quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

FRASES (265)


CHOVIA, ELES REUNIDOS DEBAIXO DA MARQUISE DO BATALHA, NO PORTO, FUI ASSUNTAR
A chuva não pára de cair na cidade do Porto, quase ininterrupta. Chegamos no almoço e antes de um breve descanso, recuperação de forças para voltar à carga andativa. Defronte o hotel o Centro Cultural Batalha, um complexo com cinema, livraria, café, shows e espaço para eventos variados, tudo reunido em três andares na praça da Batalha, defronte o hotel onde estamos hospedados. O lugar nos atraiu para uma sentadinha na mesa do bar, folheando livros sobre cinema e conversando. Na frente, se escondendo da chuva, alguns idosos conversavam em voz alta. A conversa deles dava pra ouvir de longe. Nem a chuva disfarçava.

Não resisti. O pessoal que estava comigo lá sentado falando de cinema e volto para a rua e além de assuntar, me aproximo e puxo conversa. Todos eles são portugueses natos e estão preocupados com as eleições, a tal da segunda volta, quando o país pode ser entregue de bandeja para um representante da extrema-direita, pior do que o nosso Jair Condenado Bolsonaro. Velhos - entre os quais me incluo - não gostamos de mudanças bruscas, pois essas acarretam perdas de inolvidável expressão em nossas vidas.

Comentavam sobre quem poderia estar mais ao lado deles neste momento, quando o soldo mensal nem sempre preenche tudo o que temos de compromissos pelas frente. Eu, ouço todos e sem pedantismo, acabo tendo a oportunidade de dar minha opinião. "FAlo pelo Brasil, onde tivemos um presidente da extrema-direita. Este chegou propondo novidades, mas só tivemos surpresas desagradáveis. A primeira delas diz respeito a nós, aposentados. Se bobear estes, a extrema-direita reduz nossos soldos sem só, muito menos piedade. Já os da esquerda, olham com atenção para atendimento de saúde, transporte, educação e seguram nossa barra. Não existe um da extrema-direita que não tenha exterminado com direitos atéentão garantidos. Eles só pensam em privatizar tudo, se desfazem de tudo e lá na frente, sobra sempre para nós", foi o que lhes disse.nos encurralam

Meu tempo de permanência era curto, pois queríamos voltar a perambular pelas ruas do Porto, após a trégua da chuva. Tive que me despedir e creio eu, deixei-os com uma pequena pulga atrás da orelha. Eles conhecem algo de Bolsonaro e não ficaram surpresos com o que lhes disse. Um deles, me ajudou e confirmou: "Não podemos cair na esparrela direitista. Chegam propondo mundos e fundos e depois, nosencurralam feio". Para mim, mesmo curta, foi uma conversa das mais proveitosas. Espero reencontrá-los em breve, antes de partir daqui, pois segundo um destes me disse, estão sempre no mesmo lugar, quase todos os dias e num como hoje, chovendo, o grupo é até maior que nos demais dias.

EU E PC VASCONCELOS HABLANDO DE FUTEBOL NO PORTO
Encontros mais do que improváveis. Num restaurante aqui no Porto, numa mesa quase ao lado da nossa, o comentarista esportivo Paulo Cesar Vasconcelos, o PC, do canal esportivo Sport TV. Não resisti e fui tietar. Falamos de Brasil, Bauru, "terra do basquete feminino" - coisa do passado -, Noroeste, Flamengo e futebol. Ele é muito simpático. Estava acompanhado da esposa, férias curtas no Porto e bebericando um bom vinho enquanto almoçava. Ele é um dos que mais gosto de ouvir, sensato, centrado e sabendo onde pisa - e o que fala. Umcomentarista de responsa.

Este negócio de tietar conhecidos é um tanto complicado. Não gosto de interromper momentos de intimidade de ninguém. Neste caso, o fiz. PC estava bem próximo de nós e além de tudo, diante de muitos hoje se intitulando ententendidos deste negócio da bola, ele se sobressai, pois dentro da sua simplicidade, sem ser pedante ou querend ose mostar, faz e acontece. E foi de uma simpatia, comprovando ser tudo aquilo e até mais do que já imaginava. É muito bom poder prosear no sentido exato desta palavra, longe de casa, reencontrando gente comungando de algo próximo, trocando figurinhas e interagindo de forma agradável. PC é, dentro do quadro de comentaristas globais, alguém mais que diferenciado. Está num estágio avançado neste quesito e ali no restaurante, ele tomando um vinho em sua mesa, eu na minha com os meus, pudemos por alguns instantes juntar algo e até, registrar este momento.

e pra não dizer que nada escrevi de Bauru e dos absurdos suellistas
NOVO MASCOTE BAURUENSE - CASTANHAS SUPERFATURADAS, COM A BENÇÃO DA incomPREFEITA SUÉLLEN ROSIN
Mais uma inconfundível conquista desta arrebatadora administração familiar. Uma descabida compra de CASTANHA, numa quantidade absurda e com um preço reconhecidamente superfaturado. Ocorre a denúncia e o que ocorre? A compra é cancelada, porém, por pouco mais uma ocorrência pra constar como grandes realizações da alcaide, Suéllen Rosin. A criatividade corre solta pelas redes sociais, não só denunciando, mas ironizando as constantes pisadas no tomate.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

DROPS - HISTÓRIAS REALMENTE ACONTECIDAS (248)


AS ANDANÇAS SE DARÃO COM ESTES - É COM ESTES QUE ANDO
A história dessa viagem iniciada ontem é bonita. Aqui a conto, pois gosto demais de conseguir ainda colocar o "bloco na rua" e quando o faço, mais prazer e contentamento, quando histórias de vida se juntam e se misturam, dando aquele toque irresistível, salutar de congraçamento humano. Eu e Ana Bia, a companheira de todas as horas, juntamos nossos caraminguás para conseguir se perder pela aí, pelo menos uma vez ao ano. Mais que um luxo ainda conseguir realizar este intento. O bicho pega feio pela aí, sabemos disso e não somos indiferentes a ele. Eu aos 65 e ela aos 58, nos desdobramos e neste momento iniciamos mais um passeio. 

Começamos pelo Porto, uma cidade portuguesa onde já estivemos uma vez e voltamos exatamente para dar continuidade a algo feito com grande prazer, podendo ter alguma continuidade neste momento. Essa viagem começa em Guarulhos, ali no aeroporto quando nos encontramos com a professora Edna Cunha Lima, 80 anos, viúva, dois filhos e hoje residindo em Recife PE. Ela foi uma sumidade no mundo do Design nacional e junto com o marido, Guilherme Cunha Lima, fizeram história por onde atuaram. Imenso prazer em poder viajar ao seu lado e mais que isso, ouvir suas histórias e presenciar seu charmoso sorriso. Em julho passado a levamos junto de nós para Buenos Aires, num Congresso Acadêmico e depois, mais que justo, por todas as andanças buenaristas. 

