Gozando de licença prêmio da Polícia Militar do estado de São Paulo por alguns meses, o grandalhão de 2m02 de altura, calçando perto da numeração 50, atuou na ROTA por muitos anos e se vangloria de ter matado alguns "vagabundos" ao longo de sua carreira fardado.
Chegamos o quarteto em viagem por Portugal de trem, vindo da cidade de Porto, pelo terminal Oriente, carregando um monte de malas, impossíveis de serem transportados por um Uber. O jeito foi procurar por um táxi maior. Encontramos um, por sorte dirigido por um brasileiro e dos mais simpáticos, tipo conversador, meia idade, algo em torno de uns 55 anos.
Chegamos cinco minutos atrasados. Até então ele estava aguardando cleintes e quando o abordamos, havia se comprometido com um grupo de turistas ingleses, também chegando na cidade. Esperamos seu retorno por 20 minutos. Ele volta, muiuto solicito, adentra com seu carroaté o meio do terminal de ônibus, onde estávamos.Não permite que ninguém pegue mala nenhuma. Forte, faz tudo sózinho e acomoda toda nossa bagagem com a maior facilidade, demonstrando ser bastante forte.
A viagem começa e as surpresas começam a pipocar. O grandão fala pelos cotovelos, isso parece lhe fazer bem, tipo desabafar. Um agradável papo. Conta de onde veio e de como caiu ali dirigindo um táxi num terminal ferroviário de Lisboa. Diz ter chegado alguns meses atrás. Não se faz de rogado, conta detalhes de sua procedência. É um policial militar licenciado, ou seja, no pleno gozo de uma justa Licença Prêmio. Atuou, ou melhor, atua na ROTA da polícia paulista. Diz estava precisando muiuto espairecer, após aquele desgastante trabalho de combater a criminalidade. Quando conquistou a tão almejada licença, ganhou o mundo.
Primeiramente percorre alguns paíes da Europa e finaliza tudo em Lisboa. Para arrumar essa atividade de taxista foi um pulo. Nos disse que, "quem tem amigos, nunca está desamparado". Logo estava ao volante, com a sugestão de atuar como taxista. Acabou com um carro maior e no terminal de trens Oriente, o segundo maior da cidade. E nós, os quatro intrépidos viajantes, ao descer e procurar por um veículo maior, damos de cara justamente com ele. Cinco brasileiros num carro e com destino um hotel no centro da cidade. E o pegamos num momento quando estava com muita vontade de conversar. E o danado não parou um só instante de contar suas peripécias. Relata histórias incríveis e mirabolantes, como a ocorrida na véspera do Natal, quando numa praça em Lisbioa, viu um senhor agredindo uma criança, provavelmente seu próprio filho. Não hesitou e o esbofeteou de cima em baixo, sem dó e piedade. Resumindo, sangrou o sujeito.
Não que tivesse agido errado, pois ver uma criança sendo agredida, fere com os brios de qualquer um. Diz ter agido por puro instinto e que, agiu da mesma forma quando nas ações atuando como policial. Preferimos que o mesmo não entrasse em detalhes, muito menos de seus métodos de trabalho. Tentamos mudar de assunto. O fato é que, estava cansado, estressado e a licença prêmio acabou sendo conquistada após muito esforço. Ele falava e estávamos ali patra escutar, ou seja, optamos por quanto menos saber melhor. Assim chegamos ao hotel e ele descarrega sózinho todas nossas malas.
Logo a seguir ele se vai e todos respiram fundos. Leo Lima, um que nos acompanha nessa estada, rindo me diz: "Preferiu permanecer calado, né Henrique?". Sim, ainda mais por um detalhe meio que sórdido, sua mãe reside muito próxima de Bauru, numa cidade vizinha - veja a coincidência - e assim sendo, o melhor mesmo é não possuir nenhum tipo de vínculo. Aqui neste espaço relato algumas dessas coincidências da vida, geradoras de assunto para escrevinhações variadas, relatos de viagem. Achei essa, como as demais aqui já relatadas, uma interessante, porém, o faço omitindo muitos detalhes e sem citação de nomes. E assim segue nossa vaigem, com uma surpresa em cada esquina.
