sábado, 7 de janeiro de 2023

AMIGOS DO PEITO (207)


PRA QUE DISCUTIR COM MADAME*
* Meu 91º texto para o semanário DEBATE, valoroso órgão de imprensa de Santa Cruz do Rio Pardo. Nessa semana, presto homenagem ao meu bardo, professor Jeffé. Eu com ele nas fotos de 07/04/2022, em Natal RN, só ouvindo, assimilando conhecimentos, para depois colocar em prática. Aprendendo sempre:

"Meu mais que dileto amigo, o professor Jeferson Barbosa da Silva, o Jeffé, deu aula uma vida inteira na Unesp Bauru, comunista de velha cepa. Vivenciou duros tempos e outros mais amenos, foi da perseguição à aceitação, quando assessorou o então deputado federal Tidei de Lima em Brasília. Tem muita cancha política e hoje, vida ganha, filhos criados, separado consensualmente, se auto exilou e foi morar na República Democrática do Nordeste, mais precisamente em Natal RN.
De lá observa tudo até com mais exatidão do que quando aqui. A distância propícia o melhor entendimento e hoje, é um dos que melhores me aconselham, com sacadas mais do que precisas, diria mesmo, cirúrgicas dos acontecimentos locais, ou seja, daqui de Bauru. Por lá, ele lê diariamente pelo modal virtual o nosso único jornal diário, o Jornal da Cidade, ouve nossas rádios e escolheu um seleto grupo de pessoas para ir lendo o seu posicionamento sobre o andamento da cidade.

Junta tudo e, mesmo com tanta distância, é, para mim, quem mais entende e saca do que ocorre internamente no mundo da política bauruense. A forma como atua, conseguindo juntar tudo, tão de longe e, ao mesmo tempo, parecendo tão perto é de impressionar. Na dúvida sobre uma opinião ou um posicionamento mais delicado, ou não entendendo bem o último passo dado pelo político daqui, não dá outra, ligando pra ele, a orientação em cima da pinta.

Comento sempre com ele sobre o algo mais do posicionamento da alcaide daqui, a ultraconservadora, também fundamentalista Suéllen Rosim e da última vez, além de pedir para deixar de pegar leve e entender o que fato ocorre, deu a sacada final, dessas quando não existe dúvidas sobre como agem alguns políticos.

“Meu caro amigo Henrique, com o fascismo a ação tem que ser diferente. Tanto para com ela, a prefeita, como para com o que te vejo escrevendo sobre a atuação da rádio Jovem Pan, o erro é um só. O fascismo não faz enfrentamento e sim, provocações. Perceba isso, ele faz você reagir e quando o faz intempestivamente, sem raciocinar, ele ganha pontos. Com estes, algo bem simples, não existe diálogo possível. O que fazem e como fazem, impedem qualquer diálogo. Enfim, você acha possível dialogar com algum bolsonarista, diante do que fizeram? São maldosos, perversos. Não caia na armadilha deles. Faça o mesmo, provoque-os. Eles sentirão mais o baque”, me diz por telefone.

Aceitei prontamente o conselho e, creio eu, tenho ganho com os escritos mais pensados. Mais cérebro e menos emoção. Enfim, hoje mesmo, ouço pelas ondas aqui dessa bestial e insana Jovem Pan, que chamo de Velha Klan, algo sobre como eles entendem a tal da liberdade de expressão. Os caras passaram de todos os limites, sabem disso, mas insistem em apregoar serem perseguidos. Para tudo existe um limite, inclusive para a Liberdade de Expressão.

João Gilberto canta um samba maravilhoso sobre isso e num refrão repete: “Vamos acabar com o samba/ Madame não gosta que ninguém sambe/ Vive dizendo que samba é vexame? Pra quê discutir com madame?”. Não discuto mais. Vou na veia, mas com a mesma moeda, muita ironia, picardia e provocação. Eles endoidecem, devo isso aos ensinamentos do amigo Jeffé".
Henrique Perazzi de Aquino, jornalista e professor de História (www.mafuadohpa.blogspot.com).

LEITURAS MATINAIS
Acordo e na porta, minhas duas leituras da manhã. Assino o Jornal da Cidade e hoje chega com novidade, edição englobando o final de semana, valendo por sábado, domingo e segunda. Agora, de sete estão com cinco edições na semana. Trata-se em primeiro lugar do aperto que todos do mercado editorial impresso, indistintamente, passam. Rebolam, fazem o que podem para continuar indo às bancas. Independente da linha editorial que combato, continuo lendo e valorizando o trabalho feito, enfim, muitos valorosos jornalistas por lá e numa labuta a olhos vistos para continuar trabalhando e chegando até aqui, na porta de casa.
O mesmo acontece com a revista semanal - a melhor existente no país - Carta Capital, que magrinha, não sei nem como conseguiu sobreviver, diante de uma perseguição atroz para revistas de cunho liberta, atuando dentro da verdade factual dos fatos. Ser oposição à Bolsonaro e ao poder de fato brasileiro é sinal de minguados anúncios e daí, claro, grana muito curta para rodar a revista. Junta-se a isso o problema do modal impresso e daí, incomensurável problema. Ela, mês atrás, pedia a seus leitores e admiradores para contribuir com algo para a manutenção da linha editorial, hoje única no Brasil. Tomara com o governo Lula, ao menos pintem anúncios institucionais, algo que até o final do desGoverno do capiroto, existia para outras publicações - as favoráveis - e não para as de oposição. Junto as duas publicações, uma que gosto demais, outro menos, mas na junção do que leio, vou construindo minha linha de pensamento. Sou mais de papel, cheiro ainda o que leio e assim, mais uns dias compro também a edição da Piauí e intercalando as leituras delas todas, escrevinho depois algo que aqui sai publicado. Meus escritos devem muito hoje a essas e outras leituras. Não só leio papel, como junto, coleciono, acumulador assumido. Vez ou outra as enchentes no Mafuá me fazem descartar parte do acumulado. E os livros, cada vez mais. Papéis me rodeiam por todos os lados.

EM BAURU, incomPREFEITA FAZ POUCO CASO DO CARNAVAL, MAS O "TOMATE" JÁ ESTÁ MAIS DO QUE ENGATILHADO PARA A FOLIA
Foi decidido hoje o título de nossa folia: "TOMATE - OS IMBROCHÁVEIS DA ALEGRIA"
Temos muito o que tratar, enfim, desde a posse da alcaide, Bauru padece. Ela, como bolsonarista, travou a cidade e a conduz para o precipício. Foram tantas coisas, a compra dos imóveis, os ataques a Cultura, os eternos buracos, a falta d'água, a CPI engavetada pelos vereadores, o aumento do número dos vereadores feito na surdina e a toque de caixa, o acampamento da derrota na Bandeirantes, os escândalos internos de órgãos da Prefeitura, a rádio JP das fakes e falácias, prefeita boa de marreta destruindo a cidade, a saúde, educação e cultura e juntando tudo a fuga do capetão, o imbrochável que deixou os seus largados , amotinados da derrota. Daí, nada melhor do que cutucar a forma como o capiroto se aventou como imbrochável, sendo o mais brochável de todos. Nossa reação é a de demonstrar o quando o termo pode ser utilizado para a necessária folia, principalmente a do Carnaval, que neste anos, provavelmente não ocorra, pois estão dando um jeito de inviabilizá-lo, jogando a culpa para o Jurídico e isentando a "bem intencionada" (sic) alcaide, que até chegou a propor verba para os foliões, mas forças ocultas a impediram de concretizar e consumar a sua efetivação.