Neste momento, tudo foi um pouco diferente. Ela, viaja só do Recife até Guarulhos, onde nos encontramos. O trio adentra o voo da TAP portuguesa e por mais de dez horas, compartilhamos assentos próximos, sentadinhos, os três com os pés inchando bocadinho, porém, altivos por tudo o que viria pela frente. A surpresa maior foi na chegada, onde nos aguardavaseu filho Leo Cunha Lima, 50 anos, residente há 15 anos na Nova ZelÂndia, do outro lado do mundo. Fez uma viagem e tanto, saindo da capital Wellington, com destino a Cingapura, depois Frankfurt e só depois para o Porto. Foram mais de 24 no ar, tudo para rever e ficar uns dias ao lado da mãe. Se viram pela última vez, quandodo falecimento do pai, 3 anos atrás e cada reencontro, mais que uma festa. Eu e Ana pudemos presenciar este rico momento.

A partir do encontro estava formado o quarteto que irá permear essa nova aventura, algo começado já no aeroporto, quando Edna traz consigo, locada no Recife uma cadeira de rodas. Ela será utilizada para facilitar as andanças. Na maioria dos percursos, circulará conduzida por nós e quando nos locais, andará normalmente, sem se cansar. Uma peça da cadeira se despreende e da saga para sua recuperação, conhecemos todos um pouco mais das entranhas de um aeroporto portugês. Fomos todos muito bem atendidos e a peça foi recuperada. De tudo, eu vendo muitos brasileiros trabalhando junto de portugueses, pergunto para um simpática portuguesa do setor de Achados Perdidos: "Como é trabalhar ao lado de um brasileiro?". Ela, ri e comenta que os brasileiros possuem um defeito inconsertável: "Chegam para a gente peguntando se podem fazer uma perguntinha e quando vemos já fizeram cinquenta". Muito sério o serviço de táxis do aeroporto e num carro para quatro, com muitas malas, pagamos, pasmem, exatamente o constante do taximetro.  

Com um fuso horário de três horas mais do que a brasileira, chegamos ao hotel Legendary, onde já estivemos uma vez, na praça do Batalha, bem defronte uma linda edificação cultura, com cinemas, atravessando a rua de paralelepípedos. Choveu forte o dia todo, porém, para nossa felicidade, a partir de nossa chegada somente uma leva garoa. Indstalados e com fome, indicados pela recepção do hotel, queríamos um localpróximo para comer. O escolhido foi um na praça, o Java Café Restaurante, com layout antigo e aconchegante. Um belo lugar e melhor ainda pela acolhida. Nada como um peixe local para a recepção e na saída, após muita conversa com garçons e o proprietário, com promessas de voltar, ganhamos uma linda caneca colorida com a marca do lugar. 

Cansados, encerramos o dia conversando com o entendido em vinho, o sr Antonio, nosso conhecido da viagem anterior, atendente principal no bardo hotel, tendo atuado uma vida inteira com artes gráficas, hoje repassa a todos seus conhecimentos no mundo das bebidas. Uma conversa que, com certeza, se estenderá pelos próximos dias. Dentre o que já nos passou, indicou vinhos para uma compra no belo supermercado Pingo Doce e também na escolha de sardinhas enlatadas, algo que eu e o Leo já nos enfronhamos, pois, pelo que vejo, glutões como somos, não queremos errar nas escolhas. Com a chuva coemndo solta lá fora, cansados pela longa viagem, não cumprimos agenda no tour pensado para a primeira noite e nos recolhemos mais cedo, já pensando no dia seguinte. Mais que estar numa viagem, conhecendo lugares novos para todos nós, o melhor de tudo deverá ser a  convivência destes quatro, já se inteirando sobre a segunda volta, o 2º turno da eleição presidencial portuguesa, quando a extrema-direita possui muitas chances de chegar ao poder. O quarteto, todos com linhagem muito mais à esquerda, falamos muito de política e eu, como não podia deixar, minha primeira compra no país foi o jornal Expresso, que na edição de final de semana, traz uma bela revista, a "E" e um livro de poemas de, nada menos que Camões. Minha leitura para o hotem, depois das escrevinhações estava mais que garantida. Confesso, além do jornal, trouxe três livros para a empreitada destes dias.

Continuaremos a  nos ver por aqui em escritos feitos nos prováveis intervalos de passeios e andanças. 


DEFININDO MELHOR O QUE NOS DEPARAMOS PELA AÍ, PORTUGAL CORRENDO MUITOS RISCOS

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

COMENTÁRIO QUALQUER (269)

BATI ASAS

HOJE NÃO TEM TEXTÃO
HPA e Ana Bia Andrade batendo asas e alçando voo, dando um tempo de Bauru e respirando novos ares. Vou postando algo mais por onde botar os pés.
HPA e ABPA, recarregando baterias para os muitos embates pela frente - De passagem pela marginal Tietê, dia de chuva, 19° na capital paulista, segunda, 19 de janeiro de 2026.



IMPOSSÍVEL PASSAR BATIDO POR PROCEDIMENTOS DA ATUAL ADMINISTRAÇÃO BAURUENSE, A CADA DIA NOS SURPREENDENDO MAIS,SEMPRE NEGATIVAMENTE
A Secretaria de Educação informou que suspendeu temporariamente o processo licitatório referente à eventual aquisição de mix de castanhas, com o objetivo de reavaliar quantitativos, especificações e a estratégia de fornecimento no âmbito da alimentação escolar e de outras áreas da administração.
A Secretaria esclarece por meio de nota que não houve contratação, ou geração de qualquer despesa, não existindo, portanto, impacto financeiro ao município.
A nota da prefeitura informa ainda que o procedimento analisado envolvia a possibilidade de Ata de Registro de Preços, instrumento que não configura compra imediata, não obrigando o município à aquisição da totalidade dos itens registrados e permitiria adequações de quantitativos e valores, conforme a necessidade da administração pública.
Segundo a prefeitura, inclusão do item no planejamento foi feita pela equipe técnica de nutricionistas, e compõe o cardápio da merenda, desde de 2020, considerando tratar-se de alimento com valor nutricional, dentro das diretrizes que orientam a alimentação escolar.
A Secretaria de Educação reforça que optou pela suspensão temporária para permitir uma reavaliação técnica mais aprofundada, assegurando clareza, segurança e alinhamento com o interesse público e em conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
*Informações divulgadas pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Bauru e matéria/foto produzida pela 94FM.

