em Sampa, descendo a Henrique Savi, umas quatro quadras abaixo do Bauru Shopping, vejo uma cena, dessas em que sou obrigado a parar, assuntar e xeretar, ou seja, pedir para tirar uma foto e até gravar.

Era um casal trabalhando num serviço de jardinagem numa clínica médica. O que me fez parar a caminhada foi ela, dona Cleusa, 67 anos, estar toda curvada, com muitos panos a protegendo do sol e munida de uma afiada faquinha e tesoura, dando o acabamento final nos cantinhos de um trabalho, este iniciado logo pela manhã. Muito lindo ver a agilidade dela com a faquinha, recortando e finalizando algo que, antes teve o trabalho mais grosso feito por uma roçadeira e depois vem ela e dá o trato final. Não resistir, parei e pedi para tirar uma fotos. Não me contentei e pedi para filmá-la na finalização do trabalho ali no canteiro.

Seu Daniel, o marido, 68 anos, assunta do que estava importunando o trabalho e me conta detalhes do que fazem. São exímios jardineiros, com experiência de muitos anos. Nas verdade, ele hoje só acompanha, pois em dezembro tiveram o carro abalroado violentamente, quando, conta ele: "Moeram meu braço. Já faz três meses e o médico achou por bem não me operar, pois o risco de infecção era enorme. Convivi com muitas dores, hoje diminuindo, mas sei que, lá na frente voltarei a ser o que já fui um dia. Tudo o tempo conserta". Enquanto isso, ele acompanha, mostra como o rapaz deve execitar o serviço na roçadeira.

Depois, final da tarde, ligo para eles, já na residência deles na Posada da Esperança, descansando para amanhã mais um dia de trabalho, me dizem ter terminado o serviço na clínica ainda antes do almoço e pegando duro noutro no Villagio II. Diz que, amanhã tem mais e que, assim como eu, muitos passam, ficam observando e depois pegam o contato, pois gosta de como tratamos bem os jardins. São a simpatia em pessoa e assim como me encantei vendo-os atuando coms seus instrumentos de trabalho, fico duplamente encantado após travar breve diálogo com ambos. Daí, por ter sido tocado por ambos, na gravação feita tem o fone deles, para quem precisar de algum serviço de jardinagem, mas para quem tiver dificuldade de leitura, eis o fone de contato 14.99736.2793. Fica a dica e a indicação. Eu, nas andanças, faço questão de parar nestes momentos quando, diante de algo a me tocar, não resisto, quero logo passar aquilo adiante para mais pessoas tomar conhecimento.

Eis uma gravação que fiz com os dois: 
https://www.facebook.com/100000600555767/videos/pcb.27070359862567333/1451072433362945


outra da guerra
ENFIM, TRUMP PERDEU OU NÃO A GUERRA, APÓS CAPITULAR NO PRAZO PARA BOMBARDEAR NOVAMENTE O IRÃ? E COMO FICA O BRASIL?
Dou a minha versão de como vejo a continuidade da guerra, hoje dia 23/3 segunda. Neste final de semana, Trump propagou mais uma de suas bravatas, a de ter dado 48h para o Irã se render definitivamente, sob pena de ser bombardeado em instações básicas. Voltou atrás e agora, o mundo, tenda entender dos motivos. Teria ele capitulado e sacado da impossibilidade de efetuar o que havia dito. Já ouço que os EUA, consequentemente, no mesmo balio Isarel, perderam a guerra e estão só protelando na divulgação de como farão a divulgação, se dizendo vitoriosos.

Para mim, ainda tudo indefinido, porém, nunca havia os EUA numa posição tão inferiorizada como neste momento. Suas armas já não são assim tão superporosas, ou seja, Hollywood mentiu para gente até agora sobre serem os norte-americanos indestrutíveis. O gostoso de ir sacando com o passar dos dias é que aquele poderia, tipo aqueles navios imensos, pista de aviões sob as águas já não representam poderio. Se mostraram fracos diante de pequenos drones, que sem o mesmo custo e mais eficientes, danificam estes grandões e estes ficam meio que obsoletos, vagando no mar, sem meios de serem até reparados. Vide o caso com os sanitários de um destes. Em qualquer guerra, até bem pouco tempo, ter uma grande massa de soldados e estes desembarcando juntos, era sina lde poderio. Hoje não mais, pois um míssel pode destruí-los de uma só vez. Quantidade de soldados já não é sinal de vitória certa.

Isso tudo é fato e ver os EUA capengando, sofrendo para demonstrar continuar no comando, tem sido um alento. Começaram a guerra, insuflados por Israel e agora, pelo que se vê, estão diante de uma encruzilhada. Não só eles, mas o mundo todo. Vejo duas situações bem distintas e se sobressaindo. Javier Milei radicalizou e afirma até soldados argentinos poderão desembarcar no conflito. Se o fizer e os EUA/Israel sairem vitoriosos, ele também o será, porém de acontecer o contrário, a dupla que começou a guerra perdê-la, daí quem sairá vitorioso será Lula. Percebam que, tanto Milei como Lula radicalizaram bocadinho mais nos últimos dias. Lula está mais agressivo e falando mais grosso com os EUA, ou seja, talvez anteveja uma situação nova, onde com a derrota de Trump, sua salvação. Se os EUA ganharem a guerra, virão com tudo par cima da América Latina, consequentemente do Brasil e daí, ao meu ver, Lula não terá vez, será aniquilado. Trump perdendo a guerra, Milei será massacrado. Duas apostas, cada um de um dos lados. Torço muito para ver Lula saindo deste conflito fortalecido, daí, já sabem para que lado pendo na guerra.
e mais uma de Bauru
SESC, GRUPO GALPÃO DE BH, PEÇA BASEADA NA OBRA DO SARAMAGO, ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Foram dois dias em Bauru, ambos com casa cheia, no Teatro Municipal. Quem já leu o livro do Saramago e conhece o reconhecido trabalho do Galpão, sabe que, dessa união só poderia sair algo mais do que estupendo. 

Foi uma noite de sábado, dessas inesquecíveis, que só mesmo o SESC nos proporciona. 

E aquele apoteótico final, após a cegueira coletiva, quando se descobre as portas estarem abertas e a partir daí, a ocupação das ruas, pelos até então cerceados de enxergar a luz. 

É pra sair de lá, quase 500 pessoas, loucos para enxergar melhor tudo o que tanto nos oprime.

domingo, 22 de março de 2026

SAMPA NA JAVARI
JÁ EM SAMPA - EM BREVE MAIS UMA HISTÓRIA COM A MARCA HPA

EIS O MOTIVO DE MINHA IDA PARA SÃO PAULO
Fui vivenciar o que é um jogo no campo do Juventus, rua Javari, coração da Móoca, dentro do octogonal da Série AII do Paulistão de Futebol e depois, com a devida calma, escrever um longo texto para uma revista. Daí, a história nos seus detalhes, não a conto aqui neste momento, pois estragaria o ineditismo que a revista exige. Cansaço? Isso não existe quando me deparo com histórias como essa. Viajei de Bauru SP, saindo 23h de ontem, chegando na rodoviária da Barra Funda, 5h e depois, de metrô, 8h já nas imediações do estádio Conde Rodolfo Crespi, o do "Moleque Travesso". O jogo contra o Sertãozinho começou às 10h e no meio do segundo tempo, chega o vereador paulistano, arquiteto e urbanista NABIL BONDUK, convidado por mim, desfrutamos de bons momentos, vendo o jogo e desfrutando do tradicional Canolli. O Juventus ganhou de 2 x1, Nabil foi pé quente e mais dia, menos dia, quando o texto foi liberado pela revista, sairá aqui também. 





