quarta-feira, 22 de agosto de 2018
UM LUGAR POR AÍ (111)
JUNTANDO ESCRITOS – VALIOSAS LEMBRANÇAS
01) ISAÍAS E LULA – NÃO ME ESQUEÇO JAMAIS Eu tenho a mais absoluta certeza de que meu falecido amigo Isaías Daibem estaria neste crucial momento do país engajadíssimo na campanha pelo LULA LIVRE. Tomo a liberdade de postar uma antiga foto dele ao lado do ex-presidente na galeria dos que estão a defendê-lo. Foi um dos que o abrigou diversas vezes em sua casa nas vindas para Bauru. Isaías foi vereador em Bauru, militou não somente no PT, mas em outras agremiações políticas, sempre do campo progressista. Esteve engajado numa trincheira de luta que grande valia no passado, a da igreja católica de esquerda, algo hoje dito de forma distorcida como comunista. Valoroso, ele e toda sua família, pois sei muito bem que não só ele estaria envolvido com muitas lutas, mas sua esposa, a querida professora, mestra Ana Maria Lombardi Daibem, como seus dois filhos Celio Daibem e Daniel Daibem. Não cito a filha, pois não a tenho no facebook. Uma unida família, sempre altaneiros em prol da luta pelas boas causas neste país. Muita saudade tenho dele e de como, com seu jeito e maneira de tocar as coisas políticas, nos dava diárias lições de como enfrentar as agruras todas que vivenciávamos pela frente. Os Daibem são todos de muita fibra, resistência e luta.
02.) QUERO ESCREVER DE MAYSA BLAY...
Aqui em Bauru SP, poucos conhecem Maysa Blay. Eu e a esposa Ana Bia Andrade somos um desses. Ana nunca esteve com ela pessoalmente, eu estive uma só vez, mas ela me conquistou pelas suas atitudes e o modo como tocava sua vida, sem medo de ser feliz. Conto algo aqui. A Ana herdou do seu falecido pai um apartamento ali perto do Largo do Machado, rua Gago Coutinho, do lado do metrô, coração da cidade do Rio de Janeiro. Era onde seu pai morou, lugar que vivia entulhado de livros, um paraíso na face da terra. Para mim, o lugar onde mais existiam livros por metro quadrado na face da Terra. Ele faleceu, os livros tiveram de deixar o lugar e foram espalhados mundão afora. Muitos estão conosco, outros se perderam pela aí. Ana veio trabalhar em Bauru, na Unesp, professora de Design e me conheceu. Gostou do lugar, de parcela de gente daqui, se enturmou e diante de tudo o que vê acontecendo com o seu Rio (é tijucana do Grajaú/Andaraí) acabou virando caipira interiorana. Para consolidar sua permanência em Bauru teria que vender alguns imóveis no Rio e um deles foi esse apartamento. Inenarráveis os momentos ali vividos por ela junto do pai e meus naquele paraíso cercado de livros por todos os lados. Recordações que nunca mais me sairão da mente, além das fotos que revejo com o maior carinho do mundo.
O apartamento foi colocado á venda e fiquei uns dias morando nele, vazio, num colchonete, recebendo interessados. Num dia me aparece indicada por uma imobiliária da região essa senhora, judia, pequenina, cabelo enroladinho, grisalha e junto da filha, para quem compraria o imóvel. Vem, assunta, circula, faz perguntas e me diz ter gostado muito ("dentre os vários que vi, esse realmente vale a pena", disse). Quando volta, outra pessoa a leva ao apartamento, eu já havia voltado para Bauru. Realmente eles gostam do apartamento e em poucos dias o compram. Até aí nada de anormal, ou tudo normal. O fato foi que isso tudo me possibilitou conhecer um pouco mais dela. Nem sei como, mas em poucos dias já éramos amigos e um curtindo os posts do outro. Ela sempre foi contra o impedimento de Dilma, a prisão de Lula e defendia os interesses populares. Ela sempre foi do meu time e nos escritos ficou estabelecido que dali por diante, algo ocorreria muito além da venda/compra do imóvel: seria nossa amigona do peito. Que baita mulher, deu para perceber logo de cara. Ela e Ana se entenderam pelas conversações via internéticas e se admiravam mutuamente, eu idem. Tínhamos a mais absoluta certeza: como é salutar conhecer pessoas assim iguais a ela.
Que finesse no trato com tudo. Adorei uma passagem da venda, quando ela visitando o apartamento percebe a sacanagem dos corretores e pede para uma amiga que havia ficado com a chave para mostrar aos interessados e sorrateiramente pede a essa: "Conhece de fato a dona? Pois me dê o fone dela, não quero mais tratar com esses sacanas e sim diretamente com ela". Assim foi feito e assim pudemos conhecê-la. Foi amor à primeira vista. Ana e eu nos encantamos com ela. Que baita mulher, exemplo de vida e de resistência. Funcionária pública, servidora do INPI, dessas vestindo a camisa do lugar onde está, fez e aconteceu na defesa do serviço público de qualidade e na sua manutenção como exponencial e essencial para a continuidade da normalidade institucional do país. Por ela também nos apaixonamos por bicicletas. Na verdade, ela pedalava muito mais que nós dois juntos, mas virá dela o incentivo para voltar a fazê-lo. Pois bem, o apartamento foi entregue nas mãos de uma pessoa, que com toda certeza soube dar o valor que ele tem de fato. Deu continuidade para aquilo tudo que foi ali vivenciado até então. E, desde então, trocávamos conversações pelo facebook, com promessas mil de nos conhecermos mais nas idas e vindas ao Rio de Janeiro. E isso, infelizmente não foi possível. Eu e Ana temos retornando muito poucas vezes ao Rio e perdemos a rica oportunidade. Éramos amigos à distância, sem a conhecê-la no contato pessoal.