DAS ABERRAÇÕES A QUE O MUNDO ESTÁ SUJEITO COM UM DESEQUILIBRADO NO COMANDO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - TRUMP É UM MONSTRO
Primeiro-ministro da Noruega confirma carta infantil de Trump em que ele associa ataque à Groenlândia à perda do Nobel:
“Caro Jonas: dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz — embora ela continue sendo predominante —, e agora posso pensar no que é bom e adequado para os Estados Unidos da América"
"A Dinamarca não consegue proteger aquela terra [Groenlândia] da Rússia ou da China e, afinal, por que eles teriam um ‘direito de propriedade’?
Não há documentos escritos; é apenas o fato de um barco ter desembarcado lá há centenas de anos, mas nós também tivemos barcos que desembarcaram lá.
Fiz mais pela Otan do que qualquer outra pessoa desde a sua fundação e, agora, a Otan deveria fazer algo pelos EUA.
O mundo não estará seguro a menos que tenhamos controle completo e total da Groenlândia"
TEXTO DE JOÃO LOPES

domingo, 18 de janeiro de 2026

PERGUNTAR NÃO OFENDE (230)


TRÊS COMENTÁRIOS, BASEADOS NO QUE OUÇO DA TAL "RÁDIO PEÃO"

1.) VIAJAR É TUDO
Todos somos merecedores de descanso, após intensas jornadas de trabalho. Nada contra alguém tirar férias. A crítica feita dos dias de férias da alcaide municipal bauruense, a IncomPrefeita Suéllen Rosin não passa, a meu ver, pelos dias de descanso dela. Enfim, ela vija neste dias para onde quiser. E foi, desta feita, segundo consta para fazer cultos religiosos neopentecostais nos Estados Unidos. A ironia disso tudo é a que ouço na feira dominical da rua Gustavo Maciel, numa conhecida roda da Rádio Peão: "O problema não é ela tirar férias e ir para bem longe. O  problema que temos e este insolúvel, é quando fica, está no comando da cidade e com a caneta na mão, apronta mil e umas. Longe, de férias, menos problemas para Bauru". Achei muito pertinente.

2.) PAPAI É TUDO*
* O link para leitura do texto dominical de Fernando Redondo: 
Leio tudo o que o publicitário e jornalista Fernando Redondo anda escrevendo sobre a política local. Suas análises são mais que pertinentes. Tem traçado quadros de inestimável consideração, todos com muita consistência e muita reflexão. Neste último, aqui compartilhado, algo a ressaltar o constrangimento de uma decisão recente da Família Rosin diante de demais parceiros, na disputa eleitoral que se avizinha. Com a decisão da família pelo seu futuro, pensam somente neles e nem um pouco nos demais que, até agora estiveram ao seu lado. 

Para mim - para o Redondo também -, tudo muito claro. O mentor dessa movintação toda é o papai Rosin. Este pelo que a Rádio Peão nos passa - e erram muito pouco -, este é o mandatário mór do terceiro andar da sede da Prefeitura, lá no Palácio das Cerejeiras. Muitos gostariam de ter seus pais ao seu lado no momento de decisões cruciais na vida. Isso é até salutar, porém, o que nçao pode ocorrer é quando, para um cargo público, onde ocorreu uma eleição, sufrágio decidindo colocar lá uma pessoa e depois, quando eleita, quem não só decide, mas coordena tudo é o papai. 

Em Bauru, quer queiramou ou não, quando a cidade optou por eleger Suéllen Rosin, trouxe junto com ela para dentro da Prefeitura sua família inteira. Inclusive o marido, este escolhido à dedo para atuar nos bastidores como o "pedra noventa", aquele que chegou para ser e estar presente no momentos mais cruciais, não de decisões familiares, mas da cidade. Hoje já se comenta - a tal da Rádio Peão novamente -, que está ocorrendo uma séria rivalidade entre o marido e o papai. Sim, pelo que Redondo nos passa em seu texto, isto deve estar de fato ocorrendo, porém, o que se deve levar na mais alta consideração é que, as decisões hoje ali tomadas, não dizem somente mais respeito à algo familiar e sim, ao destino de Bauru.

Sento e fico a refletir sobre o papel que um pai pode ter, mas especificamente este, em tudo o que está a ocorrer. Sabe-se que este pai, já comanda e sob o regime de rédea muito curta, vários partidos na cidade. Ou seja, o danado é centralizador. A jogada hoje é pelo futuro do clá familiar na sua continuidade política, ou seja, sua sobrevivência enquanto agrupamento político. Eles todos sabem que, sem um mandato, Suéllen e a mãe, estarão colocando não só em risco, como determinando o fim da influência dos Rosin em Bauru. nenhum outroi eleito, até diante de como a família age, irá querer continuar alavancando estes como próceres. Para mim, dependendo das próximas jogadas neste intrincado tabuleiro, será selado o futuro dos Rosin em Bauru. Papai no centro de tudo. As últimas reuniões familiares devem ter sido daquelas pegando fogo. 

3.) O VICE ASSUME NAS FÉRIAS E, DEFINITIVAMENTE, QUANDO OCORRER A DESCOMPATIBILIZAÇÃO
Orlando Dias é figura muito conhecida em Bauru. Não é somente o vice-prefeito bauruense. Construiu carreira por aqui. vez ou outra gosta de ser fotografado com a mão na massa, ou seja, até empunhando vassoura ou enxada em situações calamitosas nas entranhas bauruenses. Ele sabe melhor que todos ousando analisar o momento da cidade, estar prestes a assumir definitivamente o comando da cidade, não só numas férias da alcaide, como agora, mas quando ela sair, deixar o cargo, em abril próximo, para concorrer no pleito para concorrer vaga na Câmara dos Deputados, o Congresso Nacieonal.

A Rádio Peão - sempre eles -, demonstram nas rodas de conversa cidade afora, o sentimento que o vice deve possuir diante da nova realidade dos fatos diante de si: e agora, o que farei diante de tudo o que me deixaram na mesa? Nos comentários, dizem, o vice deve ter sonos agitados, pois sbe do baita problemaão que terá pela frente. Já vimos muitos chutando o pau da barraca diante de algo dessa natureza. E a pergunta que ouvi por este dias é mais que pertinente:  o hoje vice, amanhã prefeito, dará continuidade no que está sendo feito hoje e, mais que isso, manterá a família Rosin como prócer da cidade, mesmo ela fora do cargo de alcaide? 

A batata quente, como se sabe é imensa e as especulações de que, a partir de abril, comece o desmonte dos Rosin permeia as discussões. Orlando, quando assumir definitivamente a cidade, diante do quadro real do que terá pela frente, a crua e nua realidade dos fatos, a encontrada como herança, fará algo efetivo para virar a mesa. Serão poucos meses, mas podem ser transformadores para alterar por completo o quadro político na cidade. 
ESSA NÃO FALHA...

sábado, 17 de janeiro de 2026

PERGUNTAR NÃO OFENDE (229)


CONTRA OS “IMORAIS” QUE QUEREM DAR CABO AO AEROCLUBE DE BAURU – BETO MARINGONI NELES
Dessas coincidências da vida, recebo do amigo Gilberto Maringoni, professor entendido em política latino-americana e com um inconfundível traço no mundo da HQ, bauruense de nascimento, exercitando aqui na cidade de Bauru, nos tempos de antanho o amor pelas aeronaves, mais especificamente pelo voo à vela, quando ainda criança viu a cidade lá de cima, tendo como ponto de partida o AEROCLUBE de Bauru. Ele se foi daqui, voltando vez ou outra e sempre pairando pelas bandas do lugar onde alçou voo pela primeira vez na vida. Desta feita me presenteia enviando fotos aqui tiradas nos idos de 1957 – ele nasceria um ano depois -, restauradas pelo chat GTP.

