quarta-feira, 7 de agosto de 2024
UM LUGAR POR AÍ (185)
MEU JEITO DE SER E DE ESTAR
No jardim frontal da residência de pessoa muito querida, região central da cidade, plaquinha entre flores e plantas outras, algo como tendo saída da boca de uma das melhores críticas deste desajustado mundo: Mafalda, de Quino. Sigo como e com ela a me ditar o fiz, faço e farei no que me resta de tempo por aqui.
AREALVA, MON AMOUR
Um dia inteiro entrevistando pessoas por lá, fundamentando documentário "Arealva - Cidade das Águas" e daí, pouca coisa escrita e algumas imagens. Nada mais que isso no dia de hoje. Dia intenso e aproveitando para além de conhecer, se enfronhar bocadinho mais na história da vizinha cidade, gostar também mais. Toda a conversação extraída virá depois, em dertalhes. Por enquanto, somente as fotos. Elas também dizem muito de onde ando...
terça-feira, 6 de agosto de 2024
ALGO DA INTERNET (216)
1.) PRA QUEM ESTÁ LONGE E NÃO ENTENDE COMO O PT CHEGA NA ATUAL SITUAÇÃO - MAS COMO?"Oi Henrique. Sou a ______, cria de Bauru, mas ja distante há algum tempo. Me explica o que está havendo com o PT e com as esquerdas? Por favor… (quando tiver tempo tá?). Muito grata! Bom domingo".
Essa pergunta tem se repetido por onde passo e diante de tudo, não dá mais para esconder, nem tapar o sol com a peneira. Conto o que sei. Minha cara amiga, para quem está distante é difícil de acreditar, mas quem provocou essa situação foi gente do próprio PT. Primeiro, isso da união de partidos ditos mais progressistas numa Federação, veio para tentar facilitar, pois quando unidos, poderiam enfrentar o descalabro do conservadorismo de forma uniforme. No papel tudo foi imaginado para dar certo. Por aqui não deu. Em outros lugares também não. No caso bauruense, o PT local havia decidido entrar no pleito municipal com candidatura própria, porém, membros do PT, sem anuência da direção local, se uniram com o PV e com o PCdoB, os outros dois partidos compondo a Federação e deram um golpe nas intenções da esquerda na cidade.
Quem do PT topou fazer isso contra o próprio PT? A vereadora eleita pelo PT Bauru, Estela Almagro. Tudo poderia ter sido decidido de outra forma, com diálogo entre as partes, porém, insistiram que o PV teria que ser o cabeça de chapa. Na verdade, Estela não aceitava o nome convergindo para ser o pré-candidato, o do atual presidente local do PT, Claudio Lago. Primeiro vieram com Clodoaldo Gazzetta e diante da rejeição da militância, cavaram um outro nome, mesmo este não possuindo nada com ideologia de esquerda ou conotação petista. A escolha, privilegiou alguém do PV, mesmo podendo ser indicado o do PT, pois a da vice foi assim feito e agora, uma representante do PSB, que aderiu ao grupo.
Tudo ficou muito claro, evidente, transparente. Rejeitaram o nome de Claudio Lago, pois este poderia levar o PT a ter mais votos que em outros pleitos e desta forma, lá na frente ofuscar intenções da atual vereadora de ser isolada a única lí8der e representante do PT na cidade. Desta forma, preferiu manter uma escolha totalmente amalucada, sem nenhuma vinculação ideológica, com um nome totalmente desconhecido e pior, para a militância petista, inadequado em todos os sentidos. Desta forma, impuseram este nome, mas tudo ainda está num clima de indefinição, pois o nome escolhido teria que ter se descompatibilizado da presidência de um Conselho Municipal. Ou seja, o cara, se confirmado, é inelegível. E daí, escolheriam outro nome ou poderemos impor o da vontade petista por candidatura própria e vingar Claudio Lago como nosso pré-candidato? Se faz necessário contar isso nos mínimos detalhes, para todos tomarem conhecimento quem trabalhou para o PT estar nessa situação, onde muitos e muitas como você, distantes - e mesmo alguns de perto -, não conseguem entender como pudemos chegar a uma situação como essa.
