quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
COMO TROMBO COM BRASILEIROS TRABALHANDO AQUI PELA CIDADE DO PORTO
É uma loucura o que tenho encontrado de jovens brasileiros, com pouca formação técnica ou mesmo universitária, se aventurando aqui na Europa. Neste momento escrevo somente pelo Porto, uma das principais cidades portuguesas. Trombo com brasileiros por todos os lados. Muitos são turistas, mas a grande maioria está por aqui trabalhando. Alguns me disseram, Porto é uma ótima porta de entrada para outros países. O que mais me espanta é que, todos os que tenho visto, nenhum até agora possui formação para ocupar cargos ditos como mais qualificados, ou seja, com melhores remunerações. Aqui no hotel onde estou hospedado, con tei são doze funcionários, desde a portaria, buffet, lavanderia e de arrumação dos quartos. Doze num pequeno hotel. E a imensa maioria jovens, de 20 até uns 30 anos.
Primeiro, constato com isso, algo que passou muito pela cabeça quando tinha essa idade. Quem já não pensou quando jovem em bater asase ir se aventurar mundo afora? Eu já e até o Bananinha, o filho do presidiário Jair Bolsonaro já o fez, como hamburgueiro lá pelas bandas norte-americanas. E olha que, no caso dele, a renda familiar, pelo que ssabe nunca deixou a desejar. Por outro lado, a imensa maioria dos que aqui estão o fazem em busca da realização de um sonho, o de amealhar grana e até voltar um dia, mas numa condição bem diferente da que está indo.
Converso com alguns neste meu momento por aqui. Um de Goiânia trablhando na portaria e morando numa cidadezinha próxima do Porto. O custo por aqui é bem diferente de morar perto. O sistema de trens funciona que é uma beleza e a estação centrão de São Bento vive cheia de brasileiros indo e vindo. Este me conta, a maioria faz como ele, mora nas cercanias, onde o custo de vida é bem mais baixo e assim se conseguer guardar alguma grana. A camareira que hoje nos atendeu é de São José do Rio Preto, está aqui perto de quatro anos, arrumou namorado brasileiro e fazem esse transporte diário de trens até onde mora. A estação central fica há 200 metros do hotel. No buffet do café da manhã, outra muito simpática, essa de Campinas, sorridente e sem muito tempo para conversar, diz não ter do que reclamar. "Está difícil, pois Portugal também passa poor uma crise. A cidade e o hotel estão mais vazios que alguns anos atrás, mas continuo acreditando que tudo pode melhorar", me diz.
Uma dessas, família toda do interior do Paraná, disse ter vindo com a cara e a coragem. De sua história, algo me chamou muito a atenção, quando conta, sem complexo de inferioridade, ter comigo pela primeira vez o tal do escargot e também o tradicional, pelo menos por aqui, bacalhau. Disse não ter tido oportunidade de fazê-lo no Brasil e hoje, algo contado com muito orgulho, mesmo trabalhando num serviço considerado subalterno, consegue há três anos, trazer a mãe uma vez por ano para vir visitá-la. Ela conta isso com o peito estufado e diz mais, está se esforçando para trazê-la em definitivo, ainda se encontrando no trabalho de convencimento junto a ela.
O fato é que tenho pouco tempo por aqui, mas não resisto, em cada reencontro com um brasileiro, me aproximo e tento trocar algum diálogo. Em primeiro lugar, de onde é e aí começamos a entabular uma conversa, que em muitos casos se estende bocadinho mais. Ana Bia trouxe na mala uma pacote de "Sonho de Valsa" e por onde passamos, vendo brasileiros, deixa alguns. Era para ser distribuído na viagem toda, mas pela quantidade de brasileiros encontrados, talve não cheguem na terceira cidade. Aqui mesmo no hotel quando entregou alguns para um brasileiro, ouviu algo deste a recompensando: "Puxa, faz mais de três anos que não como um destes. Aqui até tem lugares onde você encontra, mas são caros. Outro dia numa loja de produtos brasileiros, um cafezinho ao nosso estilo estava por seis euros. Não dá, né!".
E assim sigo, hoje meu terceiro dia e as histórias se repetem e se complementam. As junto com gosto, ouço com prazer e assim, além de visitar lugares, rever outros, vou trombando com brasileiros e buscando uma aproximação calorosa, enfim, todos partem para longe em busca de algo, a realização de um sonho ou até mesmo se aventurar, algo bem próprio da idade. O jovem é impetuoso e ciente de que, se fizer algo neste seu momento, a chance de dar certo será muito mais alta do que na meia idade. E assim, eles estão pela aí, sendo, fazendo e acontecendo.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
FRASES (265)
Não resisti. O pessoal que estava comigo lá sentado falando de cinema e volto para a rua e além de assuntar, me aproximo e puxo conversa. Todos eles são portugueses natos e estão preocupados com as eleições, a tal da segunda volta, quando o país pode ser entregue de bandeja para um representante da extrema-direita, pior do que o nosso Jair Condenado Bolsonaro. Velhos - entre os quais me incluo - não gostamos de mudanças bruscas, pois essas acarretam perdas de inolvidável expressão em nossas vidas.
