* Algomas das informações foram coletadas após leitura diária do jornal argentino Página 12, hoje, para mim, o melhor de todos, junto da aguerrida Carta Capital.
E para mim e esses milhões de soldados deste crescente Exército, o que vale mesmo é que o Partido dos Trabalhadores do Brasil intensificou sua luta contra o algoritmo. O canal do WhatsApp “Exército de Lula”, que tem 8,4 milhões de seguidores, divulga conteúdo em apoio ao presidente brasileiro e organiza ações para combater notícias falsas, angariar votos, competir por visibilidade nas redes sociais e nele estou inserido, de corpo e alma, cara e coragem. E dentro deste contexto, em pouco mais de um mês, quatro eleições cruciais, ocorrendo em quatro contextos completamente diferentes, definirão o atual panorama político da extrema-direita global, seus projetos, seus argumentos e, sobretudo, o nível de apoio que ainda goza junto ao público. Apesar de suas diferenças, essas quatro eleições poderão começar a moldar o rumo político da extrema-direita e, especialmente, suas agendas reacionárias e regressivas pelos próximos anos. E como estou no pleno combate delas, tenho que estar plugado e atento a estes movimentos.
A segunda eleição ocorre em 27/10, dois dias após o segundo turno das eleições no Brasil. Serão realizadas eleições gerais em Israel, onde será definido o futuro político de Benjamin Netanyahu, mas onde também será dada especial atenção à extrema-direita religiosa, representada por seus principais aliados. Logo na sequência, as eleições de 3/11, nos Estados Unidos podem, sem dúvida, ser caracterizadas como a mãe de todas as disputas eleitorais, aquela da qual dependerá, em grande medida, o destino dos governos de extrema-direita da região. As previsões para Trump e sua administração não são animadoras: com uma imagem positiva em torno de 30%, tudo indica que o Partido Republicano sofrerá uma derrota retumbante para o Partido Democrata, que possivelmente retomará o controle da Câmara dos Representantes. Isso pode não significar muito, mas será uma reviravolta na concepção pirata trumpista mundo afora. E cenário horroroso para a família capirota Bolsonaro. Finalmente, a quarta, as eleições gerais na Espanha, em 29 de novembro, marcarão o fim deste breve, porém crucial, ciclo político. Diante das crescentes dificuldades em governar e manter uma maioria parlamentar efetiva ao longo do tempo, o primeiro-ministro Pedro Sánchez convocou eleições gerais antecipadas, esperando que, apesar da evidente queda de popularidade, numa medida ousada consiga se solidificar e manter a Espanha fora do espectro da extrema-deireita. Tudo é uma intensa luta, aqui e acolá, enfim por todos os cantos do planeta.
Eu até quero escrever de outros assuntos por estes dias, mas não consigo e acho, não devo. Justamente agora é intensificado dos motivos do Renato Purini estar enjaulado, com algo mais sendo difundido, os tais escabrosos detalhes de como era seu procedimento, sempre exisgindo mais e mais dinheiro da empresa que ainda cuida do Lixo em Bauru. Queria aaté ter feito uma live, eu e outra pessoa, cada qual com uma história sobre ele, mas creio, melhor deixar para depois da eleição. O assunto poderá até ter passado do ponto, mas o ponto agora é somente um, reeleger Lula, ainda mais porque a virada já está consolidada e como aprendemos, não se pode esmorecer, pois se o fizermos, corremos risco. E o risco maior, como sabido por todos, é perder a democracia para este abominável fascimos, diria mesmo, nazismo batendo à nossa porta. Gente, a mãe da prefeita, a que recebeu votação inexpressiva pra deputada estadual, vem à público falar que a igreja da família não vai fechar e poderia escrevinhar muita coisa, mas no momento quero centrar fogo em fazer o que posso, e o que não posso, tudo por Lula, nossa causa maior, o que me move e move mais da metada deste país neste intrincado momento.
E pra adentrar o assunto que aqui me traz e também me conduz, vejo que o canal do WhatsApp “Exército de Lula”, que tem 8,4 milhões de seguidores, divulga conteúdo em apoio ao presidente brasileiro e organiza ações para combater notícias falsas, angariar votos e competir por visibilidade nas redes sociais. Acabei sendo seduzido e agora faço parte do tal EXÉRCITO DO LULA, algo bolado pelo deputado federal André Janones MG, onde o país inteiro se engajou e hoje, somos trodos transformados em soldados, dentro de um Exército, que pelo visto, pelas redes sociais, está fazendo a diferença na finalização dessa campanha. Depois do advento maravilhoso, divinal da participação dos estudantes, nos levando com muita disposição para as ruas, agora isso, onde estou ainda engatinhando, mas aprendendo na cancha de luta a manusear todos estes algoritmos internéticos. Minha cabeça ainda é pelo modal antigo na condução das coisas que me movem, mas sei, se não me adaptar, além de ficar para trás, corremos o risco de perder a democracia, sigo junto, pois senti, percebi a boa intenção do Janones. Sua fala, mesmo que aos gritos, transmite confiança e se até o Lula, macaco muito mais velho que eu, se engajou, por que deveria ficar de fora? Cai de boca. E não me arrependo. Curto tudo, sigo orientações, assisto novos vídeos e agora a onda, diante de um novo vídeo advindo lá do Quartel General é Assistir, Curtir, Comentar e Compartilhar. Na qualidade de soldado, sigo as ordens recebidas e vejo, diante dos meus olhos, a possibilidade concreta da virada.
