terça-feira, 13 de janeiro de 2026

BAURU POR AÍ (247)


DULCE E ANA PAULA BATÉ ARRASAM NO PODCAST "PUREZA CAST", ENTREVISTADAS POR ESTE HPA, ASSUNTO: TIBIRIÇÁ E CARNAVAL

O pessoal da Pureza Filmes é especializado em áudiovisual e assim tocam suas vidas, remando contra a maré e produzindo filmes e gravações por todo lugar onde sejam chamados. Estavam com uma bela sala lá dentro do Alameda, na rodovia e de lá sairam, pois como o negócio deles é gravação, nem sempre é possível produzir pod casts com barulho, por exemplo, de uma bateria ao lado. Hoje estão na Fuas de Matos Sabino, quadra 12, num lugar charmoso, com nome em inglês, Star Work, uma loja ao estilo coworking, que nada mais é do que, salinhas alugadas para fins variados. E lá está agora localiza o trio da Pureza, o Michael Den Oliv, Paulo Clementino e o Jr, todos experientes nestes trecos gravacionais, assim como deileto amigo e parceiro Roberto Pallu, todos do mesmo ramo.

Então o Michael liga e me convida para participar do seu PUREZA CAST, quando uma pessoa é convidada, neste caso eu e este, será o entrevistador do dia, convidando quem quiser para ser o entrevistado. Pensei em ir lá falar do Bauru Sem Tomate é Misxto, mas depois refleti melhor e convidei duas damas do Carnaval bauruense, dignas representantes deste carnaval feito com "sangue, suor e lágrimas", Dulce e Ana Paula Cosmo/Baté, duas irmãs levando adiante o sonho da agora Escola de Samba Estrela do Samba, do distrito rural de Tibiriçá. Ao trazê-las para um bate papo, mostraria este lado de lida e luta dos que resistem em promover a folia, mesmo que ao seu modo e jeito, na unha e na raça. E daí, eu com a camiseta do Tomate e ela com a do Estrela do Samba, conversaríamos em algo mais que edificante e envolvente.

E assim foi feito e assim aconteceu. O programa, me disseram teria no máximo uma hora de duração, mas durou 1h10, pois deixaram a coisa rolar, evidente sinal de que, tudo foi mais que ótimo. Elas se soltaram, contaram lindas histórias da família e de como se deu e se dá o carnaval, o espírito festeiro e guerreiro que carregam dentro de cada integrante lá da grande família Baté. Foi um programa adorável, que adorei fazer. Recebi dicas de todos para transformar o Lado B, que voltaria nessa semana, mas o farei somente quando voltar de viagem, que inicio na próxima segunda, 19/01. Por enquanto, centrando forças para botar o Tomate nas ruas e depois, sair no mesmo dia com o pessoal de Tibiriçá. Levei para o estúdio novo lá do Pureza esse espírito que carrego dentro de mim. Sou festeiro, porém, muito crítico e aproveitando todos os momentos para cutucar os malversadores todos à nossa volta. Creio eu, o espaço lá no podcast foi muito bem aproveitado, as meninas, ditas por mim como "super poderosas", estiveram mais que bem, pois são autênticas, soberanas, guerreiras e sabem muito bem onde pisam e com quem andam. E assim sendo, evidentemente, é com elas que quero continuar comparecendo a luagres como este hoje, onde juntamos nossas histórias e as apresentamos para apreciação ampla, geral e irrestrita. 

Depois me contem o que acharam. Eu, particularmente, gosto muito do que faço, como faço e principalmente, com quem faço.
Eis o link para assistir o programa inteiro, mas a gravação mesmo só começa aos 6 minutos: https://www.youtube.com/live/q9qWF7OKGrI

