"JÁ TEM A CORAGEM DE SABER QUE É IMORTAL..."Na percepção da chegada da tal da velhice, lembro-me de canção muito generosa da verve de CAETANO VELOSO, a "O HOMEM VELHO" (Caetano Veloso), extraída do álbum, CD "VELÔ", selo Polygram, 1989. De um disco com "Podres Poderes" e "Quereres", optei por essa, muito dentro da minha vivência pessoal. Sem muitos comentários, mais uma vez Caetano, quando paro, ouço e absorvo tudo, nos preparativos para seguir em frente, mais um dia de labuta.
Eis Caetano suavemente nos cantando mais essa: https://www.youtube.com/watch?v=XBIuA8fWys8
O homem velho deixa a vida e morte para trás?/ Cabeça a prumo, segue rumo e nunca, nunca mais/O grande espelho que é o mundo/ Ousadia refletir os seus sinais/ O homem velho é o rei dos animais/ A solidão agora é sólida, uma pedra ao sol/ As linhas do destino nas mãos a mão apagou/ Ele já tem a alma saturada de poesia/ Soul e rock and roll/ As coisas migram e ele serve de farol/ A carne, a arte arde, a tarde cai/No abismo das esquinas/ A brisa leve traz o olor fugaz/ Do sexo das meninas/ Luz fria, seus cabelos têm tristeza de néon/Belezas, dores e alegrias passam sem um som/ Eu vejo o homem velho rindo, Numas curva do caminho de Hebron/ E ao seu olhar tudo que é cor muda de tom/ Os filhos, filmes, livros, ditos/ Como um vendaval, vendaval? Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal/ Mas ele dói e brilha único, indivíduo/ Maravilha sem igual/ Já tem coragem de saber que é imortal/ A carne, a arte arde, a tarde cai/ Noabismo das esquinas/ A brisa leve traz o olor fugaz/ Do sexo das menina.
MEU RECONHECIMENTO POR QUEM SEGUE NA LUTA E NOS ABRE PORTAS, MENTES, CORAJOSAMENTE, SEMANA APÓS SEMANA
Caros de Carta Capital, Manuela Carta e equipe:1.) Primeiro algumas considerações sobre a revista:
Leio a revista desde quando se tornou semanal. Não perdi uma só edição. Guardo todas. Tenho mais que uma devoção por tudo o que representa Mino Carta para o jornalismo brasileiro. E o tenho na maior consideração, não só por seu currículo dentro de tudo o que nos propiciou dentro do jornalismo nativo, mas como entendia, tempos atrás, este leitor aqui de Bauru, que um dia consegui trazê-lo para uma palestra em Bauru, teatro municipal lotado e depois disso, por ter me aberto espaço para publicação não só de minhas cartas, algo constante por um período, como de textos de minha lavra, na saudosa “Brasiliana”. Penso até em publicar um livro com elas, devendo beirar umas quinze. Certa feita, só para exemplificar, iria deixar de assinar a revista, naqueles momentos de dureza e para minha surpresa, Mino me agraciou com uma assinatura por meses. O presenteei com quadro do argentino Miguel Rep, entregue aí na redação. Do que lia na revista, algo único no país. Não só pela resistência, como pela intransigente defesa dos interesses nacionais. Hoje assino, recebo a revista sempre no domingo pela manhã e a aguardo sempre com muita expectativa. Acompanho o “Fechamento” às sextas e também os vídeos em seu portal. Como gosto muito do modal papel, vejo na revista um dos últimos baluartes do que Mino gostava de repetir em seus textos e fala, baseada numa norma de conduta básica no jornalismo, “a verdade factual dos fatos”, cada vez menos defendida e utilizada pela mídia massiva nacional. Nela encontro tudo o que quero e busca numa publicação. Tenho ampliada na parede de um apê, onde guardo meus livros e discos, a matéria que fiz para Brasiliana, apresentando o radialista argentino Victor Hugo Morales ao Brasil. Sinto muito a falta de Mino, de seus textos, mas segundo Manuel, ele está bem e isso é o que importa. Vida longa para Mino, para Belluzzo e para Carta Capital. Baita abracito bauruense do leitor de todas as horas HENRIQUE PERAZZI DE AQUINO
2.) Carta para seção CARTAS CAPITAIS (publicada na edição desta semana, a de nº 1376, nas bancas)
"AUTÊNTICA AROEIRA - Carta Capital é uma sobrevivente das bancas e, dentre as publicações brasileiras, mais que a “última dos moicanos”. Cumpre seu papel de oferecer aos leitores informação confiável, em respeito à “verdade factual dos fatos”. A saudade dos textos do Mino Carta vou superando com a página inicial de Manuela Carta, Luiz Gonzaga Belluzzo, Sergio Lirio, André Barrocal, Fabíola Mendonça, Maurício Thuswohl, Carlos Drummond, Rodrigo Martins, René Ruschel e tantos outros. Neste momento, com o Brasil infestado de traidores, falsos profetas e agentes do pérfido mercado, a revista segue nos conduzindo a algum porto seguro. Com vocês, seguramente não me engano, nem embarco em cano furada. Seguir altaneiro, como o faz a revista, tem seu preço. Pagamos, pois queremos e lutamos por um país soberano. Eu sei, a cada edição, estarão novamente me incentivando a não desistir. Parabéns por tudo, e sigam como essa autêntica aroeira, que enverga, mas não quebra. Saibam, a revista é devorada aqui do lado de cá e serve como recarregador de baterias, principalmente quando até o ímpeto se enfraquece. Seguiremos juntos, sempre.