E pra adentrar o assunto que aqui me traz e também me conduz, vejo que o canal do WhatsApp “Exército de Lula”, que tem 8,4 milhões de seguidores, divulga conteúdo em apoio ao presidente brasileiro e organiza ações para combater notícias falsas, angariar votos e competir por visibilidade nas redes sociais. Acabei sendo seduzido e agora faço parte do tal EXÉRCITO DO LULA, algo bolado pelo deputado federal André Janones MG, onde o país inteiro se engajou e hoje, somos trodos transformados em soldados, dentro de um Exército, que pelo visto, pelas redes sociais, está fazendo a diferença na finalização dessa campanha. Depois do advento maravilhoso, divinal da participação dos estudantes, nos levando com muita disposição para as ruas, agora isso, onde estou ainda engatinhando, mas aprendendo na cancha de luta a manusear todos estes algoritmos internéticos. Minha cabeça ainda é pelo modal antigo na condução das coisas que me movem, mas sei, se não me adaptar, além de ficar para trás, corremos o risco de perder a democracia, sigo junto, pois senti, percebi a boa intenção do Janones. Sua fala, mesmo que aos gritos, transmite confiança e se até o Lula, macaco muito mais velho que eu, se engajou, por que deveria ficar de fora? Cai de boca. E não me arrependo. Curto tudo, sigo orientações, assisto novos vídeos e agora a onda, diante de um novo vídeo advindo lá do Quartel General é Assistir, Curtir, Comentar e Compartilhar. Na qualidade de soldado, sigo as ordens recebidas e vejo, diante dos meus olhos, a possibilidade concreta da virada.
Tudo tem início aqui no Brasil, onde o segundo turno entre o presidente Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, em 25 de outubro, expressa, talvez como nenhuma outra disputa eleitoral, o contraste entre dois modelos completamente antagônicos de compreensão e prática da política. A Casa Branca, hoje capitaneada pelo pirata Trump, apoia explicitamente o candidato de extrema-direita, cujo sucesso derivou de maior cobertura midiática, melhor presença nas redes sociais e online, e retórica eficaz focada no combate ao crime e na promoção do ganho econômico individual. Isso não é novidade na ideologia clássica da extrema-direita neoliberal. Para Trump, o eventual sucesso de Flávio Bolsonaro significaria o triunfo de um modelo político construído exclusivamente em torno de si mesmo. De qualquer forma, o apoio à extrema direita seria fundamental para o livre acesso à enorme riqueza natural do Brasil, que, a começar pela água da Amazônia, inclui também petróleo, gás, ferro, ouro e, naturalmente, o cada vez mais cobiçado urânio, lítio e elementos de terras raras. Enquanto isso, a vitória de Lula abriria enormes possibilidades do país continuar trilhando seus caminhos pela soberania.
As quatro disputas permanecem em aberto, - porém a do Brasil já com forte tendência de Lula vencer, desdeque não se esmoreça a luta pelos votos - e sem respostas conclusivas quanto ao desempenho da extrema-direita, embora uma questão crucial paire sobre seu futuro imediato: como reagirão à possibilidade muito real de uma eventual derrota de Donald Trump em 3 de novembro? Não há garantia de que as expressões locais da extrema-direita não sofrerão também os efeitos de uma potencial crise do trumpismo, mas as repercussões externas serão, a longo prazo, inegáveis, enfim como é mais do que sabido, o império norte-americano é decadente e está nos seus extertores. Junto isso tudo e continuo plugadíssimo nas redes sociais, nessa atuação como soldado do EXÉRCITO DO LULA, além de um intenso trabalho pelas ruas. Aqui em Bauru, onde moro e atuo, teremos na sexta, 23/10, concentração no parque Vitória Régia a partir das 19h e depois no sábado, último dia de campanha, a partir das 15h, Carreata saindo da avenida Nuno de Assis. Estarei engajado em ambas e tudo o mais que puder participar. Nada é fácil e só por estar envovido, neste crucial momento da vida nacional, onde pela força popular estamos quase contendo o avanço da bestialidade, me sinto reconfortado e nem dou bola para o cansaço.
O que vale mesmo é ter a certeza da continuidade de um país livre, leve e solto, sem as perversas e massacrantes amarras propostas pela extrema direita. Eu luto e não saio do campo de batalha. E depois, passado isso tudo, após um breve e merecido descanso, volto à carga com todas as efervecentes questões locais, pois pelo que se vê, a aldeia bauruense está também pegando fogo.






