E POR FIM CONHECER, ME ENCONTRAR, CAMINHAR JUNTO COM O VEREADOR E ARQUITETO, NABIL BONDUK EM SUAS ANDANÇAS PAULISTANAS
Foi mais que um inusitado domingo.
A partir daqui, histórias mil surgirão, só precisando botar a cuca pra funcionar. É isso que, tanto o Nabil como eu, fazemos o tempo todo, nas 24h do dia.

Como Nabil descreve a manhã passada na rua Javari:
"Que delícia assistir ao jogo do Clube Atlético Juventus – o tradicional Moleque Travesso da Mooca – no legendário estádio da Rua Javari! Cheguei um pouco depois do início do segundo tempo e dei sorte: presenciei o segundo gol, que garantiu a vitória do time da casa por 2 a 1, contra o Sertãozinho, neste domingo de sol.

Além do interesse pelo jogo, com o Juventus na luta pela ascensão à Série A1 do Campeonato Paulista, a própria ida ao estádio como ponto de encontro dos moradores já é um costume que movimenta o bairro. O futebol não é a única estrela: o delicioso e famoso cannoli do Juventus, presente nas partidas desde 1930, continua atraindo filas de torcedores e visitantes.

O ambiente no estádio contrasta com a realidade do futebol moderno: famílias com crianças, idosos e grupos de amigos se reúnem para curtir o verdadeiro esporte – o chamado futebol raiz, aquele que preserva história, tradição e paixão pelo jogo.


O Juventus é um exemplo perfeito da fusão entre o patrimônio material e imaterial da cidade de São Paulo. Fundado em 1924, o Estádio Conde Rodolfo Crespi – nome oficial do campo da Rua Javari – foi construído em 1925 e inaugurado em 1929. A bela arquitetura é o retrato de uma época, e o local ganhou fama por ser o campo onde Pelé marcou o gol mais bonito de sua carreira, em uma partida entre Santos e Juventus, em 1959, com uma sequência de quatro chapéus. Um gol que não foi filmado e se eternizou graças à história oral passada por gerações.
O estádio é tombado pelo Conpresp (resolução 06/2016), em uma decisão que preserva as características externas e garante que suas memórias continuem vivas.

Adorei o jogo e a energia da torcida. Uma celebração da alegria e do encontro. Sem brigas e agressividade tão comuns nos grandes estádios. São Paulo precisa valorizar e preservar sua cultura esportiva. Algo que a comunidade da Mooca sabe cultivar tão bem.
#mooca #juventus #futebol #patrimonio #nabilbonduki".

E o link da gravação feita por sua equipe, retratando a manhã: 

sábado, 21 de março de 2026


AMIGO TRAZ DE LONGE PRESENTINHOS PRA MIM - ANTES GOSTAVA DE RECEBER JORNAIS, HOJE PERDERAM O FIO DA MEADA
Este texto é só para reforçar o quanto é gostoso sempre ter amigos por perto. Eu, de´cadas atrás, colecionava jornais, guardava as primeiras páginas de muitos deles. Tinha de várias partes do mundo. Ia pedindo para diletos amigos, em viagem por aí, para no retorno me trazerem um jornal daquele lugar. Eu também saindo por aí, trazia sempre jornais. Hoje, isso ficou bem mais difícil, primeiro porque, praticamente os jornais impressos estão desaparecendo e pior quer isso, perdi o tesão, diante da avalanche de jornais com tendência de atuação fora dos padrões da verdade factual dos fatos. A coleção de foi, creio eu numa das tantas enchentes lá pelos lados do antigo Mafuá, barrancas do rio Bauru.

Hoje, amigos saem por aí e dias atrás um destes, o sindicalista, agora recém aposentado Wellington Jorge Braga De Oliveira, passou quase uns dois meses em Porto Alegre RS. Falávamos sempre e poucoantes de voltar me diz o que gostaria que trouxesse para o amigo. Lembrei, derpcadas atrás, das tantas vezes em que, ans idas e vindas para Sampa, naquelas bancas ali nas redondezas da Ipiranga com a São João, jornais do pais inteiro. Trazia sempre um exemplar do gaúcho Zero Hora, creio que um dos pioneiros no formato berliner, igual ao do velho e saudoso Pasquim. A linha editorial atual é como as demais dos ditos jornalões brasileiros, todos conservadores, ou pior, fingindo não ser, lobos em pele de cordeiro.

Assim mesmo, disse para o amigo, "traga jornais gaúchos", quero ver como andam estes nas escrevinhações. E assim foi dito e feito. Na última quinta, ele me liga e diz se não podíamos nos encontrar ali no Bar do Wagnão, perto do Nipo. Vou lá, tomo uma cerva gelada com ele e ganho três exemplares de jornais gaúchos, o Zero Hora, Diário Gaúcho e Correio do Povo, todos edições de 12/03. Ganhou forte abraço e daí, me isolo em casa e vou folhear as páginas, matar saudade do cheiro produzido pelo papel dos jornais. De leitura mesmo, nada muito convidativo. Estes, como a maioria, perderam o fio da meada, estão se desmilinguindo aos poucos, padecimento em praça pública. Uma pena. Poderiam aproveitar melhor o que ainda resta de imprensa impressa, mas se repetem e nada apresentam para aguçar, buscar novos leitores.

A coelção faz parte do passado. Li o que consegui e muito agradecido fiquei, porém, o desapontamento foi grande. Talvez reste algo de bom paraquem goste de ler, nas edições de final de seman, algo que o nosso Jornal da Cidade, está também perdendo a oportunidade. Este, agora semanal, ficou menos interessante de quando era diário, ou seja, não soube aproveitar e se transformar num espaço com belas reportagens. Que fazer com jornais com os publicados hoje? Minha ex-sogra, mantém animais no quintal e sempre está a me pedir jornais. Guardo para ela.

a rede globo não se emenda
A SACANAGEM QUE POUCOS CONHECEM...
Este é o círculo vicioso que levou ao surgimento e ao crescimento fraudulento do Banco Master e envolveu o mundo político, financeiro, empresarial e até o PCC. Jair Bolsonaro permitiu, Roberto Campos Neto tolerou, governadores de estado e o do DF investiram com dinheiro de aposentados e pensionistas, políticos ligados ao Centrão e à Bancada Evangélica desviaram dinheiro das famigeradas emendas parlamentares, ou emendas secretas - aí está porque são "secretas", que foram aprovadas igualmente durante o governo Jair Bolsonaro e sua bancada no Congresso Nacional. E a Globo? A Globo é sócia de bancos e fintechs criadas a partir do Banco Master, recebe patrocínio destas entidades e, obviamente, encobre todo o esquema. "O importante é o que eu não publico", já dizia Roberto Marinho. Esta é a rede que deverá ser investigada se quisermos obter um resultdado jurídico e não político. O resto é a Lava Jato 2.0.
Ricardo De Callis Pesce

AS BESTAS DO APOCALIPSE
Trump, Netanyahu, Milei e Bolsonaro são disrutivos, para usar a expressão predileta dos não disruptivos. Eles romperam com a tradição de líderes com alguma capacidade cognitiva ou moral. Até Hitler tinha capacidade discursiva pelo menos, além de saber rabiscar desenhos e palavras. Destes 4 só o israelense simula alguma capacidade enquanto massacra meninas no Irã e em Gaza. Os outros abusam do ridículo de suas figuras físicas e transformam suas incapacidades em estilo. Até Mussolini fazia um jeito mais imitável. Enquanto o 4º Reich era um projeto de sociedade, mesmo que monstruoso, as bestas do apocalipse contemporâneas são apenas porta-vozes da destruição. Netanyahu e Trump só querem escapar da prisão, Milei não tem a menor ideia e ao Bolsonaro restou as fugas para a UTI do hospital.

