segunda-feira, 31 de agosto de 2026
BEIRA DE ESTRADA (212)
SETEMBRO VERMELHO, É TUDO OU NADA
Exatamente hoje, último dia de agosto, me coloco em total estado de alerta e nestes próximos trinta dias, mês de setembro inteiro, estarei não só a postos, como com dedicação exclusiva, dando o melhor de mim, para não permitir que caíamos no colo de um Estado fascista, autoritário e cujo destino todos conhecem - após os 4 anos com Jair Bolsonaro - que é o de levar o Brasil, com total dependÊncia e subserviência ao Império norte-americano, para o fundo do poço. Se temos soberania e plena liberdade, de expressão e de ação, isto se deve aos últimos governos petistas. Podem taxá-lo de tudo, menos de agor contra os preceitos democraticos. Podem taxar Lula de tudo, menos o de fazerde tudo e mais um pouco para que o Brasil enquanto continue avançando enquanto nação livre e soberana.
Não existe nenhum meio possível de comparação entre o que representa Lula e tudo o que sabemos, representa essa nefasta famiglia Bolsonaro. Eu, socialista declarado, evidentemente preferiria estarmos vivendo dentro de um regima muito mais igualitário, sem essa imensa diferença de classes, porém, como sei, meu país é constituído com um viés autoritário, isso desde seus nascedouro e assim sendo, não tenho como dar murros em ponta de faca. Lula não representa somente o melhor governo, mas o possível neste momento, onde teremos pela frente, mais 4 anos, para uma reviravolta de mentalidade, onde temos que fazer de tudo para reverter este boçal conservadorismo que nos domina.
Neste momento, diante do quadro fascista crescente, não só na América Latina, mas no mundo, ter alguém como Lula nos governando é mais que um alento. Temos sorte por podermos ter um governante com tamanha capacidade, de diálogo e ciente de como tratar as questões que nos cercam. Este privilégio precisa ser confirmado nas urnas, o reelegendo, mas não somente isso. Se faz mais do que necessário mudar o governo no Estado de São Paulo, o lugar onde vivo e está situado Bauru. Tarcísio de Freitas é até pior que qualquer Bolsonaro e está destruindo o até então estado mais rico da Federação. Não é possível a continuidade de um Congresso Nacional, Câmara dos Deputados e Senado com essa constituição fascista, retrógrada e entreguista. A luta será por Lula, Haddad, mas também pela renovação no Senado, aqui elegendo Marina Silva e Simone Tebet. E depois escolhendo dois belos nomes de luta, não necessariamente bauruenses, mas que representa a luta por um ideal combativo, tão em falta, para deputado estadual e federal. E tudo isso já pensando nas próximas eleições municipais, pois aqui em Bauru, temos pela segunda vez uma alcaide muito fundamentalista e uma bancada horrorosa de vereadores. Nenhuma cidade consegue avançar positivamente com gente assim nos seus postos de comando.
Ou seja, serão trinta dias de intensa campanha, onde estarei totalmente enfronhado nela, em muitas vezes, deixando de lado particularidades de minha vida pessoal, pois a questão irmanada e afunilada com essa eleição, diz respeito ao futuro de todos nós. Eu quero viver num país com muita justiça social, onde as desigualdes possam ir desaparecendo e não se acentuando. Agora mesmo, neste momento, acabo de assistir o candidato Fernando Haddad - PT, numa entrevista de 30 minutos para a TV Tem e logo mais à noite o verei novamente no Roda Viva, da TV Cultura. Essas falas vão se juntando a tudo o que já tenho constituído dentro de mim e me dão mais força, resistência para ir e estar na lida e luta. É onde me encontarão nos próximos trinta dias. Soldado da resistêncvia, tiro a bunda da cadeira e estarei pela aí, sendo, fazendo e acontecendo. Isso aqui não é questão de ser petista ou não, mas de defender um regime democrático ou não. Vamos juntos?
CARTAS (259)
o antes
O QUE POUCA GENTE DIZ SOBRE A PARADA DA DIVERSIDADESeria muito desleal se tivesse algum posicionamento contrário a relaização da Parada da Diversidade de Bauru. Estive junto so staff que a criou, seu primeiro ano nas ruas, quando da última administração de Tuga Angerami (2005/2008) e dos primeiros passos, guardo inenarráveis recordações, todas positivas. Foi uma luta para vergar interesses outros, os que sempre se mostram contrários a qualquer tipo de manifestação popular. Para cad uma existe um preconceito na ponta da língua. vergamos todos eles e a Parada, não só vingou, como se firmou. Teve seus altos e baixos, resistiu ao tempo e hoje, olhando para trás, vejo como o seu ponto mais problemático, o quando a usaram para privilegiar um grupo político, em detrimento do evento no todo. A Paradas deve ser entendida e tocada diante como uma ação coletiva e nunca, como iniciativa de uma só pessoa ou grupo político.
Quando a deixaram, ano após ano, ir perdendo sua característica de protesto, de alavancar não só a questão maior, a da causa LGBT, ela insuflada por interesses pertinentes à atual administração, acabaou deixando ser uma Parada em movimento, para se tornar estática. Junto a isso, um dos grandes problemas foi o de pagar um alto cachê para um artista de renome e quase nada para os locais, que são muitos e bastante representativos. Inesquecível, anos atrás, ouvir de alguns destes, que se apresentariam gratuitamente, pois se não o fizessem, não mais seriam chamados para as apresentações numa específica casa noturna. O bonito de uma festa verdadeiramente democrática é saber também valorizar o artista local.