Ela me lembra em muita coisa meu sogro, José Pereira de Andrade, procurador do município do Rio de janeiro, maluco por Machado de Assis e Drummond, conhecido de todos os livreiros do centro da cidade. Com o valor do apartamento vendido, Ana comprou um bem maior aqui em Bauru e mesmo sem querer, Maysa tem parte nele, pois comprando o do Rio, nos possibilitou o momento certo de aquisição deste onde moramos hoje. Seremos eternamente gratos a ela por ter possibilitado esse grandioso momento em nossas vidas. Eu e Ana Bia, estamos chorosos aqui de longe, pois temos a mais absoluta certeza de que gente como Maysa são dessas que valem muito a pena, peças cada dia mais valiosas e raras neste mundo cruel e insano dos dias atuais. Estamos tristes demais pelo seu passamento no último final de semana no Rio de Janeiro. Essa história vivida com ela nos dá o reforço necessário de que tudo isso ainda tem salvação.
03.) NÃO EXISTE RIQUEZA SEM ALGO DE MUITO SACANA POR DETRÁS
Impossível a riqueza ser construída de forma honesta, sem que algo ocorra, os desvios de praxe, inerentes ao capitalismo, ditos como normais por alguns. O ator Pedro Cardoso escancara isto. Lembro de uma história que tive, uma entrevista gravada para um livro que não vingou, com um famoso juiz aposentado de Bauru. Ele me disse textualmente sobre Bauru, mas serve para todos os demais lugares, do país e do restante do planeta: "Henrique, aqui em Bauru, todas as fortunas foram construidas de duas formas. Ou o sujeito ganhou na loteria ou algo foi feito no percurso, muita sacanagem até chegar a ter a grana que tem. O fato que gostaria de deixar bem claro é que, aqui em Bauru, ninguém até agora ganhou na loteria". Cardoso tem toda razão deste mundo em sua afirmação. Se faz necessário exemplos? Vejam o link: https://www.revistaforum.com.br/pedro-cardoso-diz-que-nao-ha-modo-de-ficar-milionario-que-nao-seja-roubando-os-outros/
04.) RUAS E LULA
Começou ontem hoje em Bauru a comemoração da Semana da Diversidade, ou mais especificamente a Semana de Combate ao Preconceito e a Discriminação, culminando com a Parada da Diversidade no próximo domingo. Ontem na Feira do Rolo, Bruna Ambrosyo do Valle, uma linda mulher trans desfilava sua beleza e fez questão de ser fotografada ao lado da grafite da cafetina bauruense, Eni Cesarino. Cabeleireira em José Bonifácio, cidade onde reside, bem ao lado de São José do Rio Preto, está passando alguns dias em Bauru, revendo amigas e fez questão de deixar bem claro: "Sempre fui Lula e nessa campanha, queremos o LULA LIVRE, candidato e presidente de novo". Sem medo de ser feliz e de deixar bem claro seu posicionamento, fez sucesso na feira, bem antenada com o momento político do país, marca presença e amplia seu leque de amigos. Com a publicação de sua foto o pontapé inicial dessa instigante Semana inserida no calendário de eventos de Bauru.
05.) SABOR INENARRÁVEL LER MINO CARTA DESCREVENDO SUAS RELAÇÕES COM A EDITORA ABRIL, DESEMBOCANDO NA FALÊNCIA DOS DIAS ATUAIS
https://www.cartacapital.com.br/revista/1017/o-estrategista-do-naufragio
terça-feira, 21 de agosto de 2018
DICAS (175)
GENTE, HISTÓRIAS DESSA GENTE BRASILEIRA
01.) GENTE, POVO, CONTATOS MAIS QUE NECESSÁRIOS Adoro papear com quem vem me prestar um serviço, dentre os muitos que não me predisponho a fazer, pois não tenho habilidade para tanto (tenho para pouco). São profissionais e em cada um, embutido neles as suas histórias. Trabalhar calado não me apatece. Gosto dos conversadores, os que se soltam. Puxo assunto e assim passamos o tempo, o serviço flui mais palatável e aprendo mais. Aprendo muito com todos esses. Deste aqui, o Ademir, encanador de renomado conhecimentos e habilidades, morador ali do Jardim Nicéia, já somos mais que amigos. Escrevi dele meses atrás, um perfil para o Lado B e em cada retorno (como tenho problemas por aqui com canos, encanamentos de banheiros e afins), longos papos. Ele não chegou aos 50, mas joga no time senior do amador bauruense, até ano passado no de seu bairro, o Nicéia, este ano do Jardim Europa. Deve ser um meia esquerda bom de bola, corpo fino, jeito de quem sabe bater e conduzir bem uma bola, mesmo nesses campos horrorosos de Bauru, os distritais com pouco cuidados.
