segunda-feira, 24 de novembro de 2025

REGISTROS LADO B (132)


HOJE, 24/11, 18H, O 32º LADO B, DESTA FEITA A CONVERSA SERÁ COM DIRCEU MOSQUETTE JUNIOR - VAMOS CONHECÊ-LO JUNTOS?

Uma prosa é uma prosa. Eu, o mafuento HPA, gosto muito de prosear, mas só com quem tem boas histórias para contar e possui histórico de resistência e de luta. Daí, a conversa deslancha e se bobear, não para mais. Li agora numa matéria numa revista: “Uma boa entrevista é na maioria das vezes, uma boa conversa entre pessoas que partilham de interesses em comum”. Se repetem que conversando é que a gente se entende, essa a proposta destes LADO B – A IMPORTÂNCIA DOS DESIMPORTANTES, chegando neste momento em sua 132ª edição.

Para este papo trago DIRCEU MOSQUETTE JUNIOR, alguém que, confesso, conheci aqui nas redes sociais, mas precisamente em minha página. Ele, como eu, é do time dos que não ficam quieto e acabam se manifestando aqui e ali, principalmente quando diante de observações tacanhas, sem sentido e feitas continuamente. Fazemos parte do time dos que não possuem mais medo de colocar o dedo na ferida. Após ler seus comentários, quis conhecer pessoalmente seu autor e dando continuidade nessas prosas feitas por aqui, eis que o convido e, é claro, vamos conhece-lo melhor antes de tudo.

Lá na página virtual dele – ele tem duas -, a apresentação é feita em grande estilo: economista, pedagogo, historiador e genealogista. Vamos ver se em uma hora a gente consegue dar conta de descrever algo de cada uma delas. Ele, aos 64 anos, aposentado, morador no jardim Silvestre, ao lado do Mary Dota, onde possui uma ampla casa de aluguel para festas. Passa um bom tempo cuidando da mesma - de um velho cão branco e das netas - e lendo, escrevendo, observando o mundo e dando seus pitacos. Suas histórias são envolventes, como a de quando, aos 18 anos foi prestar o Tiro de Guerra e um sargento pegava no seu pé, pelo simples fato de descobrir que ele gostava de ler, taxando-o de comunista. Como desconhecia o que vinha a ser isso, foi pesquisar e pelo jeito gostou. Hoje, olhando lá para trás, enaltece o tal sargento, pois este lhe abriu uma porta para compreender e se aprofundar melhor nas coisas deste mundo.

A partir daí, contaremos de suas andanças, os estudos todos e a caminhada profissional. Muito interessante conhecer seu interesse pela arvore genealógica de sua família, com ramificações no potiguar Jerônimo de Albuquerque, figura importante no Nordeste brasileiro, 8 filhos, casado com uma índia. De sua pesquisa chegou em algo em torno da Idade Média, motivo de muita escrevinhação, num livro que está no prelo, quase pronto, desvendando também parte significativa da origem de tantos que vieram de terras europeias. Dirceu foi bancário por bom tempo, depois ganhou o mundo como vendedor, chegando até ser Agente de Saneamento da Vigilância Sanitária em Bauru, seu único emprego público.

E paralelo a isso, a inquietação e o inconformismo de como o Brasil foi se deixando levar por um lado que o devastou, ou seja, ao invés de trilhar caminhos saudáveis e salutares, preferiu os descaminhos. Ele, hoje lá de sua trincheira é voraz no uso de seu megafone. Como quem age da mesma forma, pena pelo uso que faz, defensor do pleno Estado de Direito e de instituições fortes e soberanas. Recebe a reação dos vendilhões, bestas do apocalipse, que sem noção e nenhum aprofundamento teórico, taxam todos que se opõem ao que pensam como esquerdistas, lulistas e comunistas. Com isso, também histórias para contar. Ou seja, na reunião disso tudo, o DIRCEU estará aqui hoje, 24/11, 18h, nessa prosa comigo, através do meu Facebook. Convido a tudo, todas e todos. Vamos juntos? A intenção é que ninguém se arrependa.

Eis o link da gravação, 1h de boa prosa:

EIS O 32º LADO B - A IMPORTÂNCIA DOS DESIMPORTANTES, COM ALGUÉM MUITO BOM DE PROSA, DIRCEU MOSQUETTE JUNIOR
Quer uma prosa gostosa e cheia de novidades? Eis o proposto nessa exata uma hora, onde ele além de contar de suas origens, fala dos tempos da Vila Perroca, o Tiro de Guerra, os estudos, o primeiro emprego, depois o deslanche como vendedor, a formação acadêmica e um assunto no qual ele hoje se dedica com afinco, desvendando sua árvore genealógica. Quando descreve disso, ele vai fundo, chegando até primordios europeus de antanho. Na mesa um catatau com mais de 600 páginas sobre a história de Jerônimo de Albuquerque, maranhense aqui chegando para comandar uma Capitânia Hereditária, casando com uma índia e tendo com ela oito filhos. Da descendência dele, seguiu seus passos europeus e isso rende uma longa história. E por fim, quando a conversa vem para os tempos atuais, seus posicionamentos incisivos, publicados pela mídia local, sempre com a reação da parte conservadora bauruense. Concluímos com a situação do Brasil com Lula e o que poderemos ter pela frente. Vale muito a pena ouví-lo. Dirceu Mosquette Junior tem boa argumerntação para sustentar o que fala e assim a prosa renda, vai longe. Vejam, depois me contem o que acharam.


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