Neste momento, quando anunciam com grande pompa da Parada voltar a ser um desfile, vejo a mudança de local como algo ainda envolto em certa névoa. Por que não mais as Nações? A balela do impedimento de eventos musicais no Vitória Régia já foi desmontada, pois os dirigentes do Hospital das Clínicas, junto da USP, disseram que nunca partiu deles nada neste sentido. Ou seja, tudo da cabeça da alcaide. A Parada tem a cara das Nações, saindo da Praça da Paz e percorrendo a Nações Unidas até o parque Vitória Régia e lá um show, com congraçamento popular. Essa tentativa de criar um novo espaço é algo ainda esquisito. Precisa ser melhor entendida e discutida. A cidade não pode aceitar tudo o que lhe é imposto, sem reagir, contestar e sem sequer poder mostrar a viabilidade do contrário.
Fui lá na Nações Norte hoje pela manhã e vi dois trios elétrico posicionados lá no alto da avenida, quase na rotatória, perto da rodovia Bauru/Marília e uma longa distância, entre essa provável concentração e o local do palco, lá quase perto da rortatória final da avenida, quando se funde com a Nações Unidas. Achei o percurso longo demais e se for mantido, creio vai dar uma canseira desnecesária em todos os que estiverem prontos para festar nas ruas. O trajeto precisa ser diminuido, pois chegar cansado lá embaixo é algo meio que impraticável e impensável. No mais, torço para que, agora com várias insituições e agrupamentos ligados à causa tomando a dianteira, ocorra menos politicagem e mais o desfraldar das reais bandeiras do movimento que as criou.
Estar nas ruas se faz necessário e logo mais me junto a uma boa cambada de amigas (os) e juntos estaremos mais uma vez nas ruas. Tenho boas lembranças de quando tudo foi criado e, nas ruas, víamos gente de todas as matizes sociais e políticas da cidade, num congraçamento necessário. Só para terem uma ideia, o arquiteto Jurandy Bueno Filho, de saudosa memória, fez questão de estar nas ruas, com todo seu charme e fidalguia, sendo um dos marcos das primeiras. Ou seja, olhando para trás tem muita coisa boa que já aconteceu em função da realização das Paradas e quando a vejo levando gente para as ruas, trazendo tantas outras da região, não existe como ficar dentro de casa e ver a banda passar sem lá estar. Eu, este meu eterno olhar crítico, lá estarei e não só festando, mas se posicionando, de forma clara e límpida, como todos devemos fazer neste momento tão crucial para os destinso de nosso país.
o durante e o depois
PARADA EM BAURU, "A RUA É NOSSA", VOLTA A SER UMA DAS MAIORES MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS DESTA CIDADEA Parada da Diversidade pode ter alguns problemas, como os tem, mas eles, todos reversíveis, não escamoteia algo que suplanta tudo, o de se constituir hoje na maior manifestação de rua bauruense. Pode olhar para todas as demais e constatar, sem medo de errar, é a que leva mais pessoas para as ruas. Bauru continua sendo um pólo regional e com a pegada da Parada sendo acionada, a quantodade de gente que converge para cá é imensa. Quando por lá, tomando minha cervejinha junto ao um dos pequenos comerciantes ali instalado, quase defronte o palco principal, tudo lotado, falamos sobre eventos como o que estávamos presenciando e ele, emocionado me diz: "Isso aqui não pode ter fim nunca. Olha o que está nos proporcionando. Não tem igual dentro de toda Bauru".É a mais pura verdade e isso não tem como querer esconder, muito menos tapar o sol com a peneira. Eu, ainda pela manhã, quando fui espiar como tudo se daria, achei longo o percurso a pé que o pessoal teria pela frente. O das Nações era muito menor e nem o da avenida Paulista é tão longo. Mas quando vi os três trios elétricos descendo, eu indo de carro um trecho, estacionando e voltando para presenciar a descida, percebi que, o tempo ajudou, não tínhamos um sol de rachar de mamona e andando, cantando, se divertindo, conclamando pela possibilidade de ali estar, tudo fluiu de forma eficiente. Enfim, deu tudo certo. E até o slogan fixado nas laterais do trio elétrico tinha tudo a ver: "A rua é nossa".
Minha crítica é somente uma. O parada precisa urgentemente se soltar de ter um dono, alguém que se mostre como seu diretor maior. Ela sobrevive e deve fazê-lo cada vez melhor, quando conseguir de uma vez por todos se livrar deste peso. Hoje, com tantos agrupamentos querendo tomar a dianteira e o fazendo, ela ocorre com mais desenvoltura e isso é o primeiro reflexo de algo libertador. Muitas entidades na preparação, organização e dando ideias de como tudo deve ocorrer, isso é revolucionário, transformador. Os recursos todos alocados para a finalidade da Parada precisam ser administrados coletivamente e não por mão de ferro, concentrando-se num só agenciador. Quanto mais isso for decisão coletiva, do agrupamewnto reunido em torno do evento, melhor para tudo e todos. Isso deve acontecer já nos próximos, pois ficou evidente que, sem amarras tudo flui de forma considerável e imimitado.
Ouvi numa das poucas falar com direta ação política, algo realmente positivo sobre eleições e política. Talvez tenha passado batido por muitos, não por mim. Com o microfone nas mãos e sendo ouvido em alto e bom som, uma das grandes representantes de todos ali presentes, tendo suado a camisa em todas as Paradas disse algo assim: "Nós temos que votar em quem está do lado da gente". Creio eu, não se faz necessártio dizer mais nada. O voto dessa imensa comunidade e de todos no seu entorno, quiçá do Brasil, deve ser dado por quem nã ose mostra preconceituoso, não ofende e não expele fogo, imbecilidades contra toda e qualquer minoria - essa já deixou de ser há muito tempo - deste país. Não foi preciso ninguém fazer discursos eloquentes, pois o recado, creio eu, foi muito bem dado, "a gente deve votar em quem está do lado da gente".