Baita abraço do HPA
2.) A UNIÃO NECESSÁRIA PARA VERGAR QUEM ATRAVANCA AVANÇO DO PT
"Oi companheiro, por que pararam de me convidar para as manifestações?", Luzia Maria Quinezi, a Lu Quinezi, professora da rede pública estadual e ex-dirigente da Apeoesp.
Conheço a Luzia de muito tempo. Nem sei precisar quanto. É dessas vigorosas militantes, sindicalista de velha cepa, inquebrantável, inquieta e mesmo fora das antigas ativiodades, incomodada por estar um tanto distante de tudo o que acontece hoje nas esferas da militância petista. Ela é dessas que, uma vez petista raiz, algo para sempre, sem possibilidade de quebra do elo da corrente. Dela, só boas lembranças. Tínhamos no seu tempo, pelo que acredito, um PT mais unido, mas já começando a enfrentar o seu maior problema, o de uma liderança se apossando das decisões do partido e desta forma, comandando-o com ações direcionadas para um empoderamente pessoal, nunca coletivo. Deu no que deu e, hoje, novamente, a mesma pessoa e os mesmos problemas, repetição de algumas décadas.
Luzia foi chamada recentemente quando lhe explicaram da necessidade de renovação da direção local. Ela foi uma das que votaram na chapa encabeçada pelo atual presidente, Claudio Lago. O que talvez não tenha feito foi ter acompanhado de perto tudo o que ocorreu na sequência. Existia uma exata divisão e o presidente poderia decidir, porém, com o passar do tempo, baixas ocorreram e quem antes detinha o poder, o recuperou e nem reuniões regulares deixou acontecer. Nenhuma tinha quórum. O PT continuou emperrado e hoje, tudo culminou com essa escolha como pré-candidato à prefeito totalmente em dissonância com as necessidades do partido.
Luzia deve ter visto o resultado, com um pré- candidato não possuindo nenhuma afinidade com o partido, ideológica nenhuma. Mas como?, deve ter se perguntado e daí, me questiona sobre não mais convidá-la para manifestações. Sim, pecamos nessas informações e não conseguimos segurar a onda. O PT, como já é do conhecimento público, continua tendo decisões referendadas pela mesma pessoa de sempre e pelas suas instâncias superiores, que pelo visto, a referendam. Na penumbra, como se não as tomasse, tudo continua como nos tempos quando o partido não cresceu e se estagnou.
Cara Luzia, teremos muitas manifestações pela frente e me lembrarei de chamá-la em todas daqui por diante. Precisamos de ti e de todos os demais. Precisamos esclarecer o que de fato ocorreu, para ninguém continuar acreditando em quem trava o partido e o impede de crescer e se multiplicar. Perder, como você sabe, faz parte do jogo, mas resistir é nossa sina, não esmorecendo e nem saindo da lida. Precisamos muito de ti e de todos os que estiveram distantes por algum tempo. Só venceremos quem nos oprime unidos e com todas as dúvidas esclarecidas. Com a força de todos e todas chegaremos lá. Acredito nisto.
segunda-feira, 5 de agosto de 2024
FRASES DE LIVRO LIDO (204)
A casa onde Pérola e Vado – como denominados na peça – viveram continua em pé, tombada pelo patrimônio histórico, porém fechada, lacrada para tudo, inclusive visitas. Os herdeiros da família Rasi, a filha, no livro intitulada Elisa e Danilo, seu marido, evangélico, retratado no livro como um sem querer pegar no pesado, porém evangélico. Não sou eu quem afirma ser ele grosseiro, mas o livro, pois assim Mauro enxergava o cunhado. Este, com certeza não o perdoou, pois após o falecimento de Mauro, espólio aos cuidados da irmã, lacre nos portões e nas informações.
