quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (168)


ACABOU/ COMEÇOU
VIDA QUE SEGUE, FELICIDADES MIL PRA TUDO, TODAS E TODOS.
A gente perde muitas, mas ganha algumas e continuamos na lida e luta, pois no ano novo a batalha será dura, contínua e sem tréguas. Vamor vergar esses fascistas de merda. HPA
PORQUE EU ADORO A POSTURA E O FAZER DE MARIA INÊS FANECO, CRIADORA DO "ESQUADRÃO DO BEM" - PRECISAVA PUBLICAR ISSO, OU NO FINAL DO ANO OU BEM NO COMEÇO DE OUTRO
Gente deixa eu explicar uma coisa para quem não me conhece , eu sou pipoqueira, vendo pipoca quando ninguém me proibe de trabalhar, essas entregas que fazemos são doações que chegam , eu não tenho dinheiro para pagar aluguel de vocês, nem luz , nem comprar as coisas absurdas que estão pedindo, gente vcs estão confundindo as coisas, tem milagres que temos que pedir para Deus, para a Mariana noiva do Guilherme ou trabalhar, tem gente pedindo cestas e mandando endereço do Paraná, Grande São Paulo, Lençóis , somos de Bauru SP, nossas entregas são feitas somente em comunidades, não atendemos individualmente, tem um homem bravo dizendo que tem gente que precisa mais, é simples meu Senhor monta um projeto e vai atender, vocês adoram dar palpites e criticar mas não fazem merda nenhuma. Atendemos mais de mil famílias esse mês, sem ajuda de prefeitura ou governo , tem igrejas pedindo doações ... como assim ??? O que vcs fazem com o dízimo que recebem ??? Porque vcs não ajudam os seus fiéis ??? Feliz 2026 saúde e trabalho para todos

A CAMISETA ESCOLHIDA PARA A PASSAGEM DO ANO
Ontem, dia 31/12, após eu e Ana terminarmos de produzir o que comeríamos na passagem do ano, deitamos e tiramos uma leve soneca. Acordo no meio dela com o Canal Brasil passando um documentário, destes a me fazer acordar na hora. Era o "Moacy Luz - O embaixador dessa cidade", sobre a vida e obra do músico e compositor Moa, ele circulando lá pelos lados da Muda, o bairro onde mora, altos da Tijuca, coração suburbano carioca. Moa não está bom, saúde claudicante, mas resiste e percorre lugares inauditos de sua trajetória, como o quarto de livros do falecido Aldir Blanc, ele junto da viúva. Eu estremeci vendo aquilo. Depois com trechos de outro documentário, o "Dia de Feira com Moacyr Luz", outros momentos a me fazer chorar de emoção. Um dia fui ao Rio, só para conhecer o Bar do Dona Maria, lá nos altos da Muda, pois lia que lá era o reduto, quarteirão onde moravam Moa e Aldir. Sentei no bar sózinho, comi um tremoço e bebi umas. Com o filme, não tive como, fui até o armário e escolhi a dedo a camiseta, a vestimenta com a qual atravessaria este momento, de um ano a outro. E o fiz com devida galhardia, respeito por tudo o que aprendi de bom ouvindo e entendendo as canções cariocas do Moa e do Aldir. Quando o filme terminou, vi havia perdido hora de tratar dos cinco gatos, lá na vizinhança do meu Mafuá. Fui correndo e eles todos me esperando. Enchi o pratinho deles e volto, banho tomado, visto a camiseta, festejo com ela e só não durmi com a vestimenta, pois está um calor da porra, daí o fiz descamisado. Acordo depois do almoço, peço para Ana Bia tirar uma foto minha com a camiseta e conto a história. Procurem os dois filmes pelo Facebook/Google e recerenciem algo de salutar para iniciarem o ano com o pé esquerdo sempre à frente. Eu não sou babaca de querer começar o ano com o pé direito e nem com os dois pés. Começo com o esquerdo e creio, o faça acertadamente. A frase do Moa na camiseta, comprada um dia lá na quadra do Samba do Trabalhador, numa segunda no Andaraí, me acompanha e quando voltar, trarei outras. Quero muito ainda poder rever muitas outras vezes o Moacyr Luz por lá. Este um dos meu redutos. Isso me move e me faz continuar sonhando, vivendo utopicamente.

EU E OS MEUS NA PASSAGEM DO ANO - CONTINUAMOS NA LIDA E LUTA


Aqui, eu e Ana Bia, com aquela cara de cansados, quando dissemos aos presentes: "Quando sairem, deixem a porta fechada, por favor".

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