como é bom perambular pela aí e conhecer pessoas
UMA HISTÓRIA CAPTADA NUM DISTRITO DE CAMPINAS, MESMO DIA CONVENÇÃO HADDAD GOVERNADORDas viagens que faço pela aí, sempre extraio delas boas histórias. Algumas conto por aqui. Essa uma delas. Ontem, sábado, 15/07, estive em Campinas, mais precisamente nos belos distritos de Souza e Joaquim Egídio, ambos ladeando a rodovia D Pedro, a que saindo de Campinas leva quem por ela rode até Taubaté, São José dos Campos e parte do litoral paulista. Mais precisamente em Souza, ontem a convenção do PT homologando Fernando Haddad como o candidato a governador. Uma boa festa, num ótimo lugar e na saída, quando tudo se findou e todos felizes, com a real possibilidade de, neste curto espaço de tempo, a realização de uma bela campnha reelegendo Lula e trazendo Haddad para o governo paulista.Eu, Claudio Lago, Pedro Valentim e Maurício Passos, estávamos voltando e passamos, guiados por este ultimo em Joaquim Egídio, um lugar parasidíaco e por lá, um velho amigo seu, ANTONIO CÂNDIDO SIMÕES, pederneirense como ele. Foi uma parada para nos levar a um belo restaurante, onde almoçamos e a partir daí, ouvi as histórias já perpetradas no passado entre ambos e outro da mesma localidade, o Zé, o José Roberto Alves Reginato, servidor aposentado da Unesp Bauru. Primeiro algo do Antonio, que um dia foi trabalhar naquela região, na Replan da Petrobrás, plataforma de Paulínia e gostando demais do lugar, nunca mais saiu de lá. Chegamos em seu portão e a surpresa, ele comprou um contâiner e nele construiu sua morada. Ficou lindo e peça única na cidade. Fiz questão de conhecer e para recepcionar os visitantes, um café com amendoim, receita pederneirense.
Antônio é dotado de um prosa sedutora e o depois do alongado almoço, ficamos mais um bom tempo dentro de sua casa. Maurício e ele revivendo artes feitas nos tempos quando vagavam pelo mundo. Eu só ouvindo e assimilando, invejando as andanças e causos. Por causa deles, creio eu, fomos os últimos a sair lá na convenção e deixar a cidade. Queria anoitecer quando arredamos pé. A vontade era permoitar e encontrar um canto para se encostar no contâiner residência, mas como todos tínhamos compromissos voltamos, não sem antes, Antonio sacar uma revista lá do fundo baú, uma antiga Chiclete com Banana, obra o Angeli e fazendo circular entre todos, a deixou de presente com Maurício. Este explica: "Os dois personagens da revista, o Meia Oito e o Nanico, revolucionários por osmose são eles dois, o Antonio e o Zé. Desde que foi lançado, imediatamente foram incorporados pela dupla". Isso gera uma outra longa conversa e destes reencontros, algo sem momento exato para terminar.
Tivemos que voltar, porém antes, Antonio me pergunta: "Você não conhece a Sonia Fardin?". Claro que sim, fizemos História juntos na antiga USC, ela veio para Campinas décadas atrás. Era uma das revolucionárias do curso. Antonio e Sonia se conheceram em Campinas, muito pela trajetória de lida e luta, inevitável encontro frequentando os mesmos lugares e gotos, onde ambos sempre estiveram envolvidos e ao relembrar o nome dela, nada como passar um filme pela cabeça. Eu, ela, Antonio, Zé e Maurício éramos sonhadores bem lá atrás e pelo visto, continuamos com a mesma pegada. Os outros dois, Lago e Valentim, podem ser incluídos na troupe. É muito bom ir revendo pessoas, suas histórias, a trajetória de uma vida inteira e nelas, sem desvios, sentando depois de tanto tempo sem se ver pessoalmente, constatando que, mesmo aposentados, um tanto consados, não desistimos, continuando ao lado de gente como Lula e Haddad, sonhando firmemente com um outro mundo possível. Somos assim, ou melhor, seremos assim por toda a vida.
