Agora as histórias se darão por aqui.
PRÊMIO DESATENÇÃO 2026 DO BAURU SEM TOMATE É MIXTO VAI PARA...
Um dia casa cai. Essa construída em Bauru, quando da chegada da família ROSIN em Bauru é do conhecimento público. Está a causar uma ebulição de problemas, considerados já incontornáveis para Bauru. Os Rosin foram chegando devagar e quando Bauru se deu conta, estavam boa parte deles já instalados na cidade. Primeiro foi a jovem Suéllen, quando aqui aportou para trabalhar no jornalismo da TV Tem. Depois, quando aproveitou a divisão de vários candidatos e conseguiu o grande feito de, pelas beiradas, chegar ao Palácio das Cerevejeiras, o start foi dado para o restante da família. Vieram todos dos demais, papai e mamãe, irmã e cunhado. A igreja deles foi aberta na cidade, pois a oportunidade estava dizendo para reiniciarem a vida em Bauru. E assim foi feito e entre cantoriasm até com denúncias de móveis públicos desviados para a igreja, em denúncia de ex-apoiadora, foram se consolidando. O cunhado da alcaide chegou a contratar um hacker para perseguir opositores. O pai tomou conta do terceiro andar da Prefeitura e hoej comanda e dá as cartas em variados partidos, todos de cunho fundamentalista. A mãe foi empossada como prócer da Assistência Social e distribuia cestas básicas como se estivesse em sua casa. Tiveram muito mais atos, todos culminando com o casamento, entrelaçamento entre um político da cidade e a alcaide.
O bloco farsesco, burlesco e algumas vezes carnavalesco Bauru Sem tomate é MiXto nunca ficou indiferente com essa chegada e todos os acontecimentos a ela inerentes. Dencunciamos muito do que já foi feito no âmbito público, pois consideramos anormais, despropositados e até ilegais. A cada dia surge nos noticiários algo novo e a saga continua. Os Rosin fazem parte deste cenário conturbado da vida política nacional, construído e alavancado após a chegada de um dos seus mentores ao poder, o Seu jair, hoje devidamente recolhido e entre grades. Todaa clã familiar é seguidora do jeito de ser e fazer política deste já reconhecido capiroto. Diante de tudo, o Tomate inova este ano e ao invés de eleger três para o Prêmio Desatenção, o faz para um agrupamento todo. E assim, a homenagem (sic) em 2026, pelo conjunto da obra vai para a FAMÍLIA ROSIN num todos.Ficaríamos aqui um dia inteiro a citar fatos, acontecimentos, ocorrências que, na somatória justificariam a premiação. Escolha feita, pedimos para o publicitário Fernando Redondo, que tão belos textos e imagens tem produzido sobre ocorrências envolvendo membros da família, fizesse a imagem para ser divulgada dessa emblemática premiação. E o resultado aqui está, sendo neste momento divulgado. Fernando sabe captar muito bem acontecimentos recentes da vida política da cidade. Já é um escrevinhador respeitado, desde ter começado a pensar no que está em curso na cidade. A arte é dele e reflete bem o momento da família, ainda sorridente e empoderada. E daí o Tomate se volta para, diante de tantos acontecimentos sui generis na cidade, sugerir uma reflexão maior por parte desta cidade, para os rumos dados a ela. Até quando? Como foi possível? Perguntas como essa estão embutidas no contexto de como foi feita essa escolha. Bauru precisa se postar mais do que alerta. A próxima eleição será crucial para a continuidade ou não desta família com ascenção na cidade e nada melhor do que o Carnaval, como o Tomate faz há exatos 14 anos para discutir este imbróglio.
Assim sendo, a FAMÍLIA ROSIN está sendo agraciada, com todo louvor, fervor, esturpor com o PRÊMIO DESATENÇÃO 2026. Antes da descida do bloco no Calçadão da Batista, sábado, dia 12/02, na praça Rui Barbosa, palco da demolição de seu chafariz, com uma das tantas promessas de recosntruação de algo novo, sendo que no seu lugar um mero gramado, pois bem, ali a lacração da premiação. O Tomate não perdoa, o Tomate estará sempre atento e cutucando a onça com a vara curta, criticando ferozmente quem ousa pisar no Tomate. Assim somos, assim fomos constituídos e assim vamos para a rua, ano após ano. Ficaríamos imensamente alegres quando muita gente desce conosco o Calçadão, entende nossa proposta e assim, além da festa no Carnaval, aproveitamos para pegar no pé de quem acreditamos, merece ser lembrado pela "desatenção" para com Bauru.


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