Visitamos, eu e Fernando, a casa, ateliê e oficina de trabalho do incansável e inquebrantável IRINEU NJE'A TERENA, destacado artista indígena, historiador, ceramista e pesquisador pertencente à etnia Terena. Acompanho sua trajetória, praticamente desde o início e hoje pude constatar algo mais de sua evolução. Nascido na Aldeia Kopenoti, localizada na Terra Indígena Araribá (município de Avaí, ele é uma das principais vozes na preservação e difusão da cultura dos povos originários do Centro-Oeste. Foi um dos tantos que saiu muito cedo da aldeia, vindo para estudar e depois levar para os seus conhecimentos deste mundo do lado de cá, facilitando como estes podem interagir com este conturbado mundo onde vivemos. Irineu estudou História na USC - Universidade do Coração de Jesus e nunca tirou o pé da aldeia. Uma de suas especialidades foi os estudos sobre a cerâmica, vendo todas as possibilidades do uso da argila proveninete da aldeia. A princípio isso foi difícil, muita areia junto do barro, quebrando as peças quando levadas ao fogo. Traz argila de outros locais, como barrancas do rio Tietê, Barra Bonita e afins, mas também está na fase final, quase conseguindo purificar a dos rios que cortam Avaí.
Irineu, como se sabe por essas bandar é desses seres que não possuem quietude. Estão sempre em pleno movimento. Suas atividades são diversas e agora está com um Ponto de Cultura, onde acaba de realizar um grandioso evento, ali na rotatória do começo da Duque, praça do Relógio. Mais um espaço com sua cara e identidade, assim como este no Gasparini, onde escondinho das agitações do centro nervoso da cidade, produz suas peças, que já chegaram até a Alemanha. Ele não as vende costumeiramente, só em eventos programados, quando tenta produzir em maior quantidade, mas tendo, como fez conosco, pacientemente mostra uma por uma. Para cada uma, existe uma explicação terena e isso é encantador. O próprio Fernando já lhe deu a dica, para produzir algo onde a pessoa levando uma de suas peças, leve junto uma explicação impressa, pois isso ela terá junto da peça para todo o sempre.
Quando Ireineu abre sua caixa de ferramentas, sai de baixo, pois com a cabeça fervilhando de ideias e com tudo o que conseguiu aprender ao longo dos estudos, juntando com tudo o que trouxe de ensinamentos dos seus, o povo terena, ele chega hoje numa patamar de conhecimento e com uma técnica de artesanato, sendo condierado um brilhante ceramista brasileiro. Para se certificar disso tudo se faz necessário estar com ele, ouví-lo e mais que isso, passra umas horas lá junto dele, em suas oficinas e conversações, pois os dosi espaços em Bauru, são isso, espaço para que o interessado, não só leve algo de lá, mas saia do seu ciclo de tensão, entre na do índio e só depois, quando tudo estiver mais calmo, num outro plano, possa ser receptor de algo de grande valia. Eu entendi isso. E creio, Fernando tenha gostado demais da conta de voltar lá pro seu Rio de Janeiro com este algo mais. São essas coisiquinhas, que parecem simples, porém transformadoras, pois nso fazem entender o mundo, pisando de outra forma diante de tudo isso que estamos acometidos, até como prova da existência. Enfim, de opressão em opressão, essa é só mais uma etapa. Os terenas vivenciaram muitas em sua existência, provocadas pela proximidade com o homem branco e nós, os hoje diante desse avanço maléfico do fascismo, precavidos e atentos, porém, ainda sem saber ao certo como reagir e enfrentar esse grande mal na espreita. Conversar com terenas, juntar o que possuem para nos dizer, juntando com tudo o que já temos dentro da gente, daí algo novo para tentar sai dessa, não só vivo, mas altivos e fortalecidos.
Eu poderia escrevinhar muito mais sobre as peripécias do Irineu, mas dizem por aí, que textões são pouco lidos e assim sendo, encerro pro aqui, pela metade de tudo o que poderia ter dito sobre o que revi quando decidimos, eu e Fernando, aportar onde o artista reside.