Comentavam sobre quem poderia estar mais ao lado deles neste momento, quando o soldo mensal nem sempre preenche tudo o que temos de compromissos pelas frente. Eu, ouço todos e sem pedantismo, acabo tendo a oportunidade de dar minha opinião. "FAlo pelo Brasil, onde tivemos um presidente da extrema-direita. Este chegou propondo novidades, mas só tivemos surpresas desagradáveis. A primeira delas diz respeito a nós, aposentados. Se bobear estes, a extrema-direita reduz nossos soldos sem só, muito menos piedade. Já os da esquerda, olham com atenção para atendimento de saúde, transporte, educação e seguram nossa barra. Não existe um da extrema-direita que não tenha exterminado com direitos atéentão garantidos. Eles só pensam em privatizar tudo, se desfazem de tudo e lá na frente, sobra sempre para nós", foi o que lhes disse.nos encurralam
Meu tempo de permanência era curto, pois queríamos voltar a perambular pelas ruas do Porto, após a trégua da chuva. Tive que me despedir e creio eu, deixei-os com uma pequena pulga atrás da orelha. Eles conhecem algo de Bolsonaro e não ficaram surpresos com o que lhes disse. Um deles, me ajudou e confirmou: "Não podemos cair na esparrela direitista. Chegam propondo mundos e fundos e depois, nosencurralam feio". Para mim, mesmo curta, foi uma conversa das mais proveitosas. Espero reencontrá-los em breve, antes de partir daqui, pois segundo um destes me disse, estão sempre no mesmo lugar, quase todos os dias e num como hoje, chovendo, o grupo é até maior que nos demais dias.
EU E PC VASCONCELOS HABLANDO DE FUTEBOL NO PORTO
Encontros mais do que improváveis. Num restaurante aqui no Porto, numa mesa quase ao lado da nossa, o comentarista esportivo Paulo Cesar Vasconcelos, o PC, do canal esportivo Sport TV. Não resisti e fui tietar. Falamos de Brasil, Bauru, "terra do basquete feminino" - coisa do passado -, Noroeste, Flamengo e futebol. Ele é muito simpático. Estava acompanhado da esposa, férias curtas no Porto e bebericando um bom vinho enquanto almoçava. Ele é um dos que mais gosto de ouvir, sensato, centrado e sabendo onde pisa - e o que fala. Umcomentarista de responsa.Este negócio de tietar conhecidos é um tanto complicado. Não gosto de interromper momentos de intimidade de ninguém. Neste caso, o fiz. PC estava bem próximo de nós e além de tudo, diante de muitos hoje se intitulando ententendidos deste negócio da bola, ele se sobressai, pois dentro da sua simplicidade, sem ser pedante ou querend ose mostar, faz e acontece. E foi de uma simpatia, comprovando ser tudo aquilo e até mais do que já imaginava. É muito bom poder prosear no sentido exato desta palavra, longe de casa, reencontrando gente comungando de algo próximo, trocando figurinhas e interagindo de forma agradável. PC é, dentro do quadro de comentaristas globais, alguém mais que diferenciado. Está num estágio avançado neste quesito e ali no restaurante, ele tomando um vinho em sua mesa, eu na minha com os meus, pudemos por alguns instantes juntar algo e até, registrar este momento.
e pra não dizer que nada escrevi de Bauru e dos absurdos suellistas
NOVO MASCOTE BAURUENSE - CASTANHAS SUPERFATURADAS, COM A BENÇÃO DA incomPREFEITA SUÉLLEN ROSIN Mais uma inconfundível conquista desta arrebatadora administração familiar. Uma descabida compra de CASTANHA, numa quantidade absurda e com um preço reconhecidamente superfaturado. Ocorre a denúncia e o que ocorre? A compra é cancelada, porém, por pouco mais uma ocorrência pra constar como grandes realizações da alcaide, Suéllen Rosin. A criatividade corre solta pelas redes sociais, não só denunciando, mas ironizando as constantes pisadas no tomate.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
DROPS - HISTÓRIAS REALMENTE ACONTECIDAS (248)
AS ANDANÇAS SE DARÃO COM ESTES - É COM ESTES QUE ANDO
A história dessa viagem iniciada ontem é bonita. Aqui a conto, pois gosto demais de conseguir ainda colocar o "bloco na rua" e quando o faço, mais prazer e contentamento, quando histórias de vida se juntam e se misturam, dando aquele toque irresistível, salutar de congraçamento humano. Eu e Ana Bia, a companheira de todas as horas, juntamos nossos caraminguás para conseguir se perder pela aí, pelo menos uma vez ao ano. Mais que um luxo ainda conseguir realizar este intento. O bicho pega feio pela aí, sabemos disso e não somos indiferentes a ele. Eu aos 65 e ela aos 58, nos desdobramos e neste momento iniciamos mais um passeio.
