MEU OLHAR PARA O QUE VEJO ACONTECENDO DENTRO DA TAL CIDADE SEM LIMITES
01. Publicado em 18.04.2026: Ah, o que seria da vida da gente sem um pouco de humor e ironia? Eu mesmo respondo: Muito mais dura. Assim sendo, recebo foto e mensagem do dileto amigo Gilberto Maringoni, direto da capital paulista com uma provocação neste sentido: "Todas as questões referentes ao estreito de Ormuz são decididas na loja maçônica Architectos de Ormuzd, situada à avenida Rodrigues Alves 8-56, centro, Bauru, SP". E não é? E como não havia ainda pensado nisso, essa loja maçônica, centenária como a cidade, está entrelaçada com a sua história e pelo bem, pelo mal, continua vivíssima e atuante, no ponto nevrálgico dos acontecimentos, enfim, Ormuz é hoje o epicentro de tudo.
02. Publicado em 19.04.2026: No começo desta rua, a Agenor Meira, lá no fundo, o telhado da antiga estação da Cia Paulista e na parede o letreiro da FEPASA, que um dia movimentou o pedaço, com trens e hoje, depois de longo tempo fechada e abandonada, através de emenda parlamentar do deputado Vicentinho PT/SP, algo foi se movimentando e dizem, ela está quase pronta para ser aberta com a necessária devolução ao público do Museu Histórico Municipal. Na cidade, três museus e nenhum em funcionamento, todos fechados e nestes dois mandatos de Suéllen Rosin, nenhum deles funcionou um dia sequer. O que dizer de uma cidade de 400 mil habitantes, cujos seus três museus permanecem fechados e a maioria de suas bibliotecas ramais foram fechadas, desincentivando a leitura? Não existe Feira do Livro, que resolva ou encumbra isso. Destes que aí estão na administração pública municipal eu só acredito vendo e ainda acho, encontrarão mil desculpas para postergar a abertura desta histórica edificação, mesmo estando praticamente pronta. Quer apostar?
03. Publicado em 21.04.2026: Na calçada ao lado da entrada principal do Cemitério da Saudade uma indicação para circulação de deficientes os levariam para bater com os costados na parede. Não existe um padrão mínimo de entedimento para colocação dessa sinalização nas calçadas ou ela é mero enfeite?
04. Publicado em 22.04.2026: Vagueando pelo campus da Unesp Bauru, lindo se deparar com jovens estudantes de Artes/FAAC, sentadinhas e quarando ao sol, diante de um fusca, um dos emblemáticos carros deste país, hoje não mais fabricado e passando para o papel seus traços e formas. O fusca hoje, como se vê, é objeto de estudos.
05. Publicado em 23.04.2026: O edifício Timburi, no alto das Nações Unidas, quase defronte o CEASA, está em fase de conclusão e nele, pendurados em suas cadeiras, quatro operários, trocando figurinhas e conversando despreocupadamente enquanto trabalham e se balançam ao vento.
06. Publicado em 24.04.2026: Meus diletos amigos (as) dos reencontros dominicais na feira da Gustavo e na do Rolo são todos assim, irreverentes e criativos, saindo pras ruas, sem medo de mostrar estar no lugar mais democrático da cidade e assim, se expor em fotos sempre hilariantes e até provocativas. O professor Fabiano Ferreira, filósofo de carteirinha é um destes, quando passa a semana inteira tentando transmitir algo de positivo pra mente dos alunos, cada vez mais inverossímel e aos finais de semana estravaza e comparece, ou melhor, se recarrega nas poucas quadras da feira, exatamente em busca de condições, o encontrar forças para os embates todos da próxima semana.
07. Publicado em 15.04.2026: Rua Rio Grande do Norte, vila Cardia, quadra detrás do Cemitério da Saudade, manhã de domingo e muita gente sai feliz da vida, carregando sua cesta básica pelas ruas do bairro, em distribuições regulares do Centro Espírita Irmã Catarina.