Ademir voltou em casa hoje pela manhã e só sai para a labuta diária após ele se ir. Ganho o dia papeando com ele e ouvindo suas histórias. Hoje me contou a do seu final de semana, onde o que faz que mais gosta é bater bola, o tal jogo semanal no amador. O técnico, sabendo ser ele do Nicéia e jogando agora pelo adversário, o deixa no banco. Explica a situação e ele me conta, dos preparos que tem durante a semana, as caminhadas que faz perto da Unesp, o jogo de salão as quintas, tudo para ir dilatando a musculatura, soltando as amarras e quando ocorre algo como o deste final de semana, um desalento. Ele não reclama, entende as justificativas do seu técnico, mas como adora correr atrás de uma pelota, fala da amargura que é permanecer a contenta toda sentado no banco de reservas. E ainda vendo seu time perder o jogo no último minuto, num gol de falta.
Nada é igual a ter o prazer de conversar com pessoas como o Ademir. Tinha compromissos na rua as 9h, mas só sai de casa depois das 10h e assim sendo, tudo atrasado comigo no dia de hoje. Tento tirar o atraso, mas algo que não pude deixar de fazer foi ter o papo, enfim, prolongar o papo. Gente desse naipe me recarrega para as contendas todas que tenho durante o restante do dia. Ele me contou muito mais, conversamos muito mais, mas não tenho tempo suficiente para descrever o maravilhamento da conversa. Fico por aqui, mas recomendo o aproveitamento ao máximo quando alguém assim surge em sua casa para fazer um elementar e básico servicinho, aquele que você não sabe fazer e é obrigado a contratar alguém, pois se metendo a fazer, vai ficar muito mais caro no frigir dos ovos. Eles nos ensinam muito mais do que nós, poderíamos ensinar a eles. Uma troca, quando os dois lados estão predispostos a fazê-lo, onde ambos só tem a ganhar. Ele perdeu a partida de futebol no final de semana e eu ganhei com a vinda dele hoje aqui pela manhã em casa.
02.) PAULINHO É MESTRE VIDREIRO E NA CRISE TROUXE O FILHO PARA JUNTO DE SI A história que mais ouço se repetindo na boca dos trabalhadores informais ou os que mantém pequenas firmas em seu nome, as tais prestadoras de serviço é quase sempre a mesma. “Há uns cinco anos atrás ganhávamos de $ 400 a $ 500 reais dia e tínhamos abundância de serviço, hoje para ganharmos no máximo uns $ 120 dia, a concorrência é imensa e não é todo dia que nos pagam isso”. Diante da repetição da fala entre a imensa maioria dos profissionais De pequenos serviços domésticos, como argumentar e desdizer do desejo de descarregarem seus votos em quem tanto fizeram por eles, no caso o ex-presidente Lula? Trago hoje aqui a história de um desses, que fez mais, diante da absoluta falta de possibilidade de colocar seu filho no atual mercado de trabalho, o preparou e hoje ambos trabalham juntos.
PAULINHO é mestre no que faz, instalador de vidros e box para banheiros. Trabalha nos mais diferentes ambientes na cidade de Bauru, desde os mais simples aos mais refinados. Não recusa serviço e tem sua agenda ainda cheia, primeiro por possuir muita experiência e depois pelas indicações, motivo hoje de manter a agenda sempre cheia. Sem fazer qualquer tipo de anúncio, toca seu barco no “boca a boca”, primordial para seu negócio. Começou cedo, bisbilhotando os mais velhos, tomou gosto pelo ofício e foi se especializando. Esquadrias é o que faz e instala tudo com o maior esmero. Morou quando criança nas imediações da rua São Paulo, início do jardim Bela Vista, perto do rio Bauru e hoje, com toda sua família, conseguiu uma bela casa própria, conseguida na época das vacas gordas, na vizinha Piratininga e de lá, está diariamente em Bauru adentrando a casa alheia e deixando banheiros impecáveis por onde circule. Não é de reclamar, deu o necessário estudo ao filho, mas chegou à conclusão que diante do momento atual do país, o melhor mesmo era iniciá-lo no seu ofício e assim foi feito. Hoje atuam juntos, um na retaguarda do outro e assim prosseguem driblando as adversidades. O apelido veio do jeito malemolente, não tão grande e o diminutivo não lhe atrapalha em nada, pois já está mais do que incorporado e aceito por todos à sua volta. De bem com a vida, trabalha sorrindo, ouve muito mais do que fala e em pouco tempo está entrosado em qualquer tipo de ambiente. Um profissional que soube ir se aprimorando ao longo dos anos, se estabeleceu e hoje está aí para o que der e vier. Falou em vidros para residências e escritórios, Paulinho está sempre nas paradas de sucesso.