O CORRETO POWERPOINT
"Um Powerpoint enxutinho. Porque se for botar todo mundo vai ter sigla demais, PCC, CV, PL, BRB, CDB etc. etc. etc...", JORNALISTA HILDEGARD ANGEL

sexta-feira, 20 de março de 2026


É HOJE, BOA DISCUSSÃO SOBRE OS DESTINOS DO SAMBÓDROMO, NA CÂMARA DE VEREADORES - AINDA DÁ PARA ACREDITAR EM ALGO SÉRIO ADVINDO E DISCUTIDO DENTRO DESTE LUGAR?
Ultimamente, diante de aprovações sem nenhum tipo de lastro, a Câmara de Vereadores de Bauru se tornou um lugar onde boas discussões deixaram de acontecer. O que me dizem de lugar, onde de 21 vereadores, no mínimo 17 se aliam cegamente aos interesses de uma família, a da atual mandatária da cidade e contrariando os reais interesses da cidade? Coisa boa não sai daí, já virou mantra na boca de quem segue o que vem de lá.

Daí, como ainda achar possível que, surge daí uma boa discussão sobre os destinos de um bem público abandonado? É difícil, mas não custa tentar. Quando vários atores políticos se juntam e se comprometem a comparecer, o que pode sair deste encontro é algo sobressaindo aos interesses políticos de alguns, que gostam de aparecer, postam fotos e falas, mas depois não prosseguem com a luta. Para fugir disso só mesmo a união de gente interessada em modificar o estado de coisas e lá, unidos, mostrar para quem quem aparecer que, algo de bom, salutar pode sair daí, mas não por causa da ação da vereança, mas sim dessa vontade coletiva, que extrapola o que acontece lá dentro da dita como Casa de Leis.

O que acontece com o Sambódromo de Bauru é mais uma das tantas vergonhas se repetindo dentro do cenário desta cidade. Onde já viu, nada ser feito pela administração pública municipal, deixar que um espaço como aqueles, que se bem aproveitado, poderia trazer tanto retorno pra cidade, se deteriorar e chegar num estado, onde o mais provável, não seja sua reforma, mas sim sua reconstração. Por que deixaram tudo chegar no estado de pleno abandono? Quais interesses estão por detrás disso? A cidade precisa entender isso e a partir deste entendimento, pressionar com toda força, para que ocorra uma modificação de procedimentos. Passivamente, só reclamando e nada propondo e exigindo, tudo continuará na decrepitude.

Ir lá hoje, nessa Audiência Pública é brigar por Bauru e contra o que vem sendo feito pela administração incompetente de Suéllen Rosin & Família, junto da maioria de seus vereadores. Não queremos ir lá na Câmara para alavancar nenhum político, mas para buscar soluções para o Sambódromo. Chega de muito "carnaval" em cima deste tema. Quero ouvir cada vez menos os vereadores, mas os dignos representantes do samba, do Carnaval (este com C maiúsculo), saber da comunidade no entorno, os moradores dali, os que sabem que, naquele local pode ressurgir um espaço público, não só destinado para a festa carnavalesca, mas com utilização o ano todo e para várias atividades culturais. É com este espírito que lá estarei e também a maioria dos presentes.

A AUDIÊNCIA SERVIU PARA REVELAR QUE ESSA ADMINISTRAÇÃO NADA FARÁ PELA RECUPERAÇÃO DO SAMBÓDROMO
Nenhuma novidade. Alguém aqui desconhece que, a alcaide bauruense, reeleita para seu segundo mandato, a dita por mim como incomPrefeita Suéllen Rosin detesta o Carnaval e mesmo dizendo algo fazer por ele, a maior festa popular brasileira, na verdade, empurra com a barriga decisões maiores pelo seu engrandecimento e valorização. O Sambódromo de Bauru, dito como o segundo a ser inaugurado no Brasil, está há mais de sete anos interditado, com problemas de drenagem, pois feito à beira de um barranco e depois de uma imensa cratera brotar no meio de sua pista, o perigo era tudo desbarrancar. Sete anos se passaram e hoje, mais uma AUDIÊNCIA PÚBLICA é realizada e nele convdados, desde a prefeita, como alguns secretários, como o da Cultura, Finanças e de Infraestrtura. Como sempre a prefeita não comparece, pois sabe, seria cobrado de forma dura. Deixa a batata quente nas mãos de quem trabalha sob suas ordens e direcionamentos, algo como Donald Trump faz com quem está sob o seu tacão. Estes vão lá, falam, expõem, mas não revelam o que de fato ocorre: quem decide de fato, quem dá a pultima palavra, não aceitando ser contrariada é Suéllen. Daí, mesmo com a discussão sendo edificante, sabe-se de antemão, nada será executado nessa administração, no sentido da recuparação do Sambódromo.

Resumo da ópera: duas representantes de duas secretárias fazem uso da palavra e deixam transparecer algo insólito. A Prefeitura, pelo que foi dito, já gastou em duas etapas, R$ 177 mil reais e depois mais R$ 200 mil reaqis para os tais estudos, que segundo ouvi, fazem uma prospecção na área, com sondas de até 30 metros. Confesso, nunca ouvi alguma notícia dessas sondas terem perfurado o local. Estranho, mas pelo dito, gastos já de quase R$ 400 mil reais. A certeza que possuem é a de que, uma obra dessa natureza se houvesse caixa para sua realização demoraria aproximadamente 14 meses. Como não existe dinheiro disponível, nem vontade política, pasmem, foi dito que, para sua realização, seria necessário a cidade (quem o faria?) ir atrás de recursos através de emendas ou leis de incentivo, junto aods governos estaduais (de Tarcício tenham certeza, outro fundamentalista, não viria nenhum centavo) ou do federal (só se Lula novamente salvar a Pátria). Uma das duas afirmou que, "o dinheiro que recebemos para fazer uso o ano inteiro é de R$ 17 milhões e essa obra, pelo orçamento que temos, ficaria em R$ 12 milhões". Ou seja, pelo conjunto da obra, sabe-se de antemão, a prefeita não moverá uma palha para qualquer tipo de ação de recuperação do Sambódromo.

