Não se fala em outra coisa por estes dias, a bestialidade do presidente da FIFA ter se rendido ao apelo impositivo de Donald Trump e anistiadfo um jogador norte-americano, para mesmo tendo siso expulso, jogar no jogo seguinte. A tramóia não deu certo e os norte-americanos foram eliminados, pois o time adversário seguinte, a Bélgica entrou em campo com o reforço adicional psicológico e enfiou logo 4 x 0 nos EUA. Lavou a alma de todos os amantes do futebol. Outra polêmica é o ocorrido no jogo entre Argentina X Egito, quando pênaltis não foram marcados para o Egito e um gol deste foi anulado. Enfim, a Argentina perdia de 2 x 0, proporcionando uma virada histórica de 3 x 2, dessas poucas vezes vista. Tiveram a garra que, nosso escrete canarinho não teve e disso ninguém pode contestar. Já das questões futebolísticas compartilho aqui o comentário deixado pelo amigo Bruno Bkl num dos meus posts sobre o assunto: "Essa "gritaria" não resiste mais uma rodada de Copa, assim como semana passada Cabo Verde estava manchada pelo capitão estuprador criminoso e a seleção saiu exaltada e nenhuma linha sobrou...é sintomático e modo de agir". Assim estabeleço um ponto final nessas questões, também ficando encantado com o Vozinha de Cabo Verde e com o posicionamento do técnico do Egito, principalmente na defesa da Palestina, deixando a bola rolar, pois questões polêmicas sempre existirão no futebol e, no momento, tenho coisas mais sérias para tratar.
Uma Copa de futebol é só uma Copa de futebol, nada mais, mesmo que ela nos sirva para mostrar algo mais das diferenças que movem o mundo. Nada como 2 + 2 sendo 5, como o são as relações de poder político hoje e mesmo no passado. Não vivemos num mundo onde as diferenças são resolvidas no campo diplomático. Ainda sofremos pelo vislumbrado em Gaza, quando palestinos foram dizimados cruelmente e a mídia não ezecra de forma incisiva a Trump e Netanyahu. Temos a bestial guerra dizimando a Ucrânia e até hoje, mesmo o presidente daquele país, o boçal Volodymyr Zelensky, tendo colocado seu país na inevitável situação de destruído, alguns ainda enxergam nele, um declarado neonazista, como bonzinho. Putin nunca foi nenhum santo, assim como a maioria dos atuais líderes mundiais, fracos, omissos e sacanas. O chinês Xi Jinping é ao menos sensato e sem estar envolvido em nenhum guerra, leva ao seu país à liderança mundial, tudo pela transformação lá ocorrida, tecnológica e mental. Que os EUA já não lideram o mundo, disso nenhuma dúvida, porém, por causa de seu poder bélico, ainda teremos tempos de muita intranquilidade e indanidade pela frente.
Até quando o mundo inteiro se vergará ao poder norte-americano, imposto por um senil, doente, perigoso e fora-da-lei Donald Trump? A decisão do presidente da FIFA, o Infantini é o que o mundo inteiro hoje faz, se resigna e aceita o jogo. O ocorrido na Venezuela é caso de interferência internacional, pois roubam seu petróleo na cara dura, inclusive para fins particulares. E o que provavelmente ainda farão com a indefesa Cuba é de se envergonhar eternamente. Manter este país à mingua, como o fazem com os palestinos é mais que insanidade doentia. E como querem que me interesse por inteiro nas questões futebolísticas? Sinceramente, não dá. Impossível. Me volto para o Brasil e vejo o quanto essa famiglia de bandidos, a Bolsonaro, mesmo agindo declaramente como traidores da Pátria, ainda gozam de isenções e paparicos. Deveriam estar todos enjaulados, já cumprindo pena, pois seus crimes se avolumam - assim como os de Trump e Netanyahu - e não soltos, com um deles, sem nenhum preparo ou condições, ainda pleiteando ser presidente da República. Como conseguimos deixar que uma situação como essa se prolongue e resulte numa campanha política, onde deve acontecer de tudo, ainda mais quando Trump já disse ter vontade de interferir nos seus resultados. Não dá pra ficar discutindo muito Copa do Mundo diante de tudo isso.
