domingo, 18 de janeiro de 2026

PERGUNTAR NÃO OFENDE (230)


TRÊS COMENTÁRIOS, BASEADOS NO QUE OUÇO DA TAL "RÁDIO PEÃO"

1.) VIAJAR É TUDO
Todos somos merecedores de descanso, após intensas jornadas de trabalho. Nada contra alguém tirar férias. A crítica feita dos dias de férias da alcaide municipal bauruense, a IncomPrefeita Suéllen Rosin não passa, a meu ver, pelos dias de descanso dela. Enfim, ela vija neste dias para onde quiser. E foi, desta feita, segundo consta para fazer cultos religiosos neopentecostais nos Estados Unidos. A ironia disso tudo é a que ouço na feira dominical da rua Gustavo Maciel, numa conhecida roda da Rádio Peão: "O problema não é ela tirar férias e ir para bem longe. O  problema que temos e este insolúvel, é quando fica, está no comando da cidade e com a caneta na mão, apronta mil e umas. Longe, de férias, menos problemas para Bauru". Achei muito pertinente.

2.) PAPAI É TUDO*
* O link para leitura do texto dominical de Fernando Redondo: 
Leio tudo o que o publicitário e jornalista Fernando Redondo anda escrevendo sobre a política local. Suas análises são mais que pertinentes. Tem traçado quadros de inestimável consideração, todos com muita consistência e muita reflexão. Neste último, aqui compartilhado, algo a ressaltar o constrangimento de uma decisão recente da Família Rosin diante de demais parceiros, na disputa eleitoral que se avizinha. Com a decisão da família pelo seu futuro, pensam somente neles e nem um pouco nos demais que, até agora estiveram ao seu lado. 

Para mim - para o Redondo também -, tudo muito claro. O mentor dessa movintação toda é o papai Rosin. Este pelo que a Rádio Peão nos passa - e erram muito pouco -, este é o mandatário mór do terceiro andar da sede da Prefeitura, lá no Palácio das Cerejeiras. Muitos gostariam de ter seus pais ao seu lado no momento de decisões cruciais na vida. Isso é até salutar, porém, o que nçao pode ocorrer é quando, para um cargo público, onde ocorreu uma eleição, sufrágio decidindo colocar lá uma pessoa e depois, quando eleita, quem não só decide, mas coordena tudo é o papai. 

Em Bauru, quer queiramou ou não, quando a cidade optou por eleger Suéllen Rosin, trouxe junto com ela para dentro da Prefeitura sua família inteira. Inclusive o marido, este escolhido à dedo para atuar nos bastidores como o "pedra noventa", aquele que chegou para ser e estar presente no momentos mais cruciais, não de decisões familiares, mas da cidade. Hoje já se comenta - a tal da Rádio Peão novamente -, que está ocorrendo uma séria rivalidade entre o marido e o papai. Sim, pelo que Redondo nos passa em seu texto, isto deve estar de fato ocorrendo, porém, o que se deve levar na mais alta consideração é que, as decisões hoje ali tomadas, não dizem somente mais respeito à algo familiar e sim, ao destino de Bauru.

Sento e fico a refletir sobre o papel que um pai pode ter, mas especificamente este, em tudo o que está a ocorrer. Sabe-se que este pai, já comanda e sob o regime de rédea muito curta, vários partidos na cidade. Ou seja, o danado é centralizador. A jogada hoje é pelo futuro do clá familiar na sua continuidade política, ou seja, sua sobrevivência enquanto agrupamento político. Eles todos sabem que, sem um mandato, Suéllen e a mãe, estarão colocando não só em risco, como determinando o fim da influência dos Rosin em Bauru. nenhum outroi eleito, até diante de como a família age, irá querer continuar alavancando estes como próceres. Para mim, dependendo das próximas jogadas neste intrincado tabuleiro, será selado o futuro dos Rosin em Bauru. Papai no centro de tudo. As últimas reuniões familiares devem ter sido daquelas pegando fogo. 

3.) O VICE ASSUME NAS FÉRIAS E, DEFINITIVAMENTE, QUANDO OCORRER A DESCOMPATIBILIZAÇÃO
Orlando Dias é figura muito conhecida em Bauru. Não é somente o vice-prefeito bauruense. Construiu carreira por aqui. vez ou outra gosta de ser fotografado com a mão na massa, ou seja, até empunhando vassoura ou enxada em situações calamitosas nas entranhas bauruenses. Ele sabe melhor que todos ousando analisar o momento da cidade, estar prestes a assumir definitivamente o comando da cidade, não só numas férias da alcaide, como agora, mas quando ela sair, deixar o cargo, em abril próximo, para concorrer no pleito para concorrer vaga na Câmara dos Deputados, o Congresso Nacieonal.

A Rádio Peão - sempre eles -, demonstram nas rodas de conversa cidade afora, o sentimento que o vice deve possuir diante da nova realidade dos fatos diante de si: e agora, o que farei diante de tudo o que me deixaram na mesa? Nos comentários, dizem, o vice deve ter sonos agitados, pois sbe do baita problemaão que terá pela frente. Já vimos muitos chutando o pau da barraca diante de algo dessa natureza. E a pergunta que ouvi por este dias é mais que pertinente:  o hoje vice, amanhã prefeito, dará continuidade no que está sendo feito hoje e, mais que isso, manterá a família Rosin como prócer da cidade, mesmo ela fora do cargo de alcaide? 

A batata quente, como se sabe é imensa e as especulações de que, a partir de abril, comece o desmonte dos Rosin permeia as discussões. Orlando, quando assumir definitivamente a cidade, diante do quadro real do que terá pela frente, a crua e nua realidade dos fatos, a encontrada como herança, fará algo efetivo para virar a mesa. Serão poucos meses, mas podem ser transformadores para alterar por completo o quadro político na cidade. 
ESSA NÃO FALHA...

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