Muitos foram convidados a dar depoimentos sobre, não só a importância da obra em si, mas do contexto envolvendo o Carnaval historicamente na cidade de Bauru. Carrijo, ex-vereador, da escola de samba Mocidade da Vila Falcão relembrou de seu pai, Guilberto Carrijo, quem dá nome ao Sambódromo e contou histórias. O ponto relevante foi quando, já cansado pelos anos sem solução, diz: "Já cansamos de justificativas. Precisamos de coisas objetivas. Quanto custa? Quanto tempo demoraria essa obra?". Recebeu as informações, mas o balde de água fria veio com a certeza, com Suéllen nada ocorreria. Dulce Baté, da escola de samba Estrela do Samba de Tribiriçá, muito educadamente, ao seu estilo, demonstra por A + B, que "quem faz precisa depois promover também a manutenção, porém, como isso não ocorreu, a situação chegou na calamidade atual". Jair Odria, 86 anos, prócer da escola de Samba Mocidade da Vila Falcão foi muito contundente, sem mais paciência, afirma "estar cansado e que a prefeita por ser evangélica, não gosta de Carnaval e assim sendo, nada fará pelo mesmo". 

Ponto final, a Audiência poderia ter sido encerrada aí, porém outros ainda queriam se manisfestar. E o fizeram, Paulo Maia, ex-presidente do Conselho Municipal de Cultura, Kelly Magalhães, arquiteta e professa da Unesp Bauru, Rose Barrenha, moradora das imediações do Sambódromo, representando os moradores e outros. Todos bateram na mesma tecla, a de que algo já deveria ter sido feito, a atual avenida onde ocorre o desfile é imprópria, inadequada e não atende um mínimo de respeito para com a festa. Fundado em 1991, interditado em 2019, a sina do local, pelo menos até o final dessa administração é permanecer no estado de ruínas, decrepitude comparável com os procedimentos usuais dessa esdrúxula administração, fundamentalista, conservadora e por fim, bolsonarista. Juntando estes três predicados, nada bonificantes, a certeza, o Carnaval nunca será prioridade e sem pressão, nada ocorrerá em prol da festa.

A discussão, diria mesmo, exposição de intenções e depoimentos de quem ama e não só gosta do Carnaval, como dele extrai néctar para tocar suas vidas é a de que, os momentos passados ali dentro da Câmara de Vereadores serviu para escancarar algo que, já era do conhecimento de todos. Cansa ouvir a repetição de uma antiga ladainha, sempre despontando pela boca de alguns, designados para ocupar cargos neste Governo: "o projeto está na fase final". Na verdade, não existe previsão nenhuma. Tudo conversa fiada. O próprio secretário de Cultura, Roger Barude afirma que, vai se movimentar e "irá atrás destes recursos", porém, sem nenhuma convicção. Um servidor da Casa de Leis, meu velho conhecido, vem até minha mesa, após ouvir parte das justificativas e me fala ao ouvido: "a questão é ideológica e não uma questão de custos. Simples assim. A prefeita não vai fazer, não quer fazer nada pelo Carnaval".

Ao final, uma só certeza, a de que, alguma movimentação ocorreá somente se alguém for buscar verba pública - notadamente federal - e se isso ocorrer, um gaiato me sopra nos ouvidos algo mais do que intrigante: "Meu caro, Bauru tem todo o dinheiro para concluir a ETE - Estação de Tratamento de Esgoto -, a prefeita já vai para seis anos à frente da Prefeitura e nada avançou. Imagina se, em algo pelo qual abomina, irá fazer algo, mesmo tendo dinheiro para realizar a obra. Eu me lembro que, quando foi levantado o tema da recuperação da Casa dos Pioneiros, hoje em explícita ruína, ela aventou a possibilidade de fazer uma campanha junto a empresários, para ver se algum destes se prontificava a dar uma contrapartida para a cidade. E nunca mais tocou no assunto. Suéllen é a cara da inércia política". Muitos outros (as) tinham muito mais coisas para falar, discutir e expor, porém, ao final, a conclusão final é de que, tendo Suéllen Rosin como administradora, nem um milímetro avançará. Derrubar, lacrar e prometer ela é boa, pois derrubou o chafariz da praça, depois lacrou o Hotel Imperial e o Milanesi, na sequência, quando da reeleição prometeu um Hospital municipal, chegando a publicar nomeação de uma provável diretora, mas nem a capinação do terreno foi feita e por fim, afirmaou por várias vezes que, mudaria a sede da Prefeitura para a estação da NOB, mas essa, assim como o Sambódromo, continuam interditados. Ou seja, ninguém foi embora para casa com um pindo que fosse de esperança positiva.  

ALGUMAS GRAVAÇÕES DESTE HPA, DISCURSOS OCORRIDOS NO EVENTO:
1 - Dulce Baté, da escola de Samba Estrela do Samba de Tibiriçá: 
2 - Jair Odria, um dos fundadores da escola de samba Mocidade de Vila Falcão: https://www.facebook.com/100000600555767/videos/pcb.27040795212190465/1279562460819156
3 - O secretário de Cultura Roger Barude, prometendo que irá atrás da reabertura do Sambódromo:https://www.facebook.com/100000600555767/videos/pcb.27040795212190465/1198892198781065


SEBO O LIVREIRO, VAI FECHAR SUAS PORTAS EM BREVE - ENTENDA COMO SE DÁ A DESPEDIDA DE REGINALDO FURTADO
Quem gosta de livros e de ler, não tem como, conhece todos os recantos livrescos de uma cidade, seus sebos, livrarias, funcionários e donos das livrarias e afins. Reginaldo Furtado é um professor da dita velha guarda e depois de ficar viúvo, até para dar um novo rumo para sua vida, preenchê-la com mais atividades, juntou todos os livros que foi juntando ao longo de sua vida e montou um sebo. Juntou a fome com a vontade de comer quando, conheceu uma senhora, moradora da rua Saint Martin, que lhe cedeu um espaço, tudo para ver sua casa mais movimentada e ele, adorou a ideia, pois pode a partir disso montar o seu primeiro comércio de livros, um sebo dentro do formato como pensava poder ir dispondo seus livros.

Assim nasceu "O Livreiro", que há alguns anos está encravado ali no nº 15-07 da subida da Saint Martin, algumas quadras depois da avenida Rodrigues Alves. E desde que abriu, o negócio deste mais novo livreiro da praçá nunca foi o de enricar com a coisa. Na verdade, o lugar virou um local de encontro, muito bate papo e a partir daí, o comércio de livros. Ele criou seu horário, dentro de suas possibilidades e o que antes era uma área da residência dessa senhora, virou mais um ponto de encontro na cidade.
Isso perdurou até alguns meses atrás, quando foi comunicado da intenção dessa senhopra em vender a casa. Nada atribulado, tudo feito com a devida folga e fleuma, muita calma, mas com o passar dos meses, ele sabe, precisará fechar as portas, pelo menos neste endereço. Já pensa em, num curto espaço de tempo, encaixotar tudo, guardar em sua casa, descansar, resolver o imbróglio de sua aposentadoria esó depois, repensar num outro lugar e assim dar continuidade neste negócio, que confessa, gostou muito. E quem já esteve por lá também gostou muito. Reginaldo tem um preço justo para cada livro, mas regateando, aceita propostas e não deixa a pessoa ir embora sem levar alguma coisa.