Converso com ele, algo que desconhecia, sobre a nova investida da especulação imobiliária, agora junto da atual alcaide municipal, a incomPrefeita Suéllen Rosin, de passar tudo nos cobres. Um quer fazer caixa a todo custo e os espertalhões querem fazer dinheiro com o loteamento de toda a área. Nenhum destes pensa num parque público, mas sim em muitos espigões. Maringoni fica estarrecido e comenta comigo em resposta ao que lhe envio de informações:

“Puxa, de novo essa investida contra o Aeroclube. Um conhecido cronista social, nos anos 70, ou seja, 50 anos atrás, já queria tirar o Aeroclube daí e transformar aquilo num lugar de especulação imobiliária. Tem que fazer uma campanha e seria legal você entrevistar alguém do Voo à Vela, aquele ex-secretário de Saúde da cidade, que conheci um dia lá no Bar do Genaro. Ele pode falar com propriedade sobre isso. Bauru já foi Capital Nacional do Voo à Vela. Hoje é Formosa, um lugar que tem melhores condições de voo. Mas não é só por isso. Tem um filme do Aeroclube, o Pedro Romualdo havia me passado, postei há uns 10 anos do Youtube, sobre a inauguração do Aeroclube. Valeria a pena divulgar aquilo, é um filme de 45. Essas fotos que te mandei são fragmentos de um filme de 8mm, feito em 1957, um ano antes de meu nascimento. Eu não sei quem são as pessoas. Meu irmão, o Kiko quem me enviou, ele voava em Bauru. Ele identifica os dois garotos, que voaram com ele no começo dos anos 80, nem sei se estão vivos ou quem são. Meu irmão Kiko renderia uma boa conversa. Acho que, tem que ser feita de fato uma campanha, envolvendo mais gente, contra a devastação de um lugar, não só histórico, como fundamental para a História do Voo à Vela, dos Aeroclubes no Brasil todo. Isso é um lugar histórico em termos nacionais”.

A conversa com o Kiko farei qualquer dias destes. Ele, com toda certeza, possui muito para contar e deixar registrado sobre a importância da permanência deste Aeroclube. Se hoje é ocupado como hangar para pequenos aviões de ricaços locais e regionais, feesta aérea anual do ex-astronauta bauruense, isso outra história. Talvez algo ainda possa ocorrer para salvaguardar e resgatar, além do saudosismo, algo lúdico e salutar histórico. Ali pode despontar outras iniciativas envolvendo a aviação de pequeno porte, o que seria definitivamente estancado, enterrado com a comercialização da área. Isso sem contar que tudo ainda possui entraves jurídicos, pois a área mesmo liberada, pode ser motivo de embargo, decorrente de muita irregularidade no processo culminando com essa esdrúxula liberação para a Prefeitura entregar nas mãos da especulação.

Maringoni, como já se viu, possui laços aéreos na cidade, algo já explicitado num famoso livro de sua autoria, onde resgata algo de suas memórias de infância, o "Tocaia". Hoje, a inviabilidade de picotar a área do Aeroclube vai além de um simples resgate aéreo. Poderia ser pensado para o local, junto do Aeroclube, um amplo parque ecológico e de congraçamento da população, até maior do que o Vitória Régia, ou seja, algo pensado para a cidade no futuro, com paisagismo verde, não espigões em profusão.

O escritor, pensador, cartunista e professor Gilberto Maringoni, com suas aguçadas lembranças apimenta a discussão de uma decisão, que pode muito bem ser revista, pelo bem desta cidade. Num mundo onde as catástrofes climáticas se avolumam, quem pensa em dar vazão para o que vai na mente de quem comanda o pensamento da especulação, da grana a qualquer custo, pelo visto, não pensa muitp ara agir. Se faz necessário, dar um breque, repensar ações, rever posicionamentos e enxergar o que somos, o que queremos ser e no que estaremos nos transformando quando deixamos tudo rolar tendo o dinheiro sempre em primeiro plano.

INAUGURAÇÃO DO AEROCLUBE BAURU EM 1945
Enviado a mim por Gilberto Maringoni (enviado a ele por Pedro Romualdo).
Documento histórico de local, neste momento, janeiro 2026, pode estar deixando de existir muito em breve, graças imposição da especulação imobiliária.
Link do vídeo da inauguração Aeroclube em 1945: 
HPA, pela transcrição.

COMENTÁRIOS 
- "É irônico e triste, Henrique. Enquanto eu escrevo sobre a 'solitária arquitetura do agora' sob a chuva da Major Prado, lembro que o teto da nossa ambição já foi muito mais alto. Ter o DNA de um pioneiro da aviação e não ter um aeroclube operante é como ter a bússola, mas ter perdido o avião. O 'H' de Jahu virou uma âncora em vez de ser asa", Fernando Tobygial.
- "Me admira até o momento,nenhuma manifestação popular ou algo que o valha, por tamanha "sandice"...tudo por $$$ ?!? Deitam e rolam por aqui....o povo precisa acreditar no poder",  Márcia Regina Zamariolli.



COMENDO PELAS BEIRADAS (171)


TOMATE CHEGANDO COM FORÇA TOTAL, VEJA AS NOVIDADES JÁ GANHANDO CORPO - AS CAMISETAS JÁ PODEM SER ENCOMENDADAS
Voltemos a falar deste insólito bloco, dito por mim como, farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o Bauru Sem Tomate é MiXto, que neste ano completa 14 de axistência. Viemos para incomodar e ser uma espécie de pedra no sapato dos poderosos de plantão. E desde então, temos assim atuado, sempre de forma incisiva, coesa e hilária. Unimos a festa do Carnaval, nossa maior festa popular, com a seriedade em cutucar a onça com vara curta. Escolhemos como alvo principal o cenário bauruense, sem se desligar de também espezinhar algo do nacional. Somos um bloco autêntico de rua, constituido nem se sabe como, concentrando no entorno dessa ideia, pessoas com o mesmo ideal, o de transformar o lugar onde vivemos em algo bem mais palatável do que o vivenciado. Essa uma luta de toda uma vida, estensiva também ao Carnaval.

E daí, ano após ano, cá estamos, na lida e luta. Tudo teve início em 2013 e depois, só teve interrompida sua descida do Calçadão da Batista nos anos da pandemia. Mesmo assim, confeccionamos camiseta e cantamos algo desdizendo de quem pisava no tomate naqueles anos. E assim, seguindo à risca algo encruado dentro de todos os que se dizem tomateiros, neste ano, após o imbróglio da irracional direita com a Havaianas, sairemos com o slogan "Desde 2013, chinelando os que pisam no tomate". E para fazer nossa estampa convidamos, Fausto Bergocce, que pela segunda vez faz a arte com que iremos desfilar. Na primeira, derrubamos a estátua da Havan e nessa chinelamos o traseiro de dois vetustos dos nossos tempos, a alcaide municipal Suéllen Rosin e o presidente norte-americano Donald Trump, que se intitula dono do planeta Terra.

