quarta-feira, 16 de setembro de 2026

O QUE FAZER EM BAURU E NAS REDONDEZAS (202)


PANFLETAGEM E BATE PAPO SOBRE CANDIDATOS PRÓ-LULA HOJE NA FEIRA NOTURNA DO VITÓRIA RÉGIA BAURU
A turma do DNA Petista marcou presença, mostrou garra e desenvoltura na continuidade campanha Lula 2026. Eu estive nas ruas no dia de hoje, juntamente com abnegados amigosw, por um único motivo, este arrebatador. O país está diante de uma encruzilhada - mais uma em atribulada vida. Desta feita, pela primeira vez, não estamos diante de uma eleição onde duas candidaturas com propostas sérias para alavancar o Brasil. Uma delas representa um perigo até então nunca visto. Desta feita, até mais do que ocorreu quando Jair Bolsoanro ganhou, agora as forças reacionárias estão mais consistentes e o que pode acontecer ao Brasil, sem precisar de nenhuma bola de cristal é o caos absoluto e uma subserviência danosa e desastrosa.

Eu junto tudo isso quando vou pras ruas fazer campanha por Lula. Ninguém me paga um centavo para estar nas ruas. Eu vou pelo compromisso em ver o Brasil continuar trilhando caminhos altaneiros. Não quero presenciar a derrocada, não só a de todos os meus sonhos, como a desta nação, vendo-a nas mãos de gente já comprovadamente bandida e a usando, com todos os meios possíveis, para dilapidá-la e mais que isso, também para perseguir todos seus adversários, tratando-os como inimigos a serem abatidos. E diante deste cenário, eu sou praticamente obrigado a estar nas ruas. Não conseguiria permanecer dentro de casa, vendo a banda passar, inerte, sem fazer algo. Por menor que possa ser, eu quero e vou continuar indo pras ruas, botando minha cara à tapa, pois sei pelo que luto e sei que, perdendo este pleito, não será Lula quem perderá, mas o país num todo.

A gente, o pesssoal do Núcelo de Base petista e tantos outros, saímos pras ruas imbuído disso tudo. Agora mesmo, acabo de ler um relato de um conhecido de Piratininga, clamando para que gente como nós, os que ainda saem pras ruas pra defender Lula, o PT e a democracia, possam ir lá na vizinha cidade e com eles, sair às ruas. Eu vejo, cada vez mais, pequenas cidades dominadas quase totalmente por gente inescrupulosa, baixa, pensamento bolsonarista elevado à sua máxima potência, sem conseguir enxergar um mínimo de decência na defesa de uma candidatura criminosa e o fazem de forma acintosa, até violenta. Esses de Pitatininga estão clamando por ajuda, por apoio, tentando buscar quem tenha coragem de estar com eles nas ruas. Isso me toca profundamente, pois todos sabemos, não está fácil sair pras ruas hoje e defender o país, diante de um quadro avassalador de propaganda enganosa, despejada diariamente na mente da maiotria dos brasileiros, enganando-os de forma vil.

Eu acredito não conseguirei reunir gente e forças para estar lá em Piratininga ou qualquer outra cidade, onde tantos outros clamam por quem os acompanhe neste momento. O máximo que conseguimos parece pouco diante de tanta necessidade. Nesta quarta, mobilizamos através de chamamento do DNA Petista e estivemos na praça central do parque Vitória Régia, junto da Feira Noturna. Marcamos hora, 17h30 e lá permanecemos até por volta das 20h. Bauru e tantas outras cidades do interior paulista continuam muito conservadoras. Aqui Bolsonaro obteve 80% de votos no último pleito. Isso é mais que vergonhoso para uma cidade dita como universitária. Senti isso nas ruas, algo muito perigoso, um enfraquecimento imenso, diria mesmo, incomensurável de aproximação com os jovens. Nosso discurso e forma de aproximação está seguindo padrões errados ou mesmo certos, algo ocorre e a aproximação não se dá como dantes. nem por causa disso irei desistir.

Eu ouço muitos, leio o que posso e tento me adaptar, até para conseguir fazer chegar a mensagem correta. Eu não irei usar das mesmas armas que vejo a turma da extrema-direita praticando, com seguidos fake-news, emburrecendo cada vez mais a mente do semelhante. Muitos se aproximaram e vieram conversar conosco na praça. Outros tantos nos rejeitaram e em muitos vi estampado um ódio diante de nós. Isso é perigoso demais. Somos considerados por alguns como o grande mal do país. Enxergam em Lula, no PT, na esquerda num todo como inimigos. Não aceitam nem mais conversar, algo como um debate, eu tentando convencê-los e eles a mim. Suas cabeças já estão dominadas e isso é mais que um perigo. Deu para sentir na praça, mais que na feira no último domingo, até pela região onde estávamos, o quanto vai ser difícil fazer com que a compreensão volte a conduzir a mente das pessoas pelo interior paulista. Parece não adiantar um ser declaradamente bandido e o outro propor, como que já fez e quer continuar fazendo, salvaguardar um país soberano. Estamos diante de uma massa cuja lavagam cerebral atingiu níveis praticamente irreversíveis. Talvez só aprendam e se arrependam do papel onde atuam, quando tudo estiver com a viola em caco. Será tarde demais.