Triste ele não está, pois sabe, depois de longo tempo de labuta, nada como tirar uma espécie de férias forçada, refletir melhor sobre dar continuidade, arrumar um outro ponto e tocar o barco adiante. Reginaldo tem livros a dar com pau e os separa muito bem. Tem os de sua coleção particular, os de sua preferência e os que foi juntando e estão nas prateleiras d'O Livreiro. Estes últimos, os que restarem da liquidação em curso, R$ 10 cada, irão para caixas e posteriormente voltarão para outras prateleiras. Ele, como se sabe, motociclista de quatro costados e pelo corre dos últimos tempos, encostou a máquina num canto. Agora, espera colocá-la em circulação novamente, desde a saúde assim o permitir. Tristeza mesmo é a constante reclamação pelos problemas nas articulações, dificultando o caminhar e, consequentemente, até o andar com sua possante. Driblando isto tudo, em breve o veremos novamente nas paradas de sucesso e O Livreiro reaberto por aí. Ele promete fazer a maior força, para que toda a interrupção demore o menor tempo possível, mas como nem tudo depende dele, cá do outro lado, tem uma grande torcida, dando a maior fé para que tudo dê muito certo nos seus planos. O Livreiro não pode se findar, pelo bem de uma imensa legião de fãs.

quinta-feira, 19 de março de 2026


A UNESP LEVA PRA MESA DE DEBATES A QUESTÃO DA DESTINAÇÃO DO AEROCLUBE BAURU
A questão é a seguinte: a Prefeitura de Bauru, gestão de Suéllen Rosin fez de tudo e mais um pouco para apressar e ter decidido a seu favor o que seria feito da área do Aeroclube. Dentro de área nobre, ou seja, ação intempestiva da especulação imobiliária, atrai desde bom tempo o interesse de setor interessado em lotear a área. E pelo que se sabe, a Justiça declinou a favor dos interesses da Prefeitura, porém, decisão ainda prematura, pois o imbróglio judicial, deverá se estender por muitos anos. A prefeita quer que tudo seja resolvido rapidamente. Ouço que até já cogitaram o destombamento pelo CODEPAC, algo um tanto inconcebível, inconsequente e até mesmo inexequível. Ou seja, tem quem quer tudo resolvido de forma rápida, porém, estes não levam em consideração o fato de que o Aeroclube chegou e foi instalado no local há coisa de 80 anos, onde na época nada existia e mesmo que a cidade desconheça, presta um serviço de relevância para o todo área de formação aérea, com aproximadamente 60 novos profissionais sendo entregues anualmente ao mercado.

Diante de tudo isso, observando como tudo estava sendo resolvido, com o Aeroclube praticamente encurralado, num beco quase sem saída, a UNESP Bauru, através de três professores da FAAC, Adalberto Retto Jr, Kelly Magalhães e Maira Dias, produzem um evento, inicialmente para seus alunos, depois estendido e ampliado para toda a cidade, denominado “REINSERÇÃO DA ÁREA DO AEROCLUBE DE BAURU – NA CIDADE E NO TERRITÓRIO”. Em três tópicos e quatro palestrantes, o debate se iniciou às 14h e se estendeu até perto das 18h. São estes os tópicos e palestrantes: “Reinserção simbólica e indentitária – Antonio Tidei de Lima, ex-prefeito e Guilherme Maddi, diretor jurídico do Aeroclube), “Reinserção ecológica e ambiental, Luiz Carlos de Almeida Neto, diretor Jardim Botânico Bauru) e “Reinserção funcional e programática, José Xaides Neto, arquiteto e urbanista.

Os quatros palestrantes estavam todos perfilados na defesa do Aeroclube, ou seja, não se mostraram favoráveis à nada relacionado com venda e prédios ou condomínios nos local. Gravei trechos da fala de cada um, todos dentro da temática e ao final, após cada um apaixonadamente, como o tema merece ser tratado, com início do debate, fui o primeiro a fazer uma pergunta. “Nós todos aqui, chegamos a um consenso pela manutenção da área. Depois de decisão já tomada pela Justiça, ainda prevendo recursos, o que ainda pode ser feito para sensibilizar e proporcionar outro rumo em algo, como se sabe, deixando será o fim do Aeroclube”.

Vários responderam e o que se viu, daí por diante foi a ampliação do debate, inclusive com a participação, de forma apaixonada, de um antigo piloto de helicóptero, formado pelo Aeroclube, seus dirigentes, membros da Federação dos Aeroclubes do Brasil, pilotos, pais de pilotos, todos ali formados e um aluno, este proveniente de Petrópolis RJ, com uma fala, dessas para emocionar: “Eu quero me formar piloto, vim de longe, moro aqui, gosto aqui,não vim aqui à toa, escolhi Bauru, por tudo o que sei essa escola possui de reconhecimento na área aérea. Talvez a cidade desconheça muito do que lá ocorre. Ela não pode se findar deste jeito”. Pronto, o debate ganhou corpo e foi acalorado do começo ao fim. O dirigente da Federação Jolando Gatto, sede no Rio Grande do Sul, ele residindo em Marília, fez um apanhado de outro Aeroclube fechado recentemente em Belém PA, o último com formação profissional na Amazônia e outro no interior do Rio Grande do Sul. “O Brasil hoje forma pilotos para o mundo todo, mas pelo visto, iremos ter que importar profissionais. Os aeroclubes são questão de soberania nacional. Este aqui é reconhecido mundialmente”.

Algo ficou compreendido por todos, com a fala do Guilherme Maddi, “essa área ainda está em litígio, ou seja, nada poderá ser definido já. Vai demorar e nada poderá ser vendido nessa administração”. Foi um alívio, porém, todos sabem, que “seguro morreu de velho”. Daí por diante, na maioria das falas algo como um apelo, para que o Aeroclube se aproxime mais da cidade e promova ações educativas e junto da comunidade, aproximando mais a cidade deles e, informando a ela tudo o que lá ocorre. Essa a forma de desmistificar algo muito repetido na cidade: “o local é para ricos, esporte para poucos e não traz benefício nenhuma para a cidade”. Seu Fernando, aviador aposentado, 86 anos, a maioria dedicada ao Aeroclube, pede a palavra e conta histórias, a maioria pouca conhecidas de todos. Ele, por si só, merece não só uma entrevista, como uma ampla reportagem histórica sobre a importância e relevância do Aeroclube. “Poucos conhecem a história do alemão, Kurt, que escapou da Alemanha nazista, veio para o Brasil, descobriu o nosso Aeroclube, sendo quem implantou a maioria deles, espalhados país afora. Não mais saiu, foi peça chave em tudo o que por aqui aconteceu. Aqui morreu e aqui está enterrado. Sua história está entrelaçada com a do lugar”.

Falaram também a arquiteta Ludmila Tidei, colocando a Assenag a disposição para a continuidade deste debate e Edilson Moura Pinto, aviador de longa carreira, hoje residindo na cidade, detentor do blog Plano Brasil, na defesa dos aeroclubes brasileiros. Uma das mais emocionadas foi a professora Solange Zampieri: “Uma vez, dando aula num distrito de Pederneiras, trouxe alunos para visitar o Zoo e na mesma semana, seus pais e conhecidos queriam conhecer o lugar. Tenho certeza, o mesmo aconteceria com o Aeroclube, se algo neste sentido fosse propiciado para estudantes, não só daqui, mas de toda região”. Dois jornalistas, Aurélio Alonso e Ricardo Santana também pediram a palavra, com comoventes palavras, descrevendo a importância histórica da preservação deste lugar e por fim, do papel de que um dirigente do Aeroclube teve, de se aliar com quem propõe a venda, porém, sendo possível essa reversão, por tudo o que foi apresentado e demonstrado pelos presentes.