Começamos pelo Porto, uma cidade portuguesa onde já estivemos uma vez e voltamos exatamente para dar continuidade a algo feito com grande prazer, podendo ter alguma continuidade neste momento. Essa viagem começa em Guarulhos, ali no aeroporto quando nos encontramos com a professora Edna Cunha Lima, 80 anos, viúva, dois filhos e hoje residindo em Recife PE. Ela foi uma sumidade no mundo do Design nacional e junto com o marido, Guilherme Cunha Lima, fizeram história por onde atuaram. Imenso prazer em poder viajar ao seu lado e mais que isso, ouvir suas histórias e presenciar seu charmoso sorriso. Em julho passado a levamos junto de nós para Buenos Aires, num Congresso Acadêmico e depois, mais que justo, por todas as andanças buenaristas.
Neste momento, tudo foi um pouco diferente. Ela, viaja só do Recife até Guarulhos, onde nos encontramos. O trio adentra o voo da TAP portuguesa e por mais de dez horas, compartilhamos assentos próximos, sentadinhos, os três com os pés inchando bocadinho, porém, altivos por tudo o que viria pela frente. A surpresa maior foi na chegada, onde nos aguardavaseu filho Leo Cunha Lima, 50 anos, residente há 15 anos na Nova ZelÂndia, do outro lado do mundo. Fez uma viagem e tanto, saindo da capital Wellington, com destino a Cingapura, depois Frankfurt e só depois para o Porto. Foram mais de 24 no ar, tudo para rever e ficar uns dias ao lado da mãe. Se viram pela última vez, quandodo falecimento do pai, 3 anos atrás e cada reencontro, mais que uma festa. Eu e Ana pudemos presenciar este rico momento.
A partir do encontro estava formado o quarteto que irá permear essa nova aventura, algo começado já no aeroporto, quando Edna traz consigo, locada no Recife uma cadeira de rodas. Ela será utilizada para facilitar as andanças. Na maioria dos percursos, circulará conduzida por nós e quando nos locais, andará normalmente, sem se cansar. Uma peça da cadeira se despreende e da saga para sua recuperação, conhecemos todos um pouco mais das entranhas de um aeroporto portugês. Fomos todos muito bem atendidos e a peça foi recuperada. De tudo, eu vendo muitos brasileiros trabalhando junto de portugueses, pergunto para um simpática portuguesa do setor de Achados Perdidos: "Como é trabalhar ao lado de um brasileiro?". Ela, ri e comenta que os brasileiros possuem um defeito inconsertável: "Chegam para a gente peguntando se podem fazer uma perguntinha e quando vemos já fizeram cinquenta". Muito sério o serviço de táxis do aeroporto e num carro para quatro, com muitas malas, pagamos, pasmem, exatamente o constante do taximetro.
Com um fuso horário de três horas mais do que a brasileira, chegamos ao hotel Legendary, onde já estivemos uma vez, na praça do Batalha, bem defronte uma linda edificação cultura, com cinemas, atravessando a rua de paralelepípedos. Choveu forte o dia todo, porém, para nossa felicidade, a partir de nossa chegada somente uma leva garoa. Indstalados e com fome, indicados pela recepção do hotel, queríamos um localpróximo para comer. O escolhido foi um na praça, o Java Café Restaurante, com layout antigo e aconchegante. Um belo lugar e melhor ainda pela acolhida. Nada como um peixe local para a recepção e na saída, após muita conversa com garçons e o proprietário, com promessas de voltar, ganhamos uma linda caneca colorida com a marca do lugar.