03.) E A TRISTE HISTÓRIA DOS QUE VIVEM NAS RUAS E NELA NÃO QUEREM PERMANECER
Página 12 percorreu as "calles" (ruas) de Buenos Aires (como poderia ser feito em qualquer uma brasileira com o mesmo resultado) e em busca de suas histórias, ouviu não só os lamentos, mas levantou dados sobre o grau de instrução, aspirações quanto a voltar a trabalhar e estudar, terem novas moradias em condições onde possam, principalmente sair condição onde se encontram e, consequentemente, das ruas. Vale a pena acompanhar pelos links a leitura e associar com o que ocorre nas ruas brasileiras:
1.) https://www.pagina12.com.ar/136464-caidos-del-mapa
2.) https://www.pagina12.com.ar/136465-entre-ollas-paradores-y-recorridos
3.) https://www.pagina12.com.ar/136466-un-frazadazo-contra-la-invisibilizacion
4.) https://www.pagina12.com.ar/136456-menos-trabajo-y-mas-informal
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
PALANQUE - USE SEU MEGAFONE (115)
EU TENHO AMIGOS QUE NÃO POSSUEM MEDO ALGUM DE DENUNCIAR OS DESMANDOS NA CAPITAL DA TERRA BRANCA
“O que Pamplona tem em comum com Odontoma? Além da rima, uma gama de crimes. Em 2.009 a Polícia Federal e MPF deflagaram a Operação Odontoma contra integrantes da administração da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) que desviaram cerca de R$16 milhões. Um dos réus é apadrinhado político do deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) e todos respondem por crimes de peculato, falsidade material e ideológica, formação de quadrilha e apropriação indevida dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Até o momento ninguém foi preso. Outro caso aguardando desfecho diz respeito ao Condomínio Pamplona, residencial de alto padrão, cujo local de construção fica em área de proteção ambiental (APA), e segundo o Ministério Público Federal, houve irregularidades no registro dos imóveis. O ex-vereador do PSDB, Marcelo Borges, o ex-prefeito de Agudos, Carlos Otacviani (PMDB) e Alcides Tadeu Braga, ex-gerente regional da Cetesb, respondem por crimes contra o meio ambiente, lei de parcelamento do solo, uso de documentos falsos e falsidade ideológica. Por aqui não se fala mais nada sobre ambos os casos, por isso a necessidade da relembrança, ainda mais em período onde se repete à exaustão a palavra corrupção”, Fabrício Genaro nas redes sociais.
“Será que os demais candidatos à presidência não ficam constrangidos com essas pesquisas? Teria alguma graça vencer a eleição com o Lula preso e sem direito à candidatura ? É o mesmo que vencer uma luta com o adversário amarrado. Tô louca pra ouvir um TromPetista em Bauru.....”, Cleide Portes das redes sociais.
“TRISTE PAPEL DE OZIRES SILVA - Eu me orgulhava deste conterrâneo bauruense, colega de voo a vela de um tio querido e desbravador de céus e terras à testa da Embraer. Mas sua atual ocupação como consultor da Boeing me provoca imensa tristeza. Seu artigo na Folha de hoje (20) me revira o estômago pelos loopings e tunôs verbais cometidos para justificar o injustificável. Que vergonha, seu Ozires...”, Gilberto Maringoni via redes sociais.
“Tristeza ver o ódio das pessoas em Roraima, e nem jesus na causa porque a maioria é falso. O ser humano é isso na primeira oportunidade te mata, pisa em você e faz tudo que puder pra obter o sucesso e atingir os seus objetivos. Os capitalistas em seu seio também agem assim, os que almejam dinheiro geralmente agem assim, os antidireitos humanos geralmente agem assim, "bandido bom bandido morto" também age assim, enfim se você age assim você é mais um falso, hipócrita e mentiroso. O seu ódio e sua ganância não condiz com o que você fala e muito menos com o que você vive e faz. Enfim pessoas sem coração, sem consciência, sem empatia, que não sabe se colocar no lugar do outro ou abrir mão de algo em favor de alguém são incapazes de compreender ou agir diferente”, BKL Bruno via redes sociais.
“Em lúcido artigo no Blog Brasil 247, o jornalista Paulo Moreira Leite lembra que a soberania brasileira é um joguete nas mãos dos golpistas: ""Sempre que sofrem uma condenação internacional, governantes brasileiros resolvem denunciar 'intromissão estrangeira' para fugir de suas responsabilidades. Era assim com as denúncias de tortura sob a ditadura militar e na defesa do regime escravocrata no século XIX", Ricardo de Callis Pesce via redes sociais.
“Esse é o meu perfil, bem vindos(das) - Instruções de uso: Na grande maioria das vezes eu não estou afim e/ou não tenho tempo de discutir sobre os conteúdos que forem publicados aqui. Algumas frases curtas, são apenas isso... as vezes estou fazendo uma piada, não é pra gerar grandes polêmicas ou brigas. Alguns escritos são apenas uma espécie de catarse, desabafo, de desrepressão, porque a vida em sociedade nos obriga a esconder, abafar, digerir, reprimir muita coisa. Isso aqui é um pouco de suspiro, de espasmo necessário, sintomão... chamem como quiser. Então (IMPORTANTE... PRESTA ATENÇÃO) se eu não quiser responder com seriedade seus questionamentos, por favor, NÃO SE OFENDA! Já temos problemas demais para lidar no nosso cotidiano. Não quero ficar criando inimizades nas redes sociais. Uma resposta que possa parecer algo como uma grosseria, ou esnobismo, cinismo, arrogância, é apenas preguiça. Tente não levar tão a sério sentenças, formulas mágicas ou escritos que não ocupem mais de quatro linhas”, Tauan Gomes, via redes sociais.