Ou seja, intercalados com a participação da mesa, coordenados pelo professor Adalberto, os palestrantes também responderam muitas indagações. O tema não foi esgotado e ao final, o parabéns coletivo para a iniciativa da FAAC em propor este debate. Eu, na qualidade de historiador, tomei conhecimento de fatos que, desconhecia e desde já, quero ir atrás, conhecer mais e para fazê-lo, se faz necessário que o Aeroclube abra suas portas para a cidade. Existe a possibilidade de um Museu ou mesmo exposições de seu acervo. Creio que, ao final, todos os presentes saíram por demais satisfeitos, cheios de gás e propensos a defender com unha e dentes a permanência do Aeroclube, talvez sendo a ele anexada outra possibilidade, a de um parque ecológico. Ausências sentidas foram de representantes da Prefeitura Municipal, atual administração e do segmento ligado ao mercado imobiliário. Destes, sabe-se suas intenções, porém, faltou a conversa com estes. No mais, foi um sucesso.

GRAVAÇÕES FEITAS POR ESTE HPA COM PARTICIPANTES DO EVENTO:
01 - O ex-prefeito e ex-deputado federal Antonio Tidei de Lima: 
02 - O diretor jurídico do Aeroclube, Guilherme Maddi: 
04 - O arquiteto e urbanista, professor aposentado da Unesp Bauru, José Xaides:
05 - O aeroviário/piloto aposentado, membro do Aeroclube, sr Fernando, 86 anos:
06 - 

OBS.: Nas fotos e vídeos, a tentativa deste escrevinhador de ser o mais amplo possível, dando voz a todos os da mesa. Mais não gravei, por um único e lamentável motivo: acabou a bateria de meu celular. Talvez a Unesp tenha feito registros ou mesmo do Diário do Brasil TV Preve, que esteve presente e produziu divinal matéria relatando o ocorrido.

AEROCLUBE BAURU E SUA DESTINAÇÃO, A UNESP PROPÕE UM AMPLO DEBATE - Matéria Diário do Brasil TV Preve de 19/03.2026
https://www.facebook.com/reel/1423584169567491
O evento ocorreu na Unesp Bauru na tarde de quarta, 18/03, com ampla discussão acadêmica e de interessados na defesa do patrimônio histórico da cidade.
HPA, participando como historiador - Bauru SP, quinta, 19 de março de 2026.

AQUI RELEMBRADOS OS FEITOS DA incomPREFEITA BAURUENSE - PEGA NA MENTIRA
Assistindo a TV TEM há pouco, a Excelentíssima Senhora Perfeita, ops, Prefeita, acaba de dizer que em 2021 assumiu o compromisso de retomar as obras da E.T.E!!!

.Ahhhhh Excelentíssima, não só assumiu o compromisso de retomar as obras, como também finaliza-la!!!! 8 anos passam rápido, mas é tempo mais que suficiente para resolver este problema crônico, e que também foi pauta de promessas de campanha. Desta feita, intercorrência, burocracias existem( haja visto que se colocou à disposição para tal e isso já não é problema da população, aliás é problema sim e resultado de quem a reelegeu),todavia é mais uma constatação de seu despreparo e INCOMPETÊNCIA para gerir a nossa Sem Limites e coloca-la no ranking das piores cidades do Estado 'sem estrutura no tratamento de esgoto!!! Obrigado por mais essa deficitária e vergonhosa posição de sua gestão MENOR ESGOTO TRATADO ENTRE AS MAIORES CIDADES DO ESTADO DE SÃO PAULO. 

 feito é de Vossa Senhoria Prefeita
PARABÉNSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.
Carnavalesco Jorge Santana

quarta-feira, 18 de março de 2026


É HOJE, DAS 14 ÀS 18, CAMPUS UNESP, NO MÍNIMO VENHA ENTENDER O QUE FOI APROVADO E O QUE PRETENDEM FAZER COM A ÁREA DO AEROCLUBE BAURU
Dias atrás, ao tomar conhecimento deste evento, postei texto duro contra o que a Prefeitura de Bauru, ganhadora judicial da área do Aeroclube, querendo fazer com ele, no meu entender, passar tudo nos cobres e beneficiar descaradamente os interesses da especulação imobiliária. A repercussão foi boa, tanto que, no dia seguinte de minha postagem, depois de intensa movimentação, flyer novo do evento é divulgado e ali inserido mais um nome, o de Guilherme Zwicker, diretor jurídico do Aeroclube. Claro que tudo ocorre, não pelo meu escrito, que ajudou um bocadinho, mas não é decisivo para nada. O tema é forte, o momento é este, ou seja, tudo pertinente.

O fato principal é essa movimentação universitária, patrocinada pela UNESP Bauru, pública e brigando pelos interesses e causas públicas, no entorno, em primeiro lugar, roporcionando a Bauru o entendimento de tudo o que está em jogo, como estão se movimentando as peças neste tabuleiro e quais as reais possibilidades de tudo ocorrer de fato, de um jeito ou de outro. Essa conversa que ocorrerá dia 18, quarta, pode não alterar nada, mas servirá para isso e principalmente para desmascarar intenções escusas e feitas meio que na surdina. Vamos jogar as claras? Vamos de fato colocar todas as cartas na mesa? 

A discussão/debate de hoje, 18/03 é ótima neste sentido. Este o verdadeiro papel de uma universidade, pública e soberana, isenta e rápida nesta resposta para a sociedade. Ou seja, IMPERDÍVEL conversa.
HPA, amanhecendo em Bauru nesta quarta, 18/03/2026 e já nos preparativos para presenciar e entender de fato todos os meandros deste intrincado imbróglio bauruense. Vamos?

um alento dentro da caminhada
QUE FELICIDADE, UMA BRASILEIRA, BAURUENSE, DE ESQUERDA, NOSSA AMIGA, ELEITA PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE FRANKFURT, ALEMANHA
Hoje venho compartilhar uma alegria enorme:
Fui eleita para a Câmara Municipal de Frankfurt, chegando à posição 16 — subi três posições.
Quero agradecer, do fundo do coração, a todas as pessoas que me apoiaram, caminharam comigo, incentivaram outras pessoas a votar e se engajaram nessa campanha com tanta generosidade, confiança e carinho.
Agradeço, em primeiro lugar, aos meus pais, Belmiro e Waldete, que devo tudo que sou: seus ensinamentos, seu exemplo, sua força.
Agradeço aos meus filhos, a/aos meus colegas, ao Partido Verde, a todas as pessoas que estiveram ao meu redor, torcendo por mim e acreditando nesse projeto coletivo.
Em especial a mãe Alba, Lay, Mona, Bianca, Ana, Paula, Thiago, Wed, Leo, Lilian e Márcias e muitas muitas apoiadoras e apoiadores.
E agradeço sobretudo à minha ancestralidade e à espiritualidade, que me sustentam e me guiam nessa caminhada.
Essa vitória não é só minha. Ela é nossa. É fruto de uma caminhada feita com coragem, compromisso e amor pela cidade e pelas pessoas.
Seguimos juntas, juntos e juntxs!!
ADRIANA MAXIMINO DOS SANTOS