Cansados, encerramos o dia conversando com o entendido em vinho, o sr Antonio, nosso conhecido da viagem anterior, atendente principal no bardo hotel, tendo atuado uma vida inteira com artes gráficas, hoje repassa a todos seus conhecimentos no mundo das bebidas. Uma conversa que, com certeza, se estenderá pelos próximos dias. Dentre o que já nos passou, indicou vinhos para uma compra no belo supermercado Pingo Doce e também na escolha de sardinhas enlatadas, algo que eu e o Leo já nos enfronhamos, pois, pelo que vejo, glutões como somos, não queremos errar nas escolhas. Com a chuva coemndo solta lá fora, cansados pela longa viagem, não cumprimos agenda no tour pensado para a primeira noite e nos recolhemos mais cedo, já pensando no dia seguinte. Mais que estar numa viagem, conhecendo lugares novos para todos nós, o melhor de tudo deverá ser a convivência destes quatro, já se inteirando sobre a segunda volta, o 2º turno da eleição presidencial portuguesa, quando a extrema-direita possui muitas chances de chegar ao poder. O quarteto, todos com linhagem muito mais à esquerda, falamos muito de política e eu, como não podia deixar, minha primeira compra no país foi o jornal Expresso, que na edição de final de semana, traz uma bela revista, a "E" e um livro de poemas de, nada menos que Camões. Minha leitura para o hotem, depois das escrevinhações estava mais que garantida. Confesso, além do jornal, trouxe três livros para a empreitada destes dias.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
COMENTÁRIO QUALQUER (269)
BATI ASAS
“Caro Jonas: dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz — embora ela continue sendo predominante —, e agora posso pensar no que é bom e adequado para os Estados Unidos da América"
"A Dinamarca não consegue proteger aquela terra [Groenlândia] da Rússia ou da China e, afinal, por que eles teriam um ‘direito de propriedade’?
Não há documentos escritos; é apenas o fato de um barco ter desembarcado lá há centenas de anos, mas nós também tivemos barcos que desembarcaram lá.
Fiz mais pela Otan do que qualquer outra pessoa desde a sua fundação e, agora, a Otan deveria fazer algo pelos EUA.
O mundo não estará seguro a menos que tenhamos controle completo e total da Groenlândia"
HOJE NÃO TEM TEXTÃO
HPA e Ana Bia Andrade batendo asas e alçando voo, dando um tempo de Bauru e respirando novos ares. Vou postando algo mais por onde botar os pés.
HPA e ABPA, recarregando baterias para os muitos embates pela frente - De passagem pela marginal Tietê, dia de chuva, 19° na capital paulista, segunda, 19 de janeiro de 2026.
A nota da prefeitura informa ainda que o procedimento analisado envolvia a possibilidade de Ata de Registro de Preços, instrumento que não configura compra imediata, não obrigando o município à aquisição da totalidade dos itens registrados e permitiria adequações de quantitativos e valores, conforme a necessidade da administração pública.
Segundo a prefeitura, inclusão do item no planejamento foi feita pela equipe técnica de nutricionistas, e compõe o cardápio da merenda, desde de 2020, considerando tratar-se de alimento com valor nutricional, dentro das diretrizes que orientam a alimentação escolar.
A Secretaria de Educação reforça que optou pela suspensão temporária para permitir uma reavaliação técnica mais aprofundada, assegurando clareza, segurança e alinhamento com o interesse público e em conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
*Informações divulgadas pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Bauru e matéria/foto produzida pela 94FM.
HPA e Ana Bia Andrade batendo asas e alçando voo, dando um tempo de Bauru e respirando novos ares. Vou postando algo mais por onde botar os pés.
HPA e ABPA, recarregando baterias para os muitos embates pela frente - De passagem pela marginal Tietê, dia de chuva, 19° na capital paulista, segunda, 19 de janeiro de 2026.
IMPOSSÍVEL PASSAR BATIDO POR PROCEDIMENTOS DA ATUAL ADMINISTRAÇÃO BAURUENSE, A CADA DIA NOS SURPREENDENDO MAIS,SEMPRE NEGATIVAMENTE
A Secretaria de Educação informou que suspendeu temporariamente o processo licitatório referente à eventual aquisição de mix de castanhas, com o objetivo de reavaliar quantitativos, especificações e a estratégia de fornecimento no âmbito da alimentação escolar e de outras áreas da administração.
A Secretaria esclarece por meio de nota que não houve contratação, ou geração de qualquer despesa, não existindo, portanto, impacto financeiro ao município.A nota da prefeitura informa ainda que o procedimento analisado envolvia a possibilidade de Ata de Registro de Preços, instrumento que não configura compra imediata, não obrigando o município à aquisição da totalidade dos itens registrados e permitiria adequações de quantitativos e valores, conforme a necessidade da administração pública.
Segundo a prefeitura, inclusão do item no planejamento foi feita pela equipe técnica de nutricionistas, e compõe o cardápio da merenda, desde de 2020, considerando tratar-se de alimento com valor nutricional, dentro das diretrizes que orientam a alimentação escolar.