Nossa camiseta está sendo feita, linda, toda vermelha - mais do que necessária neste momento - e com o desenho do Fausto à frente e alguns dizeres dessa luta coletiva às costas. Optamos pela cor inteira vermelha e com ela desfilaremos com a devida galhardia e sapiência na escolha dos temas de severa crítica. Estão sendo feita e já podem ser reservadas ao preço de R$ 50 cada. Os que quiserem contribuir com algo a mais, pagarão R$ 70, como colaboradores. Enfim, todos sabem, os gastos do bloco são com equipamento de som, músicos e confecção de material para o dia do furdunço. Contratamos uma equipe para descer com o som ligado num gerador, teremos seis músicos descendo com seus instrumentos e dois microfones para a cantoria. E faremos banners, estandartes, cartazes e afins, tornando tudo o melhor possível.

A camiseta não é obrigatória, mas com sua venda, parte substancial dos valores que teremos pela frente. E depois tivemos também as escolhas de nossas premiações anuais, a do MUSO 2026, que neste ano optamos, também devido à escolha do tema tendo o chinelo com alvo principal, não poderíamos deixar de privilegiar o incansável batalhador de causas, brigas, entreveros,arruaças e muitos causos, também histórias destas plagads, o ANTONIO PEDROSO JUNIOR, conhecido por todos como CHINELO. Juntamos a chinelada da estampa com ele, o chinelador sempre atento, enquanto viveu. Ao invés de casal Muso, neste ano In Memorium, o homenageado será somente ele, que tambpem já desfilou conosco, além de ser grande incentivador para nossa descida anual.

A outra escolha é a do concorridíssimo Prêmio DESATENÇÃO, dado para aqueles que mais pisaram no tomate no ano anterior. Numa sugestão acatada prontamente por todos, deixamos de laurear três pessoas, colocando-as num pódium e sim, devido ao cabedal de material juntado ao lango de 2025, laureamos assim a FAMÍLIA ROSIN, pelo conjunto da obra. Junto dela, ao fundo, ocupando lugar de destaque, 17 sombrads, representando os vereadores que só dizem amém, aprovam tudo de olhos fechados, sem se interessar se isso irá ou não trazer prejuízos para a cidade. Uma premiação mais que justificada. Uma espécie de execração pública, ou mais uma, pois estes todos já estão mais que consagrados como, não só desatentos, como defenestradores desta cidade. Espezinhar estes é papel de todo tomateiro que se preze. Assim o fazem, com o devido sentimento de dever cumprido.

E por fim, os detalhes finais. Todos os detalhes finais estão sendo conquistados, um após outro. O carrinho para puxar o som já acertado, quem irá proporcionar a garantia do sim já previamente contatado, idem para os músicos e quem irá descer, como voz principal na descida da Batista. Isso tudo, pouco a pouco será confirmado e aqui divulgado. O fazemos sempre com muito estardalhaço, pois acreditamos piamente que, não basta ser duto o ano inteiro com quem apronta com Bauru. Neste momento, através da fina ironia, chinelaremos com seriedade e ironia estes todos. Este nosso papel. Somos festeiros e estamos, a maioria de nós, o ano inteiro esgrimando contra estes todos. Enfim, nosso lema é também o "FAZEMOS FESTA, MAS ESTAMOS PUTOS DA VIDA". Essas as últimas e a partir de hoje, dia após dia, novidades publicadas por mim e divulgadas para irmos, todos juntos, incrementando o 14º festim do Tomate. Vamos juntos?
O "TOMATE" NEM SABIA DESTE PRAZO, MAS TUDO JÁ FOI REGULARIZADO NESTA SEXTA, 16/1
O Tomate está mais do que apto para estar nas ruas neste Carnaval 2026.
Falta agora, nos unirmos e ir pra rua.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CENA BAURUENSE (274)


QUANDO A CORRERIA ESTÁ ESTABELECIDA, COMPARTILHO CENAS SACADAS NO DIA A DIA E ASSIM SEGUE O JOGO
01. Publicado em 21/11/2025: Da série Esquinas Bauruenses e do que foi feito delas, eis a da avenida Rodrigues Alves, confluência com a rua Azarias Leite, na visão de quem vai chegando nela de dentro de um veículo, como o fez Nei Silva Lopes, em duas fotos aqui compartilhadas.

02. Publicado em 23/11/2025: Circulando lá pelos altos do Santa Edwirges, creio que na alameda Saturno ou bem perto dela, ao me deparar com as construções do local, essa varanda/sacada, parte exterior de uma residência, me fez parar o carro e fotografá-la. E as flores, dando aquele toque indescritível para tudo - quem gosta de flores gosta de vida. Enfim, quem não gosta de uma boa janela aberta, adentrando ventos frescos para dentro de casa? A periferia possui um jeito só seu de arquitetar suas moradas e na adaptação para o que conseguem fazer, uma engenhosidade merecedora de rasgados elogios.

03. Publicado em 24/11/2026: Cena bem típica e se repetindo por todos os quadrantes da cidade, desta feita registrada por Dirceu Mosquette Junior, numa das ruas do Jardim Silvestri.

04. Publicado em 26/11/2026: Plataforma de embarque/desembarque da estação férrea do distrito rural de Tibiriçá, com caixa d'água ao lado, demonstrando a situação de toda malha férrea cortando a cidade de Bauru, a do abandono e expectativa. Tínhamos tudo pronto, tudo foi deixado ao léu, evaporado com o tempo e em breve, talvez a reconstrução de todo um parque férreo, o que um dia já vicejou e foi pujante. Por que este eterno construir e reconstruir? Isso também vale para muitas obras públicas sendo pensadas para o futuro destas plagas bauruenses, hoje sendo administrada por quem não faz nenhum planejamento para seu futuro e nem sabe reaproveitar antigas edificações, hoje fáceis de serem recuperadas, porém, a vontade é outra, a de levantar algo novo, com gastos estratosféricos. Uma mentalidade atrasada, retrógrada e privilegiando o endividamento do erário.

05. Publicado em 27/11/2025: Bar do "Futuro", em frente ao Cemitério do Jardim Redentor. Sem palavras. Foto do Eduardo Lopes.

06. Publicado em 29/11/2025: Enfim, eu sou do time dos que comparece todo domingo na feira, mas precisamente na Feira do Rolo e na primeira, a da rua Gustavo não vou para comprar frutas e legumes e na segunda, o motivo é rever pesssoas, conversar e estar no meio de um furdunço único, o que só é possível neste dia neste local. Aquilo ali possibilitado é uma espécie de bateria, um recerregador de energia e é atrás disso que ando, algo a me mover, me fazendo seguir em frente. Tiro constantes fotos na feira e nelas, algo disso. Em todas essa energia mais que contagiante, diria mesmo, revolucionária.Ah, tivessemos essa energia que temos para ir pras ruas, como as temos aos domingos, para transformar este mundo? Seríamos imbatíveis.