O Tomate não perdoa e vem pra rua falar disso tudo. Nosso letrista já está preparando o samba deste ano, que irá arrasar na descida do Calçadão, dia 18/2, sábado de Carnaval, saindo, como sempre da praça Rui Barbosa e desfilando até a praça Machado de Mello.
Na próxima semana, sábado, dia 14/01, faremos o primeiro ESQUENTA do TOMATE, lá defronte do BAr do genaro, na vila Falcão, com tudo começando as 15h e indo até o arroz secar.

Vamos escolher o Prêmio DESATENÇÃO e os dois MUSOS do TOMATE, sempre um casal.
Como sempre, continuamos seguindo o lema, "A GENTE FAZ FESTA MAS TÁ PUTO DA VIDA".

Este é só o começo e de agora em diante, até o Carnaval, publicações quase diárias por aqui e compartilhadas pela aí, com as novidades (surpresa em quem vai ilustrar a camiseta deste 11º desfile). Vamos espezinhar com esses perversos todos, os lobos em pele de cordeiro. Vamos juntos?

OBS.: Quando me deparei hoje com essa ilustração do Reinaldo na edição de janeiro da Piauí, na hora vi era era a ideal pra gente dar o pontapé inicial na coisa. Tem muita gente conspirando contra o Carnaval nestas plagas, mas os IMBROCHÁVEIS DA FOLIA estarão de volta ao Calçadão e com a verve mais afiada que nunca
HPA, pelos tomateiros de plantão, Bauru SP, 22h14, sábado, 07 de janeiro de 2023.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

PERGUNTAR NÃO OFENDE (193)


POR POUCO A incomPREFEITA NÃO COMPRA O COLÉGIO SÃO JOSÉ
O que o vereador Meira fez de juntar a prefeita e alguns de seus secretários numa espécie de Audiência Pública, que na verdade é um pedido de esclarecimentos sobre uma aberração que estava prestes a ocorrer na cidade e vinda novamente das hostes da incomPrefeita Suéllen Rosim é algo mais do que louvável. Pelo que o vereador supõe, ela, a alcaide, estava prestes a abrir novamente os cofres municipais sem consultar ninguém, desta feita para obter prioridade na compra da edificação compreendendo o quarteirão inteiro ocupado hoje pelo Colégio São José, bem no centro da cidade, entre as ruas Bandeirantes, Rodrigues Alves, Gustavo Maciel e Antonio Alves. Ia pagar caro e, ufa!, o Meira nos salvou a tempo.
Mas antes dessa notícia existe outra e essa ainda não a vi noticiada em nenhum lugar, mas a mesma me foi comunicada hoje pela boca de uma agora ex-professora: o Colégio São José, uma das mais antigas instituições educacionais da cidade, ligada às irmãs do Sagrado Coração, está fechando suas portas na cidade. É isso mesmo? Pelo jeito sim.

Se a alcaide recebeu em primeira mão a oferenda para fazer oferta e abrir negociação, o Colégio está mesmo encerrando suas atividades. Sendo confirmado, seria a segunda empresa educacional a fazê-lo neste começo de ano. Primeiro a Faculdade Anhanguera e agora o Colégio São José. Não dá para dizer da existência de crise no setor, pois outras tantas pipocam e algumas, mais plugadas e antenadas com o momento, se fixam dentro de padrões mais modernos e tecnológicos. A concorrência dentro do capitalismo predatório é mesmo insana e põe fim a quem não se atualiza. Enfim, são assim e pronto, nenhuma novidade.

O erro mesmo foi a alcaide, mal recebe a notícia, já se prontifica a adquirir tudo, enquanto a real necessidade neste momento da Educação municipal se dá com os prédios municipais de escolas, alguns com sérias deteriorações e todos localizados na periferia da cidade. Nenhum no centro, local do São José. Quando a alcaide responde não ter intenção de compra, o vereador Meira rebate prontamente, pois já estava ciente que, equipe técnica (sic) da Educação Municipal já havia até visitado as instalações do Colégio. Pelo jeito, a denúncia do que era tratado em surdina melou o negócio. Bauru agradece. Enfim, alguém sabe quais as prioridades de Suéllen Rosim?

COMEÇANDO O DIA COM A POESIA DE LÁZARO CARNEIRO


ESSE FINAL DE SEMANA VAI TER "LADO B" E É COM O CONTADOR DE CAUSOS ANTONIO MIGUEL CARNEIRO - HISTÓRIAS QUE NÃO ACABAM MAIS
Autor do livro "Da Boca do Sertão - prosas e versos de um caipira no asfalto".
O homem não tira o boné do MST da cabeça um só minuto, parece fixado em sua cabeça.
Será no domingo, 08/01/2023, 10h30 pelo facebook deste HPA.
Eis o link do aperitivo de 8 minutos: 


DIGAM VERDADE:
O ESSO MACIEL não está a cara do Caetano Veloso?
Tirei essa foto dele na última quarta lá no Mafuá do HPA
Meus admirados e admiráveis oitentões são lindos...

ALGO DA POSSE
Pergunta feita pelo amigo jornalista RENÉ RUSCHEL em sua página no Facebook e aqui compartilhada:
Será que o Brasil já virou um país comunista? (Contém muita ironia)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

PALANQUE - USE SEU MEGAFONE (173)


