uma de Bauru
DANIEL E CLEUSA JARDINAGEM, SERVIÇO MINUCIOSO, DETALHISTA DE JARDINAGEMEu, como sabem, seguindo recomendação médica, estou fazendo caminhadas todo dia e em cada, percursos diferentes, pois assim conheço mais minha cidade, vejo lugares diferentes e com grande possibilidades de me deparar com situações diferentes. Hoje mesmo, segunda, após um dia em Sampa, descendo a Henrique Savi, umas quatro quadras abaixo do Bauru Shopping, vejo uma cena, dessas em que sou obrigado a parar, assuntar e xeretar, ou seja, pedir para tirar uma foto e até gravar.
Era um casal trabalhando num serviço de jardinagem numa clínica médica. O que me fez parar a caminhada foi ela, dona Cleusa, 67 anos, estar toda curvada, com muitos panos a protegendo do sol e munida de uma afiada faquinha e tesoura, dando o acabamento final nos cantinhos de um trabalho, este iniciado logo pela manhã. Muito lindo ver a agilidade dela com a faquinha, recortando e finalizando algo que, antes teve o trabalho mais grosso feito por uma roçadeira e depois vem ela e dá o trato final. Não resistir, parei e pedi para tirar uma fotos. Não me contentei e pedi para filmá-la na finalização do trabalho ali no canteiro.
Seu Daniel, o marido, 68 anos, assunta do que estava importunando o trabalho e me conta detalhes do que fazem. São exímios jardineiros, com experiência de muitos anos. Nas verdade, ele hoje só acompanha, pois em dezembro tiveram o carro abalroado violentamente, quando, conta ele: "Moeram meu braço. Já faz três meses e o médico achou por bem não me operar, pois o risco de infecção era enorme. Convivi com muitas dores, hoje diminuindo, mas sei que, lá na frente voltarei a ser o que já fui um dia. Tudo o tempo conserta". Enquanto isso, ele acompanha, mostra como o rapaz deve execitar o serviço na roçadeira.
Depois, final da tarde, ligo para eles, já na residência deles na Posada da Esperança, descansando para amanhã mais um dia de trabalho, me dizem ter terminado o serviço na clínica ainda antes do almoço e pegando duro noutro no Villagio II. Diz que, amanhã tem mais e que, assim como eu, muitos passam, ficam observando e depois pegam o contato, pois gosta de como tratamos bem os jardins. São a simpatia em pessoa e assim como me encantei vendo-os atuando coms seus instrumentos de trabalho, fico duplamente encantado após travar breve diálogo com ambos. Daí, por ter sido tocado por ambos, na gravação feita tem o fone deles, para quem precisar de algum serviço de jardinagem, mas para quem tiver dificuldade de leitura, eis o fone de contato 14.99736.2793. Fica a dica e a indicação. Eu, nas andanças, faço questão de parar nestes momentos quando, diante de algo a me tocar, não resisto, quero logo passar aquilo adiante para mais pessoas tomar conhecimento.
Eis uma gravação que fiz com os dois:
https://www.facebook.com/100000600555767/videos/pcb.27070359862567333/1451072433362945
outra da guerra
ENFIM, TRUMP PERDEU OU NÃO A GUERRA, APÓS CAPITULAR NO PRAZO PARA BOMBARDEAR NOVAMENTE O IRÃ? E COMO FICA O BRASIL?Dou a minha versão de como vejo a continuidade da guerra, hoje dia 23/3 segunda. Neste final de semana, Trump propagou mais uma de suas bravatas, a de ter dado 48h para o Irã se render definitivamente, sob pena de ser bombardeado em instações básicas. Voltou atrás e agora, o mundo, tenda entender dos motivos. Teria ele capitulado e sacado da impossibilidade de efetuar o que havia dito. Já ouço que os EUA, consequentemente, no mesmo balio Isarel, perderam a guerra e estão só protelando na divulgação de como farão a divulgação, se dizendo vitoriosos.Para mim, ainda tudo indefinido, porém, nunca havia os EUA numa posição tão inferiorizada como neste momento. Suas armas já não são assim tão superporosas, ou seja, Hollywood mentiu para gente até agora sobre serem os norte-americanos indestrutíveis. O gostoso de ir sacando com o passar dos dias é que aquele poderia, tipo aqueles navios imensos, pista de aviões sob as águas já não representam poderio. Se mostraram fracos diante de pequenos drones, que sem o mesmo custo e mais eficientes, danificam estes grandões e estes ficam meio que obsoletos, vagando no mar, sem meios de serem até reparados. Vide o caso com os sanitários de um destes. Em qualquer guerra, até bem pouco tempo, ter uma grande massa de soldados e estes desembarcando juntos, era sina lde poderio. Hoje não mais, pois um míssel pode destruí-los de uma só vez. Quantidade de soldados já não é sinal de vitória certa.
Isso tudo é fato e ver os EUA capengando, sofrendo para demonstrar continuar no comando, tem sido um alento. Começaram a guerra, insuflados por Israel e agora, pelo que se vê, estão diante de uma encruzilhada. Não só eles, mas o mundo todo. Vejo duas situações bem distintas e se sobressaindo. Javier Milei radicalizou e afirma até soldados argentinos poderão desembarcar no conflito. Se o fizer e os EUA/Israel sairem vitoriosos, ele também o será, porém de acontecer o contrário, a dupla que começou a guerra perdê-la, daí quem sairá vitorioso será Lula. Percebam que, tanto Milei como Lula radicalizaram bocadinho mais nos últimos dias. Lula está mais agressivo e falando mais grosso com os EUA, ou seja, talvez anteveja uma situação nova, onde com a derrota de Trump, sua salvação. Se os EUA ganharem a guerra, virão com tudo par cima da América Latina, consequentemente do Brasil e daí, ao meu ver, Lula não terá vez, será aniquilado. Trump perdendo a guerra, Milei será massacrado. Duas apostas, cada um de um dos lados. Torço muito para ver Lula saindo deste conflito fortalecido, daí, já sabem para que lado pendo na guerra.
e mais uma de Bauru
SESC, GRUPO GALPÃO DE BH, PEÇA BASEADA NA OBRA DO SARAMAGO, ENSAIO SOBRE A CEGUEIRAForam dois dias em Bauru, ambos com casa cheia, no Teatro Municipal. Quem já leu o livro do Saramago e conhece o reconhecido trabalho do Galpão, sabe que, dessa união só poderia sair algo mais do que estupendo. Foi uma noite de sábado, dessas inesquecíveis, que só mesmo o SESC nos proporciona.
E aquele apoteótico final, após a cegueira coletiva, quando se descobre as portas estarem abertas e a partir daí, a ocupação das ruas, pelos até então cerceados de enxergar a luz.









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