HENRIQUE PERAZZI DE AQUINO, jornalista e historiador (www.mafuadohpa.blogspot.com).
Nas mãos destes, o Brasil só anda para trás. Mesmo assim, Lula avança e consegue reverter a situação e hoje, não existe meios de comparação no que somos e o que fomos com o desGoverno do quase condenado Jair Bolsonaro.
"OS ANOS SE PASSAREM ENQUANTO EU DORMIA, SERÁ QUE EU FALEI O QUE NINGUÉM OUVIA?"Diante do que li na capa do JC, o desejo incontido dos supermercadistas em não mais contratar empregados com carteira de trabalho assinada e sim, como temporários, levanta cambaleando da cama e vou em busca do antídoto, talvez em algo nas letra do grupo TITÃS. São várias as opções e uma delas encontro ouvindo CD "TITÃS 84 94 UM", Warner/WEA, ano de 1994, na canção "NÃO VOU ME ADAPTAR" (Arnaldo Antunes). Seguirei atordoado o restante do dia, mas algo já foi reestabelecido com o que ouço, enfim, creio, a perverisdade está tomando conta do mundo e em segundos estará batendo à minha porta. Subo o volume do Titãs...
Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia/ Eu não encho mais a casa de alegria/ Os anos se passaram enquanto eu dormia/ E quem eu queria bem me esquecia? Será que eu falei o que ninguém ouvia?/ Será que eu escutei o que ninguém dizia?/Eu não vou me adapta/ Me adaptar/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, me adaptar/ Me adaptar
Eu não tenho mais a cara que eu tinha/ No espelho essa cara não é minha/ Mas é que quando eu me toquei, achei tão estranho/ A minha barba estava desse tamanho/ Será que eu falei o que ninguém dizia?/ Será que eu escutei o que ninguém ouvia?/ Eu não vou me adaptar/ Me adaptar/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, me adaptar/ Me adaptar
Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia/ Eu não encho mais a casa de alegria/ Os anos se passaram enquanto eu dormia/ E quem eu queria bem me esquecia/ Será que eu falei o que ninguém ouvia?/ Será que eu escutei o que ninguém dizia?/ Eu não vou me adaptar, não vou/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, não vou/ Não vou me adaptar/ Vou me adaptar, vou me adaptar/ Não vou me adaptar/ Não vou me adaptar/ Eu não vou me adaptar/ Não vou? não vou
"AUTÊNTICA AROEIRA - Carta Capital é uma sobrevivente das bancas e, dentre as publicações brasileiras, mais que a “última dos moicanos”. Cumpre seu papel de oferecer aos leitores informação confiável, em respeito à “verdade factual dos fatos”. A saudade dos textos do Mino Carta vou superando com a página inicial de Manuela Carta, Luiz Gonzaga Belluzzo, Sergio Lirio, André Barrocal, Fabíola Mendonça, Maurício Thuswohl, Carlos Drummond, Rodrigo Martins, René Ruschel e tantos outros. Neste momento, com o Brasil infestado de traidores, falsos profetas e agentes do pérfido mercado, a revista segue nos conduzindo a algum porto seguro. Com vocês, seguramente não me engano, nem embarco em cano furada. Seguir altaneiro, como o faz a revista, tem seu preço. Pagamos, pois queremos e lutamos por um país soberano. Eu sei, a cada edição, estarão novamente me incentivando a não desistir. Parabéns por tudo, e sigam como essa autêntica aroeira, que enverga, mas não quebra. Saibam, a revista é devorada aqui do lado de cá e serve como recarregador de baterias, principalmente quando até o ímpeto se enfraquece. Seguiremos juntos, sempre.
HENRIQUE PERAZZI DE AQUINO, jornalista e historiador (www.mafuadohpa.blogspot.com).