PROMESSAS DE ANO NOVO DESTE HPA...
1.) Publicar textos mais curtos. Muitos reclamam que meus textos são ao estilo "textão", daí não chegam até o final. O que fazer quando a cabeça ferve e pede mais, mais e mais? Na verdade, não estou mais em idade de ser contido. Para os que ainda possuem a paciência da longa leitura, meu muito obrigado. Sou assim mesmo, incontido.
2.) Como escrevo quase sempre na correria, pelo fato de querer fazer um monte de coisas ao mesmo tempo, os textos saem publicados do jeito que foram escritos, sem correções. Algumas faço posteriormente, outras nunca mais. Tentarei revisar mais e mais, tirando essa impressão de escrevinhador sem noção e que não sabe escrever direito. Quando publico um texto pelo celular, os erros dobram. Na verdade, preciso de mais algumas horas no dia, 24h está sendo pouco.
3.) Outro dia me chamaram de "metódico", talvez por causa de numerar alguns de meus posts, os diários, feitos na sequência. É uma forma de organização, talve única por aqui. Desconheço outro com o mesmo método. Mantenho a numeração para o Cena Bauruense e, talvez recomece o Vitrolinha do HPA, enfim, preciso muito reconsiderar a sisudez.
4.) Não irei parar com o "Lado B - A Importância dos Desimportantes", meu bate papo, ao estilo entrevista, que chegou longe, pois já alcançou o número 106, ou seja, grande feito - para mim. Antes semanalmente, no final, por causa do pega da eleição do ano passado, nem tanto, mas sendo retomado já neste final de semana. Peguei gosto, enfim, conversar e registrar é preciso. É o que tento ir deixando registrado por aqui.
5.) Tudo o que publico aqui no Facebook, junto tudo no final do dia e publico também no Mafuá do HPA (www.mafuadohpa.blogspot.com), meu blog pessoal e com textos publicados desde 2007, quase ininterruptamente. Se a pesquisa é difícil com o passar do tempo por aqui, no blog é muito mais fácil. Minha história de vida está toda lá, contada em detalhes, sendo ocultada somente alguns segredinhos, que qualquer dia conto ou alguém revela antes, por desagravo com minha pessoa.
6.) Prometo mesmo é não me vender, não mudar de lado e não aparecer por aqui de uma hora para outra cheio de salamaleques pra quem até hoje abomino ou contesto. Se isso acontecer, por favor, me interditem, internem e desmereçam. Sou o que sou, o que está por aqui de forma transparente. Não tenho porque mudar, enfim, tenho também como promessa intensificar o trabalho junto a reconstrução deste país, pois aos 62, dolorido dos pés à cabeça, sei que já dobrei o "Cabo da Boa Esperança", daí uma só certeza, resta pouco tempo de combate. Quero continuar na lida e luta até o fim. Não pego no pé de ninguém, só cobro algo junto aos merecedores de nenhuma trégua.
7.) O Mafuá do HPA tende a continuar enquanto tiver forças para fazê-lo, o que espero ainda prossiga por algum tempo. Assim como o bloco farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o Bauru Sem Tomate é Mixto, que neste ano sairá pela 11ª vez. Eu e os tomateiros - ainda vivos - temos sempre muito a propagar. Enfim, como apregoa nosso lema: "A gente faz festa, mas tá puto da vida". Já que existe este espaço, faço dele um uso dentro do que acredito ser possível como contribuição, se o que faço assim pode ser considerado.
8.) Eu não falo, nem escrevo de tudo, mas do que me vai pela cabeça. Leio muito, o dia inteiro e assim, escrevo sobre o que leio, minhas reflexões. Não sou e nunca serei dono de nenhuma verdade, aliás a contexto. Quero mais continuar flanando como Raul Seixas: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Sou assim, imperfeito até a medula.
MUITO OBRIGADO MESMO, DO FUNDO DO CORAÇÃO...
OBS.: Se lembrar de outros itens, irei acrescentando ao longo do dia.

O CARA FEZ E ACONTECEU, AGORA QUER PERDÃO
Vale pra o capiroto fujão e para a JP, Velha Klan.
Eles estão se borrando, pois sabem o que fizeram. Que paguem pelos erros e crimes cometidos.

TODO COMEÇO DE ANO...
Com a charge do hoje a Laerte, encontrada ontem numa velha revista de humor, a "Careta - Especial para Colecionadores" - foi o que fiz -, de 1982, algo sobre a entrada do Ano Novo. Com ele os problermas deixados pelos que saem e os novos, acumulados e sem definição e solução. Ela, a charge, poderia ser republicada agora, só trocando a data para 2023 e seria mais atual que nunca. Isso ad eternum, ano após anós, administração após administração. Ainda mais neste ano, depois de intermináveis quatro anos de administração capirotista e fundamentalista do Seu jair, a destruição é quase total, caixa zero e escândalos acumulados. O Brasil sempre tem jeito e repito aqui algo já escrito algumas vezes num passado recente: a direitona braba destrói o País, deixam ele uma lástima quando entregam o governo e daí, chegam os de esquerda, com outra visão e postura, consertam tudo, reparam os estragos e quando tudo está bem encaminhado, a direita se apresenta novamente e leva de novo, para surrupiar tudo de novo. Trata-se de um ciclo, algo que precisa ser encerrado. Lula tem duros quatro anos pela frente e precisa neste período construir algo sólido, formatar uma continuidade para prosseguimento altaneiro e duradouro. Estou perfilado para o combate à perversidade e ódio destilado nos últimos anos e a reconstrução do País, muito preocupado com o que virá pela frente no governo estadual e mais ainda, no que ainda resta deste descalabro municipal. Ou seja, no abrir as portas para o Ano Novo, algo como, A LUTA CONTINUA, "que venha o touro". Se ainda estava em estado de letargia, moroso, pegando forma, creio a tregua ter chegado ao fim. É preciso muito empenho, luta, perseverança, trabalho dedicado e de forma coletiva para se chegar a algo palatável e duradouro. Disposto, essa minha determinação.

RECADO DO HPA (15)*

* Li algo sobre no jornal, também no fecebook e me lembrei do ouvido aqui onde moro, daí foi só juntar tudo, escrevinhar e agora tornar público.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

FRASES (229)


A VELHA KLAN ESTÁ MAIS PERDIDA QUE BARATA TONTA - E VEM CANA DURA PELA FRENTE
"Hahahahaha, liguei naquela rádio já conhecida por disseminar o ódio, pra ouvir o que o também radialista insignificante estava falando sobre o novo governo. Eu sabia que seriam palavras de ódio (pois é só o que ele faz) mas foi além de tudo engraçado. O cara está com medo de ter que pagar pelas merdas que fala todo dia, e vem com uma retórica de que estão tentando o calar. Depois fez uma análise do discurso do atual presidente e chegou a conclusão de que o discurso foi para criminalizar o governo anterior e desmerecer tudo o que o outro fez, que esse sim foi um discurso de ódio. Para concluir, falo aqui, que o discurso em nada criminaliza um governo que foi sim, excludente, criminoso e que governou para poucos. Para começar bem o dia, a frase de hoje é: senta e chora", servidora pública municipal Iara Costa, sentindo o clima hoje vivenciado pelos radialistas da JP Bauru..

TÁ ENGRAÇADO DEMAIS OUVIR A DESMONETIZADA JOVEM PAN, OPS, DIGO, VELHA KLAN BAURU MENDIGANDO DINHEIRO PELAS ONDAS DO RÁDIO
O slogan "essa rápio pega" anda cada vez mais em baixa. Depois de ser desmonetizada pela Justiça, que viu em sua ações atos levianos e anti-jornalísticos, a grana parou de entrar nos cofres da emissora e agora, aqui em Bauru, ficou hilário ouvir a mudança de discurso proveniente de gente como o diretor local, Alexandre Pittoli, eterno Prêmio Desatenção do bloco farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o Bauru Sem Tomate é MiXto. Ou seja, o danado apronta e não é de hoje.

A diferença é que, agora, depois de ter aprontado todas com os microfones, a batata está assando e, primeiro através de decisões judiciais e agora, com a perda de clientes - grana nos cofres -, juntando a também crescente perda da credibilidade e de audiência, os danados estão a perceber que o buraco é mais embaixo. Fizeram e desfizeram, atuação baseada em fake-news e ataques eivados sempre de ódio e muito, mas muito bolsonaristas. Uma hora a coisa tinha que desandar. Chegou o momento.