Assim eu vi e presenciei a 19 Parada da Diversidade de Bauru. Abracei um tanto de pessoas que não via há muito tempo, abracei e fui abraçado, circulei incógnito no meio da massa humana, pois na Bauru de hoje é cada vez mais comum a gente não ser mais reconhecido em lugar nenhum. Poucos continuam possuindo o dom de ter conquistado ser reconhecido por quase todos. E é muito bom circular de forma incógnita no meio das massas, ouvindo e percebendo como elas se movimentam, tentando entender para onde caminham, com quem caminham e dos reais motivos delas estarem ali concentradas, unidas e compactadas numa direção. Não sei se consigo, mas tento construir isso tudo dentro de minha compreensão de como se dão as coisas neste mundo, principalmente, neste meu mundo, dentro da aldeia onde moro e promovo minhas maiores ações. Vejo a Parada como oxigenadora de muita coisa, ainda mais dentro deste mundo sendo cooptado por um tacanho conservadorismo, beirando um perigoso fascismo, que a tudo exclui e persegue. Unidos nas ruas o povo precisa entender que é cada mais imbatível. Sempre foi e assim será ad eternum, basta entender isso e colocar em prática isso de conduzir tudo o mais, sem medo de ser feliz.
sábado, 29 de agosto de 2026
FRASES (272)
meus caros e caras, NÃO ME AMOLEM, ESTOU LENDO, PÔ!!!Quando eu estou sem vontade - como neste momento - de nada fazer, eu me tranco no meu quarto, finjo não escutar a Ana Bia batendo na porta e me ponho a ler. Tenho um livro para terminar, faltam menos de 30 páginas e nessas ocasiões, não me peçam para fazer nada, nem mesmo quando ela insiste que tenho que ir na padaria buscar algo que faltou para preparar o almoço. Não quero ir. Tenho ainda umas 30 páginas desse livro do Gregorio Duvivier, o cara engraçado do Porta dos Fundos, que a Cia das Letras, reunindo suas crônicas semanais para a Folha de São Paulo, juntou tudo num livro lançado em 2014 e que, por algum motivo, acabou lá nas prateleiras do sebo do Bau. Foi um achado, destes só possível para quem vasculha tudo. O Roberto, lá do Bau, vendia tudo a R$ 10 reais, depois baixou para R$ 5 e depois a R$ 2, agora tudo por R$ 1,50. Tem que garimpar. Acho que arrebanhei este por R$ 2, pois como vejo vez ou outra o Porta dos Fundos, sei ser de uma pegada que gosto, disse pra mim mesmo; "seu texto deve valer a pena". E vale, mas nem todas as curtas crônicas. Tem umas chatas, mas eu também passo por isso. Eu peguei essa mania de escrever todos os dias e assim sendo, tem dias saindo maravilhas e noutros, nem merda sai. Mas continuo produzindo, ou melhor, espelindo, parindo-as assim mesmo. O Gregório deixou isso bem explícito lá em algumas de suas crônicas. Tem dias que não bate a inspiração necessária para escrever nada, mas como quero continuar publicando um texto por dia, em algumas ocasiões, acabo parindo textículos (sic), muitos me envergonhando. Então, escrevia aqui disso de estar terminando um livro e quando isso acontece, procuro não atender nem telefone. O livro dele se chama "PUT SOME FAROFA", algo assim, como comer com a boca cheia de farofa e querer conversar. Eu tenho uma amigo jornalista que é assim, ele conversa com a cara encostada na sua e expele na sua todos os dejetos que tem dentro da boca. Estou tentando se aproveitar de fragmentos expelidos pelo Gregorio. Até grifei alguns. Sou assim, dizem estragar meus livros, pois não resisto, grifo todos. Este só mais um deles. Quando você visitar meu Mafuá, folheando livros espalhados alheatóriamente por lá, perceba logo de cara os que já li, pois estarão todos grifados com canetas marca texto. Os lisos estão na fila. Um dia, quemsabe, os lerei. O do Gregorio não ficou muito tempo. Trata-se de crônicas curtas, pois o espaço dado a ele semanalmente lá na Folha - que deixei de ler pela pusilamidade editorial - ser pequeno. Condensa tudo em poucas linhas e assim como faço aqui no blog/Facebook, cravo o que me dá na telha. Compartilho aqui uma frase escrita por ele, que tem muito a ver com o que passo diariamente, nessa ânsia de escrevinhar algo todo santo dia: "Durante a semana eu tenho várias ideias pra crônica. Mas nunca tenho nenhuma no sábado, que é quando eu tenho que escrever a crônica. Você deve estar me pérguntando: por que é que eu não escrevo a crônica duarnte a semana, no momento exato em que eu tenho uma ideia para escrever a crônica?". Pensando nisso, ando de uns tempos para cá com um caderninho nas mãos, onde anoto tudo o que penso e logo na sequência, se não tiver anotado, esqueço. Com algum rabisco anotado, lembro e assim fica mais fácil continuar escrevinhando. Isso que escrevo agora não tinha anotado e o faço, pois as batidas na porta são persistentes e desta forma não venço as tais 30 páginas. Paro aqui, pois me faltam meras 30 páginas do livro do Duvivier pra terminar e a Ana me apoquenta, é o tal do negócio que tenho que ir buscar lá na padaria. Enfim, eu adoro me trancar no quarto e fica rescrevinhando abobrinhas, como agora. As manhãs de sábados são ótimas para divagações filosóficas e perdições, escritas um tanto sem sentido e nexo. Viva o proporcionado pelo texto do Gregorio!
