terça-feira, 14 de outubro de 2008

UMA MÚSICA (34)

ENTRE O TORRESMO E A MOELA - MAURÍCIO TAPAJÓS E ALDIR BLANC
Escolhi essa música nessa semana, quase ao acaso, pois um dileto leitor desse blog (eles existem...), acabou me pedindo mais informações sobre uma citada num dos meus últimos textos. Tenho boas recordações dessa música. Rolava o ano de 1984, o das Diretas Já, quando me casei. As letras do Aldir faziam minha cabeça, pela verve irônica e saliente. Peguei gosto e leio tudo dele a partir de então. Essa letra eu cantarolei durante muito tempo e hoje a reproduzo para vocês. Ela faz parte do LP, "MPB4 Quatro Coringas", da Barclay, que é parte integrante desse mafuá desde 1984. Maurício Tapajós se foi precocemente e Aldir continua resistindo, mesmo diante das adversidades todas. Sintam o clima:
"Envelheci, mas continuo em exposição/ A ex-mulher me chama de sardinha de balcão/ Eu digo sempre que melhor que apodrecer ao lado dela/ É ir mofando entre o torresmo e a moela./ Porque lá em casa a barra é violenta/ Eu padeci entre a mostarda e a pimenta/ E agora vivo entre o cavaco e o violão/ Lá em casa era entre o cutelo e o facão/ Quem acordava entre a meleca e a remela/ Prefere a vida entre o torresmo e a moela./ De barco entre a tempestade e a piração do Leme/ Levava beiço no ECAD e bico da CAPEMI/ Falavam mal de mim a sogra e a vizinha/ Ah, eu penava entre o modess e a calcinha/ Quem se amarrou entre o cabresto, rédea e sela/ Quer descansar entre o torresmo e a moela./ Entrei para o política e votei no Leonel/ Acabei entre o Aguinaldo e mãe via Embratel/ Pedi desculpa a um General que me deu na costela/ O Vice disse outra tolice e não lhe dei mais trela/ Entre o Sambódromo e o Bicheiro, Rei da Passarela,/ Quero é sambar entre o torresmo e a moela".
Em tempo: Nunca tive problema com minhas ex-mulheres. Tenho pouca coisa a ver com a música, da qual gosto muito. Só isso, nada mais. Será que existe alguma versão cantada no Youtube? Não encontrei. Se acharem, me avisem.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

ALGO DA INTERNET (09)

O BLOG DO MINO
Acabo de chegar de Sampa, estou moído e nem queria abrir a internet hoje, mas não resisti. É sobre isso que quero vos falar. Por que temos hoje em dia essa necessidade de diariamente abrir a internet? Não podemos muito bem passar alguns dias sem ela? Claro que sim, mas ela é um tanto irresistível e nos provoca, instiga, atrai e nos trai também. É mais perigosa e traiçoeira do que imaginam. Minha alegria nesses dias é com o retorno do blog de um dos melhores jornalistas em atividade no momento, o Mino Carta (http://www.blogdomino.com.br/). Ele publicava textos pelo IG, mas quando foram censurados, desistiu, deixando inconsoláveis uma legião de fãs. Passaram-se alguns meses e Mino volta a publicar seus ácidos e necessários textos. Na verdade, ele não chega nem perto de um computador. Escreve tudo de sua Olivetti e um dos funcionários da revista Carta Capital, transcreve o texto e vai atualizando com o material de sua fértil produção. São imperdíveis. Todos muito picantes. Também lá nesses primeiros posts, dois vídeos retirados do Youtube, sobre esse jornalista e sua relação com esse devorador de pessoas: o computador.
1.) Mino apresenta sua Olivetti - http://www.youtube.com/watch?v=XW2TMXHwEM4
Quando nos tornamos escravos de algo, é chegado o momento de darmos um breque. Ele fala sobre isso e vale muito a pena ouví-lo.

domingo, 12 de outubro de 2008

RETRATOS DE BAURU (39)

SEBASTIÃO PEREIRA DA SILVA, 80 ANOS, NA ATIVA
Seu Sebastião, aos 80 anos, difere da grande maioria das pessoas na sua idade, pois continua tão elétrico, como dantes. Inquieto por natureza, é daqueles que não satisfeitos com os rumos desse mundo, dão o seu quinhão para transformá-lo num local melhor para se viver. Faz a sua parte e muito bem feita. Possui passado de muita resistência. Foi perseguido pela ditadura militar, tendo dificuldades mil para tocar sua vida. Foi à luta, criou opções e delas não mais de afastou. Fundou uma indústria de embalagens plásticas, que hoje é uma das maiores do Brasil, a Plasútil e, nem por isso, alterou sua forma de vida e a de encarar o mundo. Continuou a mesma pessoa sensível, com a inquietude a lhe impulsionar sempre adiante. A chegada da idade não o impede de continuar na ativa, sempre operante. Inventou mais uma, um dormente férreo, feito de plástico reciclável. Fez um sucesso danado no I Encontro Histórico Ferroviário e de Ferromodelismo de Bauru (foto do estande com seus dormentes). Nele aposta novas fichas e procura brechas para introduzí-lo no mercado ferroviário. Vê-lo e ouví-lo radiante é a certeza de que dos nossos velhos continuam surgindo muito da força motora a nos impulsionar. Ele não pára e, consequentemente, todos que estiverem ao seu lado terão que seguir seu pique. Seu Sebastião é daquela categoria dos imprescindíveis. Ele é bateria a nos carregar.

sábado, 11 de outubro de 2008

CENA BAURUENSE (09)
ARROZ DE FESTA OU MUITAS POSSIBILIDADES
Alguns me chamam de "arroz de festa". Me divirto com isso, pois não sou mesmo de ficar em casa. O mafuá está cada vez mais atulhado de coisas, tarefas a serem feitas, que vão sendo adiadas, pois sempre fui de assistir tudo o que pinta pela cidade. Vou e carrego os amigos. Isso me oxigena para a continuidade do combate diário (de muita labuta). Quando ironizam pelo fato de estar em várias atividades, cantarolo um velho samba do Aldir, que o MPB4 eternizoo, com um refrão engraçado: "Envelheci, mas continuo em exosição, a ex-mulher me chama de sardinha de balcão..." Vou mesmo, levo junto o filho, amigos, ex-mulher, pais, namoricos, amigos e em todos, a possibilidade de reecontrar gente e conhecer novas é sempre divinal. A vida precisa ser levada desse jeito. Horário para o trabalho, as coisas sérias e para o lazer. E quem garimpa, ainda curte muita coisa com preços bem reduzidos por aqui. Eu garimpo desde moleque. E toco minha vida.

Nesses últimos dias, Bauru ferveu. Eu tentei ferver junto. Comecei pelo show do Paralamas, da Daniela Mercury e do Nando Reis, lá no recinto da Expo, num sábado de chuva. Patrocínio da Telefônica (continuo com minhas críticas a eles, sem tergiversar), tudo grátis, muita gente por lá e uma novidade, a organização distribuiu capas de chuva para quase todos. Camisinha corporal e todos dançaram com água por todos os lados. Só os pés ficaram encharcados. Foi bom rever o Paralamas, com um Herbert bem disposto e envolvente. Dias depois estive no SESC, no encerramento da semana do idoso, num show com a Martinha. Mesmo não gostando do repertório, mas conhecendo quase tudo, descemos com uma turma para a quadra e dançamos muito. Casa cheia e muita gente alegre, propiciando uma noite das mais alegres. Por fim, fui ao Circo assistir ao Bagun S.A., um espetáculo que estará na cidade até dia 19/10 e precisa ser visto pela cidade toda. Abrindo aqui uma turnê nacional. Esse show de circo, com teatro é envolvente, pois seu texto e parte musical são primorosos. Gente de primeira e tudo feito com esmero. Vai ficar na memória para sempre.

Se querem saber, ainda perdi um poquet show do Miéle, de graça na FEIMOB e o Cordel do Fogo Encantado no SESC, quase de graça, por cansaço corporal. Para os próximos dias estou reprogramando um retorno ao Bagun SA, levando pai e mãe comigo, além de ir no Chico César cantando forró no SESC, o Farofa Carioca, o Levi Ramiro e o Manito em shows praticamente a custo quase zero. E no dia 19, de graça, lá no recinto da Expo, patrocínio da Oi, um grande show com Lulu Santos e Frejat juntos. Digam a verdade, só fica em casa quem quer. Pessoas como eu, que querem tirar a ferrugem das articulações, saímos e nos divertimos a valer. Escrevo meus textos sérios (como o anterior) e continuo na arruaça, como deve ser as vida. Vou fazer isso até ficar velhinho e não poder mais. E se tiver quem me leve, continuarei.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

PRECONCEITOS CONTRA O SAPO BARBUDO(08)

IMAGINEM SE FOSSE COM O LULA?
Prestem muito bem a atenção nessa historinha (com "h" mesmo, pois é verdadeira) que vou lhes relatar. O sujeito tem um dos mais altos cargos do país, com um salário superior à R$ 20 mil mês. Não contente com isso, participa do controle acionário de uma escola para gente graúda e miúda, organizando palestras, seminários, treinamento e cursos de graduação em Brasília, faturando alto, muito disso em contratos com órgãos ligados ao governo federal, todos firmados sem licitação. Os professores são ministros e juízes, todos de um altíssimo escalão. Gravitam ali nomes de peso da República. Os contratos com a União cresceram muito após a nomeação desse proprietário para a presidência do órgão onde trabalha, todos, repita-se, firmados sem licitação, usando a manjada alegação de que não existe entidade capaz de prestar serviços semelhantes. O terreno e o prédio foram conseguidos através de programas especiais, com descontos inimagináveis aos pobres mortais. Grande parte dosprofessores da dita escola mantém ações pendentes com o órgão dirigido pelo proprietário. A boa estrela (que não é a petista) sempre brilhou nesse céu de brigadeiro. Entenderam?

Tudo montadinho para ser mais um escândalo, esse sim, daqueles de tremer a República. Imaginam se o tal proprietário fosse o presidenteLula, seu filho, esposa ou algum ministro desse governo? Estava frito, seria o prato tão aguardado para o processo que daria fim à sua administração. Cassação e prisão certa, com provável envio para Guantanamo, sem direito à defesa. Porém, o tal proprietário é o atual presidentedo STF, ministro GILMAR MENDES. Silêncio quase geral. O único órgão (até agora) com coragem para estampar uma ampla matéria foi Carta Capital (edição 516, 08/10) e a repercussão foi pífia, ou melhor, nenhuma. Meses atrás, a revista Veja (toc toc toc) e outras da mesma laia divulgam um pretenso grampo sofrido por Gilmar Mendes e pelo senador DemóstenesTorres. O tal grampo não existiu da forma como foi propagado, não passou de factóide. Lula foi colocado na parede e o diretor da ABIN foi defenestrado. Já, para esse fato consumado, com provas concretas, não repercute. Essa é a nossa mídia, aquela que promove estardalhaço de dar gosto para versões mentirosas, quando envolve um do bloco contrário e silencia diante de algo verdadeiro, quando esse atinge um aliado. Até quando? E a Justiça? E o bom senso? E a busca da verdade? E a ética?

Enquanto isso, continuam os ataques gratuitos e infortuitos à Lula e seus próximos. Esse publicado aqui, com três slides e uma foto é algo vergonhoso. O relato é sobre uma mansão do filho do presidente na região de Araçatuba, com detalhes mirabolantes. Detonaram com tudo e dias depois, apareceram com uma desculpinha deslavada alegando ter ocorrido um engano, que nada havia sido comprovado. Quer dizer, a tal mansão existia, mas tinha outro dono. Lulinha havia sido acusado injustamente. O estrago já estava feito. Isso se repete com uma constância quase diária. Por essas e outras, continuo acreditando só numa revista semanal. Nem preciso dizer qual, né?
Vejam a explicação de Mino Carta, em editorial da revista para esse tipo de procedimento:
"Agora sou eu quem pergunta aos meus pacientes botões qual seria a razão pela qual figuras como Gilmar Mendes, ou como Daniel Dantas, contam com o pronto amparo da mídia nativa. Arrisco-me a um palpite: antes de qualquer outro interesse eventualmente em jogo, trata-se talvez de exercer a proteção corporativa, pontual e inexorável entre aqueles que, de uma forma ou de outra, participam dos mesmos privilégios e os mantêm com a ferocidade necessária. Os donos do poder, dispostos a vender a alma para deixar as coisas como estão".

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CARTAS (18)

UMA PERGUNTA PARA O CAFEO, DO INFORMASOM, 94FM
Cartas e e-mails se confundem nos dias de hoje. Deixamos de escrever e postar, mas continuamos a fazê-lo, só que via internet, numa rapidez inimaginável no passado. Ontem, diante de comentários do economista Cafeo, no programa de rádio Informasom, da FM 94, comandado por Paulo Sérgio Simonetti, das 7hoo às 8h00, enviei um e a resposta veio hoje, via rádio, quase instantânea. Eis meu questionamento ao economista e professor:

As agruras vividas hoje pelo Brasil, todas em função da quebra do sistema financeiro norte-americano (por irresponsabilidade deles), não poderiam ser atenuadas se o nosso Governo fosse se desligando, pouco a pouco, se desatrelando do dólar e da dependência aos EUA? Incentivar o Mercosul, o fortalecimento do Banco do Sul e a busca de outros mercados não seria uma ótima saída nesse momento e para o futuro? Por que temos que continuar atrelados aos nossos algozes? Mesmo contrário as idéias de Chávez, a idéia do Banco do Sul é mais do que viável para o futuro, ou não? Sei, que para um economista, que construiu sua forma de pensar e de agir somente dentro desse mercado é um tanto difícil aceitar outras alternativas, mas o Brasil não ganharia muito mais se desatrelando? Quero te ouvir...

Ele tergiversou, mas concordou. Sei que pensa diferente de mim, vive para os mercados e em função deles. Eu critico os mercados como agem e tentam se perpetuar. Leu uma parte de minha pergunta e afirmou que "o Brasil de Lula trabalha preventinamente" e que "toda crise gera uma grande oportunidade, sendo essa uma delas e o momento deve ser aproveitado". Também disse rapidamente que "todos os conglomerados nasceram desses momentos". Gostei mais quando disse que "o capitalismo exagerado fez água". Não tocou no banco do Sul, muito menos em Chávez, mas deu a entender, mesmo contrariado, que existem outras saídas, todas muito mais saudáveis que as impostas pelo capital norte-americano. Fiquei satisfeito.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

DIÁRIO DE CUBA (12)

UM ENCONTRO MUITO DO SÉRIO COM A U.J.C.
Chegamos ao quarto dia em Cuba, 11/03/2008, terça-feira e logo pela manhã um sério encontro, previamente agendado no dia anterior. Às 9h30 fomos conhecer a decantada UJC - União dos Jovens Comunistas Cubanos. Logo na entrada, estampada na parede do hall, algo que chamava muito a atenção, uma famosa frase de Fidel, ladeada com ele de fuzil em punho: “Para que serve a vida sem idéias? (...) Acaso nascem as idéias com o homem? Acaso morrem com este? Surgiram ao largo da vida humana. (...) O ser humano precisa agarrar-se a uma esperança. Esse futuro não tem espaço possível com horríveis injustiças do sistema capitalista. (...) Se os jovens falam, todo mais falará. (...) Acredito em vocês”. Vejam só, o discurso não difere quase nada do proferido pelas igrejas. Pois que assim seja, cada um com suas idéias e aquele que tiver o maior poder de convencimento, que arrebate mais pessoas. Só que as idéias fazem pensar, tornam as pessoas mais lúcidas e para incentivar um povo a ser culto, só acreditando muito no poder de sua mensagem. Do contrário é uma faca de dois gumes. Fidel educou o povo cubano, sem mêdo. E estávamos lá para conferir isso.

Ficamos ali a refletir enquanto aguardávamos ser chamados a subir à sala de Yosbany Velásquez Reynaldo, Funcionário de Relaciones Internacionales. “A UJC é uma das muitas organizações políticas existentes em Cuba. Estamos subordinados às determinações de nosso partido. Temos uma forte estrutura nacional em todos os setores, ligados à eleições nacionais, distritais e municipais. Temos mais de 600 mil militantes, correspondendo a uns 23% da juventude cubana. É uma organização coletiva seletiva, precisamos ser um exemplo para os demais, tanto que para ingressar nela todos são submetidos a um processo político. Somos muito fortes no setor estudantil. São três as etapas que os jovens passam dentro da UJC: a 1ª etapa vai de 5 a 15 anos, a 2ª etapa é a secundarista e na última, a 3ª etapa, eles passam pela Federação dos Estudantes Universitários. O objetivo é atender a todo jovem cubano, propor a formação de valores dentro do entendimento da Revolução Cubana, tudo para que ocorra a continuidades dos ideais da Revolução. Coordenamos batalhas de idéias para gerar projetos sociais na Saúde, Educação e a Vida Ideológica do país. Isso gera um forte impacto na sociedade, sendo considerado uma vanguarda. O papel principal é para que a juventude continue na frente de batalha da revolução, sempre dispostos a continuar a luta pelo socialismo. Somos presença significativa em vários segmentos da sociedade e temos muitos pontos em comum com a juventude brasileira, com posicionamento similares. Recepcionamos aqui em Cuba a Brigada Juvenil de Trabalho Voluntário, com o objetivo de que pessoas de outros países venham conhecer nossa realidade e intercambiar conhecimentos com nossos jovens. O grupo cubano pode se deslocar para outros países e, ao mesmo tempo, podemos recebê-los aqui, com custos compartilhados”, nos relata um compenetrado Yosbany, de uma sala para convidados, diante de uma longa praça, tendo ao fundo o Museu da Revolução.
Foi uma manhã de muita informação oficial. Para alguns, quando reproduzo a citação de dirigentes cubanos inicio uma espécie de série: Quem têm mêdo do socialismo? Não devemos ter mêdo algum. O mêdo é para uns poucos, engagalhados com qualquer tipo de mudança. Só isso.
Foi bom assimilarmos aquilo tudo ainda nos primeiros dias. Serviria para nossos contatos em todo o restante da viagem. Na saída somos convidados para um encontro em Rosário, Argentina, de 12 a 15/07 (não deu para estarmos lá), denominado “50 Anos sem Che”. Queria muito ter ido na casa de Orti Ceda, o engenheiro que havíamos conhecido no Malecón, na noite anterior. O horário marcado expirou e perambulamos o resto do dia pela Havana Velha, com suas ruas dedicadas aos turistas, cheia de lojas, muita gente, principalmente europeus. Caminhamos muito, filmamos muito e fotografamos muito. As andanças daquela tarde eu relato da próxima vez. É só aguardar mais umpouco...