A Secretaria de Educação reforça que optou pela suspensão temporária para permitir uma reavaliação técnica mais aprofundada, assegurando clareza, segurança e alinhamento com o interesse público e em conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
*Informações divulgadas pela assessoria de comunicação da Prefeitura de Bauru e matéria/foto produzida pela 94FM.
DAS ABERRAÇÕES A QUE O MUNDO ESTÁ SUJEITO COM UM DESEQUILIBRADO NO COMANDO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - TRUMP É UM MONSTRO
Primeiro-ministro da Noruega confirma carta infantil de Trump em que ele associa ataque à Groenlândia à perda do Nobel:“Caro Jonas: dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz — embora ela continue sendo predominante —, e agora posso pensar no que é bom e adequado para os Estados Unidos da América"
"A Dinamarca não consegue proteger aquela terra [Groenlândia] da Rússia ou da China e, afinal, por que eles teriam um ‘direito de propriedade’?
Não há documentos escritos; é apenas o fato de um barco ter desembarcado lá há centenas de anos, mas nós também tivemos barcos que desembarcaram lá.
Fiz mais pela Otan do que qualquer outra pessoa desde a sua fundação e, agora, a Otan deveria fazer algo pelos EUA.
O mundo não estará seguro a menos que tenhamos controle completo e total da Groenlândia"
TEXTO DE JOÃO LOPES
domingo, 18 de janeiro de 2026
PERGUNTAR NÃO OFENDE (230)
TRÊS COMENTÁRIOS, BASEADOS NO QUE OUÇO DA TAL "RÁDIO PEÃO"
1.) VIAJAR É TUDO
Todos somos merecedores de descanso, após intensas jornadas de trabalho. Nada contra alguém tirar férias. A crítica feita dos dias de férias da alcaide municipal bauruense, a IncomPrefeita Suéllen Rosin não passa, a meu ver, pelos dias de descanso dela. Enfim, ela vija neste dias para onde quiser. E foi, desta feita, segundo consta para fazer cultos religiosos neopentecostais nos Estados Unidos. A ironia disso tudo é a que ouço na feira dominical da rua Gustavo Maciel, numa conhecida roda da Rádio Peão: "O problema não é ela tirar férias e ir para bem longe. O problema que temos e este insolúvel, é quando fica, está no comando da cidade e com a caneta na mão, apronta mil e umas. Longe, de férias, menos problemas para Bauru". Achei muito pertinente.
Todos somos merecedores de descanso, após intensas jornadas de trabalho. Nada contra alguém tirar férias. A crítica feita dos dias de férias da alcaide municipal bauruense, a IncomPrefeita Suéllen Rosin não passa, a meu ver, pelos dias de descanso dela. Enfim, ela vija neste dias para onde quiser. E foi, desta feita, segundo consta para fazer cultos religiosos neopentecostais nos Estados Unidos. A ironia disso tudo é a que ouço na feira dominical da rua Gustavo Maciel, numa conhecida roda da Rádio Peão: "O problema não é ela tirar férias e ir para bem longe. O problema que temos e este insolúvel, é quando fica, está no comando da cidade e com a caneta na mão, apronta mil e umas. Longe, de férias, menos problemas para Bauru". Achei muito pertinente.
2.) PAPAI É TUDO*
* O link para leitura do texto dominical de Fernando Redondo:
Leio tudo o que o publicitário e jornalista Fernando Redondo anda escrevendo sobre a política local. Suas análises são mais que pertinentes. Tem traçado quadros de inestimável consideração, todos com muita consistência e muita reflexão. Neste último, aqui compartilhado, algo a ressaltar o constrangimento de uma decisão recente da Família Rosin diante de demais parceiros, na disputa eleitoral que se avizinha. Com a decisão da família pelo seu futuro, pensam somente neles e nem um pouco nos demais que, até agora estiveram ao seu lado.
Para mim - para o Redondo também -, tudo muito claro. O mentor dessa movintação toda é o papai Rosin. Este pelo que a Rádio Peão nos passa - e erram muito pouco -, este é o mandatário mór do terceiro andar da sede da Prefeitura, lá no Palácio das Cerejeiras. Muitos gostariam de ter seus pais ao seu lado no momento de decisões cruciais na vida. Isso é até salutar, porém, o que nçao pode ocorrer é quando, para um cargo público, onde ocorreu uma eleição, sufrágio decidindo colocar lá uma pessoa e depois, quando eleita, quem não só decide, mas coordena tudo é o papai.