07. Publicado em 01/12/2025: As provas do ENEM são concorridas país afora e aqui em Bauru, como a deste último domingo, defronte a EE Mercedes Paes Bueno, no Alto Higienópolis movimentam não só estudantes, seus pais, parentes, como atrai também comerciantes rodeando as escolas. Tudo num grande espetáculo a céu aberto, agitando as tardes de suas realizações.

08. Publicado em 03/12/2025: Na foto, minha preocupação não é com a loja "Mega Novidade Brás", localizada na esquina das ruas Batista de Carvalho e Agenor Meira, mas com toda uma história arquitetônica desta cidade, oculta hoje pelos letreiros. Por detrás de cada uma dessas hoje encobertas paredes, como se vê na sequência, em outras lojas grudadas, paredes meia, quando desnudas, recuperadas e expostas, muito da história de um passado deste local, sua principal rua comercial, com muitos ainda mantendo, construções intactas, só que ocultos e contando algo de nossa história.

09. Publicado em 04/12/2025: Fachadas em formato de castelo existem algumas espalhadas cidade afora. São as tais muralhas e suas torres. Uma delas está no coração da cidade, mais precisamente na rua Primeiro de Agosto, quadra 5, essa envidraçada edificação, piso superior de uma loja.

10. Publicado em 05/12/2025: Recebo a foto do amigo Nei Silva Lopes, com a seguinte explicação: "Lembra dessa calçada? Neste cinema assisti Malcom X, Forest Gump, Titanic, fui duas vezes, não consegui entrar. Era uma fila, né! Aí falavam, tá esgotado, tinha que voltar pra casa. Muito filme bom a gente assistiu aí". Complemento para ele: "Então, derrubaram os dois puta cinemas, pois fechado, tudo no chão, só para facilitar a sua venda. Por um tempão ficou placa lá dizendo ali seria o Sindicato dos Comerciários, depois estes levantaram sua sede num outro local, já inaugurada e este local continua abandonado no centro, enquanto poderiam ter sido aproveitados para atividades culturais ou afins. Tudo virou saudade, pó". Ali na esquina da Treze de Maio com a Cussy Jr, funcionou os Cines Bauru I e II. Passo lá na parte da tarde e tiro mais duas fotos.

11. Publicado em 06/12/2025: Não se assustem os incautos, pois a "liberdade" nos EUA já foi vendida faz tempo e a da chula famosa réplica da Havan, em Bauru, como se fosse um portal de entrada da cidade de Bauru, ainda persiste e o que está sendo alugado é um imóvel ao lado, onde recentemente fechou um fast food. Se dependesse dos direitistas hoje em atuação mundo afora, a verdadeira e original "liberdade" já não mais existiria faz tempo, o que diria, os atuais golpistas brasileiros, que a ameaçaram de forma viel e abominável.

12. Publicado em 08/12/2025: Num muro, terreno vazio, quadra única de rua bem ao lado da Churrascaria Porteira do Rio Grande, ao lado na Nações Unidas, tendo do outro lado a loja da Havan, eis um Chaves, "o menino da vila", num grafite perdurando por anos no local e com ele ali, resistindo ao tempo, nada como não se deixar levar por modismos e super-heróis, destes que fazem e resolvem tudo, bonitinhos por fora, embolorados por dentro, heróis da HQ, bem distante da vida real.

13. Publicado em 10/12/2025: Eu posto árvores por aqui com o maior receio, pois estamos diante da maior matança e extermínio delas em Bauru, tudo bancado pela atual mandatária do poder Executivo local. Posto e cruzo os dedos, acreditando que essas irão escapar. É que, passando pela avenida das Pintangueiras, bem ao lado do Sambódromo, no Geisel, funciona a Marmitaria do Linhares e ele, observando aquela baita sombra proporcionada pelas mangueiras, colocou mesas debaixo das árvores e agora, quem almoça, pode se deparar com algumas caindo dentro do seu prato ou ao término da comilança, estender o braço e alcançar uma, desfrutando-a ali mesmo. São essas as tais benesses proporcionadas pelas sombras do que nos restam de árvores me Bauru. Desfrutemos enquanto continuam em pé.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (169)


O PRINCIPAL ADEREÇO DO TOMATE NO CALÇADÃO EM 2026
A foto quem me enviou foi o Mauricio Dos Passos, folião tomatista desde sempre, morador da vizinha Pederneiras e sempre atento com as coisas daqui. Quando o Timate passou apuros anos atrás, com deficiência no som na descida do Calçadão, eis que Maurício conseguiu trazer diretamente lá de onde trabalha, uma marmoraria na vizinha cidade, um gerador para puxar o som na festa. Tudo improvisado, como sempre o fizemos no Calçadão. O danado do equipamento funcionou, parou de por fim voltou a funcionar. Ou seja, descemos mesmo com deficiência, com a devida galhardia. O Tomate é isso, muito de companheirismo em tudo o que é feito. Pois hoje, ele me envia algo que, diz ele, procurou o adereço mais adequado para junto da camiseta deste ano, poder comparecer num traje dos mais adequados. Achou um chinelo da marca Havaiana, numeração acima dos 40, própria para pés chatos e na cor que nos embalará este ano, a VERMELHA. Pronto, está lançada a ideia: venha de onde vier, venha como quiser, mas se o fizer tendo aos pés uma Havaiana vermelha, daí estará plenamente dentro do espírito da coisa. Creio que, com a propositura do Maurício, já acatada ao pé da letra, não existe contra argumentos, tá tudo resumido, condensado e muito bem exemplificado de como se dão e acontecem as coisas pelos lados do Tomate.

ALGUÉM EM BAURU AINDA ACREDITA NAS PROMESSAS DA incomPREFEITA?
Eu faço parte dos que sempre acreditaram na recuperração da Estação da NOB, aquela imponente edificação lá na praça Macxhado de Mello, porém, quando se trata de promessa da atual alcaide municipal, tudo tem limite. Ela já prometeu de tudo e pensa que a cidade é besta e continuaria a apoiando em suas invencionices, porém, como já prometeu de tudo e nada realizou de concreto, a certeza é de que, tudo não passa de mais um balão de ensaio, algo para engambelar a cidade e dessa forma ir conseguindo enrolar, nada fazer. Uma promessona, que até chegou a contratar uma administradora para um Hospital Municipal, outra promessa de campanha, porém, até o presente momento, nada além do mato crescer no local. Não consegue resolver o problema da ETE - estação de Tratamento de Esgoto, que se arrasta há algumas administrações e tem a desfaçatez de ir inventando mais e mais.