É mais do que hilário ver os dois principais locutores aqui da emissora em Bauru, Alexandre Pittoli e Rosana Polli, já atuando dentro do novo momento, ou seja, sem a grana fácil nos cofres e tendo que a todo instante pedir para ouvinte passarem PIX - "um real que seja", dizem em alguns momentos -, tudo para adiar a derrocada. A dupla bauruense deve ter recebido os devidos "pitos" da rede nacional, tanto que, já aceitam que a eleição não foi fraudada e não citam mais, quando ainda criticam, os nome de Lula e de Alexandre de Moraes. O golpe foi sentido. Na verdade, não foi um golpe ao estilo do boxe, pois o ocorrido foi um enquadramento. Passaram de todos os limites, fizeram e defizeram, gozaram, humilharam, provocaram, instigaram, propuseram um levante, golpe, quartelada, ação nas ruas, blecaute e tudo o mais, porém, nada conseguiram. Agiram totalmente fora da lei e estão agora começando a pagar pelas "cagadas" de gente como o locutor principal de Bauru, que mais dia menos dia, deve responder pela irresponsabilidade praticada aqui dos microfones de Bauru.

No momento estão mendigando dinheiro, em drops, aos poucos, em falas contínuas, buscando como saída que os ouvintes paguem a conta. Clientes abandonam o barco e a cada dia mais isolados, decrépitos e insanos. Em nome do bom jornalismo, tudo o que seja sadio e responsável passa ao largo deles. Os que ainda continuam, já estão a rever postura e publicidade, pois nem toda mentira repetida ininterruptamente acaba se tornando verdade. No caso desta rádio, o bicho está pegando. Nenhuma pena, muito menos dó. Que paguem pelos erros cometidos e mais do que evidenciados. Excessos não podem ser aceitos e estes passaram de todos os limites toleráveis. Representam tudo o que o Brasil menos precisa neste momento.

SE A PREFEITA NÃO GOSTA DO CARNAVAL, SEMPRE EXISTIRÁ UM MEIO LEGAL DELE NÃO ACONTECER
Eu não sou nenhum bidu, muito menos escrevo olhando para nenhuma bola de cristal, mas no caso da realização ou não do Carnaval bauruense de rua, nada disso se fazia preciso para decifrar a existência de gato nessa tuba. Na edição do JC de hoje, a revelação do ardiloso imbróglio onde a festa está enfurnada e, pelo visto, deram o jeitinho para sua não realização, sem resvalar culpabilidade para o lado da incomPrefeita Suéllen Rosim.

Já publiquei uns três ou quatro textos duvidando da boa vontade da alcaide em realizar a festa. Anunciei o roteiro. Primeiro ela recebe todos os carnavalescos, ouve, diz que vai pensar, demora alguns dias e atende seus clamores. Todos acreditam e aguardam a publicação do edital. Este sai muito atrasado, com menos de 60 dias para a festa e cheio de detalhes. Só após tudo atendido, a primeirap arcela do repasse e depois da festa o restante, o que já é uma aberração. Os carnavalescos continuaram acreditando e até anunciaram eleição de reis e rainhas, festa agendada para 8/1.

Hoje a pá de cal. A desculpa é sempre a mesma, um tal de "impasse jurídico". Nunca a culpa será da alcaide, sempre a culpa recai sobre seu Jurídico, possuidor de ombro calejado e acostumado a ter que segurar a onda. Ela, a alcaide, como é sabido é fundamentalista, não possui nenhum tipo de admiração pela maior festa popular brasileira, aliás, a renega. Como boa bolsonarista, espezinha o Carnaval e agora, mais uma vez, perto dos 50 dias da realização da festa, aparece o algo para decretar que, ela fez o possível, mas as forças contrárias agiram e impediram a festa de acontecer. Como coincidência das coincidências aparece mais uma, um Abaixo Assinado dos moradores das imediações da avenida Jorge Zaiden contra a festa desfile no local, sob alegação de "transtornos". Veio a calhar para a lacração definitiva da festa.

Juntem tudo e vejam se tenho ou não razão. O edital foi feito com muito atraso. É inconcebível um edital ser feito tão perto do evento e envolvendo grana a ser repassada para realização do mesmo. Isso já sugere despreparo, inépcia, má vontade e culmina com decisão de não fazer, ou seja, finjo que faço, mas na verdade não irei fazer. Não existe outra justificativa plausível para contornar o que está ocorrendo e em plena execução. Não me tentem convencer e falar em coincidências ou tudo o mais, pois se para alguém ainda não está muito claro o plano arquitetado, creio será preciso desenhar. Tenho comigo que, nessa administração suellista não teremos Carnaval com dinheiro público em nenhum dos seus quatro anos. Seria mais simples ela deixar isso claro por Decreto e não ficar embromando os carnavalescos. E estes, por favor, deixem de ser ingênuos. Ela nunca se mostrou favorável à festa.
OBS.: Parabéns aos jornalistas do Jornal da Cidade pelas duas excelentes matérias. Foram na veia do problema: nosso Carnaval miou.

E DAÍ, O MUNDO RECONHENDO PELÉ. BAURU O FARÁ QUANDO MESMO?
- "Pelé foi um dos personagens mais fotografados da História contemporânea. Há imagens e poses do Rei de todas as maneiras e ângulos. Difícil dizer qual a melhor. Para mim, sua expressão gráfica definitiva é esta de Ziraldo, em junho de 1970. Mostra o rei encarnado em seu povo", professor e chargista Gilberto Maringoni.
- "Nunca! Bauru está se tornando uma cidade obscurantista! Nuvens negras pousaram sobre esse feudo! Existem muralhas intransponíveis para a cultura e a Educação vencerem! Agora o que os "Discípulos de D. Sebastião" foram empoderados por políticos saídos das latas de lixo da historia vamos aguardar as próximas eleições e torcer para que alguma bruma de progresso se abata sobre esse feudo e nos tire dessa eterna "Idade Média"!", Dirceu Mosquette Junior.
- "O bauruense não está preparado para um diálogo desta magnitude. Fiz o seguinte comentário em um post do Pedro Valentim Benedito : "O que Bauru fez pela memória de Pelé? Demoliu sua casa e transformou o clube onde ele iniciou em supermercado". Pronto. Começaram os ataques, teve até quem entrou no meu privado me xingando de todo nome e ainda pedindo minha localização e me ameaçando fisicamente. Pensei em retirar minha posição, mas resolvi deixar pra ver até onde vai a estupidez do bauruense. Ainda estão me criticando. Bauru nunca fez nada pela sua memória. Veja por exemplo a casa dos pioneiros que deveria ter sido restaurada, dentre outros lugares que estão abandonados", Antonio Miguel Carneiro.
- "Bauru não reconhece ninguém. Aparentemente nas terras bauruenses, só o vendedor de travesseiro da Nasa é reconhecido. Enquanto Pelé, Mauricio de Sousa e Mauro Rasi, só pra ficar em três, são solenemente esquecidos", Marcelo de Souza Carlos.
- "Discordo do nome ao estádio, como discordei acrescentar ou denominar "Damião Garcia" ao complexo do estádio. Nada em homenagem ao Pelé vai para frente se continuar com a mesma política sobre patrimônio histórico, que despreza todas as referências da cidade. O descaso quanto ao legado de Pelé na cidade não é algo isolado, um problema exclusivo referente a este personagem. Ferrovia, material ferroviário, prédio histórico, arquiteturas, bens móveis e imóveis, personagens importantes antes e depois de Pelé, etc.. Tudo parece ser relatado ao esquecimento e abandono", Thiago Moratelli.
- "Ontem vi numa reportagem que até o caixote de madeira, que o Pelé, usava para engraxar os sapatos, na estação ferroviária, foi preservado no Museu de Santos.Até isso, Bauru perdeu...", Orlando André Gasparini.