Em Bauru, quer queiramou ou não, quando a cidade optou por eleger Suéllen Rosin, trouxe junto com ela para dentro da Prefeitura sua família inteira. Inclusive o marido, este escolhido à dedo para atuar nos bastidores como o "pedra noventa", aquele que chegou para ser e estar presente no momentos mais cruciais, não de decisões familiares, mas da cidade. Hoje já se comenta - a tal da Rádio Peão novamente -, que está ocorrendo uma séria rivalidade entre o marido e o papai. Sim, pelo que Redondo nos passa em seu texto, isto deve estar de fato ocorrendo, porém, o que se deve levar na mais alta consideração é que, as decisões hoje ali tomadas, não dizem somente mais respeito à algo familiar e sim, ao destino de Bauru.
Sento e fico a refletir sobre o papel que um pai pode ter, mas especificamente este, em tudo o que está a ocorrer. Sabe-se que este pai, já comanda e sob o regime de rédea muito curta, vários partidos na cidade. Ou seja, o danado é centralizador. A jogada hoje é pelo futuro do clá familiar na sua continuidade política, ou seja, sua sobrevivência enquanto agrupamento político. Eles todos sabem que, sem um mandato, Suéllen e a mãe, estarão colocando não só em risco, como determinando o fim da influência dos Rosin em Bauru. nenhum outroi eleito, até diante de como a família age, irá querer continuar alavancando estes como próceres. Para mim, dependendo das próximas jogadas neste intrincado tabuleiro, será selado o futuro dos Rosin em Bauru. Papai no centro de tudo. As últimas reuniões familiares devem ter sido daquelas pegando fogo.
Orlando Dias é figura muito conhecida em Bauru. Não é somente o vice-prefeito bauruense. Construiu carreira por aqui. vez ou outra gosta de ser fotografado com a mão na massa, ou seja, até empunhando vassoura ou enxada em situações calamitosas nas entranhas bauruenses. Ele sabe melhor que todos ousando analisar o momento da cidade, estar prestes a assumir definitivamente o comando da cidade, não só numas férias da alcaide, como agora, mas quando ela sair, deixar o cargo, em abril próximo, para concorrer no pleito para concorrer vaga na Câmara dos Deputados, o Congresso Nacieonal.
A Rádio Peão - sempre eles -, demonstram nas rodas de conversa cidade afora, o sentimento que o vice deve possuir diante da nova realidade dos fatos diante de si: e agora, o que farei diante de tudo o que me deixaram na mesa? Nos comentários, dizem, o vice deve ter sonos agitados, pois sbe do baita problemaão que terá pela frente. Já vimos muitos chutando o pau da barraca diante de algo dessa natureza. E a pergunta que ouvi por este dias é mais que pertinente: o hoje vice, amanhã prefeito, dará continuidade no que está sendo feito hoje e, mais que isso, manterá a família Rosin como prócer da cidade, mesmo ela fora do cargo de alcaide?
A batata quente, como se sabe é imensa e as especulações de que, a partir de abril, comece o desmonte dos Rosin permeia as discussões. Orlando, quando assumir definitivamente a cidade, diante do quadro real do que terá pela frente, a crua e nua realidade dos fatos, a encontrada como herança, fará algo efetivo para virar a mesa. Serão poucos meses, mas podem ser transformadores para alterar por completo o quadro político na cidade.
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| ESSA NÃO FALHA... |
sábado, 17 de janeiro de 2026
PERGUNTAR NÃO OFENDE (229)
Converso com ele, algo que desconhecia, sobre a nova investida da especulação imobiliária, agora junto da atual alcaide municipal, a incomPrefeita Suéllen Rosin, de passar tudo nos cobres. Um quer fazer caixa a todo custo e os espertalhões querem fazer dinheiro com o loteamento de toda a área. Nenhum destes pensa num parque público, mas sim em muitos espigões. Maringoni fica estarrecido e comenta comigo em resposta ao que lhe envio de informações:
“Puxa, de novo essa investida contra o Aeroclube. Um conhecido cronista social, nos anos 70, ou seja, 50 anos atrás, já queria tirar o Aeroclube daí e transformar aquilo num lugar de especulação imobiliária. Tem que fazer uma campanha e seria legal você entrevistar alguém do Voo à Vela, aquele ex-secretário de Saúde da cidade, que conheci um dia lá no Bar do Genaro. Ele pode falar com propriedade sobre isso. Bauru já foi Capital Nacional do Voo à Vela. Hoje é Formosa, um lugar que tem melhores condições de voo. Mas não é só por isso. Tem um filme do Aeroclube, o Pedro Romualdo havia me passado, postei há uns 10 anos do Youtube, sobre a inauguração do Aeroclube. Valeria a pena divulgar aquilo, é um filme de 45. Essas fotos que te mandei são fragmentos de um filme de 8mm, feito em 1957, um ano antes de meu nascimento. Eu não sei quem são as pessoas. Meu irmão, o Kiko quem me enviou, ele voava em Bauru. Ele identifica os dois garotos, que voaram com ele no começo dos anos 80, nem sei se estão vivos ou quem são. Meu irmão Kiko renderia uma boa conversa. Acho que, tem que ser feita de fato uma campanha, envolvendo mais gente, contra a devastação de um lugar, não só histórico, como fundamental para a História do Voo à Vela, dos Aeroclubes no Brasil todo. Isso é um lugar histórico em termos nacionais”.