Creio que, Bauru esteja no limite máximo dessetipo de invencionice. Suéllen rosin já passou de todos os limites. Agora mesmo, lança mais essa, vai lá e cola um mísero papelzinho na porta principal da estação, publica um ato inócuo, propondo uma suposta reforma, sugerindo que apareçam interessados em promovê-la e assim como um dia, lá atrás, fez o mesmo com a casa dos Pioneiros, lá na rua Araujo Leite. Ela lançou algo muito parecido, quando sugeriu através de um documento que, surgindo empresários e investidores interessados em fazer o restauro daquele imóvel históirico, ele seria levado adiante. É muita cara de pau. Evidentemente, ninguém é besta e ninguém entrou na barca furada. Não apareceu ninguém, como não vai aparecer ninguém, pelo menos neste momento, para executar uma obra, tendo por detrás essa esdrúxula administração.

Comentários da Rádio Peão, dão conta que, em abril Suéllen estará se desconpatibilizando do governo, pois está correndo atrás de ter foro privilegiado e assim, concorrendo a deputada federal, junto da mãe, que concorreria para deputada estadual, ficaria livre de prossíveis problemas que poderia vir a ter, causados pelas ações decorrentes da péssima administração. Se ela está prestes a se desencompatibilizar, como pode lançar uma campanha dessas, envolvendo algo com elevado poder sentimental para Bauru? Bauru deve muito para tudo o que nos representou essa imponente estação ferriviária, sendo a porta de entra de todo nosso progresso. Ela, a estação, não pode e não deve ser utilizada dessa forma vazia e sem sentido. Bauru precisa de uma administração séria e competente, não uma que fica brincando com promessas e mais promessas, todas caiando logo a seguir no esquecimento. Por essas e outras, diante de tanta coisa sendo aprovada pela Câmara de vereadoires, no tal do placar de 17 x 4, mais dia menos dia, algo de mais sério pode estourar e tudo sendo levado para um plantão policial. Se nem dinheiro para ir bancando o pagamento do salário do funcionalismo público municipal está mais garantido, como pode, vir a público, numa ação de marketing, propor algo envolvendo nossa estação. Sim, a estação merece ser transformada na sede da Prefeitura, alavancando toda a recuperração do centro da cidade, porém, nada de concreto ou salutar ocorrerá dentro desta administração. Se já esperamos até o presente momento, creio que, teremos que esperar mais um pouco. Só quando Suéllen se for algo salutar deverá surgir neste sentido. Daí, quando vejo propagandas como a aqui compartilhada, as coloco num patamar de chacota para com todos os munícipes. Estamos muito cansados disso tudo.

O MUNDO ESTARRECIDO COM CONTINUIDADE DAS AÇÕES TRUMPISTAS
O desGoverno dos EUA de Donald Trump é uma aberração mundial. Isso não é mais novidade para ninguém, pelos menos os ainda sensatos deste mundo. Um rufião da pior espécie, pirata descarado e deslavado, se achando dono do mundo e nos tratando como meros quintais. Não que os presidentes norte-americanos agiram diferente. Todos sempre nos apunhalaram e agoram contra os interesses latinoamericanos, porém, Trump elevou o nível da usurpação. Invadir a Venezuela e sequestrar seu presidente foi um ato dantesco, ainda impune mundialmente, quando todas as nações continuam somente observando este roubo a céu aberto, usurpando as riquezas de uma nação e as juntando a de seu país, quiçá, as suas próprias. É a lei do mais forte sendo executada na sua pior acepção.

A reação contra essa polícia política norte-americana, a ICE, agindo cegamente e contrariando toda e qualquer norma legal, é a plena execução de uma política sem escrúpulos, fora da lei, como quase tudo o que este país fez ao longo de sua história. Ainda bem que, diante de tanta atrocidade, o próprio cidadão norte-americano já não estámais aguentando tanta pirataria e está saindo às ruas, para num forte protesto exigir o cumprimento de leis mínimas. Os EUA de Trump não representam nada dentro do contexto básico conhecido por democracia. O que faz é exatamente o contrário. Perdeu-se a vergonha, o pudor e qualquer sendo mínimo de respeito e consideração, pois o que se vê é um bando de criminosos em ação, atacando imigrantes, atacando seu próprios cidadãos e impondo algo malucoi, tudo para tentar continuar sendo um prócer mundial. Já é mais do que sabido que, os EUA perderam seu poderia econômico e financeiro, sendo ultrapassado em quase tudo pela China. Se mantém hoje somente pelo poder bélico e é através dele, que ainda tenta se manter como mandatário mundial, do contrário, já estariam completamente derrotados no tabuleiro do cenário mundial. Para manter o status adquirido ao londo do tempo, hoje usurpa, rouba e promove a rapinagem mundial. Estamos diante de um novo Hitler, alguém querendo juntar muito poder diante de si, fazendo e acontecendo mundo afora, crimes repetidos e se não for contido, muito em breve, estaremos todos enfiados numa Guerra Mundialsem precedentes, pois a primeira envolvendo forte poderio atômico. É este o encaminhamento para os próximos dias. A imagem da estátua da Liberdade rendida é a mais triste realidade neste momento.
conclusão
Depois de tudo, o bloco burlesco, farsesco e algumas vezes carnavalesco, Bauru Sem Tomate é Mixto estará nas ruas neste Carnaval dando uma sonora chinelada em Suéllen Rosin e Donald Trump. O tiro não poderia ser mais certeiro...

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

BAURU POR AÍ (247)


DULCE E ANA PAULA BATÉ ARRASAM NO PODCAST "PUREZA CAST", ENTREVISTADAS POR ESTE HPA, ASSUNTO: TIBIRIÇÁ E CARNAVAL

O pessoal da Pureza Filmes é especializado em áudiovisual e assim tocam suas vidas, remando contra a maré e produzindo filmes e gravações por todo lugar onde sejam chamados. Estavam com uma bela sala lá dentro do Alameda, na rodovia e de lá sairam, pois como o negócio deles é gravação, nem sempre é possível produzir pod casts com barulho, por exemplo, de uma bateria ao lado. Hoje estão na Fuas de Matos Sabino, quadra 12, num lugar charmoso, com nome em inglês, Star Work, uma loja ao estilo coworking, que nada mais é do que, salinhas alugadas para fins variados. E lá está agora localiza o trio da Pureza, o Michael Den Oliv, Paulo Clementino e o Jr, todos experientes nestes trecos gravacionais, assim como deileto amigo e parceiro Roberto Pallu, todos do mesmo ramo.

Então o Michael liga e me convida para participar do seu PUREZA CAST, quando uma pessoa é convidada, neste caso eu e este, será o entrevistador do dia, convidando quem quiser para ser o entrevistado. Pensei em ir lá falar do Bauru Sem Tomate é Misxto, mas depois refleti melhor e convidei duas damas do Carnaval bauruense, dignas representantes deste carnaval feito com "sangue, suor e lágrimas", Dulce e Ana Paula Cosmo/Baté, duas irmãs levando adiante o sonho da agora Escola de Samba Estrela do Samba, do distrito rural de Tibiriçá. Ao trazê-las para um bate papo, mostraria este lado de lida e luta dos que resistem em promover a folia, mesmo que ao seu modo e jeito, na unha e na raça. E daí, eu com a camiseta do Tomate e ela com a do Estrela do Samba, conversaríamos em algo mais que edificante e envolvente.