“Os advogados Cristiano Zanin Martins e Waleska Teixeira Martins, que obtiveram uma vitória histórica junto ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, que garante os direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontam a primeira consequência concreta: o relator da candidatura no Tribunal Superior Eleitoral, Luis Roberto Barroso, já não pode mais propor a sua impugnação; "A decisão é obrigatória e vincula a todos", diz Waleska; Zanin adverte ainda que, se houver qualquer descumprimento, a defesa estará pronta para reagir em todos os foros; "o ministro Barroso tem conhecimento jurídico e prefiro acreditar que ele dará cumprimento a esta decisão", Marcelo Cavinato, via redes sociais.
“Fascista, 19 anos de idade - Viu como é importante uma reforma educacional que jamais foi discutida em quase 15 anos de governo popular?”, Silvio Selva, via redes sociais.
domingo, 19 de agosto de 2018
FRASES (172)
EU VIVO DOS REENCONTROS...
Saio na rua por causa deles, os inevitáveis reencontros, o inesperado de rever pessoas queridas. E como gosto de ir trombando a cada esquina com essa gente toda que gosto muito. Felizmente são tantos. O melhor exemplo que posso ter disso tudo hoje está resumido nesta singela e sugestiva foto. Nela um baita de um amigo das ruas, o ZANELLO, o melhor fotógrafo do meu mundo, um que consegue, mesmo que as duras penas, sobreviver fotografando gente em eventos. O gajo já se aposentou, mas nenhuma aposentadoria hoje em dia dá para o cara permanecer em casa e viver tranquilamente. Se faz necessário continuar na lida. Zanello sai por aí tirando fotos de tudo o que vê pela frente e que imagina possa lhe trazer algum retorno. É também contratado por gente simples cidade afora e esses lhe pagam, mesmo todos hoje tendo suas máquinas fotográficas. Pagam, pois ele entrega as fotos reveladas naqueles antigos álbuns e com o seu acabamento final, os cuidados que só ele sabe dar para cada foto. Lindo ver sua abnegação. Eu passei a amá-lo de paixão logo que o vi fazendo isso pela primeira vez. Foi amor a primeira vista.
Pois bem, esse meu amigo me viu hoje na feira e me cercou. Ele tinha acabado de comprar algo mais para sua moto e seus afazeres, um desses trecos que será acoplado em sua moto, um bagageiro onde colocará suas tralhas de serviço. A peça é cheia de um rococó, parecendo um manto desses de colocar no lombo de um cavalo. Lindo, bem a cara de homem matreiro do campo como só ele sabe ser. E o é. Eu fico cheio de orgulho desses meus amigos, pois bem, conto dos motivos dele ter me cercado hoje e me dito assim na lata: "Estou triste contigo, você se esqueceu de mim". Ele reclamava que tenho lhe visto pouco nos últimos tempos, que o tenho ligado pouco, dado pouco atenção para o que continua fazendo. Ou seja, coisa de dois amantes. Um meio desligado, deixa de se interessar pelo que o outro faz. Lasquei um baita de um abraço no danado para deixar bem claro minhas intenções para com ele e assim selamos mais uma vez nossa eterna amizade.
Sempre que o reencontro diz ter uma bela e nova história para me contar e quer que a transforme num texto e publique. Como dizer não para ele, tão gentil e sempre cheio de palavras doces para comigo? Nem tenho como. Sou derretido para com amigos desse naipe. Diz que vai em casa essa semana e me conta em detalhes a coisa. Ficarei aguardando. Conta também de não ter perdido a esperança de encontrar um parceiro de viola e sair mundo afora cantando suas modas, sem eira nem beira, ao sabor do vento. Ele bem sabe que isso é meio que impossível, pois casado e com mulher brava em casa, ela nunca que vai deixar ele sair pela aí sem lenço e documento. Vivemos de sonhos não realizados e assim tocamos nossas vidas. Faço festa em cada reencontro com gente como ele. Ele foi só um dentre uns quatro que revi hoje na feira e renderiam histórias e causos maravilhosos, desses que me fazem parar tudo, dar um breque na vida e ficar de papo pro ar, esquecendo dessas agruras todas, só flertando com algo do mundo do impossível.
Como é bom ter amigos e amigas dessa laia. Eu chego a acreditar que só continuo vivendo, nessa sobrevida que tenho hoje, por causa desse recarregamento de energias que a rua me proporciona. Não me confinem num quarto escuro, numa casa fechada, num beco sem saída, pois daí, tenham certeza, morrerei num piscar de olhos. Eu quero mais e mais ruar e rever essas pessoas maravilhosas, como esse belo exemplo de ser humano, o fotógrafo Zanello, um cara de bem com a vida, simples, singelo, sem maldade no coração, vivendo como a maioria, de migalhas, mas feliz da vida, fazendo o que gosta, sorrindo para o seu semelhante e dando um chute, ou melhor um sonoro bicudo nas adversidades todas que se apresentam diante de nós no dia a dia.