ALGO DO DESCAPACITADO JAIR BOLSONARO, O PAI DOS CINCO
A CRIATIVA TÉCNICA DO ESCRITOR TOM CARDOSO PARA CONQUISTAR O VOTO DO BOLSONARISTA CONVICTODesenvolvi uma técnica para tirar votos do Flávio Rachadinha na reta final.
Primeiro digo que nunca votei no PT.
A pessoa já começa a parar de falar da Venezuela e respirar um pouco.
Ela precisa estar calma e sem espumar para poder ouvir os seus argumentos.
Depois é a hora de dizer que você preza a meritocracia, a família, as pessoas de bem, a liberdade individual, a escola sem professor comunista, livro infantil sem pinto, exposição sem xoxota, o direito e ir e vir e outros clichês do gênero.
Pronto, você já virou um quase amigo.
Feito isso, descubra se a pessoa já votou alguma vez no Partido Novo.
Se votou, o seu caminho está facilitado.
Todo eleitor do NOVO é um idiota em potencial.
Se ele foi convencido de que aquilo representa a novidade na política, você consegue convencê-lo a votar até na Vera Lúcia do PSTU.
Agora se o cara votou no Bozo é preciso um pouco mais de cautela e paciência.
Além de dizer que nunca votou no PT, diga que o Lula merece morrer e que se perder a eleição um dia ele pode voltar de novo. Ele não, claro, o clone dele.
Ele vai começar a pular igual o Mario Gomes.
Pronto. É a hora de dizer que a melhor escolha é votar no Lula.
Porque assim vai ficar claro que o Brasil vive sob uma ditadura e que o Trump dessa vez vai desviar a frota de navios que está no mar venezuelano para o Guarujá.
Antes de Lula assumir, Trump já vai ter conquistado todo território brasileiro e matado Alexandre de Morais.
Lula vai pegar cadeira elétrica nos EUA. Será executado junto com o Maduro, pra economizar energia.
No começo, o cara vai ficar meio vesgo, entortar o pescoço para o lado - igual cachorro quando você peida no sofá da sala-, mas no fim vai te dar razão e apertar o 13.
Funciona, viu.
Primeiro digo que nunca votei no PT.
A pessoa já começa a parar de falar da Venezuela e respirar um pouco.
Ela precisa estar calma e sem espumar para poder ouvir os seus argumentos.
Depois é a hora de dizer que você preza a meritocracia, a família, as pessoas de bem, a liberdade individual, a escola sem professor comunista, livro infantil sem pinto, exposição sem xoxota, o direito e ir e vir e outros clichês do gênero.
Pronto, você já virou um quase amigo.
Feito isso, descubra se a pessoa já votou alguma vez no Partido Novo.
Se votou, o seu caminho está facilitado.
Todo eleitor do NOVO é um idiota em potencial.
Se ele foi convencido de que aquilo representa a novidade na política, você consegue convencê-lo a votar até na Vera Lúcia do PSTU.
Agora se o cara votou no Bozo é preciso um pouco mais de cautela e paciência.
Além de dizer que nunca votou no PT, diga que o Lula merece morrer e que se perder a eleição um dia ele pode voltar de novo. Ele não, claro, o clone dele.
Ele vai começar a pular igual o Mario Gomes.
Pronto. É a hora de dizer que a melhor escolha é votar no Lula.
Porque assim vai ficar claro que o Brasil vive sob uma ditadura e que o Trump dessa vez vai desviar a frota de navios que está no mar venezuelano para o Guarujá.
Antes de Lula assumir, Trump já vai ter conquistado todo território brasileiro e matado Alexandre de Morais.
Lula vai pegar cadeira elétrica nos EUA. Será executado junto com o Maduro, pra economizar energia.
No começo, o cara vai ficar meio vesgo, entortar o pescoço para o lado - igual cachorro quando você peida no sofá da sala-, mas no fim vai te dar razão e apertar o 13.
Funciona, viu.







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