CRÔNICA DOS 130 ANOS DE BAURU - NÃO FOI POR FALTA DE AVISO
Parece que, com a alcaide bauruense, a fundamentalista Suéllen Rosin, não existe meio termo, nem meios de lhe dar toques, pois pela forma teocrática como exerce seu mandato, os únicos com este poder são seus pais, parceiros na empreitada de levar adiante a missão de mando sobre Bauru. Muitos já tentaram abrir seus olhos, indicando caminhos opostos ao que, faz questão de seguir, mas como todo cabeça dura, segue sua sina destrutiva, sem dar ouvidos para a patuléia.
Guardião, o intrépido super-herói destas plagaa insiste nestes toques mensais, na forma irônica, pois vê que indo pelo caminho da seriedade, nada conseguiria. "Suéllen, como se sabe, é bolsonarista. Quando observa-se, depois de tudo o que já foi revelado de Flávio e de toda famiglia Bolsonaro, muitos cegamente o louvando como salvador da Pátria, algo parecido ocorre com essa inconcebível administração pública municipal de Bauru. Até as pedras do reino mineral sabem que, dia mais dia tudo se findará da pior maneira possível, tal a sequência de fatos dantescos, mas isso parece ser pouco e age como se estivesse num mar de tranquilidade. Nero agiu assim, Mussolini e Hitler não tinha quem interompesse suas ações, Idi Amim continuaria agindo tresloucadamente não fosse interrompido e não nos esqueçamos, Donald Trump não ouve ninguém e assim leva os EUA para sua bancarrota enquanto Imperio. Suéllen faz parte deste segmento. Onde isso vai dar, tenham certeza, boa coisa não será", expoē Guardião seu ponto de vista.
E tudo culminando com o aniversário, os 130 anos de Bauru, uma data redonda onde as comemorações - se é que existem de fato - se concentram em shows musicais. "Olhemos para todos os lados e com a máxima atenção: diante de tanta barbaridade existe algo pra se comemorar? Os retrocessos são evidentes, obras paradas e promessaa de outras, que nunca sairão do papel. A cidade está relegada ao plano do abandono, suas instituições, antes pujantes, hoje sendo dilapidadas e sucateadas, vide o que acontece com o DAE. E ela, a alcaide, agindo como se nada estivesse ocorrendo. A melhor imagem representando este triste momento é o da chave da cidade, diante de tantos atos danosos e perversos seguidos, ter alcançado um descomunal tamanho, fazendo com que não possa mais ser carregado por ela. E assim, ela cai por terra, conduzida até aqui pelos próprios atos e descaminhos, sendo tragada pelo tombo, provavelmente caindo num dos tantos buracos de nossas ruas e na sequência, permanecendo à espera de internação por semanas, deitada numa maca. Este a imagem mais próxima como resultado da sequència de atos, onde mesmo sendo alertada, preferiu seguir pelos descaminhos. Bauru não merece chegar aos seus 130 e ser gerenciada desta forma e jeito", conclui.
Obs.: Guardião é obra do traço do artista Gonçalez Leandro, com pitacos escrevinhativos do mafuento HPA e é publicada todo dia 1° de cada mês.