A conversa com o Kiko farei qualquer dias destes. Ele, com toda certeza, possui muito para contar e deixar registrado sobre a importância da permanência deste Aeroclube. Se hoje é ocupado como hangar para pequenos aviões de ricaços locais e regionais, feesta aérea anual do ex-astronauta bauruense, isso outra história. Talvez algo ainda possa ocorrer para salvaguardar e resgatar, além do saudosismo, algo lúdico e salutar histórico. Ali pode despontar outras iniciativas envolvendo a aviação de pequeno porte, o que seria definitivamente estancado, enterrado com a comercialização da área. Isso sem contar que tudo ainda possui entraves jurídicos, pois a área mesmo liberada, pode ser motivo de embargo, decorrente de muita irregularidade no processo culminando com essa esdrúxula liberação para a Prefeitura entregar nas mãos da especulação.
Maringoni, como já se viu, possui laços aéreos na cidade, algo já explicitado num famoso livro de sua autoria, onde resgata algo de suas memórias de infância, o "Tocaia". Hoje, a inviabilidade de picotar a área do Aeroclube vai além de um simples resgate aéreo. Poderia ser pensado para o local, junto do Aeroclube, um amplo parque ecológico e de congraçamento da população, até maior do que o Vitória Régia, ou seja, algo pensado para a cidade no futuro, com paisagismo verde, não espigões em profusão.
O escritor, pensador, cartunista e professor Gilberto Maringoni, com suas aguçadas lembranças apimenta a discussão de uma decisão, que pode muito bem ser revista, pelo bem desta cidade. Num mundo onde as catástrofes climáticas se avolumam, quem pensa em dar vazão para o que vai na mente de quem comanda o pensamento da especulação, da grana a qualquer custo, pelo visto, não pensa muitp ara agir. Se faz necessário, dar um breque, repensar ações, rever posicionamentos e enxergar o que somos, o que queremos ser e no que estaremos nos transformando quando deixamos tudo rolar tendo o dinheiro sempre em primeiro plano.
INAUGURAÇÃO DO AEROCLUBE BAURU EM 1945
Enviado a mim por Gilberto Maringoni (enviado a ele por Pedro Romualdo).Documento histórico de local, neste momento, janeiro 2026, pode estar deixando de existir muito em breve, graças imposição da especulação imobiliária.
Link do vídeo da inauguração Aeroclube em 1945:
HPA, pela transcrição.
COMENTÁRIOS
- "É irônico e triste, Henrique. Enquanto eu escrevo sobre a 'solitária arquitetura do agora' sob a chuva da Major Prado, lembro que o teto da nossa ambição já foi muito mais alto. Ter o DNA de um pioneiro da aviação e não ter um aeroclube operante é como ter a bússola, mas ter perdido o avião. O 'H' de Jahu virou uma âncora em vez de ser asa", Fernando Tobygial.
COMENDO PELAS BEIRADAS (171)
TOMATE CHEGANDO COM FORÇA TOTAL, VEJA AS NOVIDADES JÁ GANHANDO CORPO - AS CAMISETAS JÁ PODEM SER ENCOMENDADASVoltemos a falar deste insólito bloco, dito por mim como, farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco, o Bauru Sem Tomate é MiXto, que neste ano completa 14 de axistência. Viemos para incomodar e ser uma espécie de pedra no sapato dos poderosos de plantão. E desde então, temos assim atuado, sempre de forma incisiva, coesa e hilária. Unimos a festa do Carnaval, nossa maior festa popular, com a seriedade em cutucar a onça com vara curta. Escolhemos como alvo principal o cenário bauruense, sem se desligar de também espezinhar algo do nacional. Somos um bloco autêntico de rua, constituido nem se sabe como, concentrando no entorno dessa ideia, pessoas com o mesmo ideal, o de transformar o lugar onde vivemos em algo bem mais palatável do que o vivenciado. Essa uma luta de toda uma vida, estensiva também ao Carnaval.
