IVAN CASSARO, PREFEITO DE JAÚ, O ABUSO DO PODER ESCANCARADO NA ÓTIMA MATÉRIA DO SBT
Entenda todo o envolvimento nas graves denúncias contra o também grileiro, ainda prefeito da vizinha Jaú.
Tá tudo apontado na matéria da TV.
Denúncia local e grave feita pelo MP - Ministério Público.
Transparência e decência nas administrações públicas. Aqui não tem opinião e sim incintestáveis fatos. Só não enxerga quem não quer.
#atualização - POLÍCIA FEDERAL FAZ OPERAÇÃO EM JAÚ E CUMPRE MANDADO NA CASA DO PREFEITO IVAN CASSARO, na manhã desta terça-feira (12/mai). Uma operação com 13 mandados de busca e apreensão em Jaú, Dois Córregos e Nhandeara, no interior paulista. Entre os alvos estão a sede da Prefeitura de Jaú, a residência do prefeito Ivan Cassaro, além de endereços residenciais e comerciais ligados a aliados políticos. As viaturas da Polícia Federal chegaram nos locais indicados por volta das 6h da manhã.
A investigação, conduzida pela Justiça Regional Eleitoral de São Paulo, apura supostos crimes de corrupção ativa e passiva, associação criminosa, compra de votos, prevaricação e abuso de poder político e econômico relacionados às eleições municipais de 2024.
Segundo a Polícia Federal, as investigações indicam a possível compra de matérias jornalísticas favoráveis à atual gestão municipal e de conteúdos negativos contra adversários políticos. Os pagamentos, conforme apurado até o momento, teriam sido feitos de forma clandestina a grupos de comunicação e páginas em redes sociais.
Durante a operação, agentes federais apreenderam documentos, celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos, que serão submetidos à perícia para aprofundamento das investigações e identificação dos envolvidos. Na Prefeitura, Ivan Cassaro foi questionado por jornalistas sobre a investigação e respondeu: “Pelo amor de Jesus Cristo, do Céu. Tenho 68 anos”. O prefeito também declarou ter sido “o único prefeito que denunciou uma quadrilha que existia na prefeitura”. O caso segue sob sigilo judicial.
COM INFORMAÇÕES DO g1, JCNET-SAMPI e Polícia Federal.
Caminhamos juntos pela região da Av Paulista, cobram reforço das políticas de permanência estudantil, o fim da terceirização dos restaurantes universitários, diálogo permanente sobre a gestão dos espaços estudantis, priorização da educação e fim dos cortes no orçamento da universidade.
É primordial darmos vozes a essa geração que no futuro direcionará nosso país rumo a liberdade, igualdade e fraternidade que todos merecemos.
Contem sempre comigo para apoiá-los em atos como este!", Eduardo Matarazzo SUPLICY.
TRAGÉDIA OCORRIDA NA USP CAPITAL PODE SE REPETIR NA UNESP BAURU
E OUTROS CAMPUS, A PM DO TARCÍSIO AGE CHAMADA POR QUEM?
“A
universidade pública está sendo atacada e a resposta dos estudantes é luta. Neste
momento, estudantes em greve na UNESP Bauru denunciam a presença e intervenção
da polícia dentro da universidade, tentando impedir a livre manifestação e
organização dos grevistas. Enquanto estudantes lutam por permanência
estudantil, moradia, alimentação digna e contra a precarização do ensino
público, a resposta do Estado é repressão. Universidade não é quartel. Manifestação
não é crime. Greve é direito. Toda solidariedade aos estudantes, servidores e
docentes em luta na UNESP Bauru e em todas as universidades estaduais
paulistas. A educação pública resiste porque existe gente disposta a defender
ela todos os dias”, IGOR FERNANDES.
“Os
estudantes reivindicam ampliação das moradias universitárias, melhorias na
alimentação oferecida no campus e mais investimentos em políticas de
permanência estudantil. Segundo o movimento, estudantes contemplados por
auxílios enfrentam atrasos nos pagamentos há alguns meses. Os manifestantes
também criticam a falta de professores e a sobrecarga de trabalho entre servidores
técnico-administrativos”, matéria do Jornal da Cidade – Bauru SP.
Diante do
exposto nas duas manifestações acima, a constatação de que, a UNESP Campus
Bauru está em estado de greve e na última sexta, 15/05, a Polícia Militar foi
acionada e esteve junto aos portões da unidade, com um PM convidando quem
quisesse adentrar e assistir aulas que o fizesse. Eis o vídeo: https://www.facebook.com/reel/1448704449902180/
Pelo visto, ninguém adentrou e assim, os estudantes demonstraram algo de seu
posicionamento.
A pergunta
que não quer calar: quem chamou a Polícia Militar para intermediar a entrada ou
não de estudantes no campus Bauru? Se fazia necessário essa presença? A
preocupação ocorre, uma vez que, após o ocorrido na USP, capital paulista, pelo
visto mais uma ação de como age o desGoverno de Tarcísio de Freitas, em relação
às reivindicações, tanto de estudantes, como servidores e professores. A greve
está sendo convocada, justas reivindicações e a proposta estabelecida pela
abertura de diálog o entre as partes, ou seja, com a direção da Universidade,
no caso reitoria e o próprio governador, porém, como forma de intimidação,
antes mesmo da greve receber a participação de servidores e professores, a
Polícia Militar já marcou presença nos portões da universidade. Será essa a
resposta ao diálogo proposto, nem sequer discutir a pauta de reivindicações e
já estabelecer como mediadora a PM?
Um movimento
como o que em curso é instrutivo para essa nova geração do movimento
estudantil. Não me recordo de nos últimos 15 anos ter ocorrido nenhum movimento
grevista dentro da Unesp Bauru, ou seja, essa nova geração, tanto de estudantes
como de professores não possui o mesmo espírito de confronto ocorrido com, por
exemplo, os estudantes e professores de minha geração. Esse confronto atual é
benéfico, pois desse confronto, algo que nunca vivenciaram na prática, o
enfrentamento com regimes autoritários, como o atual do governador Tarcísio de
Freitas e como ele entende que deve ser a ação policial. Tenho notado que, hoje
muitos dessa nova geração, dentro dos campus universitários, até por não terem
vivenciado a luta do que foi a conquista de direitos dentro da ditadura
militar, hoje possam pender ideologicamente na defesa de seus algozes. O que
ocorre hoje, este confronto é salutar, pois isso pode modificar algo do que
vejo hoje de conservadorismo dentro do pensamento universitário. Da luta, do enfrentamento
nasce o engajamento, o entendimento de resistir e de lutar por direitos. Torço
para que o movimento cresça, floresça e isso faça nascer uma nova geração de
lutadores dentro do espaço universitário brasileiro. Que isso tudo faça
renascer o espírito guerreiro, até então um tanto adormecido. Lutar é preciso e
é destes embates, aí o local onde o algo novo pode realmente vicejar.
HPA – Bauru SP,
sábado, 16 de maio de 2026.

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