EU E MEU AMIGO MAURÍCIO PASSOS, DE PEDERNEIRAS SOMOS UM TANTO LERDOS EM INTERNET - SÓ HOJE ELE CONSEGUE ME ENVIAR AS FOTOS TIRADAS DE MIM VENDENDO BOTTONS NA FESTA DA POSSE EM BRASÍLIA
Tem coisas onde as dificuldades se acentuam. Tenho minhas debilidades e uma dessas reside na área tecnológica. No quesito celular e computador, padeço além da conta. Devo dominar menos de 50% das possibilidades. Não sou o único. Outro com grande dificuldade, muito maior que a minha é meu dileto amigo pederneirense, Maurício Passos, bravo guerreiro lulista e petista na cidade de Pederneiras. Viajamos juntos para Brasília presenciar a posse do eleito presidente Lula. Tudo na viagem foi fantástico e até dormimos no alojamento da CTE/CNTI em Luziânia no mesmo quarto, este com dez camas. A convivência com o Maurício não é de hoje e já realizamos algumas viagens juntos, várias para Curitiba, no tempo de prisão do Lula em Curitiba e para São Paulo em manifestações diversas.

A deficiência tecnológica foi acentuada após a viagem, quando disse ter tirado várias fotos minhas num dos momentos auspiciosos e aqui já contados, quando fui convidado a adentrar uma Banca do PT, junto do Espaço Alimentação em Brasília e ali vender meus bottons. O danado tirou muitas minhas, algumas seguidas e mudando só o meu posicionamento. Fiquei encantado e queria guardá-las. Ele está tentando desde segunda, quando chegou de volta e só conseguiu hoje. Eu deveria ter incluído as mesmas no texto anterior, mas não chegavam nunca. Desisti. Hoje ele me liga e diz ter conseguido, não sabe nem como enviar via Tânia, sua namorada, ela em Buenos Aires. Ligo para ele e me envia uma só, com um recado, foi a única que conseguiu enviar.

Passa um tempo, ele me liga e pede para conferir se chegaram. Fui ver e cá chegaram todas. Perguntei como conseguiu. Ele, confessa, já havia desistido e como estava ficando nervoso, aproveitou que sua irmã foi visitá-lo, pediu a ela e tudo foi resolvido num piscar de olhos. Aproveito e pergunto se viu como ela fez e se aprendeu. "Nada, nem olhei direito. Se for enviar amanhã, já não lembro nem como ela fez", diz. Ou seja, Maurício continua o mesmo, um dos amigos mais fieis deste HPA, nosso mestre cuca, churrasqueiro juramentado, porém não come carne. Faz o melhor churrasco do mundo, tempero inebriante, mas nem prova. Seu negócio são os legumes. Toma cerveja conosco, isso gosta e muito. Tempos atrás foi provedor da Santa Casa de Misericórdia de Pederneiras, no primeiro mandato da prefeita Ivana Camarinha. Entende de muita coisa, menos de tecnologia.

Maurício me registra num momento destes únicos vividos lá em Brasília. Levei pra lá uma batelada de bottons, havia oferecido alguns, todos com motivos da posse, únicos por lá, para o pessoal do ônibus e estava empacado, pensando em como começar a oferecer, com um público de mais de 500 mil pessoas ali na rua. Quando o Miguel do Lulão Gigante me ofereceu para adentrar a Banca do PT e oferecer dali, daí em diante não mais parei. Foi abrir as três embalagens e não parei mais, muita conversa e quando me dei conta, não sobrou nenhum nem para contar a história. O ocorrido foi inusitado e como estava atuando, não tinha como me autofotografar. Maurício fez isso por mim, no momento nem percebi e quando me mostrou, pedi para me enviar. Daí começou sua tortura, só resolvida hoje.
Obs.: A singeleza da história é também usual dentre meus escritos. Tem momentos em o bicho pega e noutros, como agora, navego em águas bem brandas. Tirou tantas de mim e por fim, tiro uma dele.

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

CARTAS (251)


CONSULTE OS ORÁCULOS*
* Carta de minha lavra e responsabilidade, publicada hoje na Tribuna do Leitor, do Jornal da Cidade - Bauru SP:
Acompanhei com a devida atenção o imbróglio do DAE tentando resolver o problema da falta d'água lá junto do Aeroclube. Cortaram o cano ligando a caixa d'água e os canos secaram. O vetusto presidente da autarquia veio à publico, perfurou o quarteirão inteiro e afirma para moradora, "o cano não abastece nada".

Mais alguns dias, quadra toda perfurada e nada, ele reconsidera e já diz, "o cano cortado podia trazer água". Jogo de empurra-empurra de responsabilidades e nada.

Ninguém pensou até agora na única solução sensata para resolver tudo. Se nem o DAE, direção e funcionários conhecem o traçado subterrâneo das águas nesta cidade, está na hora de agir com bom senso.

Sabe quem resolveria isso tudo num piscar de olhos? Simples, os velhos funcionários do DAE, muitos já falecidos, mas também muitos aposentados. Nesse momento só mesmo a Memória Oral dos velhos e bravos guerreiros do DAE resolverá a questão, pois estes detém o conhecimento, que infelizmente não consta mais dos mapas e arquivos lá da Prefeifura. Está tudo na cabeça destes.

Antes que algo dessa natureza volte a pipocar cidade afora, creio que o bonachão presidente do DAE, convoque reunião festiva com o velho quadro de hoje aposentados servidores e conversando com eles, vá reunindo informações mais que preciosas, mais que jóia rara neste momento.

A velha guarda do DAE, certamente sabe de onde chega e por onde sai a água a abastecer aquela região e tudo o mais. Os mapas e percursos todos está na mente deles. Que sejam procurados o quanto antes.
Henrique Perazzi de Aquino, jornalista e professor de História (www.mafuadohpa.com.br)

FAZER ESSA GENTE PENSAR EM ONDE SE ENFIARAM
Primeiro assistam ao vídeo: 
https://www.facebook.com/henrique.perazzideaquino/videos/465794605756616

Escolhi um amigo, o carnavalesco lá do PVA, o bonachão e religioso Pasqual Storniolo como exemplo. Gosto demais dele. É desses que, creio, nunca brigaria, nunca deixaria de conversar nos reencobtros, mas ele, depois de tudo continua muito bolsonarista e reverenciando tudo o que desgraçou com o Brasil nos últimos quatro anos. Não consigo entender como é possível acreditar, um tiquinho que seja, em algo de Bolsonaro, depois de tudo o que ficamos sabendo e dos cofres esvaziados, da fuga e do abandono para os seus. O que ainda o prende ao capiroto? Será o tal do ódio mortal pra tudo o que tenha conotação de esquerda? Deve ser, mas tá na hora de colocar a mão na consciência e ao menos enxergar o óbvio ululante, agora o espírito de condução da nação é outro. Nào é pedir muito, só um bocadinho de consciència, bom senso. O Brasil será reconstruido por Lula e algo neste sentido já está mais do que sugerido nestes dois dias de novíssimo governo. Estamos prontos para te receber e conversar até a exaustão, meu caro Paschoal. Igual a ti ainda forão milhões os iludidos pelo canto desfeito da sereia. Enfim, caia na real, vocês foram todos enganados. Baita abracito do HPA, Bauru SP, terça, 03 de jabeiro de 2023.