- "...a farofa é como coração de mãe, nela quase tudo cabe e ela em quase tudo cabe".
- "Pode ser que o grande-amor-da-vida seja um só. Mas os amores-da-vida são muitos, e acontecem o tempo todo - grandes, pequenos, gigantescos".
- "Eu queria que você quisesse ser o que eu queria antes de saber que era assim que eu queria que você fosse".
- "Duas pessoas falando coisas opostas podem estar igualmente certas - e frequentemente estão".
- "A maior ofensa que se pode fazer a um homem não é um ataque a ele, mas à mãe - filho da puta - ou à esposa - corno".
- "É menino... tem que botar ele no futebol, não é possível que ele odeie futebol, ele ainda vai descobrir que gosta, tem de levar ele pro estádio, ele tem que passar mais tempo cvom o pai".
- "...minoria é um conceito político, não demográfico".
- "As pessoas veem as cagadas que estão acontecendo pelo mundo e acham que eu estava num jogo de futebol em vez de estar resolvendo as cagadas".
- "Não vai dar em nada. O povo não tem problema nenhum com o aumento da passagem. O povo não tem problema nenhum com nada. Quem inventa problema é a esquerda caviar. O povo está ferliz. Sempre esteve".
- "Tu acha que eu vou saber que porra de votação que vão tá votando, ô caralho?".
- "O homem da minha coleção transa com travesti mas se arrepende logo em seguida e enche a bicha de porrada".
- "O pobre confia nos outros pobres, porque os outros pobres sabem que ele é pobre, então não tem nada pra roubar além das coisas de pobre. é um ecossistema que funciona".
- "Na minha opinião, tem pastor demais e maconha de menos. A maioria dos candidatos não cheira nem fede".
- "Passa o dia no ônibus, pra lá e pra cá, muitas vezes sem destino - o destino é a viagem. Conhece todos os trajetos e todos os motoristas. Os motoristas adoram ele, que adora conversar muito mais do que o indispensável. E adora a vida".
- "Qualquer um é jornalista. Qualquer um é produtor de conteúdo. Mas é perigosíssimo".
- "Só se faz um bom samba com tristeza. A boa piada precisa de inteligência e de desgraça. Piada sem desgraça é uma tristeza. Piada sem inteligência é uma desgraça".
-"Quem está em segundo plano nunca discorda. O pessoal desfocada passa a vida concordando".
- "Agora vamos pra casa, deitar na cama e dizer que a gente teve um dia cheio e precisa dar uma descansada".
- "O que entendi é que é melhor desistir do que entender. (...)E vale, de qualquer maneira, porque a vida, chata, óbvia ou repetitiva, é a única coisa que está passando".
(OBS.: Nem todas as ideias aqui expostas são dele, mas estão na cabeça dos personagens por ele descritos).
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
COMENTÁRIO QUALQUER (276)
COISA MAIS TRISTE PERDER A DANADA DA IVY WIENSEssa foi uma daquelas notícias que te fazem desmoronar. A Ivy foi uma baita guerreira e depois de encantar Bauru, isso aqui ficou pequeno demais pra ela e foi bagunçar o coreto lá no Vale do Ribeira, mais precisamente na terra onde a família Bolsonaro deu o ar da graça, Eldorado. Deve ter criado um bocado de caso pros boçais todos com o sobrenome nada edificante, assim como, pelo trabalho que faz, arregaçando as mangas e indo à luta, sem pedir licença, balança o coreto por ande passe. Por Bauru, fez e aconteceu, lá no Vale, pelas notícias que íamos recebendo, sempre fez muito mais do que cavar um espaço, ela criava continuamente e com sua luz mais que própria, fez História - com "H" maiúsculo. Ela participou aqui conosco, além de tanta coisa que fez por aqui, do bloco farseco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o Bauru Sem Tomate é MiXto. Mesmo longe, comprava a camiseta e eu a enviada pelo Correio. Nos últimos tempos vivia me instigando para ir com os meus conhecer uma casa a abrigar amigos e pra quem gosta de natureza, além de lutar por todas essas questões que nos movem. Não fui e perdi grande oportunidade de colocar todas as conversas em dia. Ela tinha só 48 anos, dona de um sorriso inigualável e uma força de vontade pra executar todas as tarefas a ela designadas, deixando um enorme buraco dentro da gente. Essa notícia não é só triste, é muito mais que isso, é um rombo nessa resistência toda que continuamos a fazer, cada qual ao seu modo e jeito. Eu, mesmo não a vendo há um certo tempo, irei sentir muita saudade dela e de tudo o que representou para nos incentivar pra não desistir da empreitada dessa vida. Yvy foi demais da conta...
OBS.: Ivy era lindona de qualquer jeito, mas com a camiseta do Tomate, ficava ainda mais arrebatadora. E esse sorriso...
Isso de ler somente um livro é muito limitador e quando existe uma reação para campanha espalhada pela cidade toda, nos instigando para não só reagir, como produzir algo no sentido contrário, ou seja, enquanto um segmento religioso propõe somente a leitura de um livro, começa a se esboçar uma reação, que deve suplantar a outra campanha, prescrevendo que o bom mesmo é LER LIVROS, muitos livros e autores diferentes, pois é dessa forma e maneira, que se sai de uma mente limitada e excludente.