Confesso continuar assistindo aos jogos. São inevitáveis. Sempre gostei muito de futebol e assim continuarei me interessando pelas coisas da bola, onde ela rolar, tanto aqui no Alfredo de Castilho ou qualquer outro gigante estádio mundo afora, mas tento separar muito bem as coisas. A paixão pelo futebol já foi mais avassaladora. Hoje influi menos em minhas decisões. Tenho buscado a sensatez para seguir adiante na vida. Nas relações de poder mundo afora, continuará tendo forte influência, porém, me toca muito mais e me move de forma muito mais bravia observar como, por exemplo, aqui em Bauru, diante de tanta arbitrariedade cometida e sendo repetida em cada novo lance político, as ações da famiglia Rosin, filha, mãe e pai, comandando uma cidade com a complacência quase calada de todo um sistema, ainda agindo sem que os perturbem de fato. A situação está embrenhando num emaranhado onde, se nada ocorrer para estancar o sangramento, lá na frente o rombo atingirá proporções tão devastadoras que, soluções demandarão décadas e décadas. Me incomoda muito ir deixando a banda passar, a coisa ir rolando, sem perspectivas de alguma luz brilhando lá no final do túnel. Esperando até o próximo pleito é algo ainda longe demais. E, se hoje, o povo está um tanto sem condições de reagir, as esperanças deveriam recair no Judiciário, porém tudo continua um tanto estancado, caminhando a passos de tartaruga. Inevitável, se os Rosin perderem os próximos pleitos deixarão Bauru, penso eu de forma definitiva e assim sendo, como estará a situação da cidade quando isso de fato ocorrer?
Junto tudo isso e no meio deste balaio, o futebol. Dia 19/7 a decisão da Copa e depois dos comentários, desabafos, críticas de praxe, o Brasil terá pela frente uma decisiva eleição. O Brasil fenecerá se a extrema-direita voltar ao poder. O retrocesso será imensamente pior do que a já imaginada situação dos cofres municipais. Hoje, não existe mais nenhuma outra opção para o Brasil, do que estar envolvido na reeleição do presidente Lula, pois do contrário, o debacle, o colapso e derocada total será inevitável. Encerro com postagem do cientista político - bauruense, por sinal - Gilberto Maringoni, filiado ao PSOL, anos confrontando Lula e o próprio PT, mas diante do que pode acontecer ao país toma a seguinte decisão: "O VOTO EM LULA É FUNDAMENTAL - Lula é o nosso Jacques Chirac de 2002. Assim como o petista, o líder francês não era de esquerda, apesar da origem popular e de um breve flerte com o Partido Comunista, na juventude. Chirac poderia se localizar hoje no campo da direita moderada. Contudo, era capaz de iniciativas inusitadas para alguém em sua posição: opôs-se firmemente à invasão do Iraque por parte dos EUA, em 2003. O voto francês do Conselho de Segurança da ONU enfureceu George W. Bush. A comparação com Lula tem a ver pelo fato de a esquerda ter ficado fora do segundo turno do pleito presidencial de 2002, na qual Chirac disputava a reeleição contra a Frente Nacional, de extrema-direita, capitaneada por Jean-Marie Le Pen. Sem alternativa, todas as correntes de esquerda fizeram campanha para o dirigente da Rassemblement pour la République, que venceu com 82,21% dos sufrágios, um indubitável tento democrático. O voto em Lula se justifica por impedir a vitória da extrema-direita. Não há ilusões com transformações sociais de qualquer tipo. Votar nulo diante do fascismo é atitude irresponsável".

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