08. Publicado em 27.04.2026: Das necessárias diárias caminhadas que faço, sempre por caminhos diferentes, nunca pelo mesmo, observo muito isso, principalmente aqui pelos lados da Vila Universitária, algumas casas que foram construídas no início do loteamento no local, quando o bairro não possuia esse visual mais abastado. Sabe aquilo de "último dos moicanos", pois vejo isso, encravado no bairro, numa resistência de dar gosto, como essas casas de madeira, resistindo a tudo e todos, na esquina das ruas Henrique Savi, a que desce do Bauru Shopping e Caetano Sampieri, a que desemboca nas Nações. Cercadas, ilhadas, mostram para mim, sem que ninguém me diga, algo de como foi essa região um dia começou e de como se apresenta hoje. Do que vejo, exemplo vivo, extraio o lema em seu melhor entendimento: "Resistir é preciso".
09. Publicado em 29.04.2026: Adoro ir trombando e revendo pessoas conhecidas e queridas pelas ruas da cidade. Nada como ir assuntando de como cada um segue na lida e luta do dia a dia. Dias atrás, como sempre faz e o vejo constantemente, o jornalista Leonardo de Brito, que um dia aportou aqui vindo do Nordeste e fez seu nome, sempre escrevendo de esportes. Ficou um dos caras mais entendidos em Noroeste desta aldeia. Chegou o dia em que, encerrou o ciclo junto ao Jornal da Cidade, onde trabalhou por aqui o tempo todo e agora, aposentado, sempre de bermudas e com uma mochila às costas, circula pela região da Getúlio, pronto para novas conversações. E o que achará ele desta Copa do Mundo nos EUA, justamente no meio de um conflito mundial, declarada guerra, onde o futebol, como tudo o mais é mero joguete nas mãos dos poderosos de plantão? E do Noroeste nas mãos de uma SAF regional? Conversas deste tipo rendem longos papos, a perder de vista e de hora. Leonardo é proseador até não mais poder. Interceptá-lo nas caminhadas é querer se perder em conversas mais que prolongadas.
10. Publicado em 30.04.2026: Os invisíveis desta vida estão espalhados pela cidade inteira e dormem em qualquer lugar, bastando surgir o cansaço da continuidade da caminhada, como aqui na rua Araújo Leite, quase esquina com a Duque de Caxias, em algo mais que constrangedor, para quem está perfilado pelo fim das desigualdades sociais. Não existe a possibilidade de encarar como normal ver uma pessoa dormindo do meio da tarde, atravessado numa calçada.
11. Publicado em 11.05.2026: Depois de mais de uma semana fora de Bauru, uma das cenas mais controvertidas dentro do inóspito - pela ação de fundamentalista administração - centro comercial da cidade, eis que a alcaide, interdita o viaduto da Treze de Maio, não só na alça caindo na avenida Nuno de Assis, mas por completo. Como tudo que diz é desacreditado, desmentido e até esquecido, jogado pra debaixo do tapete, a afirmação de que, tudo estaria totalmente liberado em questão de dias está sob resguardo, aguardando se o frio não se intensificará ou mesmo possa chover. Tudo nestas plagas é desculpa para adiamentos e postergações. Veremos...
Obs: A foto aérea é do Jornal da Cidade.
12. Publicado em 13.05.2026: Não se assuste ao passar pela calçada defronte a loja "O Curioso", na rua Gustavo Maciel, bem na quadra e ao lado de onde por anos funcionou o Cine Vila Rica , pois isso é só o começo do que acabarás por encontrar lá dentro.
13. Publicado em 14.05.2026: Meio desta semana, um pequeno congestionamento na descida da Agenor Meira, junto da loja Magazine Luiza, provocado por caminhão da SEMA - Secretaria do Meio Ambiente -, estes podando (tomara seja só isso?) no meio do dia, quando poderia fazê-lo num horário menos problemático. A questão principal não é essa, pois podas são necessárias, muito menos que o plantio de mudas de árvores variadas e múltiplas na cidade, uma reconhecidamente vista com poucas árvores em sua área urbana. Muito do calor sofrido pelo bauruense poderia ser amenizado com mais árvores em nossas ruas e podas sem critério. Enfim, como secretário dessa pasta, deveriam no mínimo estar trabalhando alguém que entende deste assunto e ame verdadeiramente a natureza. Ocupar com gente do staff, sem comprometimento com a causa, sempre provoca aberrações funcionais, como a de quem gerencia nossas bibliotecas, fechando a maioria das ramais, justamente as espalhadas nos bairros da cidade. Tudo nessa administração é na contramão do bom senso.