o nojo que dá certos personagens da vida pública
ESTE É O SER SAÍDO DAS PROFUNDEZAS DO PÂNTANO, HOJE AINDA GOVERNANDO A ARGENTINA E EXPELINDO IMBECILIDADES POR ONDE CIRCULEQue se trata de um doernte mental ninguém tem mais nenhuma dúvida, porém, este ser abjeto conseguiu anos atrás se eleger presidente da Argentina e hoje, reduziu este país a um território em total decadência e dependência. Nunca a Argentina se viu numa situação tão desconfortável como a atual, com suas indústrias praticamente sendo fechadas, uma atrás de outra, com o país sem perspectiva de recuperação. Praticamente entrega tudo, desde reservas ao próprio território e a soberania nacional, de mão beijada para os interesses, não norte-americanos, mas o do pirata que governa os EUA atualmente, Donald Trump. Um ser subserviente e limpa botas de Trump, de quem se humilha para continuar aparecendo nas fotos com seu mentor e líder. Uma vergonha para a América Latina, pelo que produz de viralatismo. Bastou abrir a boca, para dela sair algo mais contundente que uma latrina cheia de fezes. Os argentinos não ersperavam tanta vergonha com um presidente e hoje, com o país já tendo decretado falência, este senhor, fugindo de suas obrigações presidenciais, viaja para todo lugar, sempre as custas do erário público, não para levar algo de edificante para seu povo, mas para propagandear atitudes retrógradas e dentro do viés da extrema-direita. Ou seja, no conjunto da obra, um ser dos mais repugnantes hoje no planeta.
ESTE É O SER SAÍDO DAS PROFUNDEZAS DO PÂNTANO, HOJE AINDA GOVERNANDO A ARGENTINA E EXPELINDO IMBECILIDADES POR ONDE CIRCULEQue se trata de um doernte mental ninguém tem mais nenhuma dúvida, porém, este ser abjeto conseguiu anos atrás se eleger presidente da Argentina e hoje, reduziu este país a um território em total decadência e dependência. Nunca a Argentina se viu numa situação tão desconfortável como a atual, com suas indústrias praticamente sendo fechadas, uma atrás de outra, com o país sem perspectiva de recuperação. Praticamente entrega tudo, desde reservas ao próprio território e a soberania nacional, de mão beijada para os interesses, não norte-americanos, mas o do pirata que governa os EUA atualmente, Donald Trump. Um ser subserviente e limpa botas de Trump, de quem se humilha para continuar aparecendo nas fotos com seu mentor e líder. Uma vergonha para a América Latina, pelo que produz de viralatismo. Bastou abrir a boca, para dela sair algo mais contundente que uma latrina cheia de fezes. Os argentinos não ersperavam tanta vergonha com um presidente e hoje, com o país já tendo decretado falência, este senhor, fugindo de suas obrigações presidenciais, viaja para todo lugar, sempre as custas do erário público, não para levar algo de edificante para seu povo, mas para propagandear atitudes retrógradas e dentro do viés da extrema-direita. Ou seja, no conjunto da obra, um ser dos mais repugnantes hoje no planeta.
Sua imagem irradia nojo, a decrepitude humana na sua excelência. Seu visual, nada despojado, mas demonstrando a inaptidão ou mesmo incampacidade absoluta para o exercício do cargo que ocupa, o coloca não só como um dos seres mais desprezíveis, como rejeitados. Por onde passe, expele repetidamente besteiras, coisas sem nexo, nenhuma produndidade ou mesmo honestidade de propósitos. Está perdido e a cada dia que passa no poder, a consolidação do descalabro de um país, antes um dos mais altivos da América Latina, hoje com ele no poder, a latrina do continente. Não existe um só adjetivo positivo para um ser com tamanha capacidade de azedar um ambiente, de tornar impossível a convivência no mesmo ambiente, até pelo odor nauseabundo expelido. Costuma contaminar o ar dos ambientes por onde circule e só mesmo, seres tão abomináveis como ele o convidam para compartilhar o mesmo espaço físico.
Esteve no Brasil para junto de outros seres abomináveis, Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, expelir impropriedades inaceitáveis contra o presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva. Você pode discordar de Lula, mas acusá-lo de forma criminosa e recheado de inverdades é algo além do normal, merecedor não só de repulsa, mas punição. Demonstra demência, algo repetido por todos os lugares onde comparece e em como se apresenta nestes ambientes. Sem abrir a boca já é uma aberração, porém, quando abre, fica impossível permanecer no mesmo ambiente. Sua recente passagem ao Brasil é mais que uma peça de horror, essa executada em praça pública, comprovando tudo o que aqui escrevi até agora. Tenho muita pena dos argentinos por não estarem conseguindo se livrar dele neste momento. Quanto mais tempo permanece no poder, mais a Argentina é destruída e terá difícil recuperação quand oeste se for, creio eu preso e condenado. Quem dá ouvidos para Javier Milei, colocando-o em patamares onde ainda se leve em consideração o que fala, é tão repugante quanto ele.




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