E daí, ano após ano, cá estamos, na lida e luta. Tudo teve início em 2013 e depois, só teve interrompida sua descida do Calçadão da Batista nos anos da pandemia. Mesmo assim, confeccionamos camiseta e cantamos algo desdizendo de quem pisava no tomate naqueles anos. E assim, seguindo à risca algo encruado dentro de todos os que se dizem tomateiros, neste ano, após o imbróglio da irracional direita com a Havaianas, sairemos com o slogan "Desde 2013, chinelando os que pisam no tomate". E para fazer nossa estampa convidamos, Fausto Bergocce, que pela segunda vez faz a arte com que iremos desfilar. Na primeira, derrubamos a estátua da Havan e nessa chinelamos o traseiro de dois vetustos dos nossos tempos, a alcaide municipal Suéllen Rosin e o presidente norte-americano Donald Trump, que se intitula dono do planeta Terra.
Nossa camiseta está sendo feita, linda, toda vermelha - mais do que necessária neste momento - e com o desenho do Fausto à frente e alguns dizeres dessa luta coletiva às costas. Optamos pela cor inteira vermelha e com ela desfilaremos com a devida galhardia e sapiência na escolha dos temas de severa crítica. Estão sendo feita e já podem ser reservadas ao preço de R$ 50 cada. Os que quiserem contribuir com algo a mais, pagarão R$ 70, como colaboradores. Enfim, todos sabem, os gastos do bloco são com equipamento de som, músicos e confecção de material para o dia do furdunço. Contratamos uma equipe para descer com o som ligado num gerador, teremos seis músicos descendo com seus instrumentos e dois microfones para a cantoria. E faremos banners, estandartes, cartazes e afins, tornando tudo o melhor possível.
A camiseta não é obrigatória, mas com sua venda, parte substancial dos valores que teremos pela frente. E depois tivemos também as escolhas de nossas premiações anuais, a do MUSO 2026, que neste ano optamos, também devido à escolha do tema tendo o chinelo com alvo principal, não poderíamos deixar de privilegiar o incansável batalhador de causas, brigas, entreveros,arruaças e muitos causos, também histórias destas plagads, o ANTONIO PEDROSO JUNIOR, conhecido por todos como CHINELO. Juntamos a chinelada da estampa com ele, o chinelador sempre atento, enquanto viveu. Ao invés de casal Muso, neste ano In Memorium, o homenageado será somente ele, que tambpem já desfilou conosco, além de ser grande incentivador para nossa descida anual.
A outra escolha é a do concorridíssimo Prêmio DESATENÇÃO, dado para aqueles que mais pisaram no tomate no ano anterior. Numa sugestão acatada prontamente por todos, deixamos de laurear três pessoas, colocando-as num pódium e sim, devido ao cabedal de material juntado ao lango de 2025, laureamos assim a FAMÍLIA ROSIN, pelo conjunto da obra. Junto dela, ao fundo, ocupando lugar de destaque, 17 sombrads, representando os vereadores que só dizem amém, aprovam tudo de olhos fechados, sem se interessar se isso irá ou não trazer prejuízos para a cidade. Uma premiação mais que justificada. Uma espécie de execração pública, ou mais uma, pois estes todos já estão mais que consagrados como, não só desatentos, como defenestradores desta cidade. Espezinhar estes é papel de todo tomateiro que se preze. Assim o fazem, com o devido sentimento de dever cumprido.
E por fim, os detalhes finais. Todos os detalhes finais estão sendo conquistados, um após outro. O carrinho para puxar o som já acertado, quem irá proporcionar a garantia do sim já previamente contatado, idem para os músicos e quem irá descer, como voz principal na descida da Batista. Isso tudo, pouco a pouco será confirmado e aqui divulgado. O fazemos sempre com muito estardalhaço, pois acreditamos piamente que, não basta ser duto o ano inteiro com quem apronta com Bauru. Neste momento, através da fina ironia, chinelaremos com seriedade e ironia estes todos. Este nosso papel. Somos festeiros e estamos, a maioria de nós, o ano inteiro esgrimando contra estes todos. Enfim, nosso lema é também o "FAZEMOS FESTA, MAS ESTAMOS PUTOS DA VIDA". Essas as últimas e a partir de hoje, dia após dia, novidades publicadas por mim e divulgadas para irmos, todos juntos, incrementando o 14º festim do Tomate. Vamos juntos?
O Tomate está mais do que apto para estar nas ruas neste Carnaval 2026.
Falta agora, nos unirmos e ir pra rua.
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