É isso. Quando me verem sorrindo pela aí, é por ter cruzado na rua com alguém tipo Zanello. Ele me encheu de felicidade no dia de hoje.
sábado, 18 de agosto de 2018
PERGUNTAR NÃO OFENDE ou QUE SAUDADE DE ERNESTO VARELA (138)
TOLERÂNCIA ZERO COM CERTOS TIPOS DE PESSOAS E O SEU MODO DE FAZER POLÍTICA
Meu filho chega em Bauru na sexta à noite e o levo na praça da Paz para um lanche feito pelo Jóia, na barraca no sanduíche bauru. Estava frio, vento forte, o que aumentava a sensação de que, comer na praça era algo pra doido. Sentamos e esperávamos o lanche. Não mais aguentando o frio, levantamos e vamos aguardar na boca na barraca, lugar mais quente, bafo da chapa quente na nosa cara. Encostado num dos cantos um velho conhecido dos tempos quando trabalhei na administração Tuga. O cara além do serviço público, se meteu e virou pastor, arrebanhador de rebanhos variados pela periferia bauruense. O perdi de vista, mas acompanho de longe suas peripécias. Puxa conversa:
- E aí, como vai, quanto tempo? Você sabe, agora estou metido em algo político...
Não aguentei, paciência estourada com os últimos acontecimentos do país e desta aldeia bauruense, aproveito que o lanche fica pronto, puxo meu filho para o lado, percebo que vai começar uma longa ladainha e lhe digo:
- Desculpe, mas está frio demais, esse vento, né! Vou comer o mesmo no carro. Abraços para ti. Depois a gente se fala.
Nem aguardei ele me falar (estava mais que pronto) de onde estava metido na tal política. Saímos em desabalada carreira. Digo ao meu filho, os dois rindo da situação:
- Filhão, não tenho mais paciência para tipos assim. O sujeito escolhe entrar para a política somente para resolver o seu problema e não o da comunidade onde vive. Depois de tudo o que o país está passando, esses golpistas de merda destruindo o país, vendendo tudo, entregando tudo de bandeja e gente como esse aí dourando a pílula, virando as costas para o povo, apunhalando Lula sem dó e piedade, tudo em troca de cargos, benesses pessoais e ainda me vem querendo explicar algo. Não aguento mais ouvir histórias enrolativas. Não sou sem educação, mas dou meu jeito e quase os deixo falando sozinho. Vão enrolar outros, eu não.
Ele concordou e devoramos o lanche magistralmente preparado pelas hábeis mãos do Jóia, um dos filhos do seu Zé do Skinão. E para encerrar o assunto TOLERÂNCIA ZERO, escrevo algo mais sobre essa imensidão de candidatos se arvorando serem de Bauru e concorrendo aos cargos de deputados, estadual ou federal. De todos, creio eu, sendo modesto, mais de 80% não valem um tostão furado e só pensam em trair os interesses do povão. Possuem um lado, o pior possível, estão a defender os interesses dessa minoria que assalta o povo. Não me venham com esse papo mais que furado de que “bauruense deve votar em bauruense”. Voto em quem defende os interesses dos trabalhadores. E quando me encontro com um desses, como sei farei agorinha mesma na feira dominical, chegando de mãos estendida, lhes devolvo o folhetinho que me entregam com uma simples pergunta:
- De que lado está sobre a reforma trabalhista? Está do lado do trabalhador que foi usurpado ou de quem o sacaneou?
Do olhar que fazem e do malabarismo das respostas, faço igualzinho fiz com o cara lá defronte a barraca de lanches. Dou de costas e vou cuidar da vida.
OUTRA COISA MAS COM TUDO A VER:
TANTO AQUI COMO EM BUENOS AIRES, REPRESSÃO AOS ARTISTAS DE RUA - AUTORIDADES CONSIDERAM ISSO UM DELITO
Texto publicado hoje no melhor jornal diário da América Latina, o Página 12.
Texto publicado hoje no melhor jornal diário da América Latina, o Página 12.
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
DOCUMENTOS DO FUNDO DO BAÚ (119)
OS POSTES E SUAS MENSAGENS Sou um observador de postes. Vez ou outra trombo com alguns, não de carro, mas a pé. Costumo ler andando e eles insistem em continuar justamente no meu caminho. Quando vejo, ploft! Mas não é disto que quero escrever. Minha tese de mestrado versou sobre esses comunicadores de rua, escolhi três, Carioca da Banca, Inês Faneco e Adilson da Banca, todos bauruenses e criando eles mesmos seus meios mais que próprios de se comunicar, de levar adiante a mensagem do negócio de suas vidas. E o fazem magistralmente, cada um ao seu modo e jeito. Existem muitos meios de burlar a comunicação via mídia massiva e ando fotografando uma dessas formas: a feita através dos postes. O poste é o outdoor dos menos favorecidos e também dos que não querem gastar muito com anúncios em rádio, TV ou jornais. São também muito ultilizados para protestos e campanhas de todos os tipos. Escolhem meios alternativos de passarem suas mensagens, seus pedidos, clamores, denúncias, campanhas e recados de todos os tipos. Tempos atrás comecei a colecionar fotos provenientes dos mais diferentes lugares e tendo como pano de fundo o poste. Devo ter mais de cem, algumas bem significativas. Nesta semana incrementei a coisa e fotografei algumas em Bauru. Por aqui o campeão de colagens em postes são os Moto Táxis. Seus pequenos cartazes, a imensa maioria no formato de uma folha A4 e colados cidade afora. Em regiões de maior movimento, pontos de ônibus, entrada e saída de algum lugar movimentado, lá estão os tais cartazes, muitas vezes empilhados uns aos outros. São recordistas de aproveitamento dos espaços nos postes. Procurei diversificar e assim, outro que vi, da mesma pessoa é um de alguém lendo Tarot, Cartas. Esse cartaz em vermelho (uma das cores mais escolhidas para os tais cartazes de postes) está disseminado por todos os bairros. Essa a forma encontrada por muitos para divulgar seus pequenos negócios, como o do empalhador de cadeiras e do lavador de sofá. Pequenos negócios sempre estiveram nos postes e essa a forma mais fácil de tentar divulgar, passar adiante a mensagem do que fazem. Os religiosos, esperava encontrar mais e nas andanças desta semana somente um. Já vi desses em maior quantidade e tendo para todos os gostos, desde quermesses de santos, terreiros de umbanda e curas milagrosas em seitas. Eu viajo observando e juntando isso tudo, pois representam algo de cada região. O colador de cartazes sabe muito o público que espera atingir e a região onde cola é primordial para atingir seu objetivo.