Temos pouco mais que duas semanas pela frente e uma luta mais que incontrolável pela frente, pois as armas utilizadas para convencimento das massas não são iguais. Quando a mentira é incutida como verdade e essa passa a merecer crédito, acredita-se nela de forma absoluta, o perigo é eminente. Eu sigo nas ruas junto do DNA e tantos outros, pois não queremos um país atrelado ao que depior temos hoje vicejando no planeta. Eu luto desbragadamente pela soberania nacional, pela nossa real independência e para tanto, sei que, sem luta, nada ocorerá. Podem tem a mais absoluta certeza, eu continuarei nas ruas e lutas enquanto viver. Não vai ser fácil, mas vejo ainda como muito possível a vitória final. E é por causa disso que não arredo pé de estar em lugares como nessa praça, num final de tarde de uma quarta, distribuindo propaganda política de Lula e conversando com quem aidna estiver disposto a fazê-lo. E, aqui confesso, é muito bom não se sentirsó nestes momentos. Acompanhado de outros tantos com o mesmo pensamento que o meu, seguiremos em frente, enfrentando todos estes dragões da maldade e moinhos de vento, sem esmorecer, pois sabemos, este é um embate decisivo para nossas vidas. Por Lula, Haddad, Tebet, Marina e todos dentro deste campo democrático.

COMO É GRATIFICANTE RECEBER UM AFAGO DE ALGUÉM COMO GERSON DE SOUZA
O grande jornalista bauruense Gerson de Souza é destes quue ganhou o mundo, conseguiu sair - o furar, sie lá! - a bolha bauruense e desta forma, ganhar o mundo. Foi, vi, batalhou muito, venceu e hoje, com o que conseguiu amealhar durante seu tempo de lida atuante, está usufruindo os frutos, num belo recanto rural lá pelas bandas de Ribeirão Preto. Descrever o que foi e representou Gerson para infinidade de bauruenses é chover no molhado. Basta permanecer alguns poucos minutos ao seu lado, como o fiz nesta quarta, lá na Feira Noturna do Vitória Régia para me certificar disso. Ele continua mais popular que nunca. O que o traz de volta para Bauru, será sempre rever amigos e conversar, além de poder tomar umas e outras em balcões pela aí, como o do Bar do Genaro. Desta feita, vem para acompanhar e ir apresentando a filha, Maíra Dias de Souza, candidata à senadora pela UP - Unidade Popular, uma agremiação política dentro dos moldes de uma aguerrida esquerda. 

Gerson cumpriu seu papel, mas por outro lado proseou até quando deu, ou seja, matou saudade, foi paparicado e jogamos muita conversa fora. Foi bom demais. Ele faz questão de mexer com meu ego, quando afirma, em rodas, na presença de tantos outros, ser um dos poucos que ainda me lê pelas redes sociais. "Enquanto a maioria só produz textos curtos, o Henrique continua inistindo nos textões. Eu leio todos, ele é um dos poucos que, paro e leio tudo, concordando ou não, lá do meu canto ribeirãopretano, tenho tempo e leio o que gosto, o que me faz bem", disse. Embevecido o beijei, alé em plena praça pública. Gestos como este me fazem continuar escrevindo, enquanto outros, insistem em ficar falando ao meu ouvido para escrever textos mais curtos, quero continuar desaguando nisto que faço, botar pra fora os bofes. Gerson é um dos que me incentivam a não parar.

Revê-lo é sempre uma festa, pois além de toda conversação política que, certamente ocorre, ainda mais neste momento crítico nacional, mas sempre sobra um tempinho para confidências pessoais. Essa troca de figurinhas é sempre muito salutar. Queria tê-lo gravado, umas poucas palavras sobre o que pensa e um relato curto sobre algo mais de sua trajetória. Talvez o consiga na quinta - toc toc toc -, pois sempre é bom colher depoimentos de quem tem algo para nos dizer. Gerson tem, não só pela experiência, mas pela sapiência como consegue ir levando essa vida adiante. Nunca tive uma amizade mais próxima dele e só recentemente passamos a conversar com mais atenção um pelo outro. O acompanhava de longe, admiração pelo que produzia. Suas reportagens televisivas, desbravando este país são necessárias de serem revistas, reassistidas e entendidas. Vejo poucos ainda com este pique, disposição e mesmo, as empresas jornalísticas apostando em algo como ele tão bem fazia. Daí nos conhecemos e bateu a afinidade.

Eu adoro conversar com quem está proposto a fazê-lo. Gerson é um destes. Suas histórias são arrebatadoras e hoje, o paízão estão feliz da vida com os rumos tomados pela filha, morando em Praia Grande e aqui com ele, em plena campanha. E ai, em plena praça do Vitória Régia ele di me ler e, mais que isso, gostar. Ganhei o dia.

RESPOSTA DO GERSON DE SOUZA VIA FACEBOOK: 
Obrigado pelas longas palavras. Quando sei que o conteúdo é bom leio grandes textos iguais aos seus. Sempre procuro me informar sobre a minha Bauru e você é uma das fontes. Também acompanho o Nelson Gonçalves Itaberá e o JC. Tenho orgulho de contar que sou bauruense e que trabalhei com Tuga Angerami e Davi Capistrano Filho por uma cidade melhor. Bauru foi minha escola de comunicação. Trabalhei no Jornal da Cidade, nas rádios Terra Branca, FM 96 e FM 94 e na Rede Globo Oeste Paulista. Na 94 uma cria minha em parceria com Tuba Ferreira e Valmir Amaral resiste ao tempo, o InformaSom. Que orgulho e quanta saudade! Abraço forte, HPA. Sucesso e "aquela" luz sempre.

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