A diversidade, em tudo que fazemos, é sempre salutar e oxigenante.
Minha amiga carioca, livreira, proprietária junto do filho de um dos melhores lugares para se ir na cidade do Rio de Janeiro, a Folha Seca, Maria Helena Ferrari esperou abaixar a poeira e hoje postou, assim como não quer nada: "Agora que todo mundo já comentou, só quero acrescentar uma coisa: COMO SÃO CANALHAS".
Ela foi direta, reta e todo mundo entendeu para quem foi dado o recado.
Em tempo: a ilustração é do divinal Miguel Paiva.
Há 10 anos a gente sabe que Flávio Bolsonaro treme diante de debates e entrevistas. A pressão cai, desmaia. Imagine hoje depois da postura firme de Lula ontem.
Como médica, tenho alguns conselhos para dar: se hidrate bem, respire fundo, evite laranjas e abacaxis e se ficar muito difícil sempre dá para recorrer a um novo desmaio.
Eis Jandira ironicamente prescrevendo o que poderá acontecer logo mais:
https://www.facebook.com/reel/1071708072015273PEGA NA MENTIRA, ESSA É SUÉLLEN ROSIN
FAÇA O MESMO QUANDO DE ALGO DESTRUÍDO PELA AÇÃO FASCISTA
Durante a ocupação n*zista de Paris, Pablo Picasso foi interrogado pela Gestapo, que investigava intelectuais e artistas considerados suspeitos."A falta de palavra dos politicos,a falta de competência desses politicos,hora eleito doa o patrimônio Público e a conta fica para nós municipes pagar,pense nisso na hora do voto, só temos esses politicos ruins porque nós os elegemos,pesquise a vida pregressa do seu candidato antes de vc confiar seu voto,olha que exemplo ruim para nossa cidade,estamos sendo privatizado por falta de competência de nossa Prefeita !!! A Prefeitura tem toda uma estrutura administrativa montada, cabe a Prefeito ordenar de forma correta , mas ela não fez isso, aliás passou tudo para terceiros, a mas a conta a conta é nossa, isso é uma vergonha !!!", Osvaldo Pedro.
Eis uma promessa da alcaide, logo na sequência gerando mais uma mentira:
O oficial que o recebeu falava francês fluentemente e mantinha uma postura aparentemente educada, apesar de representar um dos regimes mais brutais da história.
Sobre a mesa, havia uma fotografia de Guernica, a monumental obra que Picasso havia pintado em resposta ao bombardeio da cidade espanhola durante a Guerra Civil Espanhola, realizado por forças alemãs e italianas em apoio a Franco.
O oficial apontou para a imagem e perguntou:
— “Picasso, foi você quem fez isso?”
Picasso teria olhado para ele e respondido:
— “Não, foram vocês que fizeram. Eu apenas pintei.”
O guarda olhou novament para a pintura e admirado falou - genial.
A frase se tornou uma das histórias mais famosas associadas a Picasso.
Mais do que uma resposta provocadora, ela carregava uma acusação direta: a pintura não havia criado aquela destruição. Apenas a havia transformado em imagem.
Guernica permanece justamente por isso como um dos símbolos mais poderosos dos horrores da guerra.
História Perdida agradece por sua leitura.
PRECONCEITO AO SAPO BARBUDO (234)
* Algumas considerações sobre entrevista do presidente Lula, candidato à sua própria reeleição, ao Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão
1 - UMA GOLEADA NO JORNAL NACIONAL
Lula mostra que, apesar de todas as críticas que se possa dirigir a ele, é um gigante, um líder histórico e de dimensões globais. César Tralli e Renata Vasconcellos começaram a entrevista de 40 minutos no JN num clima de Lava Jato, tensionando o presidente ao extremo. Os 25 minutos iniciais, de espancamento pessoal, só tiveram fim quando Lula jogou no colo da dupla a escandalosa divulgação do power point curitibano e a criação de Sergio Moro e Deltan Dalagnol, duas das mais nefastas figuras da vida pública brasileira da atualidade. A partir daí, o petista pautou a entrevista, colocou-se a cavaleiro da situação e debateu o Brasil, tema no qual não tem para ninguém. Tralli e Renata saíram minúsculos de uma troca de ideias que trataram como um embate. Lula não fica na defensiva nem na cadeia. Levou de goleada!
Gilberto Maringoni
2 - É inacreditável: a Globo entrevistou o Presidente da República em plena maior crise de soberania nacional e simplesmente ignorou o assunto. Nenhuma pergunta sobre Trump. Nenhuma sobre o tarifaço contra o Brasil. Nenhuma sobre interferência externa, ameaças à democracia ou sobre como o país pretende reagir à pressão de uma potência estrangeira. A Globo conduziu a sabatina como se estivéssemos diante de uma eleição absolutamente normal, isolada do cenário internacional e das pressões que o Brasil enfrenta. Talvez aí esteja justamente o problema: para uma parte da nossa imprensa, o golpismo, a pressão estrangeira e as ameaças às instituições parecem ter sido incorporados à paisagem. Isso também diz muito sobre esta eleição. (por George Marques)
3 - NA CARA, NÃO!
Durante a sabatina da TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi cobrado sobre a trajetória das contas públicas e o crescimento da dívida. Em vez de se irritar ou fugir do tema, Lula respondeu com firmeza, mas sem perder a educação — o famoso “com luva de pelica”.