14. Publicado em 24.05.2026: Este o cenário funerário bauruense, triste sina de itens férreos, antes rodantes e muito úteis, hoje sucatas apodrecendo no que nos resta de trilhos. Quem passa por cima do viaduto JK, o que liga a Azarias Leite ao Fórum, olhando para o que antes foi a fonte do progresso bauruense, hoje só desolação. Diria mesmo que, a FERRUGEM é a marca mais significativa que tivemos ao longo das últimas dácadas.
15. Publicado em 25.05.2026: Impossível circular por um determinado bairro, casas quase todas opacas, padrões tristes dentro do contexto da cidade, porém, alguém faz questão de se mostrar diferente, alegre, altaneiro, propondo outro caminho, daí tiro a foto e a compartilho. É o que fiz ao passar diante dessa imodesta residência, quadra 3 da rua Adante Gigo, no jardim dona Lili - nem sabia da existência de bairro com este nome -, região que faz divisa e fica próxima ao jardim Carolina e à avenida Cruzeiro do Sul.
05. Publicado em 23.04.2026: O edifício Timburi, no alto das Nações Unidas, quase defronte o CEASA, está em fase de conclusão e nele, pendurados em suas cadeiras, quatro operários, trocando figurinhas e conversando despreocupadamente enquanto trabalham e se balançam ao vento.
06. Publicado em 24.04.2026: Meus diletos amigos (as) dos reencontros dominicais na feira da Gustavo e na do Rolo são todos assim, irreverentes e criativos, saindo pras ruas, sem medo de mostrar estar no lugar mais democrático da cidade e assim, se expor em fotos sempre hilariantes e até provocativas. O professor Fabiano Ferreira, filósofo de carteirinha é um destes, quando passa a semana inteira tentando transmitir algo de positivo pra mente dos alunos, cada vez mais inverossímel e aos finais de semana estravaza e comparece, ou melhor, se recarrega nas poucas quadras da feira, exatamente em busca de condições, o encontrar forças para os embates todos da próxima semana.
07. Publicado em 15.04.2026: Rua Rio Grande do Norte, vila Cardia, quadra detrás do Cemitério da Saudade, manhã de domingo e muita gente sai feliz da vida, carregando sua cesta básica pelas ruas do bairro, em distribuições regulares do Centro Espírita Irmã Catarina.
08. Publicado em 27.04.2026: Das necessárias diárias caminhadas que faço, sempre por caminhos diferentes, nunca pelo mesmo, observo muito isso, principalmente aqui pelos lados da Vila Universitária, algumas casas que foram construídas no início do loteamento no local, quando o bairro não possuia esse visual mais abastado. Sabe aquilo de "último dos moicanos", pois vejo isso, encravado no bairro, numa resistência de dar gosto, como essas casas de madeira, resistindo a tudo e todos, na esquina das ruas Henrique Savi, a que desce do Bauru Shopping e Caetano Sampieri, a que desemboca nas Nações. Cercadas, ilhadas, mostram para mim, sem que ninguém me diga, algo de como foi essa região um dia começou e de como se apresenta hoje. Do que vejo, exemplo vivo, extraio o lema em seu melhor entendimento: "Resistir é preciso".
09. Publicado em 29.04.2026: Adoro ir trombando e revendo pessoas conhecidas e queridas pelas ruas da cidade. Nada como ir assuntando de como cada um segue na lida e luta do dia a dia. Dias atrás, como sempre faz e o vejo constantemente, o jornalista Leonardo de Brito, que um dia aportou aqui vindo do Nordeste e fez seu nome, sempre escrevendo de esportes. Ficou um dos caras mais entendidos em Noroeste desta aldeia. Chegou o dia em que, encerrou o ciclo junto ao Jornal da Cidade, onde trabalhou por aqui o tempo todo e agora, aposentado, sempre de bermudas e com uma mochila às costas, circula pela região da Getúlio, pronto para novas conversações. E o que achará ele desta Copa do Mundo nos EUA, justamente no meio de um conflito mundial, declarada guerra, onde o futebol, como tudo o mais é mero joguete nas mãos dos poderosos de plantão? E do Noroeste nas mãos de uma SAF regional? Conversas deste tipo rendem longos papos, a perder de vista e de hora. Leonardo é proseador até não mais poder. Interceptá-lo nas caminhadas é querer se perder em conversas mais que prolongadas.