DOIS BONS MOTIVOS QUE AINDA ME LEVAM PARA AS BANCAS DE JORNAIS REVISTAS
Frequentei todas as boas bancas bauruense, num passado assim não tão distante. Guardo gratas recordações da meioria delas. Muitos jornaleiros (as) guardavam para mim, publicações que admirava e achava, poderia desaparecer rapidamente. Tinha até o hábito de até ligar em dias com acontecimentos mais impactantes e pedir para guardar o exemplar do jornal do dia. Comprei por um bom tempo o Jornal do Brasil, lá na banca da praça Machado de Mello, jornal carioca chegando pelos trens. O Pasquim também comprava lá. Depois, o preferido por décadas foi seu Orlando, na Primeiro de Agosto. Ele era turrão, conservador até a medula, mas me dizia: "Não gosto da esquerda, mas voto no Roque. Nesse eu acredito". Foi o penúltimo a fechar e vendendo só jornais e revistas. Aguentou até quando deu. Depois dele vieram a Banca do Cláudio, primeiro na Duque de Caxias e depois em duas lojas do Confiança, a do centro e na vila Falcão. Cláudio tem uma história já contada por aqui, mas ainda gravarei com ele um Lado B, contando de como tudo se deu nestes anos todos. Uma vida dentro de bancas de jornais e revistas. E por fim, a resistente Ilda, a do oásis lá defronte o que ainda nos resta de Aeroclube. Ela insiste em continuar vendendo o que a maioria já abdicou. Constituiu uma legião de fãs, que até quando adoece, abrem e fecham a banca para ela. Hoje, depois de colecionar - e ler, viu! -, infinitas publicações, a maioria já extinta, continuo frequentando a banca dela por causa de duas publicações, a semanal CartaCapital e a mensal revista piauí. Para mim, essas são as que sobraram da esbórnia toda. Os jornalões diários, que antes tinha prazer em sua leitura, hoje passo longe e o JC, com as notícias locais, passou a ser semanal, mantenho assinatura, mas perdeu o fio da meada e hoje, como a maioria, claudica e navega sem rumo, num mar que não está para peixe. O modal papel declina e eu, amante à moda antiga, adoro ler papel, daí, mantenho espaço em casa para ir guardando estes, os últimos dos moicanos. São os dois atuando da verdade factual dos fatos. A maioria foi se anexando aos ditames de posições nada convencionais, contra os interesses deste país e daí, com a credibilidade zerada, navegam para leitores parciais. Das bancas, só mesmo essas. Volto nas bancas, como na da Ilda e do Cláudio para conversar, comprar outros quesitos. Tomara estes dois resistam, pois gente como eu, ainda adepta do papel, estaremos totalmente desamparados quando nada mais existir.

TRUMP ESTÁ APODRECENDO NO PODER E SUA BASE DE SUSTENÇÃO MINANDO A CADA DIA
O embaixador dos EUA no Brasil no período Obama, Thomas Shannon, que confirmou em entrevistas que Dilma foi espionada e sofreu golpe por ordem do Assassino Sorridente, diz agora que Trump não tem plano algum para nada. Vai tudo de improviso. E tudo pode acontecer a qualquer instante. A situação causada por Trump no mundo é completamente inédita e instável. Ninguém tem a menor suspeita do que ele e seus assessores diretos farão no minuto seguinte. Parece que nem eles tampouco sabem. Vance, acusado de agredir a esposa, e Rubio, um medíocre e ressentido cucaracha, filho de cubanos traidores e fugitivos, formam a nata do lixo que cerca o imbecil, arrogante e desvairado pedófilo da Casa Branca. Tudo muito caótico. E nesse caos, uma fagulha pode detonar tudo. Contamos somente com a habilidade, experiência e resiliência da Rússia e da China para não cairmos na armadilha da guerra total desejada pelos Três Criminosos de Washington. Internamente, Trump detonou a antiga e perene divisão no povo estadunidense. A cada dia aumentam ações do ICE, os mascarados liderados por agentes judeus sionistas lá infiltrados, numa troca do Estado Lepra com Trump. E começam as reações de populares sempre marginalizados, mas também legalmente armados. No Irã, EUA e o Estado Lepra tentam instalar o caos para os EUA derrubarem o governo persa e se apossarem do Estreito de Ormuz. Junto com o petróleo que estão roubando à Venezuela, imaginam dominar metade do comércio mundial. E o Estado Lepra daria continuidade a seu plano macabro de se apossar dos países vizinhos, mesmo estando com pouca população e também revolta interna e Economia despencando. Mas a ambição, a ganância, a arrogância dos dois os impede de ver o amanhã. Foi o maior erro na História da Humanidade a insistência da Inglaterra em tirar os EUA do isolacionismo e o chamar a se associar ao seu imperialismo, e também erro monumental foi dar aos sionistas uma terra que não lhes pertence. Agora, o mundo terá de encontrar uma maneira de empurrar ambos de volta a seus buracos anteriores sem destruir o planeta. Afinal, destruição é a palavra-chave para governantes da Casa Branca e do Estado Lepra... Paulo de Carvalho

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