UFA! A ALCAIDE FOI SENSÍVEL...


Pelé é Pelé e é dele que escrevo. O Edson é outra coisa. Pelé é cria de Bauru e me somo aos que, em algo iniciado por ideia do professor Reginaldo Tech, estão a propor mudar o nome da avenida Nações Unidas para Pelé. A avenida beirando o rio Bauru, um dia se chamou Brasil e depois a denominaram de Nuno de Assis. Ficaria lindo o reconhecimento e a troca. Nações Unidas é lindo, mas genérico, já avenida Pelé, um negro que aqui ganhou fama e o mundo, sendo o maior propagador desta cidade no planeta, merece isso e muito mais. Se a alcaide acatou a ideia de algum atento assessor e decretou Luto Oficial de três dias na cidade, que prossiga na mesma linha, pois dificilmente isso vingaria e proposto por representantes das tais "forças vivas" da Sem Limites. Pelé sofreu o pão que o diabo amassou destes em sua permanência na cidade e a homenagem seria mais do que um tapa com luva de pelica no preconceito, que quer queiram, quer não, ainda é muito forte por essas plagas. Adentrar a cidade, pela avenida Pelé, passar batido pela bestialidade da Havan, talvez até com algum monumento junto da Pomba da Paz, será o máximo. "Orgasmo total", como diria Arrigo Barnabé.

PEDIDO ATENDIDO
Pedi por intermédio do amigo Mauricio Passos, para ver se sua alma gêmea, Tania Regina Altoe, que está passando férias nas cercanias de Buenos Aires, se pudesse me comprar a edição de hoje do diário que mais gosto de ler, o Página 12. A primeira página, claro, Lula em destaque. Ela posta a edição já em suas mãos. Agora, conto nos dedos o dia de seu retorno para emoldurar o jornal e fixar como preciosidade nas paredes do Mafuá. Pra mim vale mais do que todos os jornalões brasileiros, hoje dando de amiguinhos, mas muito culpados por tudo o que aconteceu de perseguição e i justiças para com Lula. Este jornal está do nosso lado e da verdade factual dos fatos.

EU E ESSES DOIS, PERAMBULANDO PELA ESPLANADA DURANTE A POSSE DE LULA
A história em conto como de fato se deu. Estávamos todos lá na quente tarde do dia 1º de janeiro, um ônibus lotado para presenciar a posse do presidente Lula. O sol abrasador e implacável fervia tudo e a todos. Eu e Maurício dos Passos, o intrépido pederneirense fomos para a fila do xixi e a danada, com apenas uns 20 banheiros químicos no trecho descampado entre o Palácio do Planalto e a Supremo, local que dizem cabem 40 mil pessoas. Tinha menos que os contratados pela incomPrefeita de Bauru para show do Michel Teló, na praça Rui Barbosa. Uma fila imensa e secura na garganta, faltando ainda umas três horas para o Lula subir ali no parlatório e fazer o discurso para a nação brasileira.

Eu olho para ele, ele oilha para mim, lá na frente percebemos que não parava mais de chegar gente. Quem chega junto de nós foi o Vinicius Negrão, contamos nossa intenção e ele adere ao grupo. Foi quando decidimos escapulir e presenciar tudo lá de cima, defronte o palco de shows, bem um ou mais quilômetros de onde viemos. A saída não se dava pela entrada, pois por ali só entrada. Achamos a saída, que se dava pelos fundos, por detrás dos ministérios. Foi longa, cansativa e já feita por muitos, todos já avermelhados - imagina os que ficaram. Caminhamos o mesmo trecho feito, do terminal rodoviário até defronte o Palácio, só que ao contrário e só depois, conseguimos reverter e sair nos gramados da Esplanada.

A partir daí foi uma festa só, o motivo de nossa ida até ali. Junto aos gramados defronte os ministérios, espaço bem grande, tudo recheado de barracas, camelôs e gente de vermelho por todos os lados e meios. Caímos de boca no congraçamento humano e assim passamos a tarde toda. Paramos só para assistir nnum dos telões as falas do Lula e suas subidas e descidas da rampa e a fala do Parlatório. Não permanecemos lá no solão, mas fizemos também nossa parte, sentindo do clamor popular dos que zanzavam e curtiam a festa do povo de longe. Enfim, não caberia todo mundo ali presente no espaço delimitado, daí, relaxamos e aproveitamos ao máximo. A partir daí, fomos juntando histórias vivenciadas com variados e múltiplos personagens ali presentes, numa rica e maravilhosa troca de experiências, um recarregando o outro. Foi belo demais poder vivenciar este momento histórico, onde galhardamente enfrentamos muitas filas, conversamos com gente que nunca vimos, como se fossemos velhos amigos. Não vivenciamos um só entrevero ou altercação, pois todos ali estavam para sentir os fluídos positivos irradiados pelo grande acontecimento.

Não nos separamos um só momento e ao final, quando Lula terminou seu último discurso para o povo, já eram mais de 17h30. Nosso ônibus estaria nso esperando defronte a rodoviária por volta das 19h. Ficamos preocupados pelos que estavam lá embaixo e tendo que subir tudo, multidão deixando o local. E como prova de que este mundo é mesmo pequeno, num espaço onde deveriam ter mais de 1 milhão de pessoas, não é que cruzamos com eles todos voltando e assim, ainda desfrutamos todos juntos de mais uns momentos ao lado de manifestações inusitadas, todas acontecendo ao nosso lado. Na última, um cortejo, como se fosse uma procissão, com um andor carnavalesco, tendo como carro alegórico um estandarte de Lula sendo carregado por alegres recifienses, numa cantoria dessas de fazer qualquer pessoa séria perder o juízo. Perdemos e seguimos o cortejo, cantoria de gente ciente de que, desde aquele momento o País onde todos vivemos estava dando um passo decisivo e altaneiro para seu reconserto e reconstrução. Pore sorte eles estavam subindo e tivemos que deixar a folia e seguir para o ônibus, que nos levarioa de volta para a CTE/CNTI em Luziânia, onde nos esperava um jantar, banho e o retorno. Mais de minha tarde, só mesmo em drops, contada aos poucos, pois naquela tarde aconteceu de tudo um pouco e, com certeza, todos, mesmo cansados, estavam satisfeitos e realizados. O Brasil estava demonstrando ali na rua ter se livrado do seu pior momento e, mesmo com muita força contrária, deu a volta por cima e daqui por diante, seguirá soberano. Estávamos todos lá para dar nosso quinhão no primeiro passo. Ele foi muito bem dado.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

DROPS - HISTÓRIAS REALMENTE ACONTECIDAS (211)


COMEÇANDO A SEMANA E O ANO COM TUDO
Agora é a Democracia no comando.
Eu sabia, voltariamos e com LULA presidente.
Sem medo de ser feliz.
Falta arejar nossa Bauru e lutar muito para SP não retroceder. A luta continua e, agora, mais do que nunca, se faz necessário o ninguém solta da mão de ninguém. Só muito unidos venceremos.
HPA

NA ESTRADA VOLTANDO, SEM RESSACA, DA FESTA POSSE DO LULA
Dever cumprido, corpo cansado, viagem pela metade, mandato todo pela frente, esperança renovada, a certeza de termos saído de um putrefato estado de destruição nacional.
Voltando pra casa recarregado, pronto para todos os embates, os possíveis e os inimagináveis, acreditando muito que, com a união de brasileiros vislumbrada no dia da posse pelas ruas de Brasília, chegaremos lá.
Olhando para a estrada pela frente, sonhando com as possibilidades, pés no chão e a certeza de que, essa nova chance não pode ser desperdiçada. Tudo também depende da nossa perseverança e união.
HPA - creio eu, passando perto de Ribeirão Preto SP, 9h53, segunda, 02 de janeiro de 2023.