uma reflexão feita no final de mais um dia de labuta
TÁ TUDO MUITO DESPIROCADO DE UNS TEMPOS PARA CÁ
Não está dando para entender mais as relações pessoas de uns tempos para cá. A gente abre as redes sociais e vê um monte de gente afeiçoada e apoiando atitudes totalmente descabidas, despropositadas e de gente que atua na contramão do que foi considerado correto até então. Parece que, para um percentual enorme da população o correto é agir roubando o erário, pilhando mesmo as contas públicas, promover o inchaço e abarrotamento do serviço público com gente interessada em estar lá somente para ganhar, nem pensando em trabalhar ou fazer algo pelo bem do cargo ou mesmo preservando as contas públicas. Tá uma doideira a coisa. Mais e mais pessoas estão adentrando os serviços públicos movidos por interesses pessoais, convidados a lá estar só para fazer número e defender quem ali o colocou, não se importando nem um pouco se isso irá ou não inflar, estufar e colocar em risco contas públicas. Vale mesmo é resolver o meu problema, não mais o coletivo. Tá tudo de pernas para o ar. Quando a gente sabe que, as finanças estão pela hora da morte, as contas fechando não se sabe mais como e mesmo assim, muitas novas contratações são feitas, a certeza de algo muito errado em curso.

Por outro lado, ver o cara que danou com o país em quatro anos, deixando o país numa situação de penúria, perdendo quase que totalmente sua soberania e gente o seguindo, sem levar nada disso em consideração é também a certeza, vivemos tempos de anormalidade. O empresariado foi entregue às moscas, pois deixou de existir num governo interessado em lhe ajudar nos seus negócios internacionais. O grande negócio foi somente feito para beneficiar apadrinhados e negócios escusos. Uma bandalheira e falta de interesse pelo outro, como nunca se viu. Nunca o trabalhador perdeu tantos direitos políticos como naquele período de quatro anos. Na pandemia, o absurdo de não incentivar vacinas, deixando muitos morrerem à mingua, sem nenhuma assistência séria. Foi uma sucessão de fatos, caos total e contas públicas deixadas de lado, entregando tudo nas mãos de deputados que, a partir de então começaram a receber dinheirama advinda de emendas impositivas, sem nenhum controle. A bancarrota este estabelecida, o país sendo governado pelos seus priores quadros, gente totalmente desqualificada, numa rapinagem nunca vista.

O que acontece com a mente das pessoas, para depois de tanta iniquidade, continuam prestando apoio a gente deste tipo para nos governar. Existe mais que uma trama em curso, algo urdido, muito bem tramado para manter o povo neste estado de letargia, enganado, ludibriado e conformado, não enxergando as barbaridades cometidas. E daí, quando diante de um governo promovendo uma transformação, normalizando a situação, devolvendo ao país a tranquilidade para continuar crescendo, com índices claros, onde isso é mais que demonstrado, nem isso comove, nem quando na comparação da barbaridade de antes, com o momento atual. Algo ocorreu – e continua ocorrendo - com a cabeça das pessoas. O fato é que, isso bem claro, existe hoje uma turba apoiando o retrocesso, batendo palmas quando vê os que apoiam o fim dos seus direitos e com certeza, levarão o país para uma bancarrota, praticamente sem volta. Como pode? Pode, tanto que acontece.

O combate, a resistência e o que existe nos ainda conscientes é para, unidos, lutar bravamente contra a desinformação e fazer algo para não deixar o país cair nas mãos de quem vai leva-lo para o caos, na sua plenitude. Se sabemos que, a maioria da população hoje é informada através de seu celular, recebe uma informação truncada, mentirosa, o problema maior está aí localizado. Não dá para observar calado essa rede de mentiras continuar ativa, sem nada ser feito para desestabilizá-la ou mesmo por fim neste sistema. Não vai ser fácil voltar a algo palatável neste país, pois a dominação alcançou índices alarmantes, mas se continuarmos vendo tudo de forma passiva, sem nada fazer, a perversidade voltará ao poder e, sabemos, de forma mais cruel e insana, vide o que acontece no segundo mandato de Donald Trump. Não dá para ficar desolado, mas a cada dia que passa, vejo que, parte considerável da população continua entorpecida pela mentira. Isso tira o sono de qualquer um. Eu faço meu trabalho de formiguinha a todo instante, por onde passo, mas é pouco, pois o trabalho maior tem que ser feito, pelas redes sociais. Se a transformação principal se deu por lá, também deverá ser por lá o esclarecimento de tudo. Como eu não sei, mas sem uma atuação mais incisiva por este meio, vejo como essa partida, com grandes condições ser perdida e daí, não será apenas mais uma derrota, será um campeonato inteiro e sermos todos levados ao caos. O Bauru, São Paulo e o Brasil não aguenta mais ser comandado por gente totalmente desqualificada e, pior que tudo, perigosa. Isso precisa ter fim.

terça-feira, 17 de março de 2026


UBAIANO, 86 ANOS E HÁ MAIS DE 40 ANOS FAZENDO A FESTA COM ESTUDANTES NO PORTÃO DA FEB, DEPOIS UNESP BAURU
Eu agora caminho todas as manhãs e segundo uma querida vizinha, professora de Educação Física na Unesp Bauru, "o melhor é a cada dia descobrir um caminho diferente, assim além de estimular a caminhada, você vai revendo e conhecendo detalhes novos de sua cidade". Segui à risca o que me prescreveu e hoje, 8h da manhã levo Ana Bia para dar aula no campus Unesp Bauru. estaciono o carro do lado de fora e vou caminhar por ali.

Procurando um lugar para deixar o carro, me vejo diante do bar do Ubaiano, figura mais conhecida de todo o campus, pois está ali fincado já por um ideterminado tempo. Começou lá na vila Falcão, com sua barraca defronte a FEB - Fundação Educacional de Bauru - e de lá, quando ocorre a transformação para Unesp, vem de mala e cuia, se instalando numa ilha bem defronte o campus. O pequeno lote já é dele, mais do que usucapião, pois já legalizou tudo. Adentro seu espaço e o vejo no portão da casinha ao lado do bar. Ele havia acabado de acordar e estava querendo assuntar o que fazer do lado de fora. Chego e peço permissão para ali deixar o carro e ir caminhar. Ele me deixa a vontade e iniciamos mais uma conversação. Reencontrar Ubaiano é sempre motivo para novas conversas, todas reveladoras.

Desta feita ele me conta do perrengue que passou, ficando perto de cinco meses internado quase ali ao lado, no Hospital Estadual. "Já me davam como empacotado, mas sai vivo e depois, ainda meio estropiado, não conseguindo pagar uma fisoterapia, consegui ali na Sorri. Foram meses apertando aquela bolinha e hoje, cá estou, recuperado", me conta. O danado é aroeira pura, enverga mas não quebra. E lá se vão 86 anos, completados meses atrás. Ele mora ali ao lado por opção, pois tem casa num bairro da cidade, mas não se vê longe se sua cria, o bar coqueluche dos estudantes. Agora mesmo, diante de alguém quebrando o seu busto, que estava fixado bem defronte o bar, já conseguiu a promessa dos atuais, que farão um novo e mais bonito que o anterior.

