EM DIA DE TANTA CORRERIA A ESCREVINHAÇÃO FICA PREJUDICADA
DIA DE VISITA MUSEUS EM FLORENÇA (1): GALLERIE DEGLI UFFIZI - MICHELANGELLO, LEONARDO, RAFAEL E BOTTICELLIDIA DE VISITA MUSEUS EM FLORENÇA (2): E FICAMOS PAQUERANDO "DAVI" NA ACCADEMIA GALERIA ARTE
DIA VISITA MUSEUS EM FLORENÇA (3): DUOMO E OPERA DI SANTA MARIA DE FIORE
Só de estar aqui em Florença, Itália, estadia de quatro dias, uma das tantas cidades respirando Cultura por todos os poros, parar e querer ficar escrevinhando algo longo é meio que impensável. Ou escrevo ou vou pras tantas atividades marcadas e já agendadas. Não dá para fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Eu, como sabem, gosto de escrever, mas tem dias onde a escrevinhação fica por conta das fotos que tiro. Elas dizem muito e neste momento, dizem tudo. Assimilo tudo o que vejo em cada virada de esquina e com tudo isso destro da cachola, espero que, lá na frente, já em casa, escreva melhor sobre tudo isso. Por aqui, faço o que posso. E sigo em frente, pois a jornada por aqui ainda não terminou.
DAS CHINELADAS DO BLOCO DO TOMATE EM 2026
1.) A PERVERSIDADE E EVIDENTE DOENÇA DE DONALD TRUMP
O maior medo de Donald Trump, segundoa sua sobrinha psicóloga Mary L. Trump:
"Diante da tempestade perfeita de sua incompetência, declínio crescente em diversas áreas (psicológica, cognitiva e física), e a sensação de estar perdendo o controle — de si mesmo e da narrativa — e o desespero que isso traz, era talvez inevitável que a humilhação o perseguisse a cada passo”, disse Mary L. Trump sobre o tio.
“Ele se humilha quase diariamente e, frequentemente, das maneiras mais públicas imagináveis. Parece uma espécie de justiça poética cósmica.”
Mary segue em sua análise. “Não precisamos de mais provas de que Donald é um homem com graves distúrbios psiquiátricos, mas, se precisássemos, mais evidências poderiam ser encontradas diariamente em seus acessos de raiva, sua hipersonia, sua alarmante falta de controle dos impulsos e sua crescente e evidente perversidade e corrupção”, pontua.
“Mais importante ainda, a resposta do Partido Republicano e de outras forças obscuras na América é que se mostra mais relevante e diagnóstica. Donald Trump ameaça desmantelar as instituições e a governança americanas e, com sua retórica belicosa e ameaças aos nossos aliados, destruir a ordem pós-Segunda Guerra Mundial.
O silêncio dos cúmplices de Donald Trump equivale à cumplicidade. Sua dedicação inabalável a um lunático e a uma agenda que ameaça desestabilizar os Estados Unidos, tanto interna quanto internacionalmente, revela tudo o que precisamos saber sobre o que estamos combatendo e contra quem precisamos travar essa luta".
“Deixando de lado a humilhação dos Estados Unidos, o que vimos em Davos foi o crescente reconhecimento, entre os líderes da UE e outros aliados, de que uma linha vermelha foi cruzada. Como disse sucintamente o primeiro-ministro belga, Bart De Wever: ‘Um país da OTAN está ameaçando outro país da OTAN com uma invasão militar'”, aponta.
"Diante da tempestade perfeita de sua incompetência, declínio crescente em diversas áreas (psicológica, cognitiva e física), e a sensação de estar perdendo o controle — de si mesmo e da narrativa — e o desespero que isso traz, era talvez inevitável que a humilhação o perseguisse a cada passo”, disse Mary L. Trump sobre o tio.
“Ele se humilha quase diariamente e, frequentemente, das maneiras mais públicas imagináveis. Parece uma espécie de justiça poética cósmica.”
Mary segue em sua análise. “Não precisamos de mais provas de que Donald é um homem com graves distúrbios psiquiátricos, mas, se precisássemos, mais evidências poderiam ser encontradas diariamente em seus acessos de raiva, sua hipersonia, sua alarmante falta de controle dos impulsos e sua crescente e evidente perversidade e corrupção”, pontua.
“Mais importante ainda, a resposta do Partido Republicano e de outras forças obscuras na América é que se mostra mais relevante e diagnóstica. Donald Trump ameaça desmantelar as instituições e a governança americanas e, com sua retórica belicosa e ameaças aos nossos aliados, destruir a ordem pós-Segunda Guerra Mundial.
O silêncio dos cúmplices de Donald Trump equivale à cumplicidade. Sua dedicação inabalável a um lunático e a uma agenda que ameaça desestabilizar os Estados Unidos, tanto interna quanto internacionalmente, revela tudo o que precisamos saber sobre o que estamos combatendo e contra quem precisamos travar essa luta".
“Deixando de lado a humilhação dos Estados Unidos, o que vimos em Davos foi o crescente reconhecimento, entre os líderes da UE e outros aliados, de que uma linha vermelha foi cruzada. Como disse sucintamente o primeiro-ministro belga, Bart De Wever: ‘Um país da OTAN está ameaçando outro país da OTAN com uma invasão militar'”, aponta.

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