Tem também o de pessoas se oferecendo para serviços profissionais. Encontrei um, mas sei que muitos recorrem a esses meios para buscar sanar alguma dificuldade e uma colocação no mercado de trabalho. Esse de uma pessoa se oferecendo para trabalhar como faxineira eu encontrei nos Altos da Cidade e numa região com alguns prédios residenciais. Os enxergo como aquela pessoa perdida numa ilha deserta e lançando uma garrafa com uma mensagem ao mar em busca de que alguém o encontre e o salve. Algo doloroso isso tudo, mas bem frequente nos tempos atuais, onde o desespero faz parte do dia a dia de uma quantidade cada vez maior de pessoas. Outro frequente são os de animais perdidos. Deparei com muitos desses e nos mais diferentes lugares. Sempre com a foto do animal e espalhados próximos da casa de onde o bichinho escapuliu. Ou seja, os postes são utilizados para as mais diferentes finalidades. Tempos atrás fui convidado pelos amigos do PCO a participar de uma colagem nos postes da cidade com seus cartazes contrários à prisão do ex-presidente Lula. Encontrei vestígios de alguns em postes próximos da ITE e da Câmara Municipal. Ou seja, quem sai para colar algo nos postes escolhe a região, os locais onde acredita serão mais vistos.
Isso tudo já foi merecedor de longos escritos acadêmicos, facilmente encontrados no google. Vasculhei alguns e também estou juntando alguns, para escrever algo mais sobre o tema. Eu mesmo escrevi um texto acadêmico sobre o muro da Faneco, a nossa querida pipoqueira que faz uso do defronte sua casa como outdoor, antigamente para assuntos variados, mas hoje tão somente para seu negócio. O fato é que os escritos variados das ruas me chamam a atenção, essa grafia produzida de forma espontânea. Muitos consideram isso uma forma de poluir a cidade e que deveria ser mais controlados. Até creio existir um órgão da Prefeitura encarregado disso, mas não conseguem segurar as rédeas de quem, diante de tantos outros cartazes espalhados pela aí, acabam dia ou outro, colando um seu, de um assunto que considere justo, necessário e do qual necessita divulgação. E devem todos obter resultados satisfatórios, do contrário, diminuiriam. Ao contrário, eles se proliferam. No momento continuo juntando fotos dos mais curiosos e peço para quem os tiver e quiser ceder para aumentar minha coleção e tentar fazer vingar lá na frente algo de minha lavra com uns escritos mais rebuscados, que o faça pelas vias de costume.
Isso tudo já foi merecedor de longos escritos acadêmicos, facilmente encontrados no google. Vasculhei alguns e também estou juntando alguns, para escrever algo mais sobre o tema. Eu mesmo escrevi um texto acadêmico sobre o muro da Faneco, a nossa querida pipoqueira que faz uso do defronte sua casa como outdoor, antigamente para assuntos variados, mas hoje tão somente para seu negócio. O fato é que os escritos variados das ruas me chamam a atenção, essa grafia produzida de forma espontânea. Muitos consideram isso uma forma de poluir a cidade e que deveria ser mais controlados. Até creio existir um órgão da Prefeitura encarregado disso, mas não conseguem segurar as rédeas de quem, diante de tantos outros cartazes espalhados pela aí, acabam dia ou outro, colando um seu, de um assunto que considere justo, necessário e do qual necessita divulgação. E devem todos obter resultados satisfatórios, do contrário, diminuiriam. Ao contrário, eles se proliferam. No momento continuo juntando fotos dos mais curiosos e peço para quem os tiver e quiser ceder para aumentar minha coleção e tentar fazer vingar lá na frente algo de minha lavra com uns escritos mais rebuscados, que o faça pelas vias de costume.