SEGUNDINAS - HISTÓRIAS DA POSSE, CONTADAS DA ESTRADA
01.) O PERUANO JUAN, MÉDICO FORMADO NO RECIFE, 50 ANOS DE BRASIL
Na fila da comida, dentro de um imenso espaço de alimentação, quiosques por todos lados e nenhum dando conta da multidão, consigo algo inusitado. Uma senhora comprou dois pratos de arroz caldozo e um estava sobrando. Viu o "velhinho" na fila, ofereceu vender um. Aceitei, paguei, ganhei de brinde pedaços de carne do seu outro prato.

O passo seguinte foi arrumar um lugar pra sentar e comer. Foi quando conheci Juan, ou melhor, dr Juan, médico petuano, cardiologista, 50 anos de Brasil, formado e residindo no Recife PE. Ele estava numa mesa ao lado de uma senhora e quatro cadeiras vazias. Disse estar ocupadas, os filhos na fila da comida. Oferece para ocupar, mas até eles voltarem. Sento, como e vamos conversando. A outra senhora na mesma siruação que a minha, ocupação temporária do lugar. Tudo cordialmente compartilhado.

Juan é progressista, abomina Mario Vargas Lhosa, mesmo tendo lido muitos dos seus livros - como eu. "Direitista e bolsonarista dos infernos", me diz. Conta algo mais do deposto presidente Castillo, sua origem de professor rural e das forças contrárias, direita insana, hoje capitaneada pela filha do Fujimori. Ele, dentre as lembranças revividas ali enquanto como, diz ser chamado pelos seus colegas no Recife, de "o medico do Sandero". Aproveita para descrever a história do Sandeto Luminoso por outra vertente. "Tudo tem que ser entendido por todos os seus lados", me diz. Foi também elucidativo ouvir dele a história de Alan Garcia, duas vezes presidente e, quando acuado, se suicidou. "O fez por meros 150 mil dólares, enquanto outros, milhões desviados se safaram"..

O presenteio com alguns bottons, motivos da posse, ele compra outros e pratico o escambo com um péssego, dentre frutas variadas trazidas como sua refeição. Fala de Lula e de seu poder conciluatório: "Diálogo inigualável, único e necessário neste momento. Desarma o adversário na boa prosa". Enfim, ama o Recife, sua terra, indo e vindo ao Peru só a passeio. Quando começamos a conversa me sugere uma charada, afirmando ser do PP e me pergunta para decifrar o significado. Matutei e nada, cheguei a sugerir Partido Progressista, no que levei puxão de orelha, "não sou conservador". Sua explicação é deliciosa: "sou peruano e pernambucano, mistura maravilhosa que moldou minha vida".

Histórias como essa moldaram o meu dia, o da posse de Lula, eu perambulando pelas ruas da Capital Federal. Conto algumas delas, as publicáveis - e na medida do possivel. Tentam conversar comigo aqui no ônibus de volta, eu respondo em monossílabas e tento conrinuar escrevinhando.

02.) EU E ESSA MARIA, PRIVILEGIADOS NA IMENSIDÃO DE GENTE NA ESPLANADA
Creio eu que, a imensa preocupação de todos ali presentes para a posse do Lula Presidente, o dia todo nas ruas de Brasília, não era se ele subiria ou não a rampa, pois disso tinhamos certeza, ele o faria. Na verdade, quase todos com seus celulares a registrar tudo à sua volta, a carga dos aparelhos despencava rapidamente. Daí, como fazer a mesma perdurar até o final do dia? Impossivel.

Eu dei meu jeito e essa Maria idem. Colei nela e diante de uma multidão, ainda não estimada, mas ultrapassando em muito as 500 mil pessoas, quantos conseguiram o feito de nós dois? Poucos, muito poucos. Nos locais com pontos elétricos, área restrita para seus servidores. Num certo momento, eu, Mauricio Passos e Vinicius Vinícius Negrão, permanecemos um bom tempo junto de barraca do PT. Trouxemos todos os mimos possíveis.

Eu, com a carga do meu celular por volta dos 17%, 16h, com mais três de permanência por ali, vislumbro mulher sentada no balcão, gravando vídeo ao vivo da festa nas ruas e com o celular plugado no único ponto ali existente com tomada elétrica. Chego junto, converso e após um tempo só na observação, crio coragem e lhe peço: "O seu já deve estar carregado. Pode deixar o meu carregar um bocadinho?".

O dia era mesmo de congraçamento entre todos os presentes. Sem interromper sua gravação, despluga o seu e nem pede meu carregador, pluga o meu. Proseamos mais, diz ser youtuber, ter também descoberto o ponto elétrico sem utilização, após intenso rastreamento em toda área. Quando descobriu, contou sua história, de querer postar tudo o ali presenciado. Foi prontamente atendida, sentou no balcão e ali ficou. E agora eu lhe pedia o compartilhamento. "Da mesma forma como cobsegui e me atenderam de forma tão simpática, como lhe negar o mesmo".

E assim vivencio este momento, dentre tantos outros, onde vi tanta gente que nunca até então haviam se vistos, pareciam velhos amigos. E eram, todos muito felizes, irradiando algo de salutar dentro da imensidão de possibilidades do tal do relacionamento humano. Estávamos tos em casa, essa a impressão e, depois, a certeza. Nenhuma decepção durante o dia. Viemos conferir Lula assumir seu lugar e queríamos festar. No dia seguinte, a labuta teria prosseguimento, não naquele inesquecível dia.

03.) MIGUEL, O CARA DO LULÃO INFLÁVEL E A PUREZA VIVENCIADA PELA POSSE
Eu registro alguns dos encontros casuais ocorridos na vida. Todos em Brasília foram marcantes, mas nem todos tenho tempo para descrever. Tomaria muito tempo, o de uma voda inteira. Conto mais um, este delicioso e a demonstrar da candura do relacionamento humano, quando ocorre dentro de padrões bem definidos.

Este cara da foto é o Miguel e percorre o país numa troupe muito doida, a do "Lula Gigante Oficial" (assim é encontrado no Instagram). É um Lulão inflável, enchido pela aí, motivo das andanças. Rodam conforme surgem os convites. Desta feita, como não poderia deixar de ser estavam acampados no meio da muvuca lá em Brasília. 
Cruzo com o danado numa das barracas do PT, ele do lado de dentro e eu interessado em comprar réplica do Lula Inflável. Estabelecemos uma conversa, compro o mimo e lhe presenteio com alguns bottons, motivos da posse.