Ubaiano, que era Baiano, mas depois que veio da Falcão, antes faculdade e depois, universidade, juntaram tudo e ficou Ubaiano. Querido por todos, conta que um ex-aluno, daquela época da vila Falcão liga lá de São Paulo e o convoca: "Vou aí te buscar, quero que venha ser homenageado aqui. Fique preparado, que te aviso a data". E ele está sempre preparado para o que der e vier. São tantas histórias e tanta gente, a mente roda, mas tenta não se esquecer de ninguém. Passou por ali, disse que foi aluno, ele bota a cachola pra funcionar e pipoca lembranças, transformadas em histórias, sempre permeadas com muitas risdadas. "Ninguém nunca ficou me devendo. Se tem algum que ficou devendo, tiveram outros que soubream e pagaram para estes", conta.

O homem é uma instituição na Unesp Bauru. Ele hoje está cansado, mas não arreda pé, pois a estudantada gosta mesmo é de vê-lo e assim sendo vai ficando. Ubaiano tem três filhos e hoje quem toca é o Carlinhos. O atendimento continua o mesmo, precário e boníssimo, como seu público gosta. "A gente não muda, pois se mudar, eles podem não gostar. O negócio é assim como você vê, simples e eficiente. E o meu lugar é aqui, vivo aqui, respiro aqui, isso aqui é minha vida". Sua rotina é essa, acorda cedo, abra a porta, deixa o sol adentrar, senta num banco de frente pra rua e fica cumprimentando todos, pois cada um que passa buzina e ele levanta o braço. Logo cedo tem quem venha limpar seu canto, deixar tudo nos conformes, para ele desarrumar tudo novamente até o final do dia. A alegria dele é rever as pessoas, prosear e ir tocando a vida adiante. "Eu nunca tive problemas com a universidade, nem com vizinhos. Quando chega 23h, paro tudo e apago as luzes. E nesse horário eu sei, os meninos e meninas precisam ir pra casa descansar, pois no dia seguintem tem aula novamente", conclui. Quando volto da caminhada ele queria conversar mais, contar algo mais que havia lembrado. Prometo que volto toda terça, quando Ana tem aula cedo e daí, quero caminhar nas imediações e deixando o carro ali debaixo das árvores, prosa é o que não vai faltar.

QUEM NUNCA LEU UM LIVRO CAMINHANDO LEVANTE A MÃO
Eu ando tentando aproveitar todos os momentos livres para aleitura, enfim, como sei, tenho mais livros que tempo de vida. Tento tirar o atraso. Agora, o médico que disse: "Vai caminhar e irás melhorar". Fui e estou gostando. Uma professora de Educação Física completou: "Diversifique os lugares, cada dia num lugar diferente". Hoje fui lá pels lados da Unesp Bauru. O inusitado pe que, comprei o "ELA E OUTRAS MULHERES", 27 custos contos do Rubem Fonseca (edit. Cia da Letras SP, 2006, 174 páginas) na livraria Hesse Sebo & Livraria, junto do filho e no domingo estava a ler andando lá pelos lados da igreja Sagrado Coração. Dei uns tropeções, mas a leitura estava taão saborosa, não tinha como parar. Parei quando cheguei em casa.

Hoje continuei e me deliciei. É o meu quarto livro lido no mês. Escolhi um de letras maiores e em cada conta o nome de uma mulher, algo dela, histórias arrebatadoras. Resumo duas sá para dar água na boca. O garotão era gago e não só tirava notas ruins, não queria saber de ler nada. Os pais procuraram ajuda, acharam um professora particular, ALICE, não tinham como pagá-la, mas ela se prontificou a dar aula grátis. O danado num curto espaço estava tirando boas notas e pegando gosto pela literatura. Um dia o pai recebe a visita de um policial. Queria entrevista o filho, pois a tal da professora já tivera antecedentes de envolvimento com alunos. Por duas horas, o policial interrogou o moleque e esse não arredou pé. O policial foi embora, se desculpando pelo mal entendido. Nasequência, o filho se volta ao pai e diz, fiz exatamente como o senhor me pediu. E pede ao pai se pode ir na aula programada para aquela noite. O pai, evidentemente concorda. Alice salvou o garoto.

Eu ria na rua lendo algo dessa laia. Quem passava por mim, primeiro me via andando e lendo, depois rinco. Rubem Fonseca é muito bom. O outro conto que quero descrever é o TERESA, segunda esposa, cuidando como ninguém de seu adoentado marido, algunsanos mais velho. Os filhos deste o azucrinavam, pois queriam a herança. Ela era um esmero no trato com o marido, mas ele falece e os filhos se apossam de tudo. O vizinho percebe e tenta ver o que foi feito de Teresa, que some. Descobre ela estar trancada, amarrada numa cama. Entra no apartamento, de forma fria e rápida, dá dois tiros na cabeça de ambos e monta um cenário, como se a casa tivesse sido assaltada e os filhos mortos, tudo por grana e jóias. Pede segredo para Teresa. Ninguém descobre nada e dona Teresa diz que o vizinho foi um verdadeiro santo. Na verdade, ele ra matador profissional, matava por dinheiro, ou seja, nem sempre.

Uma melhor que a outra. Ainda andando, parava pelo caminho e consegui grifar algumas poucas frases:
- "...as mulheres entendem de sapatos, e são capazes de descobrir, pelo sapato de uma mulher, o nível econômico-social a que ela pertence".
- "...um dia me disse que leu num livro que o homem só precisa de duas coisas, de foder e de trabalhar, mas eu só precisava é de foder, trabalhar é uma merda".
- "Não é simplista. É apenas simples, e as definições simples são sempre as mais corretas".
- "Na cama não se fala de filosofia".
- "Fiquei olhando ele comer os seus ovos com bacon, todo marido canalha come ovos com bacon".
- "Fiquei duas horas esperando o ônibus que me levaria de volta para a minha terra. Ninguém deve sair de sua terra".
- "O Santana tinha mulher, mas vivia brigando com ela. Eu gostaria de ter uma mulher, mas não tinha e não brigava com ninguém e era feliz".
- "A primeira coisa que as mulheres fazem quando o marido morre é vende os livros dele para o sebo".
- "Quem tem que carregar camisinha é o homem".
- "A gente aprende lendo, e quem não aprende com o que leu se fode, como eu".
- "Há casos em que o cônjuge doente acaba matando o que cuida dele".
Eu não quero mais saber de livros difíceis, teses acadêmicas e tratados filosóficos. Li muito destes. Hoje amenizei e diversifiquei, desbundei e só leio o que me apetece, o que cai no meu gosto e preferência. tenho uma pilha de livros aqui do lado do meu computador, tudo aguardando leitura. Tenho uns quatro começados, mas sempre tem alguns, como este aqui, passando na frente. E quando gosto, leio até andando. Já tentei dirigindo, mas é muito perigoso, quase bati o carro. Tem leitura tão saborosa que o meslhor mesmo é parar o carro e ler, só depois de ter terminado, voltar a pegar no volante. Andando não sei, Ana Bia me diz que isso vai me deixar corcunda ou com dores no pescoço. Vou pensar no assunto.