Ele afirmou que a dívida pública não o preocupa e atribuiu o aumento à herança de déficit e aos juros altos. Lula argumentou que, com o crescimento da economia, a relação dívida/PIB tende a cair, e comparou a situação brasileira com a de países como Estados Unidos, Japão e Itália, que convivem com percentuais bem mais elevados.
O final foi inesperado: o presidente declarou que o país deve registrar superávit neste ano e se colocou como exemplo de responsabilidade fiscal. “Se tem alguém nesse país que tem responsabilidade fiscal, sou eu”, afirmou. A resposta educada, mas direta, virou um dos momentos mais comentados da entrevista e mostrou Lula controlando o ritmo da cobrança sem sair do tom. IVAN VIEIRA, Fora do Eixo.
4 - ELEIÇÕES 2026
| Como sabemos, as tradicionais sabatinas da TV Globo com presidenciáveis, realizadas desde 2002 – preferencialmente no Jornal Nacional (JN) –, são uma farsa. Os apresentadores escalados para a entrevista trocam o jornalismo pela inquisição. O interesse público é posto de lado em nome da estratégia de constranger o entrevistado, numa espécie de jornalismo de emboscada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sabia dessa armadilha e se saiu bem, nesta quinta-feira (27), ao participar da sabatina com César Tralli e Renata Vasconcellos, apresentadores do JN. Lula não passou recibo. Tanto que, quando informaram que a sabatina sairia de escândalos (não comprovados) de corrupção para temas do governo, o presidente soltou uma ironia: “Parecia que eu estava no Ministério Público”. Conforme esperado, Tralli começou a sabatina trazendo à tona acusações decorrentes de vazamentos ilegais contra Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, e a empresária Roberta Luchsinger. A grande mídia os chama, respectivamente, de “Lulinha” e “lobista”, termos que nem Fábio nem Roberta usam. “Não tem acusações. São ilações, ilações e ilações, tiradas de telefonema”, lembrou Lula. “Se o Fábio cometeu qualquer ilícito, ele terá que pagar como qualquer cidadão brasileiro”, disse o presidente. “Ele não será protegido por ser meu filho. Portanto, ele sabe o que fazer: ele tem que provar a inocência dele – e eu tenho certeza de que ele vai ser inocente.” Mesmo depois da resposta de Lula, a Globo insistiu por mais de 15 minutos numa sequência de acusações e suspeitas que buscavam estabelecer uma associação direta entre supostos escândalos e o presidente.
ANDRÉ CINTRA - Portal Vermelho
1 - UMA GOLEADA NO JORNAL NACIONAL
Lula mostra que, apesar de todas as críticas que se possa dirigir a ele, é um gigante, um líder histórico e de dimensões globais. César Tralli e Renata Vasconcellos começaram a entrevista de 40 minutos no JN num clima de Lava Jato, tensionando o presidente ao extremo. Os 25 minutos iniciais, de espancamento pessoal, só tiveram fim quando Lula jogou no colo da dupla a escandalosa divulgação do power point curitibano e a criação de Sergio Moro e Deltan Dalagnol, duas das mais nefastas figuras da vida pública brasileira da atualidade. A partir daí, o petista pautou a entrevista, colocou-se a cavaleiro da situação e debateu o Brasil, tema no qual não tem para ninguém. Tralli e Renata saíram minúsculos de uma troca de ideias que trataram como um embate. Lula não fica na defensiva nem na cadeia. Levou de goleada!
Gilberto Maringoni
2 - É inacreditável: a Globo entrevistou o Presidente da República em plena maior crise de soberania nacional e simplesmente ignorou o assunto. Nenhuma pergunta sobre Trump. Nenhuma sobre o tarifaço contra o Brasil. Nenhuma sobre interferência externa, ameaças à democracia ou sobre como o país pretende reagir à pressão de uma potência estrangeira. A Globo conduziu a sabatina como se estivéssemos diante de uma eleição absolutamente normal, isolada do cenário internacional e das pressões que o Brasil enfrenta. Talvez aí esteja justamente o problema: para uma parte da nossa imprensa, o golpismo, a pressão estrangeira e as ameaças às instituições parecem ter sido incorporados à paisagem. Isso também diz muito sobre esta eleição. (por George Marques)
3 - NA CARA, NÃO!
Lula deu na cara da Globo com luva de pelica ao ser questionado sobre as contas públicas. O final foi inesperado!
Durante a sabatina da TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi cobrado sobre a trajetória das contas públicas e o crescimento da dívida. Em vez de se irritar ou fugir do tema, Lula respondeu com firmeza, mas sem perder a educação — o famoso “com luva de pelica”.
Ele afirmou que a dívida pública não o preocupa e atribuiu o aumento à herança de déficit e aos juros altos. Lula argumentou que, com o crescimento da economia, a relação dívida/PIB tende a cair, e comparou a situação brasileira com a de países como Estados Unidos, Japão e Itália, que convivem com percentuais bem mais elevados.
O final foi inesperado: o presidente declarou que o país deve registrar superávit neste ano e se colocou como exemplo de responsabilidade fiscal. “Se tem alguém nesse país que tem responsabilidade fiscal, sou eu”, afirmou. A resposta educada, mas direta, virou um dos momentos mais comentados da entrevista e mostrou Lula controlando o ritmo da cobrança sem sair do tom. IVAN VIEIRA, Fora do Eixo.