Intrigante como Mauro descreve a casa na rua Bandeirantes, a tal com piscina. Logo na abertura do livro: “Um sobradinho espremido à esquerda por duas velhas casinhas geminadas, e à direita pela casa vizinha, de onde brota um enorme abacateiro. Este sobrado, construído em terreno estreito e de pouca frente, tem a forma de um funil, abrindo-se nos fundos para um magnífico quintal onde está instalada uma moderna piscina. É o espaço nobre da residência, onde ela respira. Tudo nesta casa giram em torno do quintal e da piscina”. Logo depois mais um deliciosa revelação: “um sobradinho sem estilo definido, onde nada combina com nada; pedra-portuguesa, pedra-são-tomé, azulejos, pastilhas, cerâmicas, lajotas! Tem de tudo. Parece uma exposição de material de construção”. Ou seja, uma casa que é um maravilhamento só possível pela cabeça de seu dono, Osvaldo Rasi, um comerciante, se não comunista, sabendo como enfrentar fascistas. Briguento por natureza.
Mauro faz questão de ressaltar o pai com essa verve de garra e luta: “Que é que eu posso fazer? Puxei seu avô: sou um idealista. Seu pai podia ter ficado rico, milionário, porque o que recebi de proposta para... mas eu nunca me vendi! Que cê quer que eu faça? Fui educado assim, pelo seu avô. Seu avô tinha caráter, tinha fibra”. Num trecho cita o enfrentamento que o pai fazia dentro da conservadora Bauru: “...a italianada aqui era tudo fascista, marchavam aí na rua Batista cantando, La Giovinezza. (...) E o pai tinha na parede um retrato do MAteotti... deputado socialista assassinado pelo Mussolini. (...) esse retrato ficava pendurado na parede da sala... e ele, então, deixava a janela aberta que era para provocar os camisas-pretas”.
Escreveu mais. Num outro trecho, ainda sobre o avô, dito pelo pai: “A polícia do Getúlio vivia prendendo ele; ele, então, descia a rua Batista a pé, até a cadeia, cumprimentando todo mundo, de chapéu, cabeça erguida, levando o colchão e a escova de dentes. (...)papai não punha os pés na Sociedade Italiana, que era tudo fascista”. Ou seja, o livro não é só sobre Pérola, mas retrata toda a resistência e luta dos primórdios da família Rasi. Portanto, o jeitão como Mauro descreve Bauru é mais do que delicioso, diria mesmo, revelador. São citações para desopilar o fígado. Feitas por quem soube ser atento observador. Deve ter sido uma pessoa muito contida enquanto viveu em Bauru e se soltou mesmo quando se foi.
A casa continua lá, a piscina idem, mas poucos sabem em que condições. Ele cita algo dela, dito pelo Vado, o pai: “Tínhamos um terreninho; só quatro metros e meio de frente. (...) ) carro entra assim, ó, raspando. Em vários momentos ressalta: “A parte mais importante da casa é o quintal, onde foi construída a piscina”. Valeria muito a pena recuperá-la, devolvendo-a para para alguma utilização, mas creio, com o passar dos anos, cada vez mais difícil.
Releio o livro (editora Record RJ, 1ª edição, 1995, 144 páginas) após mais de uma década da primeira vez. E revejo assim, não só a cidade de antanho, mas muito saudoso do velho Osvaldo Rasi, que conheci e conversei por várias vezes. Ele e outro morador da mesma quadra, seu Osvaldo Penna, barbarizavam a cidade, mesmo não se entendendo muito bem. Não tive o prazer de conhecer Mauro pessoalmente, mas li tudo dele. O trecho relembrando a Bauru fascista – hoje até mais que antes – é um primor. O velho Rasi e tantos outros na época não tinha medo nenhum de enfrentar a bestialidade fascista. Valorosos cidadãos.
Ele fazia questão de ressaltar o provincianismo bauruense, como no trecho: “O que me espanta é como ele (o marido da personagem Isolda, uma de suas tias) conseguia esconder que tinha outra mulher e três filhos durante todos esses anos, numa cidade tão pequena como Bauru”. Do cunhado evangélico, Pérola crava: “Elia, tanto estudante em Bauru, tanto moço bom fazendo Direito, Odontologia, Medicina... você tem que arrumar essa porcaria!”. Logo a seguir, na voz de Emílio, o próprio Mauro: “Elisa tornou-se evangélica por causa do marido. Ele não deu certo em profissão nenhuma. (...) Se ela tivesse se tornado Hare-Krishna eu até entenderia; mas crente...”. E depois na voz de Pérola, uma pérola: “Cada um tem a sua religião. Mas eles acham que a deles é a certa”.