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
CHARGE ESCOLHIDA A DEDO (137)
UM DIA NA CORRERIA - VENHO COM UMA "COLCHA DE RETALHOS" - É O QUE TEMOS PARA HOJE
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| Laerte é mais que sintonizado, plugado em 220. Ótimo. |
1.) AOS 83 ANOS, MUJICA RENUNCIA SEU MANDATO DE SENADOR URUGUAIO, QUE IRIA ATÉ 2020: "TODO HOMEM PRECISA DESCANSAR" – Clique no link a seguir: https://www.pagina12.com.ar/135271-voy-a-combatir-desde-el-campo-de-las-ideas
2.) ALERTA IMPORTANTE - Cleusa Slaviero, militante no âmbito do Facebook, faz alerta importante: "Atenção! Assunto super sério. Por gentileza, repassemos nos grupos, precisamos informar. Li uma análise hoje de uma empresa contratada pelo mercado, banqueiros, para medir o alcance dos candidatos nas redes sociais e interesses e comportamentos dos internautas. O ca pitão do exército ...naro empata com Lula e quem mais escreve o nome dele e divulga fotografias e links com bobagens e matéria sobre ele é a esquerda. Nem de cap itão devemos chamar mais. Nem de Bol so deve ser chamado. Agora recebi um recado no WhatsApp e aqui no inbox de marketeiros pedindo para não reproduzirmos posts do Bol so na ro. Está relacionado ao logoritmo do Facebook que multiplica o alcance do post pelos nossos contatos, permitindo que eles alcancem gente fora das suas redes tradicionais. A indicação é inclusive para não digitarmos o nome em hipótese alguma para não entrar nos “trend topics”. Nada dele deve ser divulgado de forma que seja identificado por nome ou imagem, nada, e quando amigos citarem o nome dele nos comentários devemos deletar. E no inbox também, o que é feito no inbox, em comentários no Youtube, em blogs, no WhatsApp, conta. Temos de fazer campanha para o Lula, para o PT, para nossos candidatos, agora já estamos em campanha. Tem de parar com essa mania de memes, só ajuda ele, e é um absurdo ajudarmos aquele troglodita. Temos de encher de imagens, links e vídeos legais de Lula e Haddad e sempre escrever muito Lula e Haddad do PT 13 e Manuela D'Ávila. Nada de citar o nome, apelidos e o que for que o identifique, nem dele e nem do general vice dele ou do partido deles. Teremos de ter formas de criticar sem permitir que sejam capturadas menções aos nomes deles. Eles têm de cair rápido e dramaticamente na internet. Combinado? Tem de ter atenção com os apelidos, esses contam também, por exemplo se chamar de mit o vai contar... separei o o pra tentar nem contar mais). Valeu gente! Agora são 57 dias finais de muita luta!”, Cleusa Slaviero
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| No traço de Carvall, Lênin poderia muito bem ser o padrinho da URSAL. |
3.) Ursal dizendo a que veio: o sonho da Pátria Grande se materializando e justamente após a fala de um inconsequente e perdido/vendido, que um dia já se postou (falsamente) do lado de cá - gostando de ver, reagir é preciso. Clique no link a seguir: https://www.facebook.com/gatomiga/videos/2055075731471504/
4.) HOJE, QUARTA, 15/08, SÓ EXISTE UM LUGAR ONDE GOSTARIA DE ESTAR E, INFELIZMENTE, NÃO ESTOU
Mas acompanho, como posso, do meu modo e jeito, com as devidas interrupções para o trabalho e outros afazeres. Brasília tomada pelo vermelho, a cor da resistência, dos que dizem não ao cruel e insano golpe. Cá estou na aldeia bauruense, acabrunhado por não ter tido condições de estar junto aos que hoje colocaram a cara pra bater. Lula Livre e candidato. O link: https://www.facebook.com/jornalistaslivres/videos/646833669024422/?fref=mentions&__xts__[0]=68.ARBll86mQMnASAwnvrQC_HmuHV5X_WdllZP0N1XGcToaO6bj5chypauLJUjHZf10sFYrtp1YC4zPVm1Wz8TLifP5qzj_SY5UFDz7_Rfmv-RcI8H6oxbvskn1EVpDolgFCzqtw73d2sDW&__tn__=K-R
5.) OBSERVEM COMO AVANÇA A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO
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| Miguel Rep destaca em seu trabalho todas as precarizações do neoliberalismo. |
O Uber é o carro-chefe e agora mais uma, vinda dos States, como solução salvadora para o trabalhador nesses bestiais tempos de neoliberalismo. Primeiro, o emprego não mais existe como dantes, depois com tudo e todos tentando de todas as formas e jeitos sobreviver, trabalhando no que encontram pela frente e muito pouco encontrando, acabam caindo nas garras dessas novas formas de trabalho, onde as pessoas se acham donas do próprio nariz, mas na verdade estão cada vez mais precarizadas e submissas às condições impostas pelos detentores do poder mundial. Em todos, a grana centralizada nas mãos de quem deteve a ideia, a registrou e a propaga de forma mundial. Tudo é repetido e as condições da legislação trabalhista é o que menos conta. As pessoas, desprovidas de buscar outras alternativas se deixam levar, ganham algo e ao conseguir ir pagando suas pendências deixam de reclamar e se sujeitam. O caos está se instalando por todos os lados, meios e maneiras. Leiam atentamente mais essa, que se ainda não chegou aqui no Brasil e Bauru, em breve dentre nós. Eis o link da matéria do diário argentino Página 12: https://www.pagina12.com.ar/135513-el-ocaso-de-la-ilusion-del-emprendedor
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