4 - ELEIÇÕES 2026
| Como sabemos, as tradicionais sabatinas da TV Globo com presidenciáveis, realizadas desde 2002 – preferencialmente no Jornal Nacional (JN) –, são uma farsa. Os apresentadores escalados para a entrevista trocam o jornalismo pela inquisição. O interesse público é posto de lado em nome da estratégia de constranger o entrevistado, numa espécie de jornalismo de emboscada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sabia dessa armadilha e se saiu bem, nesta quinta-feira (27), ao participar da sabatina com César Tralli e Renata Vasconcellos, apresentadores do JN. Lula não passou recibo. Tanto que, quando informaram que a sabatina sairia de escândalos (não comprovados) de corrupção para temas do governo, o presidente soltou uma ironia: “Parecia que eu estava no Ministério Público”. Conforme esperado, Tralli começou a sabatina trazendo à tona acusações decorrentes de vazamentos ilegais contra Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, e a empresária Roberta Luchsinger. A grande mídia os chama, respectivamente, de “Lulinha” e “lobista”, termos que nem Fábio nem Roberta usam. “Não tem acusações. São ilações, ilações e ilações, tiradas de telefonema”, lembrou Lula. “Se o Fábio cometeu qualquer ilícito, ele terá que pagar como qualquer cidadão brasileiro”, disse o presidente. “Ele não será protegido por ser meu filho. Portanto, ele sabe o que fazer: ele tem que provar a inocência dele – e eu tenho certeza de que ele vai ser inocente.” Mesmo depois da resposta de Lula, a Globo insistiu por mais de 15 minutos numa sequência de acusações e suspeitas que buscavam estabelecer uma associação direta entre supostos escândalos e o presidente.ANDRÉ CINTRA - Portal Vermelho
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OLHA SÓ A CARINHA DELE PRA TUDO O QUE TENTARAM LHE APRONTAR NA GLOBO |
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (177)
01. QUALQUER LEIGO SABE, O QUE FIZERAM AO DAE NÃO TEM COMO DAR CERTO
Quando tudo começa errado, não só a tendência, como probabilidades são para que tudo dê errado. Não adiantou demonstrar por A + B para a alcaide, a incomPrefeita Suéllen Rosin não ser necessário privatizar o DAE e sim, somente modernizá-lo, tornando-o mais ágil e competente, ou seja, dando-lhe condiçõesp ara executar o serviço a ele designado. Ela, a alcaide, insistiu e tendo maioria dentro da Câmara de Vereadores, os tais 17 x 4, passou nos cobres a autarquia. Até as pedras do reino mineral sabiam de antemão, que mais dia menos dia, tudo viria à tona e o descalabro seria desmontado. Não demorou quase nada e o serviço prestado pela ta lda CSB, não só gera reclamações, como tem se mostrado ineficiente, como incapaz.
Rafael Santana de Lima, munícipe sempre atento a meandros intestinais dessa administração escreveu e vaticinou desde muito tempo: "CSB ( COMPANHIA DA SUELEN DE BIRIGUI) continua causando, leiam com atenção. Concordo plenamente com tudo o que foi dito abaixo, digo mais, RICARDO CREPALDI, MARCIO TEIXEIRA que tal JUDICIALIZAREM MAIS ESSA, a população bauruense que já está virando CACHIMBO está acordando da hibernação, porquê virá "fumo de 30 anos".
Eu, na qualidade de atento munícipe corroboro das reclamações e da forma mais pesada como está sendo feito a cobrança junto a quem promoveu a privatização e, agora, a implantação da tal empresa privada já atuando no setor. Diante da constatação de que, a alcaide fez tudo seguindo somente o que lhe vinha à mente, creio se deva, além de solicitar medidas imediatas junto ao MP - Ministério Público, uma permanente vigília de denúncias, pois se tudo já começa claudicante, imagino como tudo estará daqui a alguns anos? Deixar como está, permancendo caladinhos e contritos, veremos Bauru fenecer a olhos vistos. é isso o que queremos para com Bauru?
02. CSB - ME DIGAM, É PRA DESCONFIAR MUITO OU PRA CEGAMENTE ACREDITAR?
Essa tal de CSB - Companhia de Saneamento de Bauru ainda é pouco conhecida do público bauruense, mas pelo que se vê, já chega chegando, dizendo a que veio. Ela é a empresa, aberta exclusivamente para substituir o DAE - Departamento de Água e Esgoto. Isso por si só já assusta, pois até então tivemos o DAE como um dos melhores prestadores de serviço público dentro da cidade de Bauru. Vez ou outra falava-se na privatização deste serviço, atpé que essa última administradora, a atual alcaide bauruense, dita por mim - e por muitos - como incomPrefeita Suéllen Rosin, conseguiu a proeza, de obtendo maioria dentre os 21 vereadores, nos tais já eternizados em seu mandato como 17 x 4, privatizar a autarquia. O valor é alto e a cidade precisa estar atenta na utilização do tal valor expresso nas planilhas do contrato. Aqui em Bauru, ninguém duvida de nada, ou melhor, só até prova em contrário.
O munícipe Carlos Alexandre posta isso: "Aberta há quatro meses. Cheiro de coisa bem podre por trás disso" e expõe uma cópia das Informações de registro da tal empresa, criada há apenas 4 meses e neste exato momento, já gerando problemas mil no desenrolar dos procedimentos básicos de atendimento para com a população. Num primeiro momento, assim de bate pronto, as contas começaram a pipocar em duplicidade na casa dos bauruenses e a desculpa, como não poderia deixar de ser, foi "falha do sistema". O antigo executor dos serviços, o DAE e o atual, a CSB emitiram boletos para os mesmos endereços e relativos ao mesmo mês. Enquanto isso, no palco dos acontecimentos, ou seja, onde os problemas acontecem de fato, nas ruas bauruenses, pelo que se ouve e vê, quem está resolvendo a parada são os antigos funcionários do DAE, pois a dependência é total para com estes. Não seria o caso de tudo ter continuado comestes no comando e sendo valorizados, incentivados e dando-lhes condições cada vez melhores para executar um serviço, do qual são mestres?