O livro é uma delícia do começo ao fim. Reli quase numa só sentada hoje durante o dia, enquanto aguardava ser atendido em consultório médicos. Num trecho, Pérola diz do filho: “Esse aí não se acostuma mais com cidade pequena”. E o que dizer de nós, os que vivemos nela uma vida inteira. Não é só pequena no tamanho. Novamente na voz de Pérola diz algo mais da cidade: “Sua avó abafou tudo, com a ajuda de um juiz que era muito amigo do papai, tanto é que nos jornais de Bauru não noticiaram nada, nem uma linha”. Algo parecido, continua acontecendo até os dias de hoje, daí, subtendendo-se que tudo continua sem grandes mudanças na Capital da Terra Branca, também Terra do Sanduíche. No começo do livro, a explicação para tudo o que foi lido: “O teatro é, paradoxalmente, a arte da mentira. Inventam-se tramas para contar histórias que se pareçam com a vida, mas que não são a própria vida”. Entendam tudo como quiser. Mauro Rasi nos faz pensar muito sobre a cidade de Bauru e isso, por si só, é muito instigante e provocante. Então, pensemos...
Em tempo: Pérola foi o meu terceiro livro lido neste mês de agosto.
domingo, 4 de agosto de 2024
COMENTÁRIO QUALQUER (252)
NÃO PODE SER QUE TUDO TENHA QUE TER RETORNO ECONÔMICOViver dentro do sistema capitalista é complicado, principalmente para quem, gosta de dinheiro, sabe de sua necessidade, mas tem a mais absoluta certeza de que, viver escravo deste, sendo este o motivador de tudo é mesmo uma nhaca, atravancador de realizações e ações. Ser movido somente pelo dinheiro é deplorável. Tem quem não o consiga. Tudo bem, sem ele, pouca coisa é realizável, mas existem outras possibilidades e nelas me asseguro, seguro e sigo ciente de que, o dinheiro não é tudo. E se o fosse, a vida não seria tão prazerosa como se apresenta.
Aderir nessa onda capitalista rentista, onde o endinheirado não quer mais ousar pensar em perder grana com atividades empresariais e sim, de agora em diante, botar a grana pra render, influir na taxação de juros, fazer pressão para que os menos favorecidos paguem a conta e eles, os endinheirados ditem as regras do jogo. Nessa ciranda, o Brasil é encostado na parede, não consegue, mesmo que tente, fazer com que os ricos paguem algo, ou ao menos contribuam com parte do seu alto lucro, para tocar o país adiante.
sábado, 3 de agosto de 2024
PERGUNTAR NÃO OFENDE (212)
NO TESTE FEITO COM O CANDIDATO CREPALDI, SINAL DE INCONSISTÊNCIA IDEOLÓGICA - EXPERIMENTE FAZER O MESMO...
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| PT, sim, deveria estar de luto. |
Quando escrevo aqui sobre ele não ter nada a ver com o PT, não ser uma pessoa inserida no contexto de militância pelas questões sociais, abro meu Facebook e constato lá ter 4 mil prováveis amigos. Entro no dele e fui conferir algo bem pessoal, enfim, quantos amigos temos em comum. Sabe quantos? 5 (cinco) amigos em comum. Antes disso havia consultado amigos, militantes sociais e tantos outros, sobre se conheciam o agora provável candidato. Dentre os consultados, ninguém o conhecia, mesmo ele ainda exercendo a presidência do Condema.
Queria que todos meus amigos, pelo menos os dispostos a perder nada mais que um minuto e dispostos a fazer o mesmo teste: quantos amigos em comum você possui com Ricardo Crepaldi. Isso, entendo eu, é só para sentir como o cara está distante do que escrevemos, defendemos, lutamos e estamos pela aí a defender. Não tenho nada a ver com com o citado cidadão, ele podendo representar seu partido, o PV, da forma que quiser, mas é demais da conta, vê-lo neste momento à frente de uma chapa, tendo o PT como o partido mais representativo do triunvirato da Federação.