10. Publicado em 30.04.2026: Os invisíveis desta vida estão espalhados pela cidade inteira e dormem em qualquer lugar, bastando surgir o cansaço da continuidade da caminhada, como aqui na rua Araújo Leite, quase esquina com a Duque de Caxias, em algo mais que constrangedor, para quem está perfilado pelo fim das desigualdades sociais. Não existe a possibilidade de encarar como normal ver uma pessoa dormindo do meio da tarde, atravessado numa calçada.
11. Publicado em 11.05.2026: Depois de mais de uma semana fora de Bauru, uma das cenas mais controvertidas dentro do inóspito - pela ação de fundamentalista administração - centro comercial da cidade, eis que a alcaide, interdita o viaduto da Treze de Maio, não só na alça caindo na avenida Nuno de Assis, mas por completo. Como tudo que diz é desacreditado, desmentido e até esquecido, jogado pra debaixo do tapete, a afirmação de que, tudo estaria totalmente liberado em questão de dias está sob resguardo, aguardando se o frio não se intensificará ou mesmo possa chover. Tudo nestas plagas é desculpa para adiamentos e postergações. Veremos...
Obs: A foto aérea é do Jornal da Cidade.
12. Publicado em 13.05.2026: Não se assuste ao passar pela calçada defronte a loja "O Curioso", na rua Gustavo Maciel, bem na quadra e ao lado de onde por anos funcionou o Cine Vila Rica , pois isso é só o começo do que acabarás por encontrar lá dentro.
13. Publicado em 14.05.2026: Meio desta semana, um pequeno congestionamento na descida da Agenor Meira, junto da loja Magazine Luiza, provocado por caminhão da SEMA - Secretaria do Meio Ambiente -, estes podando (tomara seja só isso?) no meio do dia, quando poderia fazê-lo num horário menos problemático. A questão principal não é essa, pois podas são necessárias, muito menos que o plantio de mudas de árvores variadas e múltiplas na cidade, uma reconhecidamente vista com poucas árvores em sua área urbana. Muito do calor sofrido pelo bauruense poderia ser amenizado com mais árvores em nossas ruas e podas sem critério. Enfim, como secretário dessa pasta, deveriam no mínimo estar trabalhando alguém que entende deste assunto e ame verdadeiramente a natureza. Ocupar com gente do staff, sem comprometimento com a causa, sempre provoca aberrações funcionais, como a de quem gerencia nossas bibliotecas, fechando a maioria das ramais, justamente as espalhadas nos bairros da cidade. Tudo nessa administração é na contramão do bom senso.
14. Publicado em 24.05.2026: Este o cenário funerário bauruense, triste sina de itens férreos, antes rodantes e muito úteis, hoje sucatas apodrecendo no que nos resta de trilhos. Quem passa por cima do viaduto JK, o que liga a Azarias Leite ao Fórum, olhando para o que antes foi a fonte do progresso bauruense, hoje só desolação. Diria mesmo que, a FERRUGEM é a marca mais significativa que tivemos ao longo das últimas dácadas.
15. Publicado em 25.05.2026: Impossível circular por um determinado bairro, casas quase todas opacas, padrões tristes dentro do contexto da cidade, porém, alguém faz questão de se mostrar diferente, alegre, altaneiro, propondo outro caminho, daí tiro a foto e a compartilho. É o que fiz ao passar diante dessa imodesta residência, quadra 3 da rua Adante Gigo, no jardim dona Lili - nem sabia da existência de bairro com este nome -, região que faz divisa e fica próxima ao jardim Carolina e à avenida Cruzeiro do Sul.














































Também trabalhamos com camisetas do Tupac e estampas personalizadas!". Na verdade, a banca toda ornamentada com essa variação de estampas chama muito a atenção e aliado com a simpatia do casal, o sucesso é meio que garantido. Na mesma esquina, hoje rola uma animada conversa dominical, rodízio de mentes pensantes e pulsantes, inveterados amantes do prazer de desfrutar da tal "feiraterapia". E estes, tendo ao lado o abrigo seguro proporcionado pelo casal, atuam unidos para tornar o domingo algo sempre muito agradável.



