BAURU DEPOIS DOS ROSIN'S, TERRA ARRASADA A alusão é até simplista, mar cai como uma luva para exemplificar o que está em curso na cidade de Bauru, levando-a ao caos, plena derrocada, política e financeira: é como se a cidade tivesse sido vítima de uma nunvem de gafanhotos, dessas que invadem plantações, devastam tudo e depois somem, desaparecem, deixando vestígos, mas com o estrago ali, devastação total. Suéllern Rosin foi reeleita no primeiro turno e administrará Bauru, ela e os seus, até o final de 2028. Guardião, o super-herói bauruense, sempre atento e alertando para os desastres, não só naturais, como os políticos, esses deixando sempre sinais de sua presença, continua nos alertando:
"Não está sendo por falta de avisos. Estes se multiplicam, mas até agora, nada ocorreu de fato a impedir que tudo continue como dantes, ou seja, Bauru segue seu ritmo acelerado rumo ao caos. Este caos pode ser já prenunciado com uma simples averiguação na situação atual de suas contas, ou seja, a quantas anda os cofres do munícipio diante de todas suas obrigações. Todos, indistintamente, alertam que a situação já está periclitante e na continuidade, algo impagável pela frente. Ou seja, algo está em curso em desalinho com o bom andamente que deve ter as contas públicas. Ou gasta-se demais ou estes gastos estão, não só ultrapassando os limites toleráveis, como sendo feitos de forma inapropriada, muito inábil, pois nada é feito para estancar a sangria".
Não se faz necessário consultar or oráculos, nem nenhuma bola de cristal. Isso da cidade estar gerando algo que, lá na frente gerará sua insolvência ou inadimplência absoluta é alvo de comentários de todos. Guardião, ciente de tudo o que rola nos bastidores políticos desta cidade, observa a movimentação em curso e reforça o alerta: "A situação já saiu do controle. A oposição na Câmara dos Vereadores, a que ainda existe, talvez quatro ou no máximo cinco vereadores, de um total de 21, demonstram por A + B, do surreal em curso, porém, tudo persiste e nada é alterado. É uma sucessão de fatos, de procedimentos mais que prejudiciais para as contas municipais. Nunca tivemos tantos cargos comissionados dentro da estrutura pública municipal, isso constituindo-se num cabide de empregos sem precedentes. Empréstimos e empréstimos são aprovados, todos em toque de caixa, remige de urgência, com uma dinheirama chegando e obras não saindo, não sendo finalizadas do outro lado da ponta. Não existe uma só pessoa, conhecedora da real situação da receita municipal, que não emita alertas contínuos sobre procedimentos inaqdequados e sem muita transparência, mas tudo continua sendo aprovado, referendado e executado, aumentando não só a preocupação, como gerando uma só pergunta: o que será de Bauru, quando a família Rosin deixar o poder?".
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| SERIA ESTE O DESTINO DE BAURU EM 2028? |
2028, quando Suéllen deixar o Governo, será aberta a caixa preta e a cidade saberá de fato, a situação dos cofres municipais. Guardião alerta para o perigo de, hoje, iniciando julho de 2026 e tendo à frente, aproximadamente dois anos e meio, o que será vislumbrado da cidade quando olhada lá dos janelões do terceiro andar do Palácio das Cerejeiras, sede do Governo Municipal? "Lembram-se do último governo de Tuga Angerami, quando durante todo seu mandato, pagou dívidas? Teremos alguém com este perfil para administrar a cidade a partir de 2028? E o que restará para ser administrado? Já deu para perceber que, Suéllen administra ouvindo os seus, estes até participando de suas decisões, mesmo sem mandato. Seu pai é uma espécie de imperador dentro da sede da Prefeitura e dos partidos ligados ao poder, com mão de ferro. Sabe-se que, a divida da Cohab é tão alta, que ela, por si só, inviabilizaria qualquer novo investimento na cidade. A Emdurb continua sendo o cabidão de empregos de sempre, sem nenhuma administração séria, buscando solucionar seus eternos problemas. Gente de fora é chamada para ocupar secretarias, como se entregue para gente daqui, algo não tivesse como ocorrer. Empréstimos continuam sendo aprovados, de uma forma muito irregular, como denunciados pelos poucos vereadores de oposição e a situação do que precisa girar, como a Saúde e a Eduacção, cada vez mais claudicantes. Nos Postos de Saúde falta o básico e na Educação, nem os uniformes de Inverno são entregues, porém, gasta-se altos valores com shows musicais, tudo com intuito de distrair a população. Ou seja, na somatória de tudo, tenho dó de quem pegar a Prefeitura para administrar ao final de 2028", conclui Guardião.
OBS.: Guardião é obra do traço inconfundível de Leandro Gonçales, fina flor com a pena nas mãos e com pitacos escrevinhativos do mafuento HPA. Estes dois, preferem continuar produzindo, mês após mês, uma charge feita na unha, do que transferir tudo para uma arte feita pela IA, que é muito válida, porém, ocorreria sem a intervenção pessoal do artista.
"Meu pai, que morreu em 1994, costumava dizer: 'O problema do Brasil é que deixamos o adversário escalar nosso time'. Imagine quantos brasileiros existem em todas as áreas que não são convocados por serem honestos demais, independentes demais, combativos demais. São vetados por políticos venais, por interesses econômicos e por forças estrangeiras e seus aliados domésticos. Resultado: o time escalado fica, na melhor das hipóteses, repletos de nomes hábeis, jeitosos, mas sem coragem e imaginação. São poucos os que entram em bola dividida. No fundo, no fundo, a escalação é a própria imagem do Brasil - país em que sobra jogo de cintura, mas falta espinha dorsal. Na nossa seleção atual, temos como centroavante e capitão do time um presidente da República experiente, tarimbado, um jogador de fama internacional. Perde uns gols incríveis, é verdade, mas a sua capacidade é inegável. Eis o problema, porém: a bola chega nele? Ou ele é forçado a voltar à intermediária para buscá-la? A verdade é que o centroavante acaba sem opções de jogo, uma vez que boa parte do resto do time passa a bola para o lado ou para trás, quando não faz gol contra! E fica assim a nossa seleção - jogando para empate ou até para perder de pouco. Com esse tipo de time, claro, não se ganha partida nenhuma e muito menos campeonatos", economista progressista, estabelecido pelos BRICs, Paulo Nogueira Batista Jr.
Creio que, tão logo termine a Copa do Mundo de futebol, terá início a uma verdadeira guerra, antecedendo a eleição presidencial e para renovação do Senado, portanto, ou criamos coragem e ajudaremos de fato Lula em sua reeleição, ou deixaremos o país ser levado para o fascismo de difícil retorno. Claro, o Governo também precisa não se intimidar e se ajudar, nos dando condições para, sem nenhum tipo de recuo, propocionar, sem medo de agir, ações positivas, corajosas e nos impulsionando a combater. Serão dois meses de campanha até então nunca vistas. Estejamos preparados e se insuflados, não recusaremos. É tudo ou nada.




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