Tudo bem, de início pensei ser apenas um investimento errado, feito desproporcionalmente, mas as queixas continuaram e como tudo foi programado para acontecer desde quinta, 01/08 até o domingo, 04/08, recebo de dileta amiga, também comerciante, que prefiro não identificar, até para não lhe causar mais problemas do que já está tendo: “Faz uma matéria sobre o fracasso do aniversário de Bauru por favor está nos status dela minha outra comerciante no local”. Não sei ainda mensurar muito bem se foram ludibriados para lá estar, mas algo posso tranquilamente afirmar. Quem firmou a mudança não mensurou com os pequenos comerciantes que, o movimento mesmo se daria somente no primeiro dia e que, nos demais, os portões estariam abertos, mas tudo ainda em caráter experimental, primeiro ano da mudança. Isso não foi feito e quem lá esteve, acreditou que o movimento do primeiro dia, com um show a levar muita gente, poderia se repetir nos demais. Triste ver quem, com grande esforço, juntou o que tinha e lá investiu, adquirindo grande quantidade de mercadorias e voltando com quase tudo para suas casas.
Faltou esse elo de ligação, essa conversa entre as partes, esse interesse pelo próximo, trazendo-o para a realidade dos fatos e não abrindo-lhes o espaço com a esperança de que teriam, logo de cara, a felicidade em toda realização. Ao pessoal da administração municipal, mesmo montando um belo aparato, faltou sensibilidade, talvez numa conversa preliminar com os comerciantes, avisando-os do risco.
A alcaide Suéllen Rosim fez suas lives como se o problema não existisse e por lá, só aquele mundaréu de gente da primeira noite. Ela, como sabem erra no atacado e no varejo. Creio, fez suas lives com cara alegre e de vitoriosa mas nem consolar os induzidos a lá estar, os que possibilitaram o evento ter sido grande, pois suas barracas foram o toque essencial no lugar. Estes, pelo que se observa, foram abandonados a própria sorte.
2.) COMO FOI O EVENTO DO ANIVERSÁRIO DA CIDADE NO RECINTO MELLO
MORAES, POR UMA DAS COMERCIANTES, MARIA INÊS FANECO - Triste realidade muito
distante para quem estava acostumado em ir no Vitória régia tenho muita dó
porque muitos esperam esse dia para ganhar um pouquinho e pelo que estou vendo
ganharam prejuízo - https://www.facebook.com/henrique.perazzideaquino/posts/pfbid0oHZzsLJrdYZU6JYbdg4R9Gs37YkMtGPa1rmQgDDMXMMY9r4yWeH8oWRDc9ttm3url
3.) CINCO DIAS DE UM EVENTO ONDE PÚBLICO MESMO, SÓ NO PRIMEIRO DIA - https://www.facebook.com/henrique.perazzideaquino/posts/pfbid031ubxuMkvDmKZMGKAHmTeg1xogJA5AYQ2B2p8tCNxxqjQpR56x5hpT5JN5S5oSeCkl
OBS.: As duas fotos aqui utilizadas foram extraídas das publicações aqui compartilhadas, portanto, com péssima visualização, mas muito dentro do contexto da escrita, representando o que de fato esteve em curso no Mello Moraes por estes dias, o vazio, o oco bauruense.
sexta-feira, 2 de agosto de 2024
O PRIMEIRO A RIR DAS ÚLTIMAS (149)
18h o início da Convenção e do Fora Golpistas.
O PT precisa fazer valer sua linha de pensamento e ação diante de tantas rasteiras e golpes. Militância presente.
Creio não ser necessário comentários adicionais do que representa a presença de seguranças no evento de ontem. As avaliações ficam por conta de quem presenciou o ocorrido ou quem desconhece totalmente o modo de agir da militância petista. No mínimo, foi vergonhoso. Sem palavras.
OBS.: As fotos me foram repassadas por dileto amigo e não divulgo seu nome, pois não possuo sua devida autorização, mas elas por si só, refletem algo mais do que singular do momento político.



























