Sabe como resolvemos? Um senhor com mais idade que a minha, portanto, mais experiente, décadas atuando no ramo, vendo nossa situação, deu a solução para resolver o problema, quando nos disse, sem pestanejar: "Procure na internet". Era o que não queríamos fazer, enfim, tendo várias lojas e profissionais, acreditávamos iríamos encontrar a tal peça com venda presencial.
Fomos procurar a compra pela tal internet e pasmem, tudo foi mais rápido do que imaginávamos. Achamos a tal peça e ela nos veio por um preço muito mais em conta do que qualquer uma similar aqui da terrinha. E daí, a pergunta que não quer carlar: como competir com isso e como manter aberta as tais lojas de um serviço, sendo que, pela internet tudo pode ser encontrado por um preço muito mais em conta, entrega muito rápida? Sinais dos novos tempos, quando passaremos a comprar tudo, talvez de um só fornecedor e fazendo com que, se fechem mais portas e portas.
- E daí, Henrique. Não os vejo fazendo nada de errado. Eles fazem, estão tentando algo e vejo que esses, pelo menos tentam. Te devolvo a pergunta, observando tudo ao contrário. E nós, os ditos esquerdistas, por que não fazemos o mesmo? Quantos iguais a nós estão ao menos tentando fazer algo? Poderíamos fazer e acontecer, mas estamos vendo a banda passar e quando dermos conta, estes já tomaram a dianteira. O espaço existe, as redes sociais permitem a criação de textos assim e não estamos sabendo aproveitar os instrumentos todos aí disponíveis. Outros estão, por outra vertente, outra pegada, talvez até ruim ou condenável, mas e nós?
Pelo visto, continaremos vendo a tal da banda passar, reclamando e pouco fazendo.
Espiei, pelo menos umas três pessoas, no pouco tempo ali passado e os vi mais perdidos que cegos em tiroteio. Num dos caso, a moça que ajuda a encaminhar as pessoas aos andares, via elevador, vendo um deles perdido, se dirigiu até ele e foi desvendar o que se passava. Não fosse ela, a pessoa permaneceria ali, olhando para todos os lados, sem definir o que teria que fazer primeiro. São estes os tais desplugados tecnológicos. Isso tudo, não é caso de criticar a Unimed, pois está dissumulado por tudo quanto é canto.
Não se faz mais nada sem essa praticidade, mas ainda vejo uns tantos, muita gente, perdida, cheia de dificuldades e batendo cabeça. Não sei se essa transição está ocorrendo muito rápida e para finalizar, vi uma pessoa dizendo a outra, que só vem em lugares assim, trazendo a tiracolo seu neto, pois este resolve tudo para ela. Ou seja, sózinho estava se vendo numa mato e sem cachorro. E outro, numa fila na padaria Copacabana, da rua Rio Branco, diante de um terminal onde se pode pagar sem necessidade da pessoa do outro lado do balcão: "Fui no Mc Donald's e sem ninguém para me auxiliar, desisti e fui comprar algo para comer em outro lugar".






Nenhum comentário:
Postar um comentário