E assim foi feito e assim aconteceu. O programa, me disseram teria no máximo uma hora de duração, mas durou 1h10, pois deixaram a coisa rolar, evidente sinal de que, tudo foi mais que ótimo. Elas se soltaram, contaram lindas histórias da família e de como se deu e se dá o carnaval, o espírito festeiro e guerreiro que carregam dentro de cada integrante lá da grande família Baté. Foi um programa adorável, que adorei fazer. Recebi dicas de todos para transformar o Lado B, que voltaria nessa semana, mas o farei somente quando voltar de viagem, que inicio na próxima segunda, 19/01. Por enquanto, centrando forças para botar o Tomate nas ruas e depois, sair no mesmo dia com o pessoal de Tibiriçá. Levei para o estúdio novo lá do Pureza esse espírito que carrego dentro de mim. Sou festeiro, porém, muito crítico e aproveitando todos os momentos para cutucar os malversadores todos à nossa volta. Creio eu, o espaço lá no podcast foi muito bem aproveitado, as meninas, ditas por mim como "super poderosas", estiveram mais que bem, pois são autênticas, soberanas, guerreiras e sabem muito bem onde pisam e com quem andam. E assim sendo, evidentemente, é com elas que quero continuar comparecendo a luagres como este hoje, onde juntamos nossas histórias e as apresentamos para apreciação ampla, geral e irrestrita. 

Depois me contem o que acharam. Eu, particularmente, gosto muito do que faço, como faço e principalmente, com quem faço.
Eis o link para assistir o programa inteiro, mas a gravação mesmo só começa aos 6 minutos: https://www.youtube.com/live/q9qWF7OKGrI

DOIS BONS MOTIVOS QUE AINDA ME LEVAM PARA AS BANCAS DE JORNAIS REVISTAS
Frequentei todas as boas bancas bauruense, num passado assim não tão distante. Guardo gratas recordações da meioria delas. Muitos jornaleiros (as) guardavam para mim, publicações que admirava e achava, poderia desaparecer rapidamente. Tinha até o hábito de até ligar em dias com acontecimentos mais impactantes e pedir para guardar o exemplar do jornal do dia. Comprei por um bom tempo o Jornal do Brasil, lá na banca da praça Machado de Mello, jornal carioca chegando pelos trens. O Pasquim também comprava lá. Depois, o preferido por décadas foi seu Orlando, na Primeiro de Agosto. Ele era turrão, conservador até a medula, mas me dizia: "Não gosto da esquerda, mas voto no Roque. Nesse eu acredito". Foi o penúltimo a fechar e vendendo só jornais e revistas. Aguentou até quando deu. Depois dele vieram a Banca do Cláudio, primeiro na Duque de Caxias e depois em duas lojas do Confiança, a do centro e na vila Falcão. Cláudio tem uma história já contada por aqui, mas ainda gravarei com ele um Lado B, contando de como tudo se deu nestes anos todos. Uma vida dentro de bancas de jornais e revistas. E por fim, a resistente Ilda, a do oásis lá defronte o que ainda nos resta de Aeroclube. Ela insiste em continuar vendendo o que a maioria já abdicou. Constituiu uma legião de fãs, que até quando adoece, abrem e fecham a banca para ela. Hoje, depois de colecionar - e ler, viu! -, infinitas publicações, a maioria já extinta, continuo frequentando a banca dela por causa de duas publicações, a semanal CartaCapital e a mensal revista piauí. Para mim, essas são as que sobraram da esbórnia toda. Os jornalões diários, que antes tinha prazer em sua leitura, hoje passo longe e o JC, com as notícias locais, passou a ser semanal, mantenho assinatura, mas perdeu o fio da meada e hoje, como a maioria, claudica e navega sem rumo, num mar que não está para peixe. O modal papel declina e eu, amante à moda antiga, adoro ler papel, daí, mantenho espaço em casa para ir guardando estes, os últimos dos moicanos. São os dois atuando da verdade factual dos fatos. A maioria foi se anexando aos ditames de posições nada convencionais, contra os interesses deste país e daí, com a credibilidade zerada, navegam para leitores parciais. Das bancas, só mesmo essas. Volto nas bancas, como na da Ilda e do Cláudio para conversar, comprar outros quesitos. Tomara estes dois resistam, pois gente como eu, ainda adepta do papel, estaremos totalmente desamparados quando nada mais existir.

TRUMP ESTÁ APODRECENDO NO PODER E SUA BASE DE SUSTENÇÃO MINANDO A CADA DIA
O embaixador dos EUA no Brasil no período Obama, Thomas Shannon, que confirmou em entrevistas que Dilma foi espionada e sofreu golpe por ordem do Assassino Sorridente, diz agora que Trump não tem plano algum para nada. Vai tudo de improviso. E tudo pode acontecer a qualquer instante. A situação causada por Trump no mundo é completamente inédita e instável. Ninguém tem a menor suspeita do que ele e seus assessores diretos farão no minuto seguinte. Parece que nem eles tampouco sabem. Vance, acusado de agredir a esposa, e Rubio, um medíocre e ressentido cucaracha, filho de cubanos traidores e fugitivos, formam a nata do lixo que cerca o imbecil, arrogante e desvairado pedófilo da Casa Branca. Tudo muito caótico. E nesse caos, uma fagulha pode detonar tudo. Contamos somente com a habilidade, experiência e resiliência da Rússia e da China para não cairmos na armadilha da guerra total desejada pelos Três Criminosos de Washington. Internamente, Trump detonou a antiga e perene divisão no povo estadunidense. A cada dia aumentam ações do ICE, os mascarados liderados por agentes judeus sionistas lá infiltrados, numa troca do Estado Lepra com Trump. E começam as reações de populares sempre marginalizados, mas também legalmente armados. No Irã, EUA e o Estado Lepra tentam instalar o caos para os EUA derrubarem o governo persa e se apossarem do Estreito de Ormuz. Junto com o petróleo que estão roubando à Venezuela, imaginam dominar metade do comércio mundial. E o Estado Lepra daria continuidade a seu plano macabro de se apossar dos países vizinhos, mesmo estando com pouca população e também revolta interna e Economia despencando. Mas a ambição, a ganância, a arrogância dos dois os impede de ver o amanhã. Foi o maior erro na História da Humanidade a insistência da Inglaterra em tirar os EUA do isolacionismo e o chamar a se associar ao seu imperialismo, e também erro monumental foi dar aos sionistas uma terra que não lhes pertence. Agora, o mundo terá de encontrar uma maneira de empurrar ambos de volta a seus buracos anteriores sem destruir o planeta. Afinal, destruição é a palavra-chave para governantes da Casa Branca e do Estado Lepra... Paulo de Carvalho