Foi o suficiente para ver a quantidade que tinha de peças e me convidar para adentrar a barraca e oferecer para o povão a rodeando. Convite aceito, entro, deixo minhas três embalagens sobre o balcão e elas desapareceram. Tipo vapt-vupt. Ninguém mais oferecia bottons no evento com os motivos sugeridos pelos sites do PT, ilustrações oferecidas graciosamente para se multiplicarem no evento.

Conheci melhor o carioca Miguel, tanto que deve ter gostado de mim, pois fui entrevistado, junto do Mauricio Passos e do Vinicius Vinícius Negrão , que comigo perambulavam por todo o quadrilátero da festa. A ideia dele e dos que o acompanham é "levar o presidente para onde ele não vai e em alguns momentos, onde está presente", me diz. Por fim, confessa: "Te convidei a entrar, pois comigo aconteceu o mesmo. Instalei o Lulão aqui ao lado, não faço parte da barraca, mas me convidaram a fazer parte. Fiz o mesmo contigo. Onde cabe os que estão aqui, sempre cabe mais um".

Não só vendi bottons, distribui outro tanto. Um jornalista da República Dominicana ao ganhar um, fez questão de pedir para seu colega gravar a cena minha fixando o presente em sua lapela. Quase choramos juntos. Um encontro ia propiciando outro e assim por diante, o dia inteiro, verdadeiro fervo democrático. Das conversas com as pessoas comprando os bottons, algo para destacar. A de uma senhora do interior do Pará, levando doze, um para cada afilhado.

Para mim, a festa de posse de Lula se resumiu nisso, nas possibilidades do viver. Eu tive o prazer de ir desfrutando de trombadas divinais, dessas onde, mesmo o sujeito mais descrente deste mundo, passa a reconsiderar e olhar o mundão com outro viés. Miguel mesmo, após instigá-lo, disse que viria pra Bauru com todo prazer, instalando o Lula inflável em algum evento, tudo em troca de cobertura dos custos e despesas mínimas, sem esse negócio de cachê. Ele diz gostar mesmo é de estradar pela aí. Eu quase pedi para ser integrado na sua troupe, mas o corpo já dói e tem gente me esperando lá em casa. Reconsiderei e me calei.

IR PRA POSSE DE LULA É TAMBÉM TRAZER RECORDAÇÕES PARA UMA VIDA INTEIRA

OBS FINAL: Amanhã tem mais. São tantas as histórias e elas não cabem num dia só...

domingo, 1 de janeiro de 2023

UM LUGAR POR AÍ (163)


COM A NOTÍCIA TRISTE DA PERDA DE MEU AMIGO WILSON TUIM
Cursamos História juntos na,USC, foi integrante das Comunidades de Base da igreja católica, seu lado progressista e ao lado do povo trabalhador. Sim, Tuim era comunista e religioso, conseguia juntar - e bem - Teologia da Libertação com o Manifesto Comunista. Foi muito mais, meu contador por anos, abriu e fechou minha HPA Chancelas, me defendendo em alguns dos contratempos vida afora. Foi também advogado e noroestino,. Numa época ia buscá-lo para irmos juntos aos jogos, noutros nos encontravámos lá, arquibancada no Alfredão. Sempre ótimo papo. Foi também um carnavalesco de mão cheia, tendo até ala organizada por ele na escola de samba Coroa Imperial, do Geisel. Todo ano nos reencontravámos no Sambódromo. Petista, como eu, nossa conversa era muito de política. No futebol, além do Noroeste, ele são paulino, eu corintiano, sem rusgas. As lembranças são muitas e começam lá no Gasparini, tempos quando militamos juntos na associação de bairros. Morávamos lá. Hoje, sua casa e escritório ficam perto do Pátio do Detran, onde compareci regularmente pata ele ir dando jeito em alguns dos meus probleminhas envolvendo meu nome comercial. Não sei nem o que dizer. Sabia que passou, tempos atrás por problemas de saúde, mas o via recuperado. Hoje a notícia triste e não posso ir na despedida no Terra Branca, pois vim presenciar a posse do Lula em Brasília. Nota mais triste para começar este ano não pode existir. Se foi um baita amigo. Ele travou a vida inteira a boa luta. Guerreiro incansável das questões sociais. Estou triste e me passa um filme na cabeça, das tantas vezes onde militamos, nos divertimos e mesmo, fui atrás do danado pra me tirar de enroscos. Gratidão e reverència eterna a ele.
Obs: Essa foto tirei dele no Bar do Genaro, em 2/7/2022, ele alegre e entre amigos. Ali caminho de sua casa, lugar onde frequentemente parava para recarregar a bateria. Meus sentimentos pra Márcia, que acompanhou isso tudo.

HPA INDO PRA BRASÍLIA PRESENCIAR A POSSE DE LULA*
* Impossível escrevinhar num dia como hoje. Rua o dia inteiro, então registro mais com fotos.
Zero.) CEIA DE ANO NOVO DE LULISTAS DO BRASIL INTEIRO, DIRETO DE LUZIÂNIA DF, AGUARDANDO A POSSE DE LULA PRESIDENTE
Recinto da Confederação Trabalhadores com mais de 700 pessoas aqui hospedadas e no dia Primeiro de Janeiro tomando a capital fedetal e se juntando à multidão entusiasmada e contribuindo para a reconstrução brasileira. Eis o link do furdunço, local concentrando mais de 700 petistas/lulistas: 
01.) A CAMINHO DA ESPLANADA E FESTA POSSE LULA - ATRASADOS MAS PRESENTES
Hoje a festa é nossa, a festa é sua, é todos nós, quem quiser, quem vier...
Algumas fotos de ontem do reveillon e a primeira, no café da manhã, ainda em Luziânia.
O dia promete...
Vou contando em fotos, ate quando a bateria do celular aguentar.
HPA, 8h33, no buzão e a caminho do reencontro popular

02.) HPA VENDENDO EM BRASÍLIA BOTTONS FEITOS POR ELE COM MOTIVOS DA POSSE PARA CUSTEAR SUA VIAGEM - A CAUSA É NOBRE
GRANDE (3,5 CM) 3 POR R$ 10 - PEQUENO (2,5 CM) 4 POR R$ 10
03.) A CHEGADA DOS BAURUENSES NO FURDUNÇO
Eis o link de gravação feita por mim diante da rodoviária de Brasília:
04.) SOL INCLEMENTE, MAS TODOS CONTENTES - LULA VOLTOU
05.) MUITO EMOCIONADO, ALGUMAS ESTAMPAS DE CAMISETAS E SEUS PERSONAGENS NA FESTA DO POVO EM BRASÍLIA (Fiz ensaio com onze delas, mas aqui publico uma. As demais estão post facebook com este título).
06.) MAIS ALGUMAS DA FESTA DO REENCONTRO DO POVO COM AS RUAS
E na última, aquele encontro inesperado com bauruenses vindos de outros cantos e achados no meio da multidão.
HPA - saindo agora da festa, 19h39 para, contrariado, perder os shows e voltar com ônibus "Pé no Chão" (a identificação na frente).
Volto com aquele gostinho de quero mais.
Este fio o trio percorrendo toda a Espalanada, quiosques e quebradas da festa da Posse, eu Maurício Passos e Vinícius Negrão. Desgarramos dos demais.