VIAJAR DE TREM É TUDO DE BOM, DA CIDADE DO PORTO PARA LISBOA
Não me canso de ficar batendo na mesma tecla um infinidade de vezes: sou dos que criminalizariam os responsáveis pelo fim dos trens de passageros no Brasil. Isso é uma longa história e já escrevi muito dela por aqui. Sempre que volto a andar num trem europeu, penso no que poderíamos hoje estar desfrutand ose nossa malha não tivesse sido destruída e trocada pelo modal rodoviário. Isto tudo, sabemos, foi mais que um crime, ainda impune.
Isso uma coisa, outra é pegar um trem que sai no horário e chega quase todos os dias dentro do horário. Vou andar muito de trem nessa viagem européia. Começo hoje com a saída da cidade do Porto e a ida até Lisboa. Perto de umas três horas de viagem. Tivemos a sorte de nossos assentos terem sido reservados para o vagão onde encontrava-se a lanchonete. Saudade dos tresn da FEPASA, onde meu pai trabalhou uma vida inteira e fui tantas vezes de Bauru a São Paulo.
O trem lusitano e europeu corre exatamente dentro do horário combinado, tanto que, na chegada em Lisboa, descemos as malas e enquanto procurávamos pela cadeira de rodas, facilitando a circulação da Edna Cunha Lima, todas as malas já na plataforma, Ana bia já nela, o trem fecha as portas e parte. Não sabíamos, sua permanência era de apenas cinco minutos. Partimos os três, deixando-a lá na gare Oriente. O comissário de bordo foi rápido, ligou para a de onde partimos e lavaram Ana para uma sala de espera. Descemos na estação seguinte e num outro trem, partindo em quinze minutos, estávamos voltando para reencontrá-la. Foi um susto, nada mais. Descemos e outro comissários já nos esperava, levando até Ana e as malas estavam. Não teve nem como reclamar. Chamo isso de eficiência.
"Política: Vereador Márcio Teixeira (PL), que votou contra o 3º assessor é o primeiro a nomear o cargo. Após votar não ao projeto que criou o cargo de 3º assessor parlamentar, o vereador Márcio Teixeira (PL) tornou-se o primeiro parlamentar a efetivar a nomeação para a nova função em seu gabinete. O Projeto de Lei foi aprovado em sessão ordinária com 15 votos favoráveis e seis contrários, prevendo a criação de um assessor adicional para cada vereador. Na justificativa apresentada pela Mesa Diretora, o texto aponta a “alta necessidade dos serviços prestados pelos gabinetes, diante da crescente demanda de atendimento aos munícipes, acompanhando o crescimento do município”.
O que chamou atenção foi a publicação no Diário Oficial de Bauru, no dia 15 de janeiro de 2025, que oficializou a nomeação de G.H. S. S. para o cargo em comissão de 3º assessor parlamentar do vereador Márcio Teixeira. A função prevê remuneração mensal de R$ 8.099,23, além de benefícios.
Durante a votação do projeto, o vereador posicionou-se contra a criação do cargo, alinhando-se ao entendimento dos demais parlamentares que votaram contra o PL, de que a medida representaria um custo desnecessário aos cofres públicos", Bauru Interior Notícias.
O que chamou atenção foi a publicação no Diário Oficial de Bauru, no dia 15 de janeiro de 2025, que oficializou a nomeação de G.H. S. S. para o cargo em comissão de 3º assessor parlamentar do vereador Márcio Teixeira. A função prevê remuneração mensal de R$ 8.099,23, além de benefícios.
Durante a votação do projeto, o vereador posicionou-se contra a criação do cargo, alinhando-se ao entendimento dos demais parlamentares que votaram contra o PL, de que a medida representaria um custo desnecessário aos cofres públicos", Bauru Interior Notícias.






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