QUEM COMENDA A CPMI DO INSS É CONTRA A SOBERANIA DO BRASIL E A FAVOR DE ENTREGAR TUDO PROS BANDIDOS
Na primeira página do JC, quinta, 21/08, o anúncio "CPMI do INSS - Em um descuido do governo Lula (PT), a oposição emplacou nessa quarta-feira os dois principais cargos da CPMI - Deputados de oposição comemoram vitória obtida aos 46' do segundo tempo". Não me segurei nas calças, sentei e escrevi no mesmo dia carta para a Tribuna do Leitor, pois a certeza, não foi o governo Lula quem perdia, mas sim o Brasil. A gente sabe, nas mãos dos perversos, entregam o país de bandeja para quem nos quer como quintal. A carta demorou para ser publicado e sai na edição de hoje, página 2:
Na primeira página do JC, quinta, 21/08, o anúncio "CPMI do INSS - Em um descuido do governo Lula (PT), a oposição emplacou nessa quarta-feira os dois principais cargos da CPMI - Deputados de oposição comemoram vitória obtida aos 46' do segundo tempo". Não me segurei nas calças, sentei e escrevi no mesmo dia carta para a Tribuna do Leitor, pois a certeza, não foi o governo Lula quem perdia, mas sim o Brasil. A gente sabe, nas mãos dos perversos, entregam o país de bandeja para quem nos quer como quintal. A carta demorou para ser publicado e sai na edição de hoje, página 2:
CPMI DO INNS, O BRASIL PERDEU
Atualmente no Congresso Nacional, ocorre uma luta onde traidores da Pátria tentam a todo custo fazer valer algo em detrimento do Brasil, tudo por discordarem de Lula e serem adeptos de Bolsonaro.
Atualmente no Congresso Nacional, ocorre uma luta onde traidores da Pátria tentam a todo custo fazer valer algo em detrimento do Brasil, tudo por discordarem de Lula e serem adeptos de Bolsonaro.
Semana passada, uma vitória aos 46’ do segundo tempo, como o JC anuncia em sua capa. Essa comemoração vai muito além da disputa entre Lula e Bolsonaro, entre o PT/esquerda e a Centrão/direita. Essas articulações de última hora, fazem parte de um cruel jogo de poder, onde o que menos está importando para quem ontem venceu é o país.
Não existiu debate consistente dos reais motivos da necessidade da CPI do INSS e sim, a de conseguir eleger quem a presidiria e, desta forma, barrar tudo e criar problemas para Lula. Na verdade, não criam problemas somente para Lula e sim, para o país num todo.
Este pérfido jogo é o mesmo que, tentou impedir o Legislativo de voltar a funcionar e faz de tudo e mais um pouco para travar o país, pois no quanto pior melhor, buscam meios de se livrar de investigações para seus atos danosos ao país, todos envolvendo seus pares e favorecendo um país estrangeiro, no caso os EUA.
Nas mãos destes, o Brasil só anda para trás. Mesmo assim, Lula avança e consegue reverter a situação e hoje, não existe meios de comparação no que somos e o que fomos com o desGoverno do quase condenado Jair Bolsonaro.
Perdas como a de ontem, precisam ser repudiadas e rejeitadas pelo Brasil, o que luta desbragadamente pela sua soberania. Estamos lidando com gente perigosa, traidores da Pátria".
Henrique Perazzi de Aquino, jornalista e historiador (www.mafuadohpa.blogspot.com).
Henrique Perazzi de Aquino, jornalista e historiador (www.mafuadohpa.blogspot.com).
Eis eles nos dando essa lição: https://www.youtube.com/watch?v=7kqV2CHIGDY
Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia/ Eu não encho mais a casa de alegria/ Os anos se passaram enquanto eu dormia/ E quem eu queria bem me esquecia? Será que eu falei o que ninguém ouvia?/ Será que eu escutei o que ninguém dizia?/Eu não vou me adapta/ Me adaptar/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, me adaptar/ Me adaptar
Eu não tenho mais a cara que eu tinha/ No espelho essa cara não é minha/ Mas é que quando eu me toquei, achei tão estranho/ A minha barba estava desse tamanho/ Será que eu falei o que ninguém dizia?/ Será que eu escutei o que ninguém ouvia?/ Eu não vou me adaptar/ Me adaptar/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, me adaptar/ Me adaptar
Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia/ Eu não encho mais a casa de alegria/ Os anos se passaram enquanto eu dormia/ E quem eu queria bem me esquecia/ Será que eu falei o que ninguém ouvia?/ Será que eu escutei o que ninguém dizia?/ Eu não vou me adaptar, não vou/ Me adaptar, não vou/ Me adaptar, não vou/ Não vou me adaptar/ Vou me adaptar, vou me adaptar/ Não vou me adaptar/ Não vou me adaptar/ Eu não vou me adaptar/ Não vou? não vou
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