De Olga Marques, ainda na imagem compartilhada, algo mais de como o usuário está entendendo o imbróglio criado com a tal privatização, ainda muito mal explicada: "A cidade de Bauru vendida na liquidação!". Ou seja, como se constata na imensa maioria das privatizações, a emenda sai muito pior que o soneto. Privatizou, acabou de estragar. Tudo repassado para a iniciativa privada, com zilhões de reais no negócio e ao invés de melhorar, percebe-se que, antes era bem melhor. Não seria o caso de acionar desde já o MP - Ministério Público e constatar, mais uma vez, as condições deste contrato e dessa empresa hoje assumindo uma responsabilidade,que se percebe, irá executar suas ações? Por essas e outras, faço parte dessa Bauru com o pé atrás com tudo onde Suéllen Rosin tem tomado decisões, sempre referendada pelos tais 17 x 4, a expressiva votação dentro de nossa casa de Leis. Não seria o caso de investigar todos estes?
03. QUANDO NOS DEPARAMOS COM UMA MANCHETE COMO ESSA DO SITE CONTRAPONTO, DO JORNALISTA NELSON GONÇALVES, PENSAMOS O QUE? ESTARIA TUDO CORRENDO NORMALMENTE NAS HOSTES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL?A manchete: "Bauru vai pagar dobro dos juros e acordo da dívida da Cohab atrasa". Ou mais: "Acordo da dívida atrasa e Caixa resiste a conceder desconto em multa de centena de milhões de Reais, aponta presidente da Cohab, Evérton Basílio. Indefinição por vários governos faz dívida multiplicar. Pior: Município até terá que pagar o dobro dos juros, mesmo se acordo sair até dezembro. Contrato terá juros de 6% e não mais 3%. Dívida brita sobe R$ 650 mil por dia e ...todo mundo sabe disso há anos", revela o jornalista Nelson Gongalves em seu site, o Contraponto.
Se todo mundo sabe disso há anos, por que toleramos? Por que, até a presente data pouco foi feito para resolver o imbróglio? Qual a causa de tudo continuar como dantes? Qual o impecílio para se tomar uma definição definitiva nos rumos dessa falida Cohab? Por que, o problema passa de administração em administração e na hora do vamos ver, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes? E o famoso cabide de empregos, com cargos acomodativos para apaniguados continua em pleno vapor ou foi estancado? Sabe aquela história do interventor no Estado do Rio de Janeiro, que ao assumir a função, após o impedimento do então governador em exercício, já exonerou mais de 6 mil pessoas, a maioria em cargos não necessitando nem de bater o ponto, quanto mais o de comparecer ao seu local de trabalho? Pois bem, e se algo parecido já tivesse sido iniciado? O que falta realmente para resolver de vez o problema da nossa Cohab? De uma coisa temos a mais absoluta certeza: ela não pode continuar gerando o montande de R$ 650 mil, só de juros diários. Isso é mais que um descalabro. Será, ainda temos vereadores se beneficiando com funcionários fantasmas lá dentro?
03. QUANDO NOS DEPARAMOS COM UMA MANCHETE COMO ESSA DO SITE CONTRAPONTO, DO JORNALISTA NELSON GONÇALVES, PENSAMOS O QUE? ESTARIA TUDO CORRENDO NORMALMENTE NAS HOSTES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL?A manchete: "Bauru vai pagar dobro dos juros e acordo da dívida da Cohab atrasa". Ou mais: "Acordo da dívida atrasa e Caixa resiste a conceder desconto em multa de centena de milhões de Reais, aponta presidente da Cohab, Evérton Basílio. Indefinição por vários governos faz dívida multiplicar. Pior: Município até terá que pagar o dobro dos juros, mesmo se acordo sair até dezembro. Contrato terá juros de 6% e não mais 3%. Dívida brita sobe R$ 650 mil por dia e ...todo mundo sabe disso há anos", revela o jornalista Nelson Gongalves em seu site, o Contraponto.
Se todo mundo sabe disso há anos, por que toleramos? Por que, até a presente data pouco foi feito para resolver o imbróglio? Qual a causa de tudo continuar como dantes? Qual o impecílio para se tomar uma definição definitiva nos rumos dessa falida Cohab? Por que, o problema passa de administração em administração e na hora do vamos ver, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes? E o famoso cabide de empregos, com cargos acomodativos para apaniguados continua em pleno vapor ou foi estancado? Sabe aquela história do interventor no Estado do Rio de Janeiro, que ao assumir a função, após o impedimento do então governador em exercício, já exonerou mais de 6 mil pessoas, a maioria em cargos não necessitando nem de bater o ponto, quanto mais o de comparecer ao seu local de trabalho? Pois bem, e se algo parecido já tivesse sido iniciado? O que falta realmente para resolver de vez o problema da nossa Cohab? De uma coisa temos a mais absoluta certeza: ela não pode continuar gerando o montande de R$ 650 mil, só de juros diários. Isso é mais que um descalabro. Será, ainda temos vereadores se beneficiando com funcionários fantasmas lá dentro?
e por falar que ando quieto demais...
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