quinta-feira, 16 de abril de 2026


NÃO TE CONTARAM? O ORMUZ ESTÁ EM BAURU
Ah, o que seria da vida da gente sem um pouco de humor e ironia? Eu mesmo respondo: Muito mais dura. 

Assim sendo, recebo foto e mensagem do dileto amigo Gilberto Maringoni, direto da capital paulista com uma provocação neste sentido: "Todas as questões referentes ao estreito de Ormuz são decididas na loja maçônica Architectos de Ormuzd, situada à avenida Rodrigues Alves 8-56, centro, Bauru, SP". 

E não é? E como não havia ainda pensado nisso, essa loja maçônica, centenária como a cidade, está entrelaçada com a sua história e pelo bem, pelo mal, continua vivíssima e atuante, no ponto nevrálgico dos acontecimentos, enfim, Ormuz é hoje o epicentro de tudo.

A MARCHA EM BRASÍLIA E A PARTICIPAÇÃO DE BAURUENSES
A Marcha da Classe Trabalhadora 2026 ocorreu em Brasília no dia 15 de abril, reunindo milhares na Esplanada dos Ministérios contra a escala 6x1 e por valorização profissional. Organizada por centrais sindicais, a mobilização concentrou-se no Teatro Nacional e seguiu para o Congresso, com pautas como regulação de aplicativos e combate à pejotização. Ela mobiliza país afora uma infinidade de trabalhadores e de Bauru, um ônibus seguiu até Brasília, 10h de ida, depois o dia todo na manifestação e Marcha, depois o retorno, mas 10h. O esforço sempre é recompensado pela sensação de estar dando do seu quinhão de contribuição na lida e luta em prol da garantia dos direitos dos trabalhadores brasileiros. Estou e estarei sempre com estes, os que colocam não só a cara a tapa, como estão constantemente, sem esmorecer no palco dos acontecimentos, demonstrando que, só com muita luta, resistência e organização, iremos conquistar algo de sólido, duradouro e a favorecer os interesses da maioria do povo trabalhador deste país.

Com essas fotos, divulgo e enalteço o que fizeram e fazem. São movimentos como este que fortalecem a luta e agigantam a importância do povo estar nas ruas, mobilizado e pronto para agir. Gostaria imensamente de estar junto destes, viajar com eles todos e na impossibilidade, cá deste lado, reverencio a todos e insisto na pegada de que, só assim, nas ruas iremos manter a chama acesa e tocar este barco para a frente. Não existe luta esperando sentado tudo acontecer e nos favorecer. Existe isso, a ida ao encontro do que buscamos como o ideal. Se a luta hoje me diz para estar em Brasília, a capital do país, pra lá temos que nos deslocar e assim dar prosseguimento nessa imensa causa movendo nossas vidas: um país cada vez mais altaneiro, soberano, justo e solidário, onde os trabalhadores continuem tendo voz e no palco dos acontecimentos.



CADÊ O QUE RESTOU DO JORNALISMO DA TV GLOBO?
"Jamais esqueço do dia em que o Caco Barcellos, ao vivo, na GloboNews, reduziu Eliane Cantanhêde a pó de bosta. 'Como você vê o jornalismo hoje, Caco?', quis saber Cantanhêde, na ilusão de que ele seria corporativo e passaria pano. 'Vejo o jornalismo cada vez mais declaratório', respondeu o Caco. Tentou ser educado, mas deixou bem claro, na lata da 'companheira', que o jornalismo que todo jornalista deveria fazer na rua, a gastar a sola do sapato, havia sido substituído pela cagacão de regra, pelos achismos, mentiras e PowerPoints canalhas que tomaram conta das redações. Um jornalismo preguiçoso, que não tira a bunda do sofá, mas que se comporta como se soubesse de tudo e de todos. E que tinha em Cantanhêde um dos piores exemplos. Eu diria que o Caco ainda estar na Globo depois de tantos anos é um milagre. Ele não é apenas o melhor - talvez o único - repórter de verdade que restou por lá. Caco Barcellos é uma espécie de voz da consciência dos que se portam como celebridades, influenciadores ou formadores de opinião. Sim, Mervais e Andréias Sadis Dallagnol formam a opinião de muita gente! Misericórdia! Para eles, Caco é um incômodo, se é que me entendem. Enfim, é o seguinte: Caco Barcellos está no Irã, nas ruas, nos enterros dos mártires, a cobrir a matança praticada por Estados Unidos e Israel. Caco não está num telhado do Vaticano, muito menos no escritório confortável da Globo em Nova York ou Londres, a chupinhar informações e imagens de agências internacionais pra fechar matérias, apenas com o trabalho de gravar passagens. Caco não dá só a cara pra bater. Em nome do JORNALISMO, oferece o corpo às bombas e aos tiros. Caco, querido, amo você, tanto quanto amo teu filho, o Ian, excelente repórter cinematográfico! Se eu puder te pedir algo, volte inteiro e em paz!"
texto do Alfredo Teixeira

QUEREM SABER POR QUE NÃO DEVEMOS NUNCA MAIS ELEGER NINGUÉM COM SOBRENOME BOLSONARO, OU GENTE DO PL E CENTRÃO, FUNDAMENTALISTAS E FASCISTAS? O CARTUNISTA Carlos Latuff RESPONDE DESENHANDO
PASSEI DOIS DIAS FLANANDO PELA AÍ, MAS JÁ VOLTEI
Tem momentos da vida, quando precisamos dar um tempo em tudo, vivenciar outras experiências e enxergar outras paragens. Fiz isso nesta semana, quando parti para resolver umas questões em Taquaritinga SP, aproveitando para conhecer mais da história carnavalesca daquela cidade. As questões foram todas resolvidas e a questão do Carnaval, que ouvia dizer ser um dos mais instigantes e movimentados de todo o interior paulista, disso me certifiquei a aprofundei na pesquisa, visando um textão para uma revista e também um belo artigo acadêmico, sobre o que vem a ser isso das "repúblicas", essas casas coloridas, que colocasm uma minhoca na cabeça de qualquer forasteiro: Repúblicas numa cidade com poucas faculdades? Isso é o propiciado pela intensidade do evento Carnaval na cidade. Compreendi tudo, assimilei tão bem, frequentando seu point mais agitado, o Bar do Tadao e conversando com personagens, os tais provocadores dessa ebulição na cidade. Guardei tudo aqui dentro de mim e nos próximos capítulos de minha vida, irei destrinchando tudo, com a devida sapiência e riqueza de detalhes. Por enquanto, o comunicado: já estou de volta e hoje recomeçando as andanças, escrevinhações, projetos e perturbações da ordem pública e